Biblioteca da Faculdade CDL

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O Blog da Biblioteca da Faculdade CDL é um espaço destinado à comunicação da Biblioteca com os alunos e professores, onde é possível fazer postagens e comentários relativos a assuntos que envolvam, de alguma forma, a Biblioteca e o ambiente acadêmico em geral. O objetivo do blog é informar, registrar momentos e incentivar o gosto pela leitura e pela escrita.

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Produção industrial brasileira avança

Produção industrial no país avança pelo 3° mês

O aumento de 3,3% na venda de veículos automotores foi o principal responsável pela boa performance

Rio A produção industrial avançou pelo terceiro mês consecutivo em agosto. A alta de 1,5%, a maior desde maio do ano passado, foi puxada por setores beneficiados pela redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
 
                   
A expansão teve maior destaque em bens duráveis e com redução do IPI FOTO: HONÓRIO BARBOSA
 
"O crescimento da produção foi muito calcado em bens de consumo duráveis, e não por acaso eles foram os beneficiados pela redução de IPI. A produção de automóveis, eletrodomésticos e móveis são destaques. Em três meses, há um ganho acumulado de 9,4% na produção dos bens de consumo duráveis", disse André Macedo, gerente da Coordenação de Indústria do IBGE.
 
O aumento de 3,3% na venda de veículos automotores foi o principal responsável pela boa performance da indústria em agosto, mas a expectativa é de que o segmento deva provocar uma queda na próxima leitura do indicador, devido à diminuição nas vendas de automóveis em setembro, anunciada pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). Mesmo assim, analistas preveem que o resultado não impedirá um PIB melhor no terceiro trimestre.
 
Queda
 
O Banco WestLB prevê uma queda de 0,8% na produção industrial em setembro. Mas, os resultados positivos da indústria acumulados em julho e agosto já "levariam a um crescimento de 1% no PIB (brasileiro), no terceiro trimestre ante o segundo", calculou Luciano Rostagno, estrategista-chefe do WestLB do Brasil. "Há uma recuperação em curso, está evidente nos números. Mas não podemos dizer que é uma recuperação sustentável", disse Rostagno, ressaltando que a expansão na indústria ainda é calcada em incentivos do governo.
 
Revisões
 
Em agosto, a divulgação do forte crescimento da indústria foi acompanhada por revisões das taxas dos meses anteriores, que mostram agora um desempenho ligeiramente melhor. Os dados foram bem recebidos pelo Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (Iedi), que considerou "um resultado robusto, que reflete a retomada da economia brasileira e confirma uma possível nova tendência para a indústria brasileira já neste segundo semestre".
 
Entre julho e agosto, todas as categorias de uso da indústria mostraram expansão na produção, assim como 20 das 27 atividades pesquisadas. "Esse resultado de agosto, além de ter uma magnitude mais intensa em relação aos meses anteriores, mostra também um espalhamento do crescimento, algo que não era observado dentro do segmento industrial havia algum tempo", contou Macedo.
 
No entanto, na comparação com o mesmo período do ano anterior, a indústria ainda registra perdas. A queda foi de 2,0% em agosto. No ano, a produção ainda recua 3,4%. Enquanto a fabricação de automóveis cresceu 6,5% no período, a de caminhões despencou 35,4%, fazendo com que o segmento de veículos automotores registrasse uma perda de 11,2%.
 
Exceção
 
"Nem toda a cadeia caminha bem. A produção de automóveis caminha em velocidade muito superior que a produção de caminhões. Há uma evolução puxada pelos automóveis, mas a pressão negativa dos caminhões faz com que esse segmento de veículos automotores seja o principal impacto negativo na indústria em agosto ante agosto de 2011", apontou Macedo.
 
A queda na produção de caminhões neste ano de 2012 é explicada por uma antecipação do consumo no fim do ano passado, mas também pela desaceleração da economia e de setores estratégicos, como o extrativo e a construção civil, segundo o IBGE. Como resultado, o desempenho dos bens de capital também vem sendo afetado.

terça-feira, 2 de outubro de 2012

Armadilhas do empreendedorismo

4 armadilhas que os empreendedores criam para si mesmos

Qualquer que seja a razão dos seus problemas, ela vem de um único denominador comum: você mesmo

Editado por Priscila Zuini, de


Como empreendedor e, mais recentemente ao conhecer e acompanhar centenas de projetos como investidor-anjo, parei para observar um fato (bastante óbvio) de que a maioria dos empreendedores nunca acredita que é o motivo do seu insucesso ou fracasso.

O que ouço são normalmente uma série de justificativas que vão desde um concorrente inesperado ou premissas de mercado diferentes do projetado a funcionários incompetentes ou sócios desonestos. A verdade é que quaisquer que sejam as razões que você acredite serem a causa dos seus problemas, todas podem ser traçadas a um único denominador comum: você, empreendedor.

Veja abaixo alguns casos e exemplos das armadilhas que nos tornam a própria causa do fracasso de nossos negócios e que devemos tentar evitar.

1. Visão embaçada

Um dos erros mais comuns do empreendedor é avaliar de maneira parcial as informações que afetam seu negócio. Acabamos aceitando facilmente qualquer informação que confirme nossas crenças e rejeitando tudo que vá contra.

Ao avaliarmos a concorrência, por exemplo, focamos apenas naquilo que fazem mal e tendemos a ignorar ou menosprezar aquilo em que são melhores ou mais fortes do que nós. Preocupados em confirmar nossos desejos, acabamos ignorando pontos relevantes que poderiam mudar os rumos dos nossos negócios.

2. Estatísticas aleatórias

Este é um erro interessante e se refere a forma como nós empreendedores avaliamos erradamente as probabilidades de nossos negócios ou escolhas estratégicas darem certo. Basicamente, nos apegamos a estatísticas sem fundamentos para nos convencer de que o sucesso é certo. Seria como se você jogasse uma moeda para cima dezenas de vezes, acreditando que a cada jogada as chances de sair “cara” na próxima fosse maior – o que não é verdade.

3. Movimento de manada

Talvez uma das armadilhas mais comuns de empreendedores, o movimento de manada consiste em tomar decisões baseadas ou influenciadas pelo que mais pessoas estão fazendo. Exemplo disso foram os sites de compras coletivas que surgiram após o sucesso do Groupon e do Peixe Urbano, e que levaram ao surgimento de milhares de projetos similares que acabaram perdendo tempo e dinheiro.

A escolha por este caminho passa por querer aceitação e por acreditar que, se outros tantos seguem este caminho, significa que provavelmente sabem de algo que eu não sei. O medo do fracasso também influencia.

4. Dois pesos, duas medidas

Empreendedores costumam dar peso desigual a informações ou notícias no processo decisório. Um exemplo disso seria o mudar de opinião ao ouvir falar que uma startups recebeu investimentos recentes com valores muito superiores aos que você considerava normal. A partir deste ponto você passa a crer que o “mercado está pagando mais” e corre para ajustar seu valuation. Ao final, você se baseou em uma informação recente e limitada e ignorou a possibilidade de que estes aportes tenham tido circunstâncias específicas que justificassem este tipo de discrepância.

Ter a visão e humildade de que você pode ser a fonte do problema tem um valor maior do que se imagina e isso pode mudar o rumo do seu negócio.

Fernando Campos é especialista em startups, investidor-anjo, gestor da Devise e diretor na Gávea Angels

Envie suas dúvidas com a palavra startups no assunto da mensagem para examecanalpme@abril.com.br

Publicado originalmente em:

CDL lança campanha de Natal

CDL lança ´Natal Acelerado´

Com premiação de maior valor, os lojistas mostram-se otimistas com a campanha para o fim de ano

Independência No dia 4 de janeiro de 2013, um consumidor sairá da sede da Câmara de Diretores Lojistas (CDL) deste Município pilotando uma motocicleta zero quilômetro. O felizardo ganhará o prêmio por ter comprado em uma das lojas participantes da campanha "Natal Acelerado". A promoção é da entidade junto ao comércio local e traz como novidade o prêmio de alto valor. Anteriormente, sorteava produtos de menor valor, como eletrodomésticos e aparelhos eletrônicos. Neste ano, a CDL decidiu inovar e oferecer um produto que atraia mais consumidores para o comércio da cidade.



Nas compras com valor estipulado pelos próprios empresários, o consumidor tem direito a um cupom para participar do sorteio de uma moto  FOTO: SILVANIA CLAUDINO

"Percebemos que algumas entidades da região faziam campanhas promocionais de fim de ano com prêmios mais caros, que chamam mais a atenção dos consumidores. Então decidimos inovar e ousar neste ano. E está dando certo. Em poucos dias de campanha, já há boa movimentação no comércio", destaca o presidente da CDL, Wagner Torres.

Torres aposta ainda em uma abrangência maior da campanha, posto que, após o processo eleitoral, a entidade investirá ainda mais em divulgação. As estratégias serão propaganda volantes, que não estão sendo feitas agora devido ao grande número carros de som com propagandas dos candidatos. Outra forma será a exposição do prêmio nas ruas e nas lojas participantes da promoção.

Adesão

A CDL lançou a campanha no dia 18 de setembro. Desde então, as 45 empresas associadas que aderiram à promoção já realizam as vendas casadas com os cupons. Cada empresa paga R$ 240 (em quatro parcelas) e participa da promoção recebendo 400 cupons para distribuir junto a seus clientes. A própria empresa determina o valor da compra que dá direito aos cupons.

Para a empresária Solange Guerreiro, proprietária da Panificadora Santa Clara, uma das lojas que aderiu à campanha, a expectativa é positiva. Na panificadora, quem compra R$ 25 à vista recebe um cupom. "Sempre participamos, e estamos esperando boas vendas com a campanha. Os clientes têm perguntado bastante devido ao prêmio, que é muito bom, principalmente os jovens", diz.

Na loja Maju Presentes, o prêmio da campanha também tem sido alvo de atenção da clientela. Já aqueceu as vendas na loja, onde, comprando R$ 20 à vista, o cliente recebe um cupom para concorrer ao sorteio. "O prêmio chama a atenção e aumentou as vendas. Todo o público se sente atraído. A CDL acertou em colocar uma premiação como a deste ano", destaca a vendedora Luciana Rodrigues.

Conquista

Wagner Torres informa que a atual campanha é uma grande conquista para a entidade e para o próprio Município, tendo em vista que a premiação é de alto valor e que a entidade tem poucos recursos.

"Por isso, é uma grande conquista para nós, por conta dos nossos poucos recursos. Realmente, é uma ousadia. O prêmio deu um bom impacto", afirma.

De acordo com ele, a CDL do Município é uma entidade pobre em recursos financeiros, dada a própria condição da cidade. Mas rica em atitudes em prol do desenvolvimento da cidade. Atualmente, conta com 68 associados em seus quadros.

Ele afirma que a entidade já encampou grandes lutas, como a mobilização para a apresentação e aprovação de um projeto de iniciativa popular que proíbe a mudança nos nomes de ruas da cidade. Aguarda, junto ao Governo do Estado, a realização da estrada CE-176, no trecho que liga Tauá/Independência/Tamboril, que se encontra em análise no âmbito do Executivo, graças ao encaminhamento feito pela entidade.

SILVANIA CLAUDINO

REPÓRTER

Publicado originalmente em:

"Antes de tudo, compreenda os interesses"















O primeiro passo, ainda na preparação que antecede a uma negociação, compreender os próprios interesses é o caminho para o sucesso, segundo William Ury.

Nem o Sol que brilhou forte na capital cearense no dia 28 de setembro chamou mais a atenção das centenas de pessoas que se inscreveram para assistir a tão esperada apresentação de William Ury. Interagindo o tempo todo com o público, o palestrante compartilhou grande parte dos conceitos que vem desenvolvendo nos últimos 30 anos, ilustrando-os com histórias de importantes negociações de que participou e conflitos internacionais que mediou.

Ury destacou que o ponto-chave para uma negociação de sucesso, antes de tudo, é identificar os próprios interesses. Para ilustrar, ele citou o exemplo de um conflito que mediou entre o governo da Indonésia e um grupo separatista. A situação era caótica: 25 anos de guerra com milhares de mortos e desabrigados. Requisitado para “fazer o meio de campo”, Ury encontrou as duas partes em Genebra, Suíça, e questionou por que o grupo queria a independência. “Estava claro que eles queriam separar-se da Indonésia, mas o motivo que os levou a esta posição era desconhecido”, contou. “Tinham adotado a posição, mas sem compreender, antes, os próprios interesses”, completou.

O objetivo do especialista era, na verdade, fazer com que o grupo separatista entendesse se a revolta tinha motivação política, econômica ou cultural (ter o próprio idioma, participar da assembleia da ONU), etc. “Indaguei qual era a probabilidade de ganharem a guerra e eles confessaram que tinham consciência de que era impossível”, relatou, revelando que, essa pergunta fez com que os revolucionários encerrassem o conflito. “Eles refletiram e criaram um partido político. Já até assumiram o governo de uma província. Conseguiram avançar em seus objetivos, mas por outro caminho que não o da violência.”

Reforçando a importância de se compreender os interesses antes de entrar em uma negociação, em Fortaleza, Ury contou também a história de duas irmãs que brigavam por apenas uma laranja: “Elas partiram a fruta ao meio – uma pegou sua metade e comeu; a outra pegou sua metade e usou a casca para fazer um bolo. Se uma tivesse se preocupado com os interesses da outra, ambas teriam aproveitado mais, já que uma comeria duas metades e a outra teria mais casca para o bolo, sem conflito."

Pense, reflita e, então, aja

O maior obstáculo numa negociação é a tendência humana de agir sem pensar, segundo Ury. Para ele, o ideal é que funcionemos como a função “salvar rascunho” que existe nos computadores. “Pense, tome um café e reflita antes de agir”, aconselhou, apontando que a tomada de decisão está sendo prejudicada pela agilidade imposta pelo mundo atual. “Antes, você levava um bom tempo para receber uma carta. Hoje, tem que responder um e-mail em dois minutos. O que você deve fazer é respirar fundo. A preparação é fundamental. Não decida à mesa de negociação.”

Mantendo a didática de contar casos verídicos, o palestrante lembrou-se de um seminário de que participou em Caracas, na Venezuela, há alguns anos. Na ocasião, ele foi abordado por executivos de alto nível de uma empresa que, apesar de pertencer ao governo, tinha sua administração independente – mais ou menos como acontece com os Correios, no Brasil. O problema do grupo que o procurou tinha a ver com o fato de que o presidente do país, Hugo Chávez, estava utilizando a empresa para empregar familiares, amigos e conhecidos. “Está errado. Aqui sempre houve meritocracia”, reclamavam os executivos.

Ao perguntar o que eles pretendiam fazer a respeito da situação, o especialista em negociação foi surpreendido pela resposta: queriam entrar em greve. “Nunca imaginei diretores fazendo greve”, confessou ao público cearense, comentando, em seguida, que o interesse dos manifestantes de alto escalão era preservar a autonomia da empresa. “O problema é que com uma greve eles não atingiriam esse objetivo. Pelo contrário”, explicou. Mesmo assim, a greve aconteceu. Seis meses depois, Ury voltou à capital venezuelana e soube do desfecho desse caso: os executivos foram demitidos e Chávez aproveitou a oportunidade para tomar conta da empresa. “Eles agiram no calor do momento. Não pensaram antes.”

Também da Venezuela vem outro exemplo compartilhado por Ury. Nesse caso, contudo, o desfecho foi mais interessante – isso porque ninguém agiu por impulso. “Certa vez, fui chamado para uma reunião com Hugo Chávez. Cheguei às 21h, como ele pediu, e esperei até 24h. Pensei que ele estaria sozinho, mas todo seu pessoal estava lá. Ele perguntou como eu via a situação do país e sua imagem junto à população. Eu disse que ele estava progredindo. Ao ouvir isso, ele gritou por 30 minutos. Eu esperei e, depois disso, ele perguntou a mim o que deveria fazer. Era quase Natal e sugeri que desse uma trégua de duas semanas para as pessoas refletirem, descansarem. Ele adorou a ideia, disse que iria à TV anunciar isso. O que aprendi é que não é interessante reagir, mas pensar antes de agir”, contou.

Coloque-se no lugar do outro

Esse é um grande desafio. Em uma negociação, é preciso lidar com a dimensão psicológica e emotiva. “Para resolver isso, ouça”, recomendou Ury, ressaltando que é importante ouvir, principalmente, o que não está sendo dito. “Não é questão de decidir quem está certo ou errado, mas de entender o ponto de vista do outro e avançar em conjunto. Muitas vezes, nos concentramos no que vamos dizer e acabamos não ouvindo o outro lado”, explicou.

O senso de justiça pesa na negociação

As pessoas rejeitam um acordo que, inicialmente, parece ser melhor do que nada, geralmente por acharem que ele não é justo. De acordo com Ury, a justiça é um ponto-chave na negociação. Ele exemplificou por meio de uma interação com o público: dividiu os presentes em duplas e pediu que cada par chegasse a um acordo para divisão de uma determinada quantidade de dinheiro. Uma espectadora – uma das poucas que aceitou ficar com a menor fatia do bolo – disse que o fez por achar justo, já que o departamento da colega com quem negociou era maior que o dela.

Publicado originalmente em:

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Semana Nacional do Livro e da Biblioteca 2012: "Aumente um conto e ganhe um ponto"

Na Semana Nacional do Livro e da Biblioteca de 2012 teremos como temática “Aumente um conto e ganhe um ponto", cujo objetivo é proporcionar aos alunos dos Cursos de Gestão Comercial, Logística e Marketing, a possibilidade de contribuírem para a criação do livro “Ideias para Novos Produtos e Serviços” e, com isso, conquistarem pontos em atividade complementar (1).

Em “Aumente um conto e ganhe um ponto”, o livro “Ideias para Novos Produtos e Serviços” ganha páginas durante todo o mês de outubro a cada contação de uma nova ideia relacionada a produtos/serviços. 

São outros objetivos da Semana Nacional do Livro e da Biblioteca de 2012: 

  • Divulgar a Biblioteca entre a comunidade acadêmica; 
  • Incentivar o gosto pela leitura e escrita; 
  • Desenvolver habilidades de escrita, utilizando conteúdos interdisciplinares; 
  • Incentivar a criatividade/inovação.
No encerramento da Semana, o livro criado será entregue à Comissão, que julgará as cinco melhores ideias, as quais proporcionarão aos seus criadores a pontuação em atividade complementar.

Todos os alunos que contribuírem com ideias para a composição do livro participarão do sorteio de publicações no encerramento da comemoração.



Cronograma

  • 01 a 05/10/12: Divulgação
  • 08 a 12/10/12: Composição do livro
  • 15 a 19/10/12: Composição do livro
  • 22 a 26/10/12: Composição do livro com o encerramento e entrega à Comissão
  • 29 a 30/10/12: Julgamento das ideias pela Comissão
  • 31/10/12: Anúncio das 05 ideias vencedoras e sorteios de livros com todos os participantes










(1) A conquista da pontuação será efetivada depois que o conteúdo do livro for submetido à análise da Comissão formada pela Coordenação e por um professor de cada Curso.

Vai sair do emprego? Confira dicas






Vai sair do emprego?

Conheça os diretos e deveres de empregados e empregadores na hora da demissão. Além disso, oriente-se sobre a melhor conduta no adeus à empresa, deixando portas e contatos abertos



Novas oportunidades de trabalho, redução de custos empresariais, reordenamento do quadro de funcionários e até insatisfação com o trabalho estão entre os principais fatores que levam à demissão. Saiba o que dizem as leis protetoras de empregados e empregadores, além da melhor conduta na hora de deixar uma empresa.

Segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho, no último mês de agosto a economia fortalezense admitiu 27.007 funcionários e desligou outros 25.446 em empregos formais.

Nas situações de demissão, as mais frequentes são os pedidos de desligamento pelos próprios funcionários e as demissão sem justa causa, segundo o chefe de fiscalização da Superintendência Regional do Trabalho e Emprego (SRTE/CE), Luís Alves.

Pedindo para sair

Chegou a hora de deixar o emprego? Para a maioria acontece quando surge a oportunidade de encarar um novo desafio. O primeiro passo, então, é comunicar a decisão.

De acordo com Kleber Leite, diretor da Bratt Consultoria em RH, é preciso ter o cuidado de “não contar primeiro a terceiros, além do empregador. Para não haver insatisfação entre as partes, fale primeiro ao ser superior direto”, orienta.

Quando o funcionário deseja sair, segundo Luís Alves, ele deve formalizar o pedido por escrito, expondo seus motivos numa Carta de Demissão. “Por outro lado, o empregado tem obrigação de cumprir a determinação do aviso prévio, de passar cerca de mais 30 dias trabalhando. Se não puder cumprir, a empresa tem o direito de descontar nos pagamentos”.

Nessa situação, o trabalhador tem direito a receber o saldo do salário pelos dias trabalhados, décimo terceiro proporcional, férias vencidas, férias proporcionais e ainda um terço sobre as férias.

Para Kleber, o importante é “não abandonar a empresa que está trabalhando durante a transição, em especial com as demandas faltantes. Depois o profissional pode necessitar de referências ou até voltar e não deve fechar portas”.

Sem justa causa

Nas demissão sem justa causa o cuidado é da empresa. De acordo com Kleber, ela deve ter a “preocupação de não denegrir a imagem do profissional, para não deixá-lo complexado. Se for motivo de descontentamento com o trabalho exercido, mostre onde ele foi negativo para que ele tenha a chance de evoluir. Ao invés de enganá-lo e criar outro motivo completamente diferente”.

Quando a empresa demite, ela arca com as despesas. Após comunicar, ela pode escolher duas possibilidades para o cumprimento do aviso prévio pelo trabalhador: trabalhado ou indenizado. O empregador pagará ao funcionário o saldo de salário, décimo terceiro proporcional, férias vencidas, férias proporcionais, um terço sobre as férias e multa de 40% sobre o saldo do FGTS. Nessas condições, o trabalhador poderá sacar esse saldo de FGTS e, caso se enquadre no perfil, pode receber seguro desemprego.

Carta de Demissão

O problema surge na prática quando se comunica no boca a boca. Então, o documento é a prova (Luís Alves)

Franqueza

O funcionário sai tão agradecido que passa a indicar a empresa. As maiores reclamações são dos modelos e processos como foi demitido

(Kleber Leite)

Publicado originalmente em: http://www.opovo.com.br/app/opovo/empregos/2012/09/29/noticiaempregosjornal,2927555/vai-sair-do-emprego.shtml

Crescimento do comércio da capital






Mesmo com estiagem

Varejo mantém ritmo de expansão

30.09.2012

Transferências de renda a famílias no Interior do Ceará ajudam a impedir danos maiores para o varejo de Fortaleza

O comércio de Fortaleza é um polo distribuidor. Muito do que se vende no varejo pelo Interior afora é comprado na Capital. Em outros tempos, os comerciantes fortalezenses sentiriam muito mais os efeitos da seca do que hoje. É que com as transferências de renda para as famílias, os interioranos estão se mantendo em suas cidades.

Segundo Honório Pinheiro, "as compras não pararam nem aqui (Capital) nem no Interior" 
FOTO: JL ROSA


"O comércio da Capital, de uma maneira geral, cresceu oito pontos percentuais em agosto e setembro deste ano sobre igual período do ano passado, mesmo com a seca", afirma o presidente da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas do Ceará, Honório Pinheiro.


Supermercados
"As compras não pararam nem aqui (Fortaleza) nem no Interior. O que está acontecendo é o desaparecimento de alguns produtos", avalia, destacando que uma pequena parte do varejo da Capital amarga o impacto da estiagem, atualmente.


Margem de lucro
Um deles é o supermercadista. Para evitar repassar a conta para o cliente, uma das estratégias tem sido reduzir a margem de lucro. Mesmo assim, alguns produtos acabam tendo maior elevação. De acordo com o superintendente da Super Rede, Paulo Ângelo Cardillo, "além de reduzir a margem de lucro na venda de produtos em menor oferta, também estamos buscando comprar noutros estados. Porém o Brasil todo está com clima esquisito neste ano. No Sudeste, em plena primavera, está fazendo frio", observa o executivo.






















FOTO: reprodução
 

Já chegou a 83% a quebra da safra do Estado em 2012. O primeiro impacto é no preço dos produtos: banana, leite, tomate, feijão, queijo, milho, carne de frango, farinha de mandioca e por aí vai, pois a lista não é pequena 

Hortifruti

Segundo ele, os hortifrutigranjeiros são os produtos mais impactados com a seca. "O próprio produtor têm ajudado a diminuir o impacto, sacrificando um pouco do seu preço. Até porque ele precisa escoar a produção. Mas em alguns casos, como o do tomate, o preço final chega a aumentar, em média, entre 5% a 10%", afirma. Esse tipo de comportamento reflete também no Produto Interno Bruto (PIB), desaquecendo o desempenho da economia do Ceará tanto na Capital quanto no Interior.

PIB
Apesar de continuar crescendo, o PIB (Produto Interno Bruto) cearense, que avançou 2,9% no primeiro semestre deste ano ante igual período de 2011, poderia ter um desempenho bem melhor não fosse a seca.

Sobre o fato do avanço do PIB cearense ser maior que a elevação média do Brasil, o economista Carlos Manso afirma que é preciso analisar essa informação com cautela. "Temos que ver isso com certo cuidado. É natural que o desempenho seja esse devido à distância do nível econômico do País e do Ceará. Com base muito menor, a variação é maior. Isso é natural. Seria estranho o contrário, a média nacional crescer acima da local", explica Manso.

ILO SANTIAGO JÚNIOR


Publicado originalmente em: http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=1187177


Crédito para o comércio nos meses "B-R-O-BRÓ"








Capital de giro

Comércio quer crédito de R$ 400 milhões

30.09.2012

CDL de Fortaleza prepara, para outubro, anúncio de aporte em financiamento dando fôlego aos lojistas 
A Federação e Câmara dos Dirigentes Lojistas (FCDL e CDL) de Fortaleza preparam, para outubro próximo, o anúncio de um aporte de R$ 400 milhões em financiamento ofertados pela Caixa Econômica Federal voltado, principalmente, para os comerciantes investirem em capital de giro. A reunião entre as instituições aconteceu na última quarta-feira e o modelo a ser aplicado deverá ser semelhante ao que foi ofertado pelo banco para a indústria local.


 












Interesse pela negociação com a Caixa Econômica Federal partiu dos lojistas fortalezenses, com a chegada dos meses do B-R-O-BRÓ, que costumam ser fortes para o setor varejista FOTO: ELISÂNGELA SANTOS

"Nós chegamos à conclusão que haver uma customização para o nosso setor, pois o que mais demanda para nós é capital de giro e é disso que precisamos", argumentou o presidente da CDL, Freitas Cordeiro.

A realização de uma linha de financiamento com uma valiosa quantia para a contratação exclusiva do comércio ainda é inédita no País. Ele também informou que a negociação estabeleceu o prazo de até o fim do ano para a contratação dos R$ 400 milhões, podendo o contrato ser renovado por mais tempo. Os novos valores aportados e o prazo de pagamento ainda não fizeram parte da pauta.

Freitas ainda pontuou duas questões das quais não deve abrir mão no pleito: "o mínimo de burocracia para a contratação dos financiamentos" e o mínimo de garantias possível.

Análise de crédito
Outra peculiaridade que deve ser valorizada pela CDL Fortaleza na negociação com o banco é a forma de analisar o crédito dos comerciantes cearenses. "O que o empresário tem? Um prédio alugado e um estoque rotativo enorme. Então, o que deve ser avaliado é o histórico financeiro dele para que o limite de contratação dê conta da demanda que ele precisa", defende. Apesar da primeira reunião ter acontecido na manhã de ontem, o presidente Freitas Cordeiro já anunciou o tema da campanha de adesão do lojista ao financiamento: "seu crédito, sua vida".

Abrangência estadual
Sobre o número de empresas a serem beneficiadas pelas condições do empréstimo da Caixa, Freitas Cordeiro citou o envolvimento de todas as câmaras lojistas do Ceará a partir da participação da FCDL. Ao todo, serão 14 mil empresários. O número corresponde aos associados da federação, pois, para ter acesso à contratação de crédito, Freitas informou que será necessário ser filiado a uma CDL do Estado.

Segundo semestre
Diferente da indústria, o interesse desta negociação partiu dos lojistas. Segundo Freitas, "o setor sempre busca novas e diferenciadas formas de financiamento quando chegam os meses do B-R-O-Bro" e daí surgiu a ideia de recorrer à Caixa.

Por ser o período do ano em que mais há aquecimento do comércio varejistas, é também quando os lojistas mais recorrem para abastecer e investir.

Condições
A parceria fechada pela Caixa com a Federação das Indústrias do Ceará (Fiec), que inspirou o acordo com a CDL e FCDL, tem como diferencial aos juros para investimento a partir de 0,45% ao mês e prazos de até dez anos. Para capital de giro, as taxas são a partir de 0,60% ao mês, com prazos de até 36 meses. Para contemplar a aquisição de equipamentos, ao que se poderá associar até 30% para capital de giro, as pequenas e médias empresas poderão dispor de taxas de juros de 2,5% ao ano e de 120 meses.

Às microempresas, será disponibilizada a mesma taxa, mas com a possibilidade de agregar até 50% do valor do financiamento de máquinas, para capital de giro e matérias primas.

ARMANDO DE OLIVEIRA LIMAREPÓRTER

Publicado originalmente em:

Nova função para os orelhões



Nova função

Orelhões com acesso à Internet

01.10.2012

A proposta, em análise pela Aneel, pretende transformá-los em transmissores de Wi-Fi para desafogar o 3G

 












Brasília. Condenados à obsolescência após a popularização dos smartphones e a queda no preço dos serviços de telefonia móvel, os orelhões procuram um novo papel a desempenhar. Proposta em análise na Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) pretende transformá-los em transmissores de Wi-Fi para desafogar a rede 3G ou em pontos de acesso à internet com visor, para consultar dados como mapas, endereços e telefones.

Está em discussão elevar a quantidade de meios para pagamento da ligação, com o uso de cartão de crédito e moedas 
FOTO: JL ROSA

Já existem orelhões com sinal de Wi-Fi em testes no Rio de Janeiro. A vantagem, destaca a conselheira Emília Ribeiro, da Anatel, é que a faixa de uso do serviço não está congestionada - ao contrário do 3G.

Caberia às concessionárias estabelecer uma forma de cobrança pelo uso desse serviço de telecomunicações. Também está em discussão elevar a quantidade de meios para pagamento da ligação, com o uso de cartão de crédito e moedas.

Projeto
Outra proposta prevê a instalação de telas e visores nos orelhões, para que usuários possam acessar catálogos de telefones e endereços ou procurar a localização de um restaurante.

"Seria uma forma de aumentar a inclusão digital no País e facilitar a vida de turistas brasileiros e estrangeiros", afirma Emília Ribeiro. O desafio, ela reconhece, é o combate ao vandalismo, que danifica boa parte dos orelhões em todo o País. 

Publicado originalmente em:

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