Biblioteca da Faculdade CDL

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O Blog da Biblioteca da Faculdade CDL é um espaço destinado à comunicação da Biblioteca com os alunos e professores, onde é possível fazer postagens e comentários relativos a assuntos que envolvam, de alguma forma, a Biblioteca e o ambiente acadêmico em geral. O objetivo do blog é informar, registrar momentos e incentivar o gosto pela leitura e pela escrita.

quarta-feira, 6 de dezembro de 2017

Armazenagem é opção de curto prazo para logística

Logística
4 de dezembro de 2017 - 17:24

Construção de armazéns nas fazendas tem custos menores do que infraestrutura de transportes e pode ajudar na programação de escoamento da safra

Thuany Coelho
Foto:Kamila Alves
Segundo dados do IBGE, ritmo de crescimento dos armazéns no país foi inferior ao aumento da produção em 2016

Com um problema crônico de infraestrutura de transportes e logística que não se consegue resolver em curto prazo, resta ao produtor investir em armazenamento nas propriedades para minimizar as dificuldades e custos de escoamento das safras.

Esta é a opinião de Cláudio Graeff, presidente da comissão de logística e competitividade da Associação Brasileira do Agronegócio (Abag), que falou durante o Seminário Infraestrutura de Transportes e Logística - Visão dos Usuários. “Uma ferrovia demora de cinco a sete anos para implantação, uma rodovia pode demorar quase isso também. A Ferrogrão estará pronta em sete anos, se não acontecer nada. Pegando o histórico, isso pode chegar a 12 anos. Então, a ampliação de armazenagem na fazenda é o que pode ser feito para 2018, 2019, já que os investimentos são menores”, afirmou o também diretor do Berkeley Research Group (BRG). 

A opinião foi reforçada por Renato Pavan, sócio da Macrologística Consultoria. “A armazenagem é âncora para o sistema de logística porque, a partir dela, você determina o fluxo de transporte”. A Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO) recomenda que a capacidade de armazenagem seja de pelo menos 20% acima da produção. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a capacidade de armazenagem agrícola no fim de 2016 chegou a 168 milhões de toneladas. A safra 2016/2017 foi estimada em 238,5 milhões de toneladas.

Para Pavan, o problema é maior nas fazendas, onde está concentrado o déficit de armazenagem - enquanto a nível de coletores, intermediários e terminais portuários existe até um superávit. Informações da FAO indicam que 60% dos armazéns deveriam estar nas propriedades. No Brasil, esse número é de 14%, segundo Pavan. “A falta de armazenagem a nível de produtor é a principal deficiência do sistema nacional de armazenagem, causando congestionamento em todo o sistema logístico”, argumenta Graeff.

Integração e concorrentes - Graeff ressalta que é necessário ter uma visão sistêmica da logística no país. “Não é olhar só transporte, mas também armazenagem, energia e integração dos modais”. Na questão de integração, ele reforça a subexploração das malhas ferroviária e hidroviária. “São meios mais baratos e que não usamos como podemos. Alternativas existem”.

Segundo ele, a situação atual gera perda de competitividade ao setor frente aos principais concorrentes. “Geramos riqueza entre os nove primeiros, mas estamos em infraestrutura com países que produzem muito menos”. “O agronegócio tem avançado muito em produção, sustentabilidade, até em acordos comerciais. Mas está ficando para trás em infraestrutura e logística”, reforçou Luiz Cornacchioni, diretor-executivo da Associação Brasileira do Agronegócio.

De acordo com Pavan, o custo de exportação para a China - com o produto saindo de Sorriso para Santos por rodovia - fica em US$ 102/tonelada, enquanto o valor nos Estados Unidos é de US$ 51/tonelada (saindo de Illinois para Nova Orleans) e de US$ 79/tonelada na Argentina. Em relação ao vizinho sul-americano, a situação pode se agravar, já que está em fase de planejamento a implantação de uma ferrovia entre Córdoba e portos no Chile, o que baratearia o transporte para até US$ 30/tonelada. “A saída pelo Pacífico ainda deve facilitar o acesso aos mercados asiáticos”.

Ouça o comentário de Cláudio Graeff sobre a necessidade da ampliação de armazenagem no país. (Acesse o Link)

Fonte: Portal DBO

quinta-feira, 30 de novembro de 2017

Precisa começar um negócio próprio e tem pouca experiência? Veja 8 dicas

G1 PME

Desemprego leva muitas pessoas ao 'empreendedorismo por necessidade'; especialistas aconselham deixar a frustração para trás e manter o foco.

Por Karina Trevizan, G1
30/11/2017 

O trabalho por conta própria continua puxando a recuperação do mercado de trabalho após a crise. Os dados divulgados nesta quinta-feira (30) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram que muita gente que não conseguiu se recolocar após perder um emprego com carteira assinada está partindo para o “empreendedorismo por necessidade”.

Tocar um negócio próprio propõe muitos desafios, mas, quando o empreendedor tem poucos recursos e nenhuma experiência, eles podem ser ainda maiores.

Veja abaixo algumas dicas para quem está investindo no próprio negócio pela primeira vez. As recomendações são de Fabrício Morini, autor do livro “Faça Seu Negócio Decolar”, e Reginaldo Gonçalves coordenador do curo de Ciências Contábeis da Faculdade Santa Marcelina.

1. Não se deixe abalar pela frustração

Frustração pela perda do emprego não deve atrapalhar o novo negócio, dizem os especialistas (Foto: Shutterstock)

Ser demitido e não conseguir se recolocar no mercado de trabalho é uma situação difícil para qualquer profissional, e é natural que as pessoas se sintam mal em relação a isso. No entanto, se empreendedorismo é um passo adiante, deve ser encarado exatamente dessa forma, deixando a frustração para trás.

“Alimentar a frustração pode dificultar, trazer problemas”, diz Gonçalves. “Se você começa um negócio como se fosse obrigado, ele não vai para frente. Você tem que sonhar com algo diferente para que possa ser visto no mercado e ter sucesso.”

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“Se empreender fosse fácil, qualquer um faria. Mas empreender é a atitude de continuar sempre em movimento”, complementa Morini.

2. Não dê um passo maior que a perna

Empreendedor precisa saber de quanto dispõe para o negócio (Foto: CHAD SPRINGER / IMAGE SOURCE)

Esse é um dos erros mais comuns entre os empresários de primeira viagem, diz Morini. Uma pessoa que fizer um investimento maior do que pode arcar sem ter certeza se as vendas terão sucesso pode se complicar.


Outro risco é se comprometer com uma dívida bancária para empreender. “Empréstimo em banco é muito caro. A pessoa que já vai começar a trabalhar para pagar os custos e o banco vai ter um problema de fluxo de caixa em breve, pode acabar se complicando”, orienta o especialista.

3. Explore as áreas em que você tem mais facilidade

Ter familiaridade com o produto ou serviço que está vendendo é uma boa vantagem para o empreendedor, dizem os especialistas.

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“O que aconselhamos é procurar aquilo com o que se tenha tranquilidade para trabalhar, seja um produto ou serviço”, diz Gonçalves.

4. Saiba para quem você está vendendo

O empreendedor precisa conhecer o público alvo para oferecer o produto ou serviço que se encaixe em suas necessidades. Somente assim conseguirá emplacar as vendas, ensinam os especialistas. “Faça uma avaliação de mercado para ver onde está se enfiando”, recomenda Morini.

Isso porque, conhecendo os consumidores, o pequeno empresário terá mais capacidade de oferecer algo que seja vendável e, ao mesmo tempo, inovador. “O nosso mercado é saturado, e a gente acaba não vendo muita novidade”, aponta Morini.

Uma vez decidido qual é o produto a ser vendido, o especialista recomenda determinação. “É preciso ter disciplina para empreender, e foco. O foco é ter uma ideia, executá-la e finalizá-la. Não adianta ficar ‘chocando’ as coisas.”

5. Busque capacitação

Para aprender sobre gestão de negócios e administração, o empreendedor tem várias alternativas de cursos, alguns são gratuitos. Para isso, a internet é uma boa fonte de pesquisa.

“Basta ter interesse. O próprio Sebrae estimula o micro e pequeno empresário a fazer isso”, recomenda Gonçalves.

6. Prepare-se para ficar um tempo sem lucrar

Antes de começar o negócio, empreendedor deve se planejar para operar no vermelho no início (Foto: Marcelo Brandt/G1)

Por mais que o empreendedor esteja abrindo o negócio por uma “emergência”, é preciso saber que leva tempo até que ele se torne rentável. Por isso, é preciso se preparar.

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“O empreendedor tem que saber que ele vai operar um tempo no vermelho”, alerta Morini. “

"É preciso projetar as coisas: quando tempo vai operar no vermelho? De quanto capital vai precisar?”, ensina.

Ele explica que a pessoa precisa saber todos os gastos que a empresa vai ter e qual valor mínimo precisa vender para manter essas despesas. Deve calcular também parcela de lucro para amortizar o investimento inicial que ela fez, afirma Gonçalves.

7. Não misture as contas pessoais com as da empresa

“O maior desafio é saber controlar o dinheiro”, avisa Gonçalves. “Muitos misturam a parte relacionada à pessoa física por sentirem que continuam atuando como empregados.”


Para evitar que isso aconteça, o faturamento da empresa precisa ser analisado tendo em vista seus custos fixos e variáveis. O que sobrar dessa conta – ou seja, o lucro – que é a remuneração do empresário.

8. Pense em se formalizar

Mutirão do MEI em Rio Preto (Foto: Reprodução/TV TEM)

Quando um empreendedor tem poucos recursos, é natural que o negócio tenha início no mercado informal, sem abertura de empresa com CNPJ. No entanto, a formalização é importante, aponta Gonçalves.

“O que orientamos é partir para um negócio pequeno, começar a se formalizar através do MEI, por exemplo”, diz o especialista, apontando que, formalizado, o empreendedor se mantém contribuindo com o INSS para garantir o direito a aposentadoria.

Fonte: G1Globo

Os dias estão sendo assim...

Fim de semestre sempre faz com que a frequência à Biblioteca aumente. Muitos alunos em busca de conteúdos para os trabalhos acadêmicos e para as provas. 

Estudar em equipe é tudo de bom!








Biblioteca

quarta-feira, 29 de novembro de 2017

Como transformar-se digitalmente e reinventar seu negócio




OPINIÃO
Samuel Leite
Sócio e head de marketing e comunicação da MZ









Tornar uma empresa digital implica em fazer mudanças não só em equipamentos e sistemas, mas imprimir essa nova mentalidade na cultura corporativa e fazer chegar aos processos

29 de novembro de 2017 - 11h08

O Emirates Palace, luxuoso hotel em Abu Dabhi, é um cenário de sonho. Com quase 400 quartos e amplo centro de convenções, oferece uma experiência única como principal apelo de vendas. Mas havia uma demanda não atendida que incomodava os clientes: a falta de conexão wireless de alta velocidade. A infraestrutura ultrapassada não atendia aos requisitos modernos e exigia a configuração manual de cerca de mil pontos de acesso, impactando custos e produtividade internos. Ciente de que isso estava prejudicando os negócios e que era uma questão crucial para os próximos anos, resolveu atualizar simultaneamente suas redes com e sem fio. Como resultado, hoje o sinal de wi-fi chega até mesmo a sua praia particular e é um dos serviços mais elogiados pelos hóspedes nas redes sociais. Se você teve a paciência de ler esse parágrafo gigante até aqui, você acaba de conhecer um caso de sucesso da transformação digital.

As palavras-chave para entender o que é de fato a tão falada transformação digital são “crucial para o negócio” e “demanda dos clientes”. Quando se vê por todos os lados especialistas afirmando que esta é uma revolução sem volta e o principal desafio das corporações, não se trata de criar SACs virtuais, websites, e-mails ou perfis em redes sociais. Tudo isso certamente é muito válido na era do consumidor online e ativo. Mas são apenas iniciativas digitais.

Tornar uma empresa digital implica fazer mudanças não só em equipamentos e sistemas, mas imprimir essa nova mentalidade na cultura corporativa e fazer chegar aos processos. É de fato usar a tecnologia para obter melhores resultados de negócios, acompanhando a evolução e tendências de uma sociedade altamente conectada. Ou seja, uma verdadeira transformação mesmo. Não é simples nem barato e leva tempo, mas se tornou tão fundamental para a sobrevivência a longo prazo em um mercado cada vez mais competitivo, que está tirando o sono — e bilhões de dólares — dos executivos.

Mudar a cultura não significa perder a identidade e sim ampliar os horizontes para assimilar as inovações e compreender como a empresa, com seu perfil, portfólio e estrutura, pode empreender uma transição positiva em meio a um movimento inevitável. Requer apoio e adesão das lideranças para o engajamento, demonstrando que não é só mais um projeto de TI, mas uma nova forma de operar que vai envolver a todos, com ganhos em produtividade, eficiência e faturamento. E o mais difícil: convencer os acionistas a apoiarem uma iniciativa cujo retorno muitas vezes é intangível e lento. Não dá para estabelecer um ROI, mas dá para apresentar alguns números que podem ajudar a abrir essa visão de futuro.

Estudo do Research from the Center for Global Enterprise (CGE) aponta que a transformação digital pode reduzir custos em 50% nos processos de supply chain e expandir o faturamento em 10%. A GE, que está no meio de um plano ambicioso de transformação digital, pretende ter já transferido 70% de sua base de TI para a nuvem até 2020. A transferência de um único sistema, responsável por processar pedidos de clientes da divisão de óleo e gás, representou uma diminuição das despesas de US$ 65 mil para US$ 6 mil. A expectativa da companhia, ao final do período de transição, é de injetar no negócio cerca de US$ 1,5 bilhão ganho em produtividade industrial e faturar outros US$ 15 bilhões com produtos e serviços digitais.

A transformação digital exige esforço, dinheiro, foco, tempo para caminhar em etapas e capacitação, mas abre um panorama de oportunidades sem igual para quem chega lá. Mais do que sobreviver e ser viável, o ingresso no mundo do Big Data, internet móvel, mídias sociais e marketing customizado pode revelar novos segmentos de mercado e modelos de negócios. E reverter o que parecia ser uma ameaça em uma chance de se reinventar, aproveitando todos os benefícios que a inovação e a conectividade trazem. E não adianta correr para as colinas — a salvação está na nuvem.

Fonte: Meio&Mensagem

terça-feira, 28 de novembro de 2017

Sumário da Revista Pequenas Empresas & Grandes Negócios

Pegn



Confira abaixo o sumário da última edição da revista Pequenas Empresas & Grandes Negócios (Novembro 2017), que já se encontra disponível na Biblioteca para leitura. Escolha a matéria de seu interesse. Aguardamos sua visita!

Sumário

8 CARTA DO EDITOR

15 GRANDES IDEIAS

16 STARTUPS DENTRO DA LEI

20 100 STARTUPS TO WATCH: INSCRIÇÕES ABERTAS

24 EMPREENDEDORISMO, TECNOLOGIA E ARTE

26 A BUSCA PELA FRANQUIA CERTA

32 FINANÇAS EM DIA

34 "É PRECISO AUMENTAR A OFERTA DE CAPITAL"

38 EM CIMA, EMBAIXO E PUXA...

40 MODA DESCONSTRUÍDA

42 CAPA

ENTREVISTA: ERIC RIES
"PROGRAMAS DE CORPORATE VENTURE NÃO FUNCIONAM"
Criador do movimento de startups enxutas, o empreendedor americano fala sobre os desafios para seguir inovando todos os dias


48 TRANSFORMAÇÃO CONTÍNUA
Neste trecho inédito do livro The Startup Way, Eric Ries aponta o que as empresas devem fazer para encontrar novas frentes de crescimento


56 OBAMA


AINDA PODEMOS?
Em visita ao Brasil, o ex- presidente americano retomou os principais temas que o levaram à Casa Branca, como protagonismo das mulheres, aquecimento global e desigualdade social

60 ESPECIAL
VENDA DIRETA

O comércio porta a porta movimenta mais de R$ 45 bilhões por ano no Brasil. Entenda como funcionam as diferentes modalidades - e saiba como não cair em armadilhas

84 INTERNACIONAL

CHOBANI

Fundador da marca de iogurtes Chobani, o imigrante turco Hamdi Ulukaya desafiou a era Trump e montou um time  com mais de 400 refugiados. No ano passado, a empresa faturou R$ 1,5 bilhão

70 LIDERANÇA
EMPREENDEDORES E ATIVISTAS

Conheça as histórias de um grupo de empresários que decidiu usar o seu poder de mobilização para criar negócios baseados em causas sociais, econômicas e culturais

97 COMO FAZER

98 TECNOLOGIA
Saiba como usar as novas ferramentas tecnológicas de RH e aumente a eficiência da gestão de pessoas da sua empresa

106 VIDA DIGITAL

PEDRO WAENGERTNER




sexta-feira, 24 de novembro de 2017

Será que um bom produto ou serviço garante o sucesso?


Saber fazer um bom produto ou prestar um bom serviço é muito importante, mas só isso não garante o sucesso de uma organização. Criar uma companhia bem-sucedida demanda também gerenciar relacionamentos. Não depende simplesmente de acertar uma fórmula, e sim de administrar continuamente as expectativas de quem se relaciona com a empresa. 
O que sugere o Prof. Vicente Falconi em seu recente artigo publicado no site da Academia Brasileira da Qualidade?
Além de um produto ou serviço de qualidade, boa gestão e boas pessoas devem acompanhar sua jornada. Use o ponto de vista de cada um dos públicos de interesse da companhia para criar indicadores e metas de desempenho que fazem sentido na prática. Todo negócio tem quatro tipos de stakeholder, como são chamadas as pessoas afetadas por ele.
Primeiro, há os clientes — razão de ser de qualquer companhia. Existem muitos indicadores importantes para monitorar a satisfação de seu público consumidor, e a importância de cada um deles varia de acordo com a natureza do negócio.
Alguns exemplos são métricas para acompanhar sua capacidade de entrega dos produtos — como pontualidade, qualidade, condições físicas, volume vendido, participação de mercado e quantidade de reclamações. Outro público de interesse são os acionistas.
Nesse caso, para manter as bases de uma relação sem surpresas nem sobressaltos, minha primeira recomendação é fazer um controle orçamentário muito detalhado. Se ainda não tiver, organize um demonstrativo de resultados mensal e mantenha um controle rígido do fluxo de caixa livre. Muita empresa pequena se perde no controle financeiro.
Há também as pessoas que trabalham com você. Quando a empresa é muito pequena, o dono conhece todos os funcionários e mantém controle do clima da organização, mesmo sem medi-lo. No entanto, à medida que a companhia cresce, é preciso ter controle sobre o turnover de pessoal, como taxa de absenteísmo.
O objetivo, nesse caso, será sempre manter seu time coeso para evitar a perda de conhecimento acumulado ao longo do tempo. Uma equipe unida por um longo tempo e feliz com o que faz pode alcançar resultados imbatíveis. O quarto stakeholder é a sociedade. Nesse caso, o importante é a imagem de sua marca e a simpatia de sua empresa perante a população. Veja no mapa a seguir:
Se qualquer um desses relacionamentos desandar, o negócio será colocado em risco. É possível, no entanto, apontar um indicador mais vital: o financeiro. Quando esse aspecto sai de controle, o resto desmorona junto. Já vi centenas de empresas pequenas e médias passar por dificuldades e jamais dar um salto de tamanho por má gestão financeira.
Não se pode brincar com dinheiro. Mas, se você não quiser apenas sobreviver, e sim ter resultados excepcionais, será preciso mais do que isso. O negócio deverá atender ou exceder as expectativas de todos os públicos de interesse da companhia ao mesmo tempo.
Antes de mais nada, quero dizer novamente que um negócio só existe enquanto consegue cativar clientes. É óbvio, mas muita gente se esquece disso na batalha diária.
Se você perguntar a qualquer pessoa na empresa qual é a importância dos clientes, todas responderão o velho chavão que só fica mesmo na retórica: “O cliente é rei”. É isso o que, em tese, deve ser respondido. Mas quase ninguém age segundo esse princípio nem atribui a isso prioridade máxima.
A melhor maneira de envolver as pessoas é fazer com que elas trabalhem pensando nos fins, e não nos meios. Ou seja, que elas pensem em deixar o cliente feliz, de modo que ele compre mais. É muito comum ver, em empresas de todos os portes, pessoas que, às vezes, se perdem em atividades que são pura burocracia — processos que não ajudam em nada e só consomem tempo.
Em qualquer companhia — e, nesse caso, tamanho joga contra — é possível encontrar centenas de processos que não colaboram nem um pouco com a satisfação do cliente.
Junte seu pessoal de recursos humanos para avaliar como a remuneração e as metas devem ser estabelecidas, sempre com o objetivo de satisfazer os clientes. Vá para essa reunião munido de informações e dados concretos a respeito de seus clientes, sobre seu nível de satisfação, a quantidade de reclamações, e por aí vai. Colecione algumas histórias reais. Conte exemplos marcantes. Leve realidade à reunião.
Acredito na máxima de que contra fatos não há argumentos. Aponte os fatores que fizeram com que você tivesse a ideia de criar essa nova iniciativa. Mostre claramente tudo a todos de tal maneira que a decisão de criar esse projeto seja de todos, e não somente sua. Se suas razões forem realmente convincentes, você sairá da sala de reuniões com o projeto definido e autorizado.

Vicente Falconi é sócio fundador e presidente do Conselho de Administração da Falconi Consultores de Resultado, e membro da Academia Brasileira da Qualidade (ABQ).

Em tempo: Vicente Falconi foi agraciado recentemente com mais um título internacional para a sua brilhante carreira de consultor.
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Palavras do Presidente da ABQ, Basilio Dagnino: 
“Cumprimento com grande satisfação nosso Acadêmico Vicente Falconi pelo merecido recebimento pela multinacional Falconi da premiação pelo “The European – Global Business & Finance Awards 2017” na categoria “Best Management Consulting Firm Brazil”. É uma honra termos personalidade tão distinguida internacionalmente como Membro da ABQ.”

quinta-feira, 23 de novembro de 2017

As doações continuam para o Projeto Livro leve e solto

Continuamos a receber as doações de livros para o Projeto Livro leve e solto. Aquele livro que está guardado, que você já leu ou que já não tem mais espaço em casa para guardá-lo, envie para o  Projeto Livro leve e solto, que o privilégio dessa leitura será compartilhado com outras pessoas. 

Qualquer livro, de qualquer área do conhecimento, de qualquer literatura, de qualquer autor, de qualquer categoria.

 

Biblioteca


terça-feira, 21 de novembro de 2017

Automatização de marketing: vale a pena?







terça, 21/11/2017 08:01

Talvez você seja um veterano do marketing, trabalhe nessa vertical por alguns bons anos e seja bastante habilidoso para apresentar seus produtos para os seus clientes. E o melhor? Você tem conseguido bons resultados e a empresa tem crescido satisfatoriamente.


Seus métodos parecem funcionar bem - apesar de serem bastante manuais e compostos por uma série de rotinas - e você possui um histórico de bons trabalhos e ótimos resultados em várias diferentes empresas. 
Dado esse cenário, você precisa se preocupar com ferramentas de automatização de marketing? Uma estratégia de automatização é realmente necessária quando tudo funciona tão bem? Afinal de contas, existe uma série de custos associados em criar uma estrutura automatizada como essa e no geral são projetos longos e que envolvem diversos times.
Não existe uma resposta certa ou errada para essa pergunta. Mas, queremos te trazer alguns fatos que podem te ajudar a tirar algumas conclusões por conta própria.

Automatização permite a paixão

As coisas estão indo bem para o seu negócio. Você tem trabalhado duro, entregue bons resultados e vem recebendo recompensas por isso. Mas, não existe uma necessidade de dar um passo além? Qual era o seu sonho inicial ao montar o negócio? Talvez você tivesse a visão de revolucionar um mercado ou levar o negócio da sua família para um próximo nível.
Independente de qual era o seu sonho, provavelmente ele não era relacionado a executar diariamente tarefas repetitivas e que individualmente agregam pouco valor.

É nesse contexto que a automatização de marketing entra em cena. Ao automatizar seus processos, você está liberando seu tempo para focar em questões mais relevantes do seu negócio. Por que ficar atolado com a execução de pequenas tarefas ao invés de liderar novas iniciativas e projetos que podem mudar o rumo da sua empresa?

Uma empresa escalável

No geral uma empresa nasce quando alguém se foca em transformar uma ideia em realidade. No início, os fundadores se dedicam ao máximo e tentam preencher por conta própria o máximo de funções possíveis na tentativa de reduzir custos. Se tudo der certo, depois de algum tempo, existe um momento em que a empresa começa a crescer, conta com um pouco mais de recursos, os times crescem e a rotina fica um pouco menos conturbada.

Porém, o crescimento da empresa trás novas dificuldades. Com o crescimento, descobrimos que os procedimentos e boas práticas não são mais adequados e precisam ser melhorados. A transição de uma empresa pequena para uma empresa média pode ser extremamente conturbada.

Para se tornar uma empresa escalável, é necessário que a empresa invista em recursos de automatização. Através de relatórios e projeções de crescimento e do uso de ferramentas de automatização, é possível eliminar qualquer tipo de dor do crescimento.

Atinja seus grandes planos
Não importa quantos consumidores você está impactando com a sua estratégia atual, sempre existe espaço para aperfeiçoamento. Todos os possíveis consumidores estão cientes das vantagens do seu produto? Você está interagindo com seus consumidores antes que a competição? Existem outros mercados que a empresa pode atacar?
Ferramentas de automatização de marketing não somente te permitem realizar seus grandes planos, elas permitem você ir mais além do que jamais imaginou, respondendo questões complexas e atacando mercado que antes não eram imagináveis.

Os benefícios da automatização

1- Ajuda a economizar tempo e ser mais eficiente: Ao implementar ferramentas de automatização você com certeza vai ganhar tempo, afinal esse é o grande objetivo. Em um primeiro momento pode ser bastante trabalhoso passar pelo processo de automatização, porém, no curto/médio prazo você vai evitar tarefas repetitivas, vai poder se focar em projetos mais relevantes e reduzir custos.
2 - Oferece informações e dados extras: Automatização de marketing vai te gerar dados, muitos dados. Se você souber o que fazer com eles, com certeza vão ser extremamente úteis. Com mais dados você vai poder aprender mais sobre seus clientes e consequentemente vai conseguir obter mais valor deles.
3 - Permite personalização: Por que a personalização é importante? Simplesmente porque é ela quem coloca um toque mais humano no seu contato com o cliente e permite oferecer a cada consumidor o que lhe for mais relevante.
4 - Aumenta a lucratividade e fidelização de cada cliente: Automatização de marketing permite que você implemente estratégias para maximizar a receita gerada por cada cliente. E-mails automáticos de carrinhos abandonados, mensagens para converter usuários que estão desengajando da sua plataforma e várias outras estratégias.
Mas, afinal de contas, vale a pena de fato a automatização de marketing? É uma pergunta que depende muito do momento específico de cada empresa. Mas, se feita no momento e da maneira correta, com certeza a automatização de marketing permite grandes ganhos.

Fonte: Baguete

segunda-feira, 20 de novembro de 2017

Segunda-feira movimentada

Tivemos de tudo um pouco nesta segunda-feira (20/11). Trabalhos de disciplinas, projeto integrado, orientação para normalização, funcionários e visitantes da Guarda Municipal, estudando e pesquisando no início da tarde.
 





 



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quinta-feira, 16 de novembro de 2017

Natal: a vez do varejo





Estamos chegando ao fim do ano e além da fé na renovação que preenche todo o mundo, o Natal também chega acompanhado de grandes expectativas para o comércio.

Considerado pelos lojistas a data comemorativa mais importante em faturamento e volume de vendas, em 2017 a movimentação na economia com a aquisição de presentes deverá ser de R$ 51,2 bilhões no comércio, conforme revela recente pesquisa da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil).

Se fizermos uma retrospectiva desde 2016, vamos nos recordar que neste mesmo período do ano passado a conjuntura era de grandes incertezas. Com o acesso ao crédito mais difícil, juros, inflação e desemprego elevados, o poder de compras do brasileiro ficou mais limitado para compras caras.

Agora, chegando ao final de 2017 podemos citar inúmeros avanços que aconteceram durante todo o ano, tornando o ambiente de negócios mais favorável. As quedas da inflação, do desemprego e da taxa de juros também deram a tônica do atual momento de recuperação da economia, mostrando que o país está voltando aos trilhos de uma rota de crescimento.

Diante dessa conjuntura, um próspero ano novo é realmente o que podemos esperar. Já podemos vislumbrar um crescimento de 2,5% para 2018.

Um fim de ano melhor para o varejo, para o consumidor e para o Brasil: esse é o cenário que o setor do comércio vislumbra para o Natal de 2017, com os reflexos da retomada da economia.

Este cenário de recuperação traz novos ânimos para um período tão importante para o varejo nacional. Boas vendas e boas compras!!

Jornal O POVO – 15/11/2017
Honório Pinheiro
presidente@cndl.org.br

Livro leve e solto continua atraindo leitores

O Projeto continua...
Mais doações, mais leitores, mais leitura!



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terça-feira, 14 de novembro de 2017

5 desafios do varejo e as oportunidades que há em cada um


Por Alan Ordonhez  13/11/2017

Caminho é olhar para as oportunidades que surgem à esteira das profundas mudanças pelas quais o setor passou nos últimos anos, e identificar onde se pode azeitar os negócios.

Quem pensa que, no varejo, ganha quem grita mais alto, engana-se. Varejo é técnica de negócios, entendimento preciso do win, ou seja, do que se quer alcançar, de qual problema resolver, para, então, com técnica, pesquisa, expertise e informação criar a solução customizada, o que vai resolver a questão e acelerar os resultados.

Atualmente, o varejo está diretamente afetado pela crise macroeconômica estendida, que caiu como uma bomba sobre as vendas e o fluxo de caixa. Claro que, para essa, não temos a solução, mas algo que dá para fazer é olhar para as oportunidades que surgem à esteira das profundas mudanças pelas quais o setor passou nos últimos anos, e identificar onde se pode azeitar os negócios. Vejamos a seguir os 5 principais desafios e oportunidades do varejo.

1) Ganhar em escala

Mais do que apenas a integração on e off, para o varejo virar é necessário ganhar em escala e promover com qualidade a jornada completa: produto, entrega e experiência.

2) Identificar novas oportunidades

Claro que foco é importante em qualquer que seja o segmento do negócio, mas uma boa ideia é gerar receitas adicionais. Você vende produtos? Será que não há algum serviço adicional que possa ser integrado a essa venda?
Dependendo do porte da empresa, também não é viável, em questão de custo, lançar a loja virtual, mas atualmente há muitas alternativas para pequenos e médios fazer e-commerce, via marketplaces, por exemplo;

3) Estar pronto para o novo consumidor

Em 2020, calcula-se que metade dos consumidores serão millenials, os primeiros nativos da era digital e das redes sociais. A forma como essa geração compra é uma disrupção em relação a qualquer consumo das gerações anteriores. As empresas precisam estar preparadas para estar disponível em qualquer lugar, onde esse cliente quiser consumir;

4) O mundo mudou

E já faz um tempo, mas será cada vez mais imperativo a chegada da concorrência mundial ao seu negócio, sem contar novos empreendedores. Um exemplo que cresce a cada dia são, por exemplo, os produtos de um determinado segmento, que chegam na casa do cliente, por assinatura, de alimentos orgânicos a vinhos, passando por produtos de bebê; 

5) Ajuste da casa

Por fim, algo que sempre é possível de fazer é um ajuste interno. Há de se cortar custos, mas especialmente otimizá-los, em busca de aumentar a produtividade.

Seja qualquer que for o segmento, o varejo tem uma pista a ser percorrida. Quem parar, vai ficar pelo caminho. Por mais difícil que seja, na minha opinião, é tempo de pensar grande e aproveitar as oportunidades. A junção da menor taxa/ano de inflação desde 1994 aliada ao menor patamar de juros, desde 2013, coloca uma expectativa para a retomada do consumo. À esteira dos desafios, é hora de apostar: de lançar novos produtos a estratégias para crescer a receita, passando pela diversificação de canais e na experiência do cliente. Ou seja: o varejo está com a faca e o queijo na mão.  



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