Biblioteca da Faculdade CDL

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O Blog da Biblioteca da Faculdade CDL é um espaço destinado à comunicação da Biblioteca com os alunos e professores, onde é possível fazer postagens e comentários relativos a assuntos que envolvam, de alguma forma, a Biblioteca e o ambiente acadêmico em geral. O objetivo do blog é informar, registrar momentos e incentivar o gosto pela leitura e pela escrita.

sexta-feira, 6 de outubro de 2017

E a semana vai terminando assim...

Último dia de prova, muitos aproveitando os últimos minutos para revisar conteúdos. 

Boa sorte a todos!





Biblioteca

quinta-feira, 5 de outubro de 2017

Como atrair millennials para o seu negócio?

Por redação, em 14.09.2017


Millennials. Eles são a próxima geração com poder de compra que estão dando forma à indústria de pagamentos, assim como os Yuppies o fizeram nos anos 80 e os Hippies fizeram nos anos 70. Seguir os seus hábitos de compra significa estar atento às tecnologias de pagamentos que eles estão utilizando – dos smartphones às vestíveis e até as opções biométricas no futuro. Como atrair millennials para o seu negócio?

Fazer com que o seu negócio pareça atraente para os millennials não é fácil e sabemos disso. Nós entrevistamos mil proprietários de pequenos negócios nos Estados Unidos e também compradores para avaliar qual é a opinião em geral deles sobre o cenário de pagamentos nos dias de hoje, em nosso 2017 Payments Landscape Report.

Resultados das pesquisas
  • Nós perguntamos a eles sobre as suas impressões no que diz respeito à segurança de pagamentos, seus métodos preferidos e como eles se imaginam fazendo compras em 2020. Aqui está um apanhado sobre a nossa pesquisa e a pesquisa de outras empresas para que você tenha algumas ideias de como atingir os millennials no seu negócio:
  • Eles nasceram entre 1980 e 2000. Os mais velhos deles têm hoje cerca de 35 anos.
  • Eles são a maior das gerações – maiores até do que os baby boomers.
  • Eles são nativos no mundo digital, o que significa que eles são a primeira geração a crescer em uma sociedade direcionada para os computadores.
  • Eles são sociais e conectados e acessam as suas contas a partir de múltiplos dispositivos.
  • Eles fizeram menos que as gerações anteriores, fatorizando a inflação.
  • Eles querem o máximo de conveniência ao menor preço possível.
  • Eles têm muitas dívidas, especialmente empréstimos estudantis.
  • Suas prioridades são diferentes dos seus pais e dos seus avós. Casamento e casa própria podem esperar.
  • Eles querem, entretanto, ser financeiramente independentes.
  • Eles valorizam o acesso à propriedade.
O que isso significa para você

Você ainda não é mobile?

Nossa pesquisa mostrou que 15% dos millennials afirmam que fazem a maioria das suas compras usando carteiras virtuais, como Apple Pay ou Samsung Pay. Isso significa que mais negócios estão oferecendo alternativas de pagamento mobile como opção — 12%, segundo a nossa pesquisa.

A Jumio, uma empresa de softwares de verificação digital, também entrevistou 700 millennials na América do Norte, no Reino Unido, na Europa Central e na Austrália e descobriu que 92,5% usam celulares para acessar serviços financeiros; 93% usam smartphones para checar as suas contas em bancos tradicionais; e 14% usam cartão de crédito. Isso significa que há um número cada vez maior de millennials gerenciando seu dinheiro a partir de seus smartphones, o que significa que você está perdendo uma grande oportunidade se você não aceita pagamentos mobile.

Você se lembra da história de ser nativo digital?

Você precisa entregar a experiência da maneira correta. Eles são mobile, sociais e conectados, o que significa que o seu site também deve ser. As suas páginas são responsivas para dispositivos móveis? O negócio está conectado e ativo nas redes sociais? O quão intuitivo e fácil é o seu processo de checkout? Isso tudo é muito importante.

A pesquisa da Jumio mostrou que 93,5% dos millennials já abandonaram uma transação pelo celular. A maioria dos problemas ocorre por conta das páginas de pagamento, então cheque as outras nove dicas que demos acima ao considerar um sistema de pagamento que leve tudo isso em consideração.

Eles ainda usam dinheiro, por enquanto. Nossa pesquisa mostrou que 88,7% dos millennials ainda usam dinheiro como método preferido de pagamento, mas veem as carteiras virtuais como as formas mais populares de pagamento até 2020. Isso significa que essa é a hora perfeita para você tomar a frente nessa tendência.

Fonte: Blog Sage

quarta-feira, 4 de outubro de 2017

Chegaram as provas!

Parece que a semana vai ser toda assim... Muitos alunos aproveitando os últimos momentos para revisar conteúdos.

 




Biblioteca

terça-feira, 3 de outubro de 2017

Doação do Projeto Livro Livre

A Biblioteca recebeu na última quinta-feira (28/09), três livros doados pela Psicóloga Annita Moura, idealizadora do Projeto Livro Livre. 

Annita cumpre, sistematicamente, a missão de libertar livros, fazendo com que cheguem às mãos de mais e mais leitores, esta é a filosofia do projeto.


A Biblioteca agradece a doação e torce para que o projeto cresça e possa contemplar cada vez mais pessoas.

Foram esses os livros doados.


Dissertação não é bicho-papão (Simone Pessoa)


Com linguagem clara, agradável e direta, a professora Simone Pessoa desmitifica o processo de produção de trabalhos acadêmicos no livro Dissertação não é bicho-papão. 

Além da metodologia científica: Esta obra apresenta uma metodologia simples e inovadora para a escrita de trabalhos acadêmicos: dissertação de mestrado, tese, monografia e TCC. Oferece dicas anticonvencionais ao percorrer todas as etapas desse processo em duas dimensões (impessoal e pessoal). 

O livro propõe soluções inovadoras sobre todas as etapas do processo de escrita de uma dissertação, tendo o cuidado de não ser um simples manual de normas e padronizações de trabalhos monográficos. Sua principal proposta é servir como roteiro prático de trabalho na facilitação de todo o processo. 


Referências bibliográficas (Derma Pescuma e Antonio Paulo de Castilho)

Um guia para documentar pesquisas acadêmicas, incluindo Internet, CD-Rom e multimeios

O presente livro é: 
  • iniciativa que subsidia a elaboração técnica das referências bibliográficas pertinentes ao trabalho científico e imprescindíveis para o registro das fontes pesquisadas;
  • texto didático, cuidadosamente preparado, de manejo ágil;
  • dotado de um amplo espectro de modalidades de fontes documentais: livros, revistas, jornais, legislações, fitas cassete, disquetes, CD-Rom, filmes e documentos obtidos na internet;
  • inovador na apresentação, com muitos exemplos, destaques e tabelas anexas;
  • valioso para o estudante e para o pesquisador;ferramenta imprescindível, que deve estar sempre ao alcance da mão.


Contratos: manual prático e teórico (Wagner Veneziani Costa e Gabriel J. P. Junqueira)

Neste volume o leitor encontra todos os modelos de contratos, dos mais simples ao mais completos, que são necessários na vida diária dos cidadãos e das empresas. As mais variadas situações de nossa vida pessoal e profissional exigem que sejam firmados contratos, e é justamente para atender a estas necessidades que o presente livro foi elaborado, trazendo tudo que é preciso saber a respeito deste mundo. Constituindo-se numa das obras mais completas a respeito do assunto, a cada edição são integradas atualizações que se façam necessárias, para que você esteja de acordo com a ordem do dia. 


Biblioteca

segunda-feira, 2 de outubro de 2017

Missão e visão empresarial: o que fazer para tirá-las do papel?




A constante preocupação em fazer a empresa crescer precisa estar acompanhada de um olhar focado em orientá-la a seguir no caminho correto. Essa atenção bem focada ajuda bastante a se ter melhores condições de não tomar decisões equivocadas e que possam levar o negócio a uma diminuição da sua participação no mercado.
Esse tipo de prática vem diretamente ao encontro da missão e visão empresarial. São orientações que devem ser seguidas para garantir que a trajetória de evolução de qualquer instituição esteja bem alinhada.
O grande desafio é, contudo, fazer com que o modelo cultural empresarial esperado seja realmente introjetado de maneira verdadeira na rotina de trabalho de todos os profissionais da empresa.
Para ajudar a tornar essa tarefa algo mais fácil e possível, separamos algumas dicas que poderão auxiliar, desde que sejam bem aplicadas no dia a dia da corporação. Acompanhe!

Dissemine a missão e a visão entre os colaboradores

A cultura de uma empresa, seja ela de qual tamanho for e independentemente do mercado em que atue, é a soma das práticas e crenças existentes e realizadas por todos os seus colaboradores — desde os níveis mais estratégicos ao operacional.
Sendo assim, jargões e todo o modelo de raciocínio e atuação dos funcionários tendem a seguir alguns tipos de normas ou orientações não formais, mas que são possíveis de serem identificados com o tempo.
Esse tipo de cultura fica muito claro quando o mercado rotula empresas como agressivas, inovadoras, tradicionalistas, econômicas, frias ou ágeis. Esse é um reflexo do que é praticado por todos e é algo que, se não for bem orientado, ficará “ao sabor dos ventos”.

Indo aos poucos

Para conseguir direcionar a cultura empresarial de maneira estrategicamente adequada, é preciso, em primeiro lugar, começar a disseminar essas orientações, dar publicidade a elas. Normalmente, esse tipo de tarefa não é algo simples de se fazer e nem muito rápido, mas ainda assim é muito importante.
Como a percepção de cada indivíduo tem variações, uma boa ideia é tratar o assunto verbalmente. Assim, a preparação para ações mais substanciais e concretas pode ser feita aos poucos.
Uma vantagem desse tipo de abordagem é que ela é mais sensitiva a comentários, fazendo com que, ao mesmo tempo em que se começa a divulgar a missão e a visão da empresa, exista a possibilidade de colher impressões e reações das pessoas.
Comece, então, abordando o assunto de maneira sutil, mas com persistência. O importante é fazer com que os ouvidos de toda a equipe se acostumem com os conceitos.

Trabalhe a comunicação interna formal

Depois de trazer para o cotidiano as orientações da missão e visão empresarial, um reforço institucional pode ajudar bastante.
Confira quais as peças que são produzidas internamente e que tenham boa circulação, para que se marque mais fortemente a presença dos direcionamentos desejados. O endomarketing nessa hora cai muito bem.
Veja como é possível incluir a missão e a visão do negócio em peças impressas ou digitais. Intranet, guias de processos internos, manuais de procedimentos e qualquer outro tipo de mídia que circule entre os funcionários devem ser utilizados.
Como o assunto não vai ser novidade, a chance de rejeição poderá ser menor, e, a partir de então, essa constante presença dos conceitos no dia a dia servirá como reforço para a criação da cultura.
É muito importante que essas orientações sejam feitas de maneira que os colaboradores entendam a missão e visão, e não somente as decorem como regras.

Elabore um planejamento orientado a cumprir a missão e visão empresarial

Uma vez disseminadas as ideias a serem seguidas, é hora de realmente começar a adotá-las na prática. Isso implica em, formalmente, adotar a visão e a missão nos planos de ação e tarefas da empresa.
Assim, fica muito mais fácil que os colaboradores impactados pelas atividades envolvidas no planejamento, desde a sua concepção até a execução e controle, percebam como a aplicação das orientações funciona mesmo na prática.
Eles verão também que tipo de resultados deve ser buscado e que a adoção da cultura passou de uma fase de divulgação e conhecimento para uma etapa mais efetiva e introjetada na operação da empresa.

Dê o exemplo sempre

Para que se consolide os conceitos de missão e visão do negócio, após uma campanha de divulgação e aplicação das ideias, é preciso que essa prática seja sempre reforçada.
Até mesmo em nossa legislação, existem norteamentos jurídicos que servem para orientar a resolução de situações para as quais não estão previstas regras claramente objetivas. Essas diretrizes funcionam como valores que devem ser considerados, ainda que de forma um pouco subjetiva.
De maneira análoga, a missão e visão empresarial devem ser sempre praticadas por todos os gestores e líderes. Assim, o exemplo demonstrará que elas são realmente as orientações básicas para qualquer decisão ou tarefa dentro do empreendimento.
Esse tipo de comportamento exemplar será seguido pelos demais colaboradores, e, com o tempo, o raciocínio tenderá a ser instintivo para guiar individualmente cada funcionário da instituição.
Todo esse processo não é algo fácil de ser implementado, mas oferece vantagens extremamente importantes para a empresa.
A atuação estratégica precisa ter um norte muito bem delimitado e claro para todos. Somente assim, é possível garantir que cada um não terá uma atuação baseada em um raciocínio totalmente segregado e que pode ser conflitante com as demais pessoas.
O desenvolvimento da missão e visão empresarial é uma tarefa extremamente importante, mas, para que consiga promover de verdade o feito a que se propõe, é necessário que essas diretrizes estejam atualizadas e que sejam amplamente divulgadas para todos os colaboradores. Do contrário, não passarão de meros desejos frustrados da orientação estratégica.
Tendo visto nossas sugestões de como trazer para a prática esses direcionamentos, queremos saber um pouco mais sobre você e a sua empresa. Vocês possuem missão e visão empresarial bem desenvolvidas? Elas estão sendo bem divulgadas? Os líderes e gestores estão a par e dando o exemplo?

Deixe seu comentário e conte-nos a respeito de como tudo isso funciona em seu negócio!

Fonte: Euax

sexta-feira, 29 de setembro de 2017

Cultura Organizacional – Não sinta-se em casa


Por Redação set 26, 2017
É comum, principalmente quando se fala em primeiro emprego, que o colaborador ganhe certo apego ao local de trabalho se ele está confortável e acolhido naquele espaço. Ao se adaptar bem à cultura organizacional da empresa e identificar-se como peça importante na engrenagem da companhia, muita gente acaba se sentindo “em casa” depois de um tempo.
Não é raro ouvir uma equipe de colaboradores que se considera uma “família”. Apesar de parecer benéfico e agradável à primeira vista, a ideia é rejeitada por especialistas no assunto. O motivo é simples, embora as relações humanas sejam de peso e importância, uma empresa precisa ser levada a sério como tal.
Criar um ambiente “família” trará à companhia dilemas normais familiares. Ao mesmo tempo em que parece unir os profissionais, esse tipo de comportamento também pode afastar, gerar disputas desnecessárias e situações antiéticas. Fora o fato de tornar a demissão muito mais “pesada”.
Segundo Maria Aparecida Rhein Schirato, consultora de RH há 20 anos, é estarrecedor ver como alguns funcionários sofrem muito no momento da demissão. A dor é causada exatamente pelo sentimento de que foi banido de uma família em que ele acreditava-se parte fundamental.
Entendendo a cultura organizacional da empresa
É fundamental que o profissional contratado compreenda a cultura organizacional de seu novo local de trabalho com muita clareza já em seu período de experiência e adaptação. Atividades e ações diárias, além de reuniões, treinamentos e outros tipos de cursos, precisam deixar claro para ele o DNA da empresa e, mais do que isso, que seja também um atrativo para que ele queira fazer parte do time.
Para Edgar Schein, um dos fundadores do conceito, a cultura organizacional deve reunir valores, crenças e também o conjunto de ações que devem ser tomados em busca do objetivo comum da companhia.
A cultura também preza pelo bem estar dos envolvidos, pois nos tempos atuais é imprescindível que haja retenção de talentos. Quanto mais engajado e envolvido estiver o profissional, mais feliz ele estará em colaborar nos negócios porque sabe que também obterá sucesso para si no processo.
Ainda assim, as características de cada empresa moldam os funcionários e a maneira como eles vão agir no dia a dia, atuando diretamente na renda e nos lucros dos negócios.
O grande desafio é manter a equipe enquanto equipe. Fazê-los funcionar como um time, mas de forma que saibam que não estão em casa. O funcionário não pode fazer o que bem entender, nem tomar decisões unilaterais ou comportar-se de maneira contrária ao que é proposto no ambiente de trabalho, mesmo que ele já se sinta completamente à vontade onde está.
Como o profissional de RH deve intervir?
Em família, algumas disputas acontecem com frequência: será que os pais preferem determinado filho? Será que um dos irmãos recebe mais elogios e recompensas do que o outro? Algumas brincadeiras de cunho íntimo são aceitáveis?
É muito importante que o profissional de RH deixe claro para os novos colaboradores assim que chegam à empresa como se comportam os que já atuam no local. Investir tempo em um bom bate papo sobre ética e colaboração, por exemplo, explanando o que é ou não aceitável, é de igual importância.
Uma cultura formada por pessoas focadas e dedicadas deve também permitir a valorização de cada profissional por igual, de acordo com seus méritos, sem permitir que eles se comparem entre si por ações diferentes. A cultura organizacional que preza o mérito e o apoio aos que se dedicam mais não pode viver de promessas vazias ou de demorada execução, para que o  funcionário não se sinta desmotivado ou “trocado” por outro.
Gestão de empresas por familiares
Em se tratando de Brasil, segundo Wellington Moreira, 90% das empresas são dirigidas por parentes e familiares. Embora a metáfora que inclui todos os colaboradores contratados após a fundação também fazem parte dessa família seja linda, ela não é real.
É fundamental que o departamento de RH deixe claro e promova ações culturais que mostrem que, durante o processo diário da empresa, até mesmo os membros que possuem grau de parentesco devem agir como um time, em busca de um mesmo objetivo. Longe dali devem permanecer as particularidades de casa e a picuinhas pessoais.
Frisando, embora um ambiente saudável, divertido e confortável seja um excelente meio de tocar negócios, sentir-se “em casa” só é permitindo se você realmente estiver na sua.
Fonte: BlogRH

quinta-feira, 28 de setembro de 2017

Mobilidade aplicada à logística: por que essa tecnologia vai mudar o segmento?

Publicado em Quarta, 27 Setembro 2017 08:40

Um dos maiores desafios das transportadoras é a redução de custos nas suas operações.
Sabe-se que as empresas do setor trabalham com margens muito apertadas e que a crise econômica complicou ainda mais este cenário. O ano passado foi bastante turbulento para o segmento. A sondagem “Expectativas Econômicas do Transportador 2016”, realizada pela CNT (Confederação Nacional do Transporte), mostra que a maioria das empresas, cerca de 60,1%, teve diminuição de receita bruta e que 58,8% precisaram reduzir o número total de viagens, sendo que, para a maioria, 74,6%, houve aumento do custo operacional.

Segundo o estudo “Custos Logísticos do Brasil”, do Ilos (Instituto de Logística e Supply Chain), este aumento de custos operacionais para o transporte rodoviário de cargas é resultado de um desequilíbrio de uma demanda relativamente baixa durante o período, perante a oferta de empresas, que não repassaram o aumento de custos aos seus clientes. Neste cenário, as empresas precisaram aumentar o volume de viagens, mesmo que ganhando menos, momento em que a sobrevivência do negócio passou a depender diretamente da sua capacidade de ter produtividade.

É aqui que a automação e a mobilidade reafirmam a sua capacidade de transformar a operação logística, com ganhos significativos, que podem chegar a 50% de aumento de produtividade, com equipes menores, e 90% de redução das falhas operacionais, como troca ou falta de volumes em encomendas. A TOTVS acredita que a tecnologia é um importante passo para a retomada do segmento e que, somente por meio dela, será viável uma série de melhorias capazes de mudar o cenário vivido atualmente pelas empresas do setor. Para isso, a companhia disponibiliza ofertas para importantes processos na operação das transportadoras e operadoras logísticas, como as citadas abaixo:
– Automação dos terminais de cargas: base de toda a operação da transportadora, o terminal de cargas é local onde ocorrem os recebimentos das mercadorias para a entrega final. Automatizar este processo consiste em receber e embarcar os volumes com mobilidade, por meio de coletores de dados. Toda mercadoria é etiquetada com um código de barras e já no recebimento é bipada com o coletor.
Quando o caminhão é abastecido, ocorre o mesmo processo, gerando uma conferência dupla sobre o que entra e o que sai do armazém. A tecnologia é capaz de reduzir em 90% as falhas operacionais, como troca ou falta de mercadorias, problemas muito comuns, que geram perda de tempo, custo e retrabalho. A mobilidade, além de automatizar, torna o processo muito mais produtivo, com ganhos de até 50%.

– Cockpit Logístico: a solução possui um recurso de aplicativo para os motoristas durante as entregas. Em um smartphone ou tablet, que conta com componente de geolocalização, o motorista pode acompanhar toda a sua rota, assim, de forma visual, consegue saber o que já foi executado e o que ainda está para fazer com facilidade.
Além disso, usando o dispositivo móvel, o motorista pode tirar uma foto do comprovante de entrega e enviá-la, em tempo real, para o escritório, com a opção de fazer uma assinatura digital. Também é possível reportar as ocorrências durante a viagem, como problemas com o caminhão ou a ausência do destinatário para o recebimento.
Todo esse controle proporcionado pela mobilidade impacta diretamente na produtividade e nível de gestão da empresa, que, com atualização automática no seu ERP, obtém um tempo de resposta muito mais rápido e consegue tomar decisões no momento em que as situações estão acontecendo.

– RFID: o controle dos armazéns por radiofrequência já é uma realidade. O portal RFID para a entrada e saída das mercadorias nas operadoras logísticas proporciona uma rapidez e segurança incomparáveis, quando olhamos para o modelo tradicional. Outro ponto que chama muito a atenção é no processo de inventário, que pode sofrer redução no tempo em até 80%, elevando significativamente a produtividade da operação.
“Vemos que as grandes empresas já possuem um alto nível de automação, porém o cenário é muito diferente nas pequenas e médias. É justamente esse perfil de operação que mais precisa investir em tecnologias de mobilidade, pois, para eles, os ganhos de produtividade são percebidos rapidamente, além de necessários para a retomada econômica dos seus negócios. Todas as nossas soluções estão disponíveis no modelo Intera, isto é, na nuvem e por meio de uma assinatura. Assim, não há altos investimentos com licença de software ou com infraestrutura. A TOTVS está comprometida em tornar a transformação digital viável e acessível para todas as empresas”, comenta Angela Gheller Telles, diretora dos segmentos de Manufatura e Logística da TOTVS.

A expectativa do segmento de transporte rodoviário de cargas para 2017 é de uma retomada dos negócios, com crescimento da receita bruta, opinião de 47,7% dos empresários que participaram da pesquisa da CNT.
Fonte: Imam

quarta-feira, 27 de setembro de 2017

Sumário da Revista Mundo Logística

Caso de sucesso em multimodalidade, torre de controle e lean


Confira abaixo o sumário da última edição da revista Mundo Logística (Setembro & Outubro 2017), que já se encontra disponível na Biblioteca para leitura. Escolha a matéria de seu interesse. Aguardamos sua visita!


SUMÁRIO

08:: A Logística com ela é Como sobreviver nesse mundo de desafios, nos dias atuais. Por Charles Dias da Cunha


12:: Pare de cortar custos e foque  em eliminar os desperdícios Corte de custos não é sinônimo de melhoria e nem sempre faz bem ao negócio. Por Achiles Rodrigues


16:: Coluna GV celog Estratégia de Supply Chain: o que é e por que importa? Por Priscila Miguel e Fábio Tescari


22:: HEINEKEN divulga resultado da 3ª edição do Programa de Excelência de Transportadoras Conheça os vencedores desta edição.


38:: S&OP: o que há por trás de tanto insucesso? Avaliação e Sugestões para a melhoria do processo de S&OP Por Alexandre Oliveira


46:: ESPECIAL: Inovação em gestão de transportes Saiba quais a novidades  que as empresas de tecnologia estão oferecendo para a gestão de transportes.


58:: Sustentabilidade em logística Superando o desafio do século 21, por meio de boas práticas no transporte de carga. Por Marcio de Almeida D'Agosto e Cintia Machado de Oliveira


68:: Alinhando os indicadores logísticos com a estratégia da empresa Os seus indicadores  de desempenho ajudam no atingimento da estratégia da sua empresa? Por André Ferraro


74:: Coluna Mundo da Logística Entrevista com Eugenia de Fazio - Argentina. Por Eduardo Magalhães e Paulo Oliveira


78:: Aumentando a produtividade no recebimento de materiais Trabalho padronizado aumenta a produtividade em até 20%. Por Caroline Morito Pereira


80:: Coluna Gestão em Foco Tudo aquilo que for dito será usado contra você. Por Donald Neumann


segunda-feira, 25 de setembro de 2017

Como Integralizar o Capital Social?


Veja o que é o Capital Social, qual sua Função e como Integralizar ele.


O que é Capital Social

O Capital Social da sua empresa é o valor necessário para a abertura dela. 
Cada sócio deposita um valor na conta da empresa, seja em dinheiro, seja em bens. 
É aí que se definem as cotas de participação que cada um terá. 
Elas serão proporcionais ao capital que cada sócio aportar na empresa. 
Em teoria, é o dinheiro do Capital Social que deve sustentar o negócio enquanto não houver faturamento ou lucro.

Função do Capital Social

O Capital Social tem como função ser o primeiro aporte financeiro para que a sua empresa saia do papel, além de limitar a responsabilidade do empresário, enquanto pessoa física, nas dívidas da empresa. 

E o que isso quer dizer? 

Isso representa dizer que, se a sua empresa possui um Capital Social de R$10 mil, as dívidas até este valor ficarão a apenas em nome da empresa. Apenas o que passar disso será cobrado diretamente dos sócio(s), aí como pessoa(s) física(s) - exceção feita à empresa EI, onde o empresário coloca o patrimônio pessoal como garantia. Estas divisões de responsabilidades são parte da terceira utilidade do Capital Social, que é garantir o pagamento das dívidas aos credores, pois o valor dele é o que a empresa tem “em caixa”, teoricamente, para pagar tudo o que deve.

Como definir o Capital Social

Este é um tópico que pode causar alguma confusão para vários empresários. O Capital Social não é o quanto a sua empresa vale ou o quanto você acha que ela vai lucrar mensalmente, mas sim um valor que deve ser baseado em levantamentos e definido pelos sócios, dentro do contrato social da empresa. Ele não precisa necessariamente ser em dinheiro, podendo ser representado por bens e imóveis. Um exemplo de definição: Se você vai abrir um café, tenha em mente o gasto com luz, aluguel, salários e instrumentos para iniciar a operação, além de um capital para segurar as pontas enquanto a empresa ainda não der lucro. Mas não se assuste com os estes valores todos: é perfeitamente possível - e em alguns casos até recomendável - abrir uma empresa com capital social de R$1.000,00, que é uma faixa segura tanto para a receita quanto para os seus negócios, mesmo que você precise investir mais na abertura dela.

Capital Social para Empresas Individuais

Quando você abre uma empresa sendo o único sócio, como funciona? O valor muda, as regras mudam? Dependendo do regime jurídico em que a sua empresa se enquadre, as regras do Capital Social tem algumas leves alterações, mas nada de se desesperar. Confira:

Capital Social do MEI

O MEI permite apenas R$ 60 mil de faturamento anual (saiba tudo sobre o MEI no nosso Guia). O Capital Social do MEI pode ser de R$ 1,00, no mínimo. O indicado é que seja um valor condizente com os custos e investimentos realizados no seu negócio.

Capital Social para EI

Como Empresário Individual, a sua empresa já pode ser enquadrada no Simples Nacional ou no Lucro Presumido. E neste caso o Capital Social também pode ser de R$ 1,00 no mínimo, mas o mais indicado é que se tenha um Capital a partir de R$ 1.000,00 como valor base necessário para sua empresa iniciar os trabalhos.

Capital Social EIRELI

Neste caso, o Capital Social tem um valor mínimo, de 100 vezes o valor de um salário mínimo. A integralização pode ser feita em bens ou em dinheiro, mas deve ser realizada à vista. No EIRELI, não existe opção de parcelamento do Capital Social.
Alterar o Capital Social

É possível alterar o Capital Social da sua empresa, sem problemas. Para aumentar o Capital Social, é só aportar o capital novo e arcar com alguns custos na Junta Comercial e com os serviços do contador. Muitas empresas acabam aumentando o Capital Social, por necessidades de mais investimento, enquadramento em licitação ou alguma outra necessidade específica. Agora, se for o caso de diminuir, prepare-se.

Primeiro porque é preciso seguir algumas regras: não ter dívidas, tornar o ato público (publicação em jornal, por exemplo) e aguardar 90 dias após a publicidade da diminuição do Capital Social. Somente após este processo, você estará liberado para diminuir o capital social da empresa na Junta Comercial - isso se nenhum credor se manifestar no período.

Você ainda deve justificar a diminuição, através de balanços e processos na Receita Federal. Só aí estará liberado para diminuir o Capital Social da empresa.

O processo é tão complicado que muitas vezes é mais fácil dar baixa na sua empresa e abrir uma nova, com um novo Capital Social, do que ir até o fim na diminuição do Capital Social da sua empresa.

A Contabilizei te apoia nas suas escolhas na hora de empreender, desde o início. E o Capital Social é um passo importante na constituição do seu negócio, precisando de atenção para ser bem definido, seja lá qual for o valor escolhido. O bom é que, com essas nossas dicas, você está mais preparado e confiante para seguir em frente com a abertura da sua empresa. Seu sonho de empreender está cada vez mais próximo de se tornar realidade!



Sobre o autor

Vítor Torres é fundador da Contabilizei (o jeito mais fácil e ecônomico de realizar contabilidade), empreendedor e investidor de startups.

Siga pelo Twitter e Facebook.

Fonte: Contabilizei

sexta-feira, 22 de setembro de 2017

Sumário da Revista Pequenas Empresas & Grandes Negócios



Confira abaixo o sumário da última edição da revista Pequenas Empresas & Grandes Negócios (Setembro 2017), que já se encontra disponível na Biblioteca para leitura. Escolha a matéria de seu interesse. Aguardamos sua visita!


SUMÁRIO


8 CARTA DO EDITOR

15 GRANDES IDEIAS

  15 A ERA DOS ROBÔS COLABORATIVOS

  16 ROBÔS, SENSORES  E MÁQUINAS CONECTADAS

  17 NASCE UM NOVO MERCADO

  20 O FIM DA DITADURA DAS MEIAS SEM GRAÇA

  22 AS MELHORES PRÁTICAS DA GASTRONOMIA COM QUEM SABE FAZER

  26 O AVANÇO DAS FINTECHS

  28 LIÇÕES DOS DESAJUSTADOS

  30 HABILIDADES DO SÉCULO 21 PARA APRENDER AGORA

  34 O SEGREDO É TER FOCO

  36 CARROS EM XEQUE

38 ENTREVISTA
ROBERTO MARTINI

44 ESPECIAL
GUIA DE VIAGEM PARA EMPREENDEDORES

52 INOVAÇÃO
CONHEÇA O CHILE DAS STARTUPS

60 TECNOLOGIA
ELES FATURAM MILHÕES CONSERTANDO IPHONES

66 CAPA
OS CRAQUES DO E-COMMERCE

85 COMO FAZER
86 GESTÃO

92 COMO EU FIZ
SUPLEMENTOS EM REDE

98 VIDA DIGITAL
CAIO BONATTO


quinta-feira, 21 de setembro de 2017

Saindo do fundo do poço, é preciso “Avançar”



O crescimento positivo de 0,2% do PIB no período de abril a junho deste ano, em comparação com o primeiro trimestre de 2017 e de 0,3% sobre igual período de 2016, indica um sinal claro do fim do processo recessivo. Diversos fatores contribuíram para esse resultado, como a baixa taxa de inflação, inferior a 2,8% nos últimos 12 meses, a forte retomada das exportações e a injeção de R$44 bilhões das contas inativas do FGTS na economia. Todos esses fatores tiveram papel importante para impulsionar o consumo das famílias com efeitos imediatos no setor de comércio e serviços.

Outra medida relevante é a liberação do saque o dinheiro do Fundo PIS/Pasep a partir de outubro deste ano, para homens a partir de 65 anos e mulheres a partir dos 62 anos. Ao todo serão R$ 16 bilhões, beneficiando 7,8 milhões de pessoas. A ação deve contribuir para a sustentação da tendência de crescimento em 2017.

A recuperação da economia coincide com o momento em que o varejo entra em um período de realização das compras de fim de ano, com foco nos eventos do Black Friday e das festas natalinas. Neste período o varejista deve fazer o seu planejamento de vendas, associado à sua estratégia de marketing, e à necessidade de capital de giro para antecipar seus pedidos.

Começa aqui outro desafio para o lojista: o acesso a linhas de crédito e financiamento com um nível de burocracia que seja aceitável, principalmente quando se tratam das pequenas e médias empresas. Mesmo com a inflação em queda, as taxas de juros continuam na estratosfera, com lento ritmo de queda, prejudicando o setor produtivo em geral.

Pensando nessa necessidade, a CNDL lançou o Programa Avança Varejo, o qual consiste em oferecer acesso ao crédito de custo menor e de forma menos burocrática. A parceria foi feita com a Caixa Econômica Federal, que através de um acordo de cooperação, disponibilizou ao associado do Sistema CNDL linhas de capital de giro, crédito rotativo, de investimento e financiamento, com prazos mais alongados e taxas de juros diferenciadas no total de R$ 1 bilhão, em 2017.

Apenas nos 15 primeiros dias da parceria estabelecida no dia 17 de agosto já havia demanda da ordem de R$263 milhões.

A inciativa é fundamental para as atividades do setor de comércio e serviços que responde por uma generosa parcela do PIB nacional e é o maior empregador do país, respondendo por mais de 66% dos empregos formais. Que o Avança Varejo sirva de exemplo para que o sistema bancário se torne inovador não para expandir lucros, mas para fomentar o desenvolvimento do País.

Jornal O POVO – 20/09/2017
Honório Pinheiro
presidente@cndl.org.br

quarta-feira, 20 de setembro de 2017

Sumário da Revista Varejo S.A.


Confira abaixo o sumário da última edição da Revista Varejo S.A  (Setembro 2017), que já se encontra disponível na Biblioteca para leitura. Escolha a matéria de sua predileção. Aguardamos sua visita!

Sumário


22 TALK SHOW

03 Carta ao leitor 
Compartilhar para empreender

05 Palavra do Presidente
Associativismo e independência

06 Fatos e frases

10 Varejo em números
Para comprar, basta um touch!

12 Movimento varejo
Modernização trabalhista: deixando o tabu de lado

18 Desenvolvendo o varejo
Mato Grosso é exemplo de boas práticas para o varejo

27 Entrevista
Educar para crescer

30 Inova varejo
Do papel para o digital

32 Varejo cidadão
A evolução do uso da energia elétrica nos shoppings brasileiros

36 Câmara do conhecimento
Menos lojas, mais vendas

38 Dicas do Tag
Fraudes também podem atingir as empresas. Saiba como se prevenir

41 Colunistas
O empreendedor que existe em cada um de nós 

42 Entrei na sua loja
É dia de feira

44 Start me up
Tecnologia na temperatura certa

46 Brasília 40 graus
Decreto inclui supermercados como atividade essencial

50 Para ler, ver ,ouvir
Novidades das antigas

52 Tendências
Um socorro para o mercado editorial

55 Integra CNDL
Empresários recebem qualificação em Goiânia

CDL participa da Fenepalmas 2017

Conversando com o Lojista em Aracaju

Paraíba sedia I Fórum Estadual do Comércio

58 Tendêcias
Omnistory, o conceito da loja do futuro

59 Colunistas
Aumento da tributação nos combustíveis afeta comércio varejista

Selic de um dígito

61 Perfil
Francisco Freitas - FDCL- CE

62 Artigo
Visitante na sua loja: quem é ele, por onde anda e o que procura?

64 Integra CNDL
Conheça o Sistema CNDL

66 SPC Brasil
Gestão de vendas na palma da mão







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