Biblioteca da Faculdade CDL

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O Blog da Biblioteca da Faculdade CDL é um espaço destinado à comunicação da Biblioteca com os alunos e professores, onde é possível fazer postagens e comentários relativos a assuntos que envolvam, de alguma forma, a Biblioteca e o ambiente acadêmico em geral. O objetivo do blog é informar, registrar momentos e incentivar o gosto pela leitura e pela escrita.

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quinta-feira, 3 de abril de 2014

11 ferramentas online para ajudar os universitários

Você, universitário, tem dificuldade para lidar com a grande quantidade de tarefas que precisa fazer? Conheça 11 ferramentas online que podem ajudá-lo com isso



Ser universitário não é uma tarefa fácil: é necessário aprender a lidar com muitas cobranças, várias responsabilidades, muitos trabalhos e projetos, etc. Sabendo isso, a Universia Brasil reuniu 11 ferramentas online que podem facilitar a vida dos estudantes. Confira:

1 – Questia 
O site Questia diz ser o maior acervo online de revistas, livros, trabalhos, pesquisas e artigos. Nele, você só precisa procurar pelo termo da pesquisa e todos os resultados aparecerão na tela, de diferentes fontes.

2 – Evernote
Se você precisa fazer várias coisas importantes o dia inteiro, o Evernote pode ajudá-lo com isso. Ele salva anotações, fotos e textos que você precisa consultar rapidamente. É uma ótima ferramenta principalmente para smartphones e tablets.

3 – Notely
Disponível para computadores, Android e iOS, o Notely é outra ferramenta ótima para quem precisa anotar pequenos lembretes, como listas de compras, tarefas a serem feitas, etc.

4 – NoodleTools 
O NoodleTools oferece diferentes tipos de ferramentas online para ajudar alunos e professores a realizarem trabalhos acadêmicos. Ele facilita a organização, marcação, anotação e classificação de textos.

5 – Google Docs 
Por meio do Google Docs, o universitário pode criar e armazenar documentos na nuvem. Além disso, ele permite que mais de uma pessoa faça edições e atualizações nos arquivos, o que é ótimo para trabalhos em grupo.

6 – Skype 
O Skype é um ótimo software de chat online para conversar e realizar conferências com várias pessoas. Com ele, é possível conversar por áudio, pela webcam, ou somente por mensagens.

7 – Remember the Milk
O Remember de Milk é um aplicativo feito para que você não se esqueça das coisas importantes. Ele facilita a organização de tarefas, além de ter lembretes pelo celular e utilizar o sistema Google para avisá-lo.

8 – Google Calendar 
Se você tem dificuldades para lembrar-se dos compromissos e datas de entregas de trabalhos, o Google Calendar será o seu melhor amigo. Ele é um calendário online e, por isso, o acesso pode ser feito por qualquer dispositivo. O Google Calendar também envia lembretes por pop-up, SMS ou e-mail.

9 – Nowdothis 
Para aqueles universitários que possuem dificuldade para parar de procrastinar, o Nowdothis possui uma premissa bem simples: você escreve quais são as suas tarefas, ele escolhe uma aleatoriamente e você a finaliza. Quando clicar em "done", ele pula para a próxima tarefa.

10 – Writer 
Com o Writer, você nunca mais terá que passar pela situação de perder um arquivo antes de salvar. Com ele, é possível digitar um trabalho inteiro sem correr o risco de perder uma palavra, isso porque o Writer salva o seu trabalho a cada poucos segundos. Além disso, o background limpo do site pode ajudá-lo a manter a concentração.

11 – Instacalc
 Para alunos da área de exatas, o Instacalc pode ser de muita ajuda. Ele possui diversos critérios de medição e rapidamente faz as conversões que você precisar.

Fonte: Universia Brasil

terça-feira, 8 de outubro de 2013

3 dicas para ser um estudante melhor

Quer aproveitar ao máximo suas aulas no fim do ano? Confira 3 dicas simples e eficientes para ser um estudante melhor e finalize o período letivo da forma certa

Existem diversos aplicativos que podem ajudar você a estudar

Com o final do ano chegando, muitos estudantes estão preocupados com as provas finais. A melhor forma de garantir que as suas notas serão satisfatórias é organizar a sua rotina de estudos e utilizar a tecnologia a seu favor. Quer saber como? Confira a seguir 3 dicas para ser um estudante melhor:

1. Escolha um lugar para estudar
O lugar onde você vai estudar deve ser calmo e silencioso. Ao designar um único espaço para os seus estudos, o seu cérebro vai entender que aquele horário é reservado para estudar e vai se distrair com menos facilidade.

2. Utilize as cores
Utilize cores para separar as disciplinas que você aprende na escola. Essa é uma ótima forma de organizar os seus estudos e não se perder no meio de tantas anotações. Você pode comprar post-its coloridos para sinalizar as páginas.

3. Utilize a tecnologia
Existem diversos aplicativos que podem ajudar você a estudar. Além disso, uma dica válida é colocar alarmes para organizar a sua rotina de estudos, separando alguns minutos para descansar o seu cérebro.
  

quinta-feira, 1 de agosto de 2013

7 passos para criar uma poupança depois da faculdade

Você, que acabou de sair da faculdade e vai mergulhar na vida adulta, sabia que é importante criar uma poupança para o futuro? Veja dicas de como fazer uma!




Existem várias planilhas online que podem te ajudar a organizar os seus gastos

Poucos jovens pensam em poupar dinheiro quando saem da faculdade. Porém, é muito importante que, desde cedo, você guarde dinheiro para o seu futuro. Casamento, filhos, viagens, aposentadoria; tudo isso é muito caro, e requer planejamento desde cedo.

Confira agora 7 passos para começar a juntar dinheiro:

Como criar uma poupança: 1 – Analise a situação
Antes de começar a guardar dinheiro, você precisa analisar como anda a sua vida financeira. Pegue um dia para anotar o quanto você gastou durante o ano, quais são as suas dívidas e sua renda fixa. Tente saber qual é o padrão de vida que a sua renda pode sustentar e faça todos os outros cálculos baseados nisso. Mesmo que você tenha um limite alto de cheque especial e de cartão de crédito, não os inclua como se fosse a sua renda.

Como criar uma poupança: 2 – Faça um planejamento
Quando era adolescente, você provavelmente não tinha que se preocupar com as contas porque seus pais eram os responsáveis pelas despesas de casa. Agora que você acabou a faculdade, é importante que você saiba como lidar com dinheiro. Peça ajuda para os seus pais para criar um planejamento mensal de despesas e ganhos. Antes de sair de casa, você já tem que estar ciente o que irá enfrentar. Dessa forma, fica muito mais fácil saber o quanto você poderá poupar mensalmente.

Como criar uma poupança: 3 – Crie planilhas
Depois que você já souber como lidar com as sua finanças, existem várias planilhas online que podem te ajudar a organizar os seus gastos. Faça anotações de todos os gastos que você tem, mesmo os menores, e compare com o quanto você pode gastar. Se seu volume de gastos estiver muito próximo ao de ganhos, comece a economizar, assim irá sempre sobrar algum valor para ser colocado em uma poupança.

Como criar uma poupança: 4 – Preveja gastos
Quando você sair da universidade, vários gastos novos surgirão na sua vida. Financiamento de carro, aluguel, compras do mês, roupas sociais, manutenção da casa, etc. Mesmo que você já esteja completamente organizado, saiba que imprevistos acontecem e sempre deixe um dinheiro extra para gastos eventuais. É importante que esse dinheiro não seja o mesmo que você reserva para a poupança.

Como criar uma poupança: 5 – Pague as suas contas em dia
Nunca deixe para pagar as contas depois da data de vencimento. Mesmo que você vá ficar com pouco dinheiro, é melhor quitar as dívidas do que deixá-las rolando e, depois, ficar perdido no meio dos juros.

Como criar uma poupança: 6 – Adapte-se
Mesmo que você tenha tudo sob controle, tente fazer cortes nos seus gastos de vez em quando. Tente diminuir a conta de luz, ou veja se pagando um boleto antes da data de vencimento você pode obter algum tipo de desconto. Faça o seu dinheiro render mais.

Como criar uma poupança: 7 – Controle-se
Apesar de todos os esforços de se organizar, criar planilhas e saber como lidar com a sua vida financeira, o que realmente faz a diferença é seu autocontrole. Não crie dívidas vazias, não gaste dinheiro no que você não precisa e pense muito antes de parcelar as suas compras. No momento pode parecer difícil, mas, no futuro, você irá agradecer por ter guardado dinheiro ao invés de gastá-lo.

Fonte: Universia

quinta-feira, 20 de junho de 2013

Como ter melhor foco nos estudos


Se você tem dificuldade de se concentrar ao estudar sobre qualquer assunto, confira 5 dicas para ter melhor foco nos estudos



Tudo fica mais fácil quando é planejado

Focar-se nos estudos é algo que nem todos os estudantes têm facilidade de fazer. Algumas pessoas se distraem durante a leitura, enquanto outras simplesmente não conseguem entender a matéria estudada.

Se você também tem algum desses problemas, confira 5 dicas para se focar melhor nos estudos:

1. Espaço
Sua mente precisa estar relaxada, sem pensamentos que possam preocupar você. Aja da mesma maneira que você costuma agir quando faz algo que gosta. Assim, você fará com que seu espaço mental reflita o seu espaço físico.

2. Local
Ter um local específico para dedicar aos estudos, que seja organizado e com uma boa iluminação, é importante para tornar a experiência mais agradável e ajudar você a conseguir se concentrar melhor.

3. Ritmo
Cada pessoa tem um ritmo próprio e isso também serve para os estudos. Analise se você prefere uma leitura rápida ou se fazer pausas enquanto lê é o que ajuda você a apreender o conteúdo.

4. Memória
Estudos comprovam que a memória humana guarda melhor as situações que acontecem primeiro e por último. Por exemplo, quando você quer lembrar-se de algo que fez, as memórias mais claras serão de como isso começou e como terminou. Sendo assim, quando for estudar, tente usar essa característica em seu benefício e estude as informações mais importantes no início e no final da leitura.

5. Planeje
Tudo fica mais fácil quando é planejado. Divida seus estudos por tópicos e anote palavras-chave que possam te ajudar a lembrar do assunto.

quarta-feira, 22 de maio de 2013

Relatório aponta tecnologias que devem mudar a educação superior nos próximos 5 anos


MOOCs, videogames e impressão 3D estão entre as ferramentas que devem se tornar parte do cotidiano

Carlos Orsi

Cursos massivos online (MOOCs), tablets, videogames e “big data”, a capacidade computacional de analisar grandes volumes de dados, devem começar a ter grande impacto sobre a educação superior nos próximos 12 meses e, dentro de cinco anos, as tecnologias da impressão 3D e dos computadores “vestíveis” – equipamentos integrados a roupas e acessórios, como óculos – também se farão notar como ferramentas nas universidades. É o que sugere o relatório NMC Horizon 2013 Higher Education Edition, publicação conjunta do New Media Consortium (NMC) e da EDUCAUSE Learning Initiative.

O relatório, elaborado com o apoio de um comitê consultivo formado por especialistas internacionais, é parte de uma série de estudos, iniciada pelo NMC, para informar líderes do setor educacional, políticos e professores sobre novas tecnologias. O NMC é um grupo que tem como membros centenas de instituições, entre universidades, empresas e escolas de outros níveis de ensino de diversas partes do mundo. De acordo com o resumo executivo do trabalho, “as interações dentro do comitê consultivo são o foco da pesquisa do relatório (...) que detalha as áreas em que esses especialistas mostraram forte concordância”. 

No comitê havia, além de uma maioria britânicos e americanos, especialistas da China, Japão, Alemanha, Austrália, Espanha, Cingapura e Brasil. 

Curto prazo 

O relatório divide um grupo de seis tecnologias em três horizontes de adoção: curto, médio e longo prazo, sendo que “curto” representa dentro de até 12 meses e “longo”, em até cinco anos. Esses horizontes indicam o período dentro do qual as tecnologias deverão já fazer parte do “mainstream”, isto é, estarem integradas às práticas usuais de ensino da educação superior. 

Para os próximos 12 meses, o NMC Horizon vê uma “adoção disseminada” de cursos online massivamente abertos, os MOOCs, e do uso de computadores tablet como ferramentas de ensino e aprendizado. Ao mesmo tempo em que chama atenção para as críticas recebidas pelos MOOCs – que vão desde a necessidade de garantias de qualidade pedagógica às dúvidas quanto à viabilidade financeira – o relatório lembra que esses cursos tornam-se cada vez mais populares, como “uma das mais rápidas taxas de adesão já vistas da educação superior”. 

Os tablets, por sua vez, podem ser usados “em praticamente qualquer contexto”, diz o relatório, e várias universidades já têm software específico para explorar as possibilidades dos aparelhos, que vêm se provando “poderosas ferramentas de ensino dentro e fora da sala de aula”. “À medida que o mercado amadurece, estudantes e instituições podem esperar um conjunto rico e cada vez maior de aplicações para esses dispositivos”. 

Médio prazo 

Já para o segundo horizonte, de dois a três anos no futuro, o relatório espera ver uma adoção ampla da chamada “gamificação”, o uso de linguagens e tecnologias dos videogames no contexto educacional. “Jogos eletrônicos na educação superior têm por objetivo envolver os estudantes, oferecendo cenários amplificados digitalmente que desafiam a compreensão que têm dos novos conceitos na área estudada”, descreve o texto. 

Outra tecnologia que deve chegar ao “mainstream” no médio prazo é a do uso de grandes volumes de dados, e da capacidade de processamento dos modernos computadores, para produzir conclusões a respeito do comportamento e do aprendizado dos estudantes. O uso da chamada “big data” já é relativamente comum no mundo dos negócios, para analisar o comportamento e os hábitos de compra de consumidores. 

“A informação (...) pode alimentar as práticas da instituição em tempo real, e também ajudar no planejamento de sistemas de gerenciamento de curso que personalizem a educação”. 

Longo prazo 

Para o horizonte de longo prazo, de quatro a cinco anos no futuro, as tecnologias que podem se tornar parte da prática usual da educação superior, de acordo com o relatório, são a impressão 3D e os computadores “vestíveis”. 

A impressão 3D permite a criação de objetos de plástico por meio da deposição de finas camadas de material, da mesma forma que uma impressora comum deposita tinta sobre o papel. Com essa tecnologia, projetos de ferramentas ou objetos podem ser obtidos online e usados para instruir a impressora sobre o que criar. 

Aplicada à educação superior, a impressão 3D deve facilitar a criação de protótipos, equipamentos e modelos, com uso cada vez mais intenso nas áreas de artes, design e ciências, neste último caso para a criação de objetos que ajudem a ilustrar conceitos complexos, como a estrutura de moléculas orgânicas. 

Já os computadores vestíveis incluem produtos como os óculos do Google, que prometem uma experiência de “realidade ampliada”, sobrepondo, ao que o usuário vê, novas camadas de informação. Dispositivos vestíveis também poderão monitorar a condição física do usuário em tempo real. 

quinta-feira, 9 de maio de 2013

5 dicas para universitários pensarem no próprio negócio

Começar o próprio negócio no lugar de procurar um emprego após a faculdade pode ser vantajoso. Veja 5 dicas para começar a pensar no seu negócio.
Começar o próprio negócio é uma alternativa para a grande concorrência no mercado de trabalho

Com o mercado de trabalho cada vez mais concorrido, começar o próprio negócio pode ser uma grande vantagem para os universitários. O problema é que começar um negócio precisa de planejamento e não é fácil, mas existem algumas dicas que podem ajudar você a pensar nessa alternativa para o seu futuro. Confira:

1. Encontre a sua paixão
Pode demorar um tempo para que o seu negócio se torne bem-sucedido, por isso é importante encontrar algo que você goste e esteja disposto a investir o seu tempo, esforço e energia.

2. Prepare-se para trabalhar muito
A diferença entre um hobby e um negócio de sucesso é o trabalho duro. Você precisa estar preparado para fazer sacrifícios pessoais e aprender com os fracassos.

3. Crie um plano
Criar um plano é o primeiro passo para construir o seu negócio. Seja o mais detalhado possível com os seus objetivos, necessidades financeiras e os diferenciais da sua empresa.

4. Aprenda os fundamentos do mundo dos negócios
Mesmo que essa não seja a sua área, aulas de finanças e marketing podem ajudar no seu futuro. Vale a pena procurar alguns cursos extras para aprender a administrar o seu próprio negócio.

5. Faça estágios
Estágios na faculdade vão ajudar você a entender melhor o mundo dos negócios. Além disso, você vai ganhar experiência e ter algo a acrescentar no seu currículo.


segunda-feira, 8 de outubro de 2012

Empreendedorismo e vida acadêmica

60% dos estudantes querem empreender, mas poucos se preparam

Uma pesquisa feita pela Endeavor ouviu professores e estudantes universitários brasileiros para saber o que eles pensam sobre empreendedorismo
  Estudante  
São Paulo – Um estudo desenvolvido pela Endeavor, instituição que apoia empreendedores com alto potencial de crescimento, mostrou que a maioria dos universitários brasileiros está interessada em abrir um negócio próprio, mas poucos estudantes estão realmente empenhados em se preparar para tocar uma pequena empresa.
 
Para Amisha Miller, gerente de pesquisa e políticas públicas da Endeavor, os dados impressionam. “A coisa mais importante é que 60% dos jovens universitários querem abrir uma empresa. Os estudantes, no entanto, não estão se preparando, não estão lendo, fazendo parte de instituições estudantis e se preparando para aprender como empreender“, explica.
 
Além de mostrar que 60% dos estudantes pensam em abrir uma empresa no futuro, a pesquisa constatou que 47,6% concordam totalmente com a afirmação “muitas vezes penso em me tornar um empreendedor”. “Empreendedorismo está na moda. Eu acho que muitas pessoas estão falando sem pensar o que é ser e o esforço que você precisa para ser empreendedor”, diz Amisha.
 
Entre estes universitários, 38,1% dos ouvidos disseram que gastam tempo aprendendo a empreender e 44,2% já cursaram uma disciplina ligada a empreendedorismo. Apenas 8,8% dos entrevistados já empreendem em negócios pequenos e com até 10 funcionários.
 
Mais da metade já trabalha em empresas novas no mercado ou startups. Para Amisha, ter a vivência em uma pequena empresa é tão importante quanto buscar capacitação. “Dos que já trabalharam, mais de 70% ficam mais confiantes na capacidade deles. É importante estagiar em uma pequena empresa para ver se pode ser empreendedor mesmo”, diz.
 
Outros 24,4% disseram que estão guardando dinheiro para começar a empresa. Apesar disso, em uma escala de 0 a 100, os estudantes tiveram média de 51,81 pontos sobre o nível de confiança para determinar o valor de investimento inicial e capital de giro necessário para iniciar um novo empreendimento.
 
Os homens estão mais dispostos a empreender e mais confiantes do que as mulheres, segundo o estudo. Além disso, a opinião dos pais é muito importante para 60,2% dos universitários ouvidos.
 
A pesquisa avaliou ainda o desempenho das universidades quando o assunto é empreendedorismo. Só 4,3% das faculdades não têm atividades ligadas a empreendedorismo e mais da metade oferece cursos de introdução sobre o tema e sobre criação de empresas. Além disso, a maioria das instituições de ensino superior do Brasil promove palestras e visitas sobre empreendedorismo.
 
O impacto destas atividades é positivo. Quase 40% dos alunos já cursaram uma disciplina ligada a empreendedorismo e se sentem mais confiantes. “Quem já fez algum curso tem qualidade superior do que aquele que não fez e realmente melhora em coisas técnicas”, diz. Apesar do tema estar em evidência, os cursos ainda são restritos. “As universidades estão no caminho certo, o que precisa agora é entender a qualidade desses cursos e se os estudantes acham que vale a pena ou não”, diz Amisha.
 
O estudo desenvolvido pela Endeavor ouviu professores de 46 universidades brasileiras e 6.215 estudantes universitários, de todas as regiões do país. A pesquisa faz parte de um projeto que envolve 80 universidades em 40 países.

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