Biblioteca da Faculdade CDL

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O Blog da Biblioteca da Faculdade CDL é um espaço destinado à comunicação da Biblioteca com os alunos e professores, onde é possível fazer postagens e comentários relativos a assuntos que envolvam, de alguma forma, a Biblioteca e o ambiente acadêmico em geral. O objetivo do blog é informar, registrar momentos e incentivar o gosto pela leitura e pela escrita.

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segunda-feira, 6 de julho de 2015

5 vantagens competitivas dos introvertidos no trabalho











Por: Claudia Gasparini, de EXAME.com

Flickr/Creative Commons/Steven Depolo
Silêncio: o introvertido costuma capturar 
detalhes mais facilmente

Você fala baixo, fica vermelho ou gagueja quando lhe fazem uma pergunta? Pois saiba que o mercado de trabalho precisa de você - justamente por causa dessas características, e não apesar delas.
A introversão pode ser um traço muito valioso para ter sucesso profissional, segundo Adriana Gomes, psicóloga e especialista em carreira. “Esse pode ser um grande diferencial para quem desempenha atividades de análise e planejamento, por exemplo”, afirma.
Ao contrário do tímido, que não se expõe por insegurança pessoal, o introvertido prefere atividades solitárias e se ancora em seu próprio mundo interior.
De acordo com Adriana, esse perfil psicológico tem grandes vantagens sobre o seu oposto - o extrovertido.
É claro que a “balança” da sociedade sempre pendeu, e ainda pende, para os sociáveis, empolgados e tagarelas. Culturalmente, os quietos são percebidos como inseguros e hesitantes.
“No fim, muita gente acaba pensando que o comportamento do extrovertido é o mais adequado para o mundo do trabalho”, diz o profissional de coaching Maurício Sampaio. “Mas é impossível falar em um perfil certo para o mercado”, completa.
A diversidade de comportamentos, aliás, é o que gera resultados promissores, acrescenta Adriana. “Introvertidos e extrovertidos são perfis complementares, que contribuem cada qual à sua maneira para a produtividade de um grupo”, explica ela.
Sim, o extrovertido pode colaborar muito com sua sociabilidade, entusiasmo e facilidade de comunicação - mas o introvertido não fica atrás em número de qualidades. Veja a seguir algumas delas:
1. Concentração 
De acordo com Sampaio, o introvertido ganha pontos por perder menos tempo com conversas paralelas no trabalho. Graças à sua introspecção, ele tem mais facilidade para segurar o foco em suas entregas.
2. Sutileza
Imerso em sua tarefa, o profissional com esse perfil costuma capturar mais facilmente os detalhes implicados no que está fazendo. “São pessoas que tendem a fazer um trabalho mais minucioso e preciso ”, explica Sampaio.
3. Percepção
Outra grande virtude do introvertido é sua capacidade de escuta e de observação. “São hábitos em falta no mundo corporativo”, observa Adriana. Já que consegue enxergar e ouvir o outro, ele tende a fazer análises mais profundas sobre as diversas situações de trabalho.
4. Originalidade
Em equipes dedicadas à busca por inovação, o introvertido pode ser uma peça fundamental. “Ele tende a ter uma visão de mundo mais analítica e profunda, atenta a detalhes que passam despercebidos pelos outros. Por isso, consegue trazer opiniões inusitadas para o grupo”, diz Adriana.
5. Planejamento
Segundo Adriana, o introvertido tem o hábito de coletar um grande número de informações do ambiente antes de agir. Mais cauteloso e preparado, ele perde menos tempo lidando com surpresas desagradáveis - um ingrediente abundante na vida dos profissionais mais impulsivos.
Fonte: Info Exame

terça-feira, 13 de agosto de 2013

Saiba como ter um bom relacionamento com o seu chefe

Aprenda como agir com cada tipo de chefe, do calado ao agressivo.
 
Ter um bom relacionamento com o chefe é uma questão que não envolve apenas fazer bem as tarefas do trabalho. Um profissional pode ser ótimo no que faz e, por não saber lidar com o superior, perde oportunidades de apresentar ideias, resolver problemas e até mesmo ser promovido. Em casos extremos, um desentendimento no trabalho pode até levar a uma demissão desnecessária que poderia ser evitada com um simples jogo de cintura, segundo especialistas.

A maneira de agir com o chefe, porém, exige uma percepção de como ele é e como prefere ser tratado. De acordo com profissionais da área recursos humanos, chefes centralizadores, por exemplo, precisam ter a confiança conquistada, os inseguros devem ser estimulados e, os mal-humorados, animados.

Com o intuito de dar dicas de como se relacionar bem com o chefe, o G1 preparou algumas perguntas sobre como agir com cada tipo de chefe, do calado ao agressivo. As respostas foram dadas pelo especialista em gestão do capital humano, Roberto Recinella, e pela diretora comercial da Right Management, Márcia Palmeira.

“Ao conversar com o gestor, é preciso saber que ele não é nem seu pai nem um amigo. São dois profissionais em uma relação de trabalho”, afirma Lizete Araújo, vice-presidente de planejamento da Associação Brasileira de Recursos Humanos (ABRH).

Segundo Lizete, por trás de cada chefe e funcionário, há uma pessoa com diferentes valores. “As atitudes geram consequências positivas e negativas. Um pai não vai mandar o filho embora por conta de uma discussão, já um gestor, talvez”, disse.

Confira abaixo as respostas dos especialistas Roberto Recinella e Márcia Palmeira sobre como se relacionar com o chefe em situações comuns no ambiente de trabalho.

Como discordar do chefe?

“Com cautela e, se possível, em particular. Evite expô-lo a uma discussão pública, mesmo que você esteja com a razão. Tenha sempre dados e informações que respaldem sua opinião.” (Roberto Recinella)

“Tenha sempre argumentos sólidos e coerentes.” (Márcia Palmeira)
 
Quando falar e quando se calar?

“Use o bom senso e observe o comportamento das pessoas ao redor. As reuniões, geralmente, são controladas pelo chefe. Se ele der o sinal para parar, faça-o imediatamente. Se você achar que a situação ficou mal resolvida, agende um momento para esclarecer a situação particularmente.” (Roberto Recinella)

Devo ficar calado ou me defender dos meus erros?

“Depende da abertura do chefe. Mas, sempre que possível, defenda-se com justificativas condizentes e, claro, nunca repita o erro de novo.” (Roberto Recinella)

“Quando você tem certeza do erro que cometeu, o melhor é ficar calado. Não tente se justificar ou se defender, pois fica muito pior.” (Márcia Palmeira)

Como agir após um desentendimento? Devo engolir sapos?

“Espere os ânimos esfriarem. Depois, seja humilde e peça desculpas. Justifique a sua atitude e, se possível, não repita o comportamento. Na maioria das vezes, é preciso engolir sapos. Uma competência importante é saber digerir os sapos que engolimos.” (Roberto Recinella)

“Espere sair do clima de tensão e, aí sim, retome a conversa sem emoções. No momento de tensão, todos perdem a razão. O melhor é não chegar ao ponto do desentendimento, que sempre traz sequelas.” (Márcia Palmeira)

Preciso ir a todos os happy-hours?

“Não. Se não for, justifique a sua ausência e agradeça o convite. Se possível, compareça a alguns encontros, nem que seja para sair mais cedo, para não ficar rotulado como anti-social. Happy-hours são uma ótima oportunidade de networking e favorecem os laços fora do trabalho. Cuidado, porém, com o comportamento.” (Roberto Recinella)

“É recomendável ir a alguns, o que favorece as relações interpessoais e, conseqüentemente, facilita a troca de informações. Só vá a todos se for prazeroso para você. Nada que se faz apenas por obrigação dá bons resultados.” (Márcia Palmeira)

Preciso ser amigo do chefe?
 
“Não. O que você não dever ser é inimigo dele. Você precisa é ser competente no que faz.” (Roberto Recinella)

“Não necessariamente. Respeito e admiração entre as partes, porém, é fundamental. Ter proximidade com o chefe sempre facilita o tratamento com os assuntos mais complexos do dia-a-dia.” (Márcia Palmeira)

Preciso puxar o saco do chefe?

“Não. Você deve mostrar resultados. O chefe sabe diferenciar puxa sacos das pessoas competentes.” (Roberto Recinella)

“Puxar saco pode trazer algum benefício em curto prazo, mas não é sustável, pois os elogios são superficiais.” (Márcia Palmeira)

Devo fazer o que o chefe quer ou o que eu quero?

“Os dois. Se tudo estiver correndo bem na empresa, raramente isso acontecerá, pois as metas estão na mesma direção. Seus esforços devem estar na sinergia.” (Roberto Recinella)

Devo dar minhas opiniões em assuntos que não me dizem respeito?

“Não. A não ser que alguém envolvido lhe peça e, mesmo assim, meça as suas palavras.” (Roberto Recinella)

“As sugestões de todos devem sempre ser bem vindas. Dependendo da sugestão, o melhor é dirigi-la ao responsável pela área, de uma forma humilde e com verdadeira intenção de ajudar, e não de criticar.” (Márcia Palmeira)

Como sugerir novas ideias?

“Marque uma conversa e, de modo claro e transparente, exponha as idéias coerentemente. Esteja munido de dados consistentes. Se o chefe não aceitar, peça para que justifique o motivo.” (Roberto Recinella)

“Se não existir um fórum específico, sugiro que seja feito em um conversa com a chefia direta.” (Márcia Palmeira)

Devo mudar meu jeito de ser por causa do trabalho?

“Não. As pessoas mudam conforme suas experiências de vida. Mas isso não significa que você deva ser diferente por causa do trabalho. Caso isso esteja acontecendo, significa que os valores da empresa e os seus são diferentes. Sendo assim, está na hora de pensar em mudar de empresa.” (Roberto Recinella)

“Nem todas as atitudes que temos em nossa vida privada são adequadas para o trabalho. Se o trabalho exigir uma mudança muito radical, você não vai conseguir se adequar. Então, o melhor um emprego que seja mais compatível com sua forma de ser a agir.” (Márcia Palmeira)

O que fazer se não concordo com as exigências do emprego?

“Tente justificar sua insatisfação e, caso não haja um consenso, o que é o mais provável, mude de emprego.” (Roberto Recinella)

“Procure outro emprego. Esse não lhe serve. Trará infelicidade e você não será produtivo.” (Márcia Palmeira)
 
Como pedir um aumento?

“Agende uma reunião com seu chefe e seja profissional. Exclua qualquer referência de natureza pessoal como o aumento da prestação da casa ou do colégio das crianças. Se restrinja a apresentar suas contribuições, se elas existirem.” (Roberto Recinella)

“Liste as novas atribuições que você pode ter recebido recentemente, o resultado que você apresentou e a importância da sua atuação. Porém, certifique-se que tudo é verdadeiro. Ache o momento adequado, peça uma conversa reservada com o chefe e use as armas escolhidas.” (Márcia Palmeira)

Como agir quando não sou reconhecido?

“Respire fundo e mude de estratégia. Tente mostrar mais os resultados do seu trabalho. Repense seu marketing pessoal.” (Roberto Recinella)

“Não podemos obrigar ninguém a nos reconhecer. Porém, há duas alternativas. Uma delas é alimentar sua própria auto-estima, acreditando que está fazendo o seu melhor. Você também pode solicitar feedbacks do trabalho. No último caso, prepare-se para ouvir o que não espera.” (Márcia Palmeira)

Fonte: O Globo

Dez coisas que todo profissional precisa saber para ter controle emocional no trabalho


Ter o controle de suas emoções é essencial para qualquer profissional, principalmente nos dias de hoje, quando a disputa no mercado de trabalho é acirrada e o estresse é companhia constante de empresários e empregados. Ana Carolina Maffra, diretora da Equipe Certa, empresa de gestão de RH, apresenta dez itens que todo profissional precisa saber para ter controle emocional no emprego:

- Buscar o autoconhecimento - Ter consciência dos seus limites, das suas emoções, das suas fraquezas e virtudes;

- Lidar comas frustrações - Ter a consciência de que nem sempre será do jeito ou na hora que você quer;

- Controlar a impulsividade - Refletir antes de agir, ser ponderado;

- Ter paciência - É importante saber esperar;

- Saber ouvir- É preciso saber ouvir a opinião alheia e, principalmente, refletir antes de falar;

- Ter empatia - Saber colocar-se no lugar do outro;

- Fazer atividades físicas e manter uma alimentação saudável- Lembre-se sempre do ditado: "mente sã, corpo são";

- Ter atividades de lazer - Diversificar interesses, ter outros assuntos, outros círculos sociais. Viver somente em função do trabalho não faz bem a ninguém;

- Ter bom humor - Rir é fundamental para o ser humano, inclusive de si mesmo;

- Fortalecer seus relacionamentos com amigos e familiares - falar abertamente dos problemas ajuda a entendê-los melhor.

Fonte: O Globo

segunda-feira, 12 de agosto de 2013

Oito regras de etiqueta no trabalho

Por mais liberal que seja o seu ambiente de trabalho, existem normas de comportamento que não devem ser quebradas, para não correr o risco de queimar seu filme diante dos seus colegas e, em casos extremos, levar à demissão. 

Bater longos papos ao telefone com a melhor amiga, usar minissaia no calor e beliscar um lanchinho no meio da tarde. Esses hábitos parecem inofensivos, não? Nem sempre, principalmente quando o lugar escolhido para colocá-los em prática é o ambiente  profissional. Como a maioria de nós passa grande parte do dia no trabalho, é natural que a informalidade tome conta das situações e acabe fazendo a gente esquecer que existem algumas regrinhas básicas das quais pode depender a saúde do nosso emprego. “A função das normas de etiqueta é espelhar nos funcionários a qualidade dos serviços ou dos produtos que a empresa oferece. Adequar-se a elas mostra comprometimento com a companhia em que se trabalha e é determinante para decolar na carreira”, explica a consultora de comportamento profissional, social e internacional Maria Aparecida Araújo, da Etiqueta Empresarial. Vejamos aqui 8 regrinhas para ajudar você!

1. Respeite a língua portuguesa

Pode parecer bobagem, mas dominar o português, tanto na oralidade quanto para escrever e-mails, cartas e bilhetes, demonstra que você tem um nível básico de educação e está preparada para transitar e se comunicar em situações diversas. No dia-a-dia todo mundo comete deslizes com a língua, porém, quando o assunto é trabalho, vale a pena dar uma polida no vocabulário, se policiando para não abusar das gírias, e retomar as lições de ortografia e de gramática quando surgirem dúvidas. Uma dica é manter em um canto da mesa um dicionário e um manual de língua portuguesa – verdadeiros guias na hora de redigir textos.

2. Maneire na lei de Gérson

Tem gente que realmente faz do escritório sua segunda casa e passa a utilizar toda a infra-estrutura do lugar – impressora, telefone, fax, copiadora – para solucionar pendências da vida particular. Cuidado: uma vez ou outra, tudo bem. O problema é o exagero. “É falta de educação e de ética. O ideal é resolver essas coisas fora do trabalho. Mas, se for algo urgente, o melhor é pedir autorização antes e se oferecer para reembolsar as despesas no fim do mês”, ensina a consultora de etiqueta Doris Azevedo (SC). Ela acrescenta que, caso seja a chefe, aí, sim, cabe a você dar o exemplo.

3. Guarde seus segredos

Não tem jeito. Equipe de trabalho em pouco tempo acaba virando uma espécie de família e, de repente, a gente está participando da vida pessoal do colega. Isso faz parte da tentativa de humanizar o ambiente de trabalho, porém tudo tem limite. Alugar o colega para contar aquele sonho com o seu ex-namorado, uma fofoca, uma piada ou revelar detalhes do seu último encontro amoroso é condenável, a menos que tenha sido questionada a respeito. Esse tipo de atitude faz de você um tipo de personagem – do mal – no escritório. O melhor é deixar o papo pra hora do almoço ou do café e, claro, captar se a sua companhia está interessada na conversa.

4. De olho no visual

Cada lugar tem seu próprio grau de tolerância quanto ao modo como as pessoas se vestem, mas é legal exercitar o bom senso. “A embalagem que mostramos na empresa precisa ser coerente com a função que exercemos e nos ajuda a compor a imagem que esperamos que tenham da gente”, destaca a jornalista Inês de Castro, autora do livro A moda no trabalho (Ed. Panda Books). As regras costumam ser mais rígidas em grandes companhias e para quem visita clientes com freqüência, porém algumas são universais, como evitar decotes, minissaias e vestidos curtos, transparências, barriga de fora, trajes justos. Perfume também é questão de etiqueta, não exagere!

5. Lugar de comida é no refeitório

Quem é que nunca teve um dia daqueles em que é impossível parar para almoçar de tanta coisa pra fazer? Nessas situações, o jeito é pedir um sanduíche com suco e comer ali mesmo, na frente do computador, entre a leitura de um e-mail e outro, certo? Errado. Afinal, além de pouco saudável, o hábito não pega bem. Imagine se o chefe passa bem naquela hora e pega você de boca cheia, espanando as migalhas da roupa? Por mais corrido que esteja o dia, deixar o seu posto por uns minutinhos para ir ao refeitório ou até mesmo sair para um lanche rápido certamente não vai fazer você perder o dia nem o cliente. Isso também serve para aquele café com biscoito no meio da tarde.

6. Não deixe o celular falando sozinho

Num tempo em que telefone celular virou praticamente uma extensão do nosso corpo (e estão cada vez menores), não existe desculpa para desgrudar dele – pelo menos durante o horário de serviço. Assim vai evitar que ele atrapalhe os colegas no caso de tocar quando você não estiver por perto. “Se tiverem uma daquelas músicas fofas ou toques altos, pior ainda. Uma alternativa para não precisar carregar o aparelho para todo lado é mantê-lo sempre no modo silencioso”, sugere Doris Azevedo. E para quem acaba tendo que aturar o telefone que toca sem o dono por perto, deixe tocar. Celularé artigo pessoal e intransferível. Por mais incômodo que seja de vez em quando, não  convém atendê-lo em nome de outra pessoa.

7. Obedeça os horários

Antes de aceitar a oferta do seu emprego atual com certeza você foi informada do horário que teria que cumprir. Pois então, respeitar hora de entrada e de saída não é nada mais do que um dever seu. Cada organização tem sua dose de rigor quanto à pontualidade, o importante mesmo é cumprir a carga horária estabelecida. O que não quer dizer que não vai sobrar tempo para ir ao dentista, à manicure ou àquele curso de especialização. É possível, sim, negociar horários alternativos em função de eventualidades e, desde que a mudança seja comunicada com antecedência e submetida à aprovação de um superior, está liberada.

8. Rede do bem

Nem todo mundo aprendeu a usar o e-mail com bom senso. O primeiro passo é abrir uma conta pessoal e outra para assuntos da empresa. Não fica nada bem receber mensagens indesejadas na sua caixa profissional. Aliás, piadas, correntes e simpatias ficam proibidas de ser repassadas para endereços profissionais, a menos que a pessoa peça. No livro Net.com.classe (Ed. Melhoramentos), a consultora de etiqueta Claudia Matarazzo diz que deixar de responder correspondências é falta de educação. O retorno deve ser dado em, no máximo, 48 horas.

quinta-feira, 8 de agosto de 2013

4 tipos de funcionário que dão problema – e como lidar com eles

Por mais que uma empresa se esmere para selecionar bons funcionários, a dinâmica de trabalho acaba revelando que nem todos se ajustam bem a sua engrenagem.

Com o tempo, a insatisfação com o trabalho ou a incompatibilidade de gênios aflora, e alguns membros da equipe acabam virando um problema para seus gestores.

Se esses problemas forem ignorados, podem piorar. Por isso, é preciso agir logo para evitar grandes danos ao clima da equipe, alerta a advogada Lisa Guerin em um artigo publicado no site da revista Entrepreneur.

Ela identifica quatro tipos de funcionário que causam dores de cabeça e, com a ajuda de empresários que já lidaram com eles, dá conselhos para evitar que o mau comportamento prejudique o desempenho nos negócios.

1 – O rei da gírias

A empresária Bibby Gignilliat, 51, do bufê e escola Parties That Cook (EUA), estava animada com as habilidades de uma funcionária recém-contratada – até que ela abriu a boca. “Tudo para ela era ‘irado’, e todas as suas frases eram pontuadas com ‘tipo’”, explica Gignilliat. Esse péssimo hábito linguístico persistiu mesmo após algumas sessões de aconselhamento. E começou a deixar uma má impressão nos clientes, especialmente os corporativos.

Solução: antes de contratar um funcionário que deve atuar com atendimento a clientes, teste-o por três meses para saber se sua comunicação com eles é adequada aos parâmetros da empresa. Gignilliat, por exemplo, adotou uma política de “estágio” para avaliar os candidatos antes de contratá-los em definitivo.

2 – O desaparecido

Alguns meses após oferecer uma licença para uma funcionária se recuperar de um acidente de carro, o empresário Eric Zuckerman notou que ela estava chegando atrasada, saindo mais cedo e até dando umas escapadas na hora do almoço. Mesmo após algumas conversas para se acertar com ela, o problema não foi resolvido – e ele teve de demiti-la.

Solução: falta de compromisso com horários muitas vezes é o primeiro indício de que um funcionário está com problemas em casa ou insatisfeito com o trabalho. Por isso é fundamental chamá-lo para uma conversa e ouvir qual é seu problema – pode ser uma fase de transição, como um divórcio ou doença de um familiar.

Mas, se a questão for o desgosto com o emprego, discuta com ele em que pontos sua função pode ser melhorada ou, em casos extremos, se esse é o trabalho ideal para ele. Lembre-se de que a disciplina com horários só pode ser exigida da equipe se a empresa tiver uma política clara sobre a jornada de trabalho.

3 – O rebelde

Randy Cohen, dono da TicketCity, conta que tinha um vendedor brilhante, mas que achava que seu talento o dispensava de seguir as regras da empresa. Por isso, todo dia o empresário tinha de chamar a atenção do jovem e corrigir seu comportamento. Antes disso, ele já havia encontrado problemas com funcionários que dirigiam veículos da empresa em alta velocidade e que haviam sido flagrados bebendo durante o expediente.

Solução: Cohen adotou a política de demitir sem mais delongas os membros da equipe que não querem seguir as regras da empresa. Negligenciar o mau comportamento pode trazer sérios problemas para a companhia, que terá de responder por um acidente de carro causado por negligência de um funcionário enquanto ele está em serviço, por exemplo. Por isso é preciso impor disciplina e investigar a ocorrência de comportamentos de risco assim que eles acontecerem.

4 – O língua de trapo

Funcionários que adoram falar mal da empresa e de seus chefes para os colegas de trabalho – e até para clientes – acabam minando o clima na empresa. Randy Cohen descobriu um funcionário que fazia isso. Ele foi demitido, e Cohen diz que não voltará a ser tão tolerante com quem quer azedar as relações no trabalho. “Uma pessoa assim destrói a moral da empresa”, afirma.

Solução: ter uma franca discussão com o funcionário que envenena o clima. Mas nada de focar em características pessoais – acusando a pessoa de ser irresponsável e negativa, por exemplo. É preciso dizer qual é o problema, por que a atitude do funcionário precisa mudar e oferecer opções para ele resolver o que o incomoda.

Fonte: Sebrae

segunda-feira, 29 de julho de 2013

Sete erros não-verbais para evitar em entrevistas de emprego

Aperto de mão frouxo ou forte demais, pigarrear excessivamente e gesticular demais: saiba como não prejudicar sua imagem diante do recrutador



Gesticular demais durante a entrevista pode prejudicar a imagem do profissional diante do recrutador Reprodução da internet

RIO - O corpo fala e quase todo mundo sabe disso. Mas, na hora de uma entrevista de emprego, o nervosismo e ansiedade podem fazer com que o candidato deixe essa informação passar batido. A coach Lisa Quast, do site americano especializado em recrutamento NWJobs, reuniu sete dicas para que postulantes a uma vaga de emprego evitem erros não-verbais que podem comprometer o sucesso na entrevista.

Lisa diz que, embora nunca decida contratar alguém baseada unicamente na comunicação não-verbal, ela usa essas informações para avaliar o que ela chama de “cenário maior”, por isso recomenda que os candidatos evitem os sete erros.

Veja quais são:

1. Aperto de mão estranho. Um aperto de mão frouxo pode indicar insegurança, enquanto um aperto de mão muito forte pode indicar arrogância. Um aperto de mão muito longo pode passar a impressão ao recrutador de que o candidato está se esforçando demais para impressionar — e que você pode acabar “alongando” também suas realizações, conhecimentos e experiências.

2. Contato visual (em excesso ou quase nenhum). Pouco contato visual pode sugerir que o candidato não está realmente interessado na vaga. Por outro lado, contato visual em excesso pode intimidar o entrevistador e acabar levando a conversa para outros rumos.

3. Gestos sem controle. Isso inclui balançar a perna, bater o pé, apertar o botão da caneta insistentemente, ou gesticular demais com braços enquanto fala — tudo isso tira a atenção do recrutador no candidato. O NWJobs cita o exemplo de uma candidata que gesticulava demais com os braços enquanto falava, acabou derrubando duas xícaras de café, e a entrevistou foi ladeira abaixo...

4. Pigarro constante. Embora alguns considerem o pigarro como comunicação verbal, é um hábito nervoso que faz com que seja quase impossível que o entrevistador preste atenção ao que o candidato está dizendo. Segundo Lisa Quast, uma das experiências mais estressantes pelas quais ela já passou foi quando entrevistou um profissional que limpava a garganta a todo instante enquanto falava.

5. Falta de expressão facial. Se o candidato não sorrir ou demonstrar qualquer tipo de emoção em seu rosto, pode passar a impressão de que não é muito motivado ou interessado.

6. Postura ruim. Inclinar-se para trás ou cruzar braços e pernas podem demonstrar que o candidato não está interessado na discussão, ou ainda parecer arrogante ou confiante demais.

7. Traje inapropriado. A roupa também revela muito sobre um candidato e pode causar impacto negativo se for incompatível com o cargo pretendido. Lisa conta que uma vez entrevistou uma candidato a uma vaga de gerente de marketing em uma empresa tradicional do ramo de saúde que apareceu vestido como John Travolta no filme “Embalos de sábado à noite”: camisa desabotoada, peito aparecendo e vários colares que não condiziam com a vaga, com a empresa, nem com a indústria em que ele pretendia atuar.

Fonte: O Globo

7 dicas para entender o seu chefe


Escrito por Lygia Haydée, de Exame.com


Se parece que você e o seu superior falam línguas diferentes, aprenda a decifrar o que foi pedido. 

Em uma reunião, você costuma ficar com um ponto de interrogação na testa quando o seu chefe pede para que você realize diversas tarefas diferentes? De vez em quando, chefes e funcionários parecem realmente falar línguas diferentes. “Muitas vezes a relação entre chefe e subordinado é complicada porque é amplificada pela falta de confiança. Assim, o medo passa a fazer parte da relação e isso faz com que o funcionário fique surdo”, diz Gilberto Guimarães, diretor da GG Consulting.

A "surdez", no entanto, tem solução. Você deve ter em mente, apenas, que a relação com o seu chefe deve ser profissional, séria, produtiva, objetiva e focada em resultados. “Para que esses desentendimentos não aconteçam, é preciso que o líder exerça a sua influência para motivar e impulsionar sua equipe, mostrando o caminho a ser seguido e apontando os objetivos a serem alcançados”, ressalta Dill Casella, especialista em desenvolvimento gerencial e empreendedorismo.

Mas, e quando essa relação fracassa e você tem dificuldades para se comunicar com o seu chefe? Saiba o que é essencial para captar o que ele realmente quer, mesmo quando isso não fica claro.

1. Saiba ler os sinais

Isso é quase uma arte. “Entender o que o chefe deseja através de seus sinais corporais, emotivos e sensoriais pode ser uma excelente estratégia de conhecimento e desenvolvimento dessa relação”, avalia Casella.

Lembre-se de que boa parte de uma conversa é captada através do que não é dito, fazendo com que você também tenha que aprender a entender a linguagem não verbal. “Para isso, uma competência essencial é a empatia entre as partes. Aprender a entender o que o outro quer prestando atenção nas informações gerais é uma ótima saída”, revela Guimarães.

2. Use a intuição

Para que você entenda o outro é preciso entender quais são os objetivos dele. “Pense o que o seu chefe quis dizer com o pedido e onde ele pretende chegar. É preciso entender a intenção do outro e para isso basta usar a intuição, que vai além do que a pessoa solicitou”, conta Guimarães.

3. “Quer dizer que...”

Tentar repetir o pedido com outras palavras também evita que problemas na comunicação. “Uma estratégia interessante é apelar para a velha e boa expressão 'quer dizer que', emendando a sua percepção e deixando lacunas para que o próprio chefe complemente”, ensina Casella.

Você pode, também, lançar mão do "isso significa também que", buscando criar identidade e significado na fala do seu superior. “Mas, dependendo do chefe, isso pode gerar uma auto-defesa, e aí é preciso um recuo estratégico. Porém, se o chefe avançar e colaborar, trata-se de um poderoso instrumento da melhoria da sintonia”, complementa o profissional.

4. Recorra a colegas mais antigos

Conversar e pedir conselhos aos colegas mais antigos também pode ser uma boa pedida. “Eles poderão ajudar na leitura das solicitações do chefe, além de passarem a você o histórico de comportamento”, expõe Casella. Mas, nesse caso, também esteja pronto para colocar um filtro no que você vai ouvir para não se deixar contaminar com antigas mágoas da relação do colega com o chefe.

5. Acompanhe e conduza

A estratégia nesse caso é acompanhar o que é dito para depois conduzir o raciocínio. “Devemos acompanhar o interlocutor, em certo aspecto, até concordar, acompanhar novamente para, somente depois, conduzir nossas ideias. É como uma dança. Acompanhe os passos, acompanhe de novo e, depois, quando estiver mais confortável, inicie a condução”, explica Casella.

6. Questionamentos na medida certa

Caso nenhuma dessas medidas tenha dado resultado, seja mais direto e pergunte o que foi que o seu chefe quis dizer. “Mas tome cuidado: questionar tudo quando o chefe não deixa claro e tentar saber o detalhe do detalhe pode ser perigoso e estressar a relação. O funcionário pode, e deve, perguntar. No entanto, com moderação, entendendo o limite de quando poderá estar sendo inoportuno com a liderança”, aconselha Casella.

7. Confie no seu chefe

Assim como em outros relacionamentos, a confiança faz a diferença com o chefe e também é muito importante para que o entendimento entre vocês seja mais fácil. “Se você confia no outro, deve pensar que ele tem boas intenções. Então, ao questionar o seu chefe, diga que, apesar de saber que ele pretende fazer algo positivo com tal pedido, você não entendeu qual seria o propósito da realização”, sugere Guimarães.

Fonte: Rh debates

8 dicas para afastar o estresse


Beber chá, respirar, ouvir música, dormir bem... são atitudes que fazem parte da lista

Regina Célia Pereira 


Se correr o bicho pega e se ficar... Bem, você sabe. Nosso organismo vive o tempo todo domando “feras” no cotidiano. Seja o engarrafamento, o relatório interminável que o chefe insiste em cobrar ou aquela apresentação na pós, cada vez que nos deparamos com uma situação de estresse, o corpo recebe uma enxurrada de substâncias para se proteger. O coração dispara para que o sangue chegue rápido a todos os órgãos, a respiração acelera, o cérebro fica mais alerta. Viver dessa forma é prejuízo na certa, assim como é certo que é impossível passar os dias sem nenhum tipo de estresse, não é mesmo? Mas dá para atenuar as tensões e aqui nós listamos oito truques, confira. 


- Respire. Pare um pouco e tente prestar atenção na inspiração e na expiração. Além de se tranquilizar por um instante, você manda mais oxigênio para o corpo todo funcionar melhor. 

 

- Alongue-se. Músculos tensos provocam desconforto. Por isso, uma esticadela nos braços, nas mãos e nos dedos é bem-vinda. O alongamento promove alívio e espanta até aquela dorzinha nos ombros e na cabeça. 


- Beba chás. Recorrer a uma xícara da bebida é a receita das avós para acalmar. Se for de melissa, muito melhor. Conhecida popularmente como erva-cidreira, ela é uma rica mistura de flavonoides de comprovada ação sedativa. 


- Coma oleaginosas. Amêndoas, castanhas, pistaches. Essa turma oferece nutrientes indispensáveis em períodos tensos. Há vitaminas do complexo B que interferem com substâncias do cérebro e trazem bem-estar. Elas também fornecem o magnésio, mineral que dá um basta no nervosismo. 


- Organize-se. Capriche na agenda, planeje as tarefas com antecedência para evitar tropeços. E dê uma bela arrumada na sua mesa de trabalho. Assim você não desvia o foco por causa da bagunça e a mente fica mais arejada. 



- Mexa-se. A atividade física libera substâncias, como a endorfina, que traz tranquilidade. Sem falar que os exercícios blindam o coração e outros órgãos, que acabam vulneráveis em situações de nervosismo. 


- Ouça música. Não importa se é Mozart, Caetano ou U2, escolha o que agrada. A música invade o cérebro e modifica a atividade das ondas alfa, que estão justamente ligadas à calma. Dessa forma o coração bate num ritmo bem mais sereno. 

 

- Durma direito. Uma boa noite de sono recarrega as baterias e bota o cérebro e o corpo em ordem para os afazeres do dia-a-dia. 

sexta-feira, 26 de julho de 2013

Como atender ao telefone educadamente

Criado por Traduções wikiHow, Sabrina L. Furtado, Rafael Bemerguy


Existem muitas situações onde você será chamado para atender o telefone. Saber a forma correta de atender e como desenvolver bons hábitos de comunicação são habilidades importantes para se aprender. 

Vamos mostrar a você como responder a uma variedade de situações.

Passos

Método Um: No Trabalho
1 Mantenha o profissionalismo. Quando você estiver atendendo ao telefone no trabalho, você nem sempre sabe quem está do outro lado da linha. Pode ser seu chefe, um cliente, um dos seus colegas, ou até mesmo uma ligação errada. Atender ao telefone de forma profissional irá iniciar qualquer conversa que você esteja prestes a ter de forma positiva.



Mesmo que você tenha um identificador de chamadas, pode ser seu chefe ligando do celular de um colega de trabalho! Atender o telefone com "E aí?" dará a impressão de você que você não quer que as pessoas tenham.

2 Concentre-se na conversa. Pare qualquer coisa que esteja fazendo e tire um momento breve para se preparar. Faça a expressão que você quer projetar antes de pegar o telefone. Faz toda a diferença: se você estiver sorrindo, de cara feia, ou entediado, a pessoa do outro lado ouvirá isso em sua voz.




3 Sempre se identifique. Em situações de trabalho, é apropriado atender ao telefone dizendo seu nome e o nome da empresa: "Bom dia, obrigado por ligar para a XYZ. Aqui é João. Como posso ajudar?"



Se for uma chamada interna e você souber que é, você pode respondê-la com seu departamento e seu nome: "Alô, aqui é da Informática, quem está falando é Pedro. Como posso ajudar?" Isso permitirá que a outra pessoa saiba se falando com a pessoa certa e saberá que você está pronto para ajudar. Manter um tom amigável e pessoal deixará a ligação muito mais agradável para todos.

Em muitas situações de trabalho, existem regras para responder o telefone que todos os empregados devem seguir. Sempre projete sinceridade, não importa o quão bobo esses textos prontos pareçam - o cliente saberá a diferença se você está entusiasmado ou se você está apenas lendo um texto: "Obrigado por ligar para a nossa empresa. A sua ligação é muito importante para nós" vai soar totalmente ridículo se você não falar com convicção!

4 Responda com o nível apropriado de decoro. Tente não falar muito informalmente até saber quem está ligando.



Se o interlocutor não se apresentar, diga "Quem fala?" Esta é uma prática aceita que não apenas permite que o interlocutor saiba que está sendo tratado pessoalmente, também permite que você faça anotações para o caso de precisar entrar em contato com essa pessoa de novo, ou transferi-la para outro ramal.

Não entre em conversas de fofoca ou pessoais. A menos que você esteja conversando com um colega ou amigo, não há espaço para esse tipo de conversa no trabalho.

5 Ouça atentamente. Descubra a razão da pessoa estar ligando e responda de acordo.


Se a pessoa que estão tentando falar não está em casa ou não está disponível, diga ao interlocutor, "Perdão, Sra. Adelino, o Sr. Nogueira não está disponível agora. Quer deixar um recado?"

Certifique-se de anotar o nome da pessoa, número de telefone e propósito da ligação. Desta maneira, se for uma chamada importante, o problema pode ser enfrentado tão rapida e eficientemente quanto possível.


6 Esteja ciente de telefonemasBe wary of information-gathering calls. If the caller requests details about you or others, consider carefully before responding. Even if the caller gives a name and identifies his or her company, you should be wary unless they are a trusted contact.



Em uma situação de trabalho, diga "Desculpe senhor(a). A política da empresa não permite que eu forneça esse tipo de informação. Posso saber em detalhes por que é necessário saber disso?" e faça sua avaliação à partir daí.

Método Dois: Em Casa
1 Seja você mesmo. Sua casa é seu castelo, como dizem, e embora a etiqueta ao telefone ainda seja a melhor prática, a formalidade do trabalho não é geralmente necessária.



 2Diga oi! É um cumprimento universal conhecido ao redor do mundo: "Oi?" Diga com um sorriso e as pessoas irão responder de acordo.



Se, com base em seu identificador de chamadas e experiência, você sabe quem está ligando, sinta-se livre para dizer "Oi, Tom! Como vai você?"

Se você tem um identificador de chamadas e não reconhece o número, ou o número está listado como "desconhecido", ou "bloqueado", atender ao telefone fica a seu critério.

Se você escolher atender, esteja ciente de que a pessoa do outro lado da linha está provavelmente pensando em negócios e responda de acordo. Seja cuidadoso sobre dar seu nome para estranhos. Um simples "Alô?" é o suficiente.

Se a pessoa perguntar por você ou por outro membro da casa, pergunte a ela o seu nome e empresa antes de dizer qualquer outra coisa - a última coisa que você quer é dar aos atendentes de telemarketing informação demais! Se a pessoa estiver desconfiada ou não quiser dizer quem é, lembre-se: você não tem obrigação de falar com ela.

Método Três: Correio de Voz

1 Grave sua saudação. Nem todas as chamadas são atendidas e quando elas não forem, a secretária eletrônica e o correio de voz estarão lá para receber as ligações que perdemos. Já que você não sabe quem pode ligar pra você, usar a etiqueta apropriada ao telefone é importante.



2 Mantenha o profissionalismo no trabalho. A gravação da sua secretária eletrônica no trabalho deve ser lidada como se você estivesse atendendo uma chamada "ao vivo": "Olá, você ligou par ao escritório do Sr. Nogueira. Por favor, deixe uma mensagem, incluindo seu nome, número de telefone e hora que ligou. Se for uma emergência, entre em contato com minha assistente no número 2345-6789."



3 Em casa, seja simples, amigável e direto. Você pode dizer "Olá, aqui é Felipe. Eu não posso atender agora, mas deixe seu nome e número de telefone e eu ligo pra você assim que puder."



Se você quiser ser mais anônimo, você pode dizer "Oi, você ligou para o número 2345-6789. Não há ninguém no momento para atender sua chamada, mas deixe seu nome e número e nós ligaremos para você."

As opções para família são flexíveis. Você pode responder por sua família toda: "Olá, aqui é a família Siqueira. Desculpa não podermos atender você agora, mas deixe uma mensagem e ligaremos para você assim que pudermos!"

Você pode fazer a família inteira falar (em coro ou individualmente), mas a essência é a mesma: desculpe perdermos a sua ligação, não podemos atender no momento, por favor, deixe uma mensagem.

Seja lá o que fizer, evite dizer "Não estamos em casa agora", especialmente se você não estiver em casa! Isso permite que potenciais encrenqueiros saibam que não serão perturbados quando estiverem "pegando emprestado" sua TV, seu som e suas jóias.

Fonte: Wikhow

Otimismo demais atrapalha qualquer gestor; saiba como evitar

Assumir riscos requer muita autoconfiança, mas é preciso lembrar que o mundo dos negócios não é um arco-íris com potes de ouro



Otimismo: característica é necessária aos homens de negócios, mas pode ser perigosa quando se esquece de calcular os riscos

São Paulo - Eike Batista, que sonhava em se tornar o maior bilionário do mundo e batizou suas empresas com a letra “x” para representar a multiplicação da riqueza, vê acionistas o abandonarem e seu patrimônio despencar em função de promessas não cumpridas.

Seus críticos afirmam que, entre seus erros, está o excesso de otimismo, que o levou a assumir riscos elevados e a contagiar os demais. No dia-a-dia de um gestor, há um momento em que o otimismo passa da conta e começa a atrapalhar? Especialistas dizem que sim.

É consenso que o otimismo é uma característica necessária aos homens de negócios, principalmente em mercados que exigem inovação. Porém, é preciso cautela.

“O otimismo é um valor importante para o negócio; são os ousados que têm poder de recompensa grande. Mas, às vezes, o executivo toma decisões fora da sua alçada, não faz uma análise adequada de mercado e da própria empresa. Ele confia tanto tanto em si, que não calcula os riscos”, avalia a coordenadora de Carreiras do Instituto IBMEC, Fernanda Schroder.

Alguns sinais de que o otimismo do gestor está exagerado podem ser observados de acordo com os resultados da empresa. Em caso de companhias de capital aberto, uma grande venda de ações por parte dos investidores ou uma queda no valor dos papéis pode ser um indicativo de que algo não está dando certo.

Alterações no fluxo de caixa (quando a empresa gasta mais do que arrecada, por exemplo) e queda na crença dos fornecedores também devem ser observadas. Outro sinal que deve ser visto com atenção é quando a empresa encontra dificuldades de concretizar seu plano de negócios.

“Quando a realidade mostra que aquilo em que eu acredito não está se concretizando, pode ser um sinal de que estou sendo muito otimista. Se acontece algo no mercado que faça o gestor mudar a sua rota planejada e mesmo assim ele consegue andar para frente, está ok. Se ele não consegue, é preciso saber enxergar um ‘plano B’”, diz o professor do Insper, Aloisio Buoro.

Para não cometer o erro de ser muito otimista, o executivo pode tomar alguns cuidados.

1 - Analisar o mercado em que se pretende investir

É importante que o gestor faça uma análise financeira e de mercado, elabore um bom plano de negócios e faça um “check-list” para ver a viabilidade do negócio. “É preciso conhecer o ramo em que se pretende atuar. Isso é fundamental”, diz o professor da Escola de Administração de Empresas de São Paulo da FGV Djair Picchiai.

2 - Utilizar indicadores para verificar os resultados da empresa

Piccihai também recomenda que os gestores não confiem somente no seu “feeling”, que é importante, mas que utilizem indicadores de fatores balanceados, como por exemplo o BSC (Balanced Scorecard), metodologia que mede o que a empresa aprende, a satisfação do cliente e os desempenho dos processos.

3 - Organizar uma planilha de finanças

Segundo o professor de estratégia da Fundação Dom Cabral Paulo Vicente Alves, calculando a taxa interna de retorno e o valor presente líquido, é possível identificar se há confiança demais em um negócio. “Se a taxa interna de retorno estiver acima de 40 a 50%, geralmente é sinal de muito otimismo”, ressalta.

4 - Realizar testes de sensibilidade

Alves também recomenda experimentar algumas mudanças para verificar a sensibilidade no resultado. “Aumenta-se 10% do custo, ou 10% da receita e vê-se se os resultados são sensíveis a isso. Se o resultado mudar, indica que o negócio tem um certo risco”.

5 - Variar os segmentos para diluir o risco

É a velha premissa de “não colocar todos os ovos na mesma cesta”. O gestor pode tentar variar os negócios da companhia, para não ficar preso aos riscos de uma determinada atividade. “É o caso da Pepsico. A Pepsi sabe que depende muito da bebida carbonada. E esse mercado pode ter variações muito grandes se as pessoas disserem que faz mal à saúde. Então ela também tem a Pizza Hut e Elma Chips”, exemplifica Alves.

6 - Considerar que é difícil prever a demanda

O professor da Fundação Dom Cabral também alerta para o cuidado de não se fazer previsões muito otimistas quanto à procura dos consumidores. “A Kodak, na década de 1990, não previu o risco (de ter a demanda fortemente diminuída pelo uso das câmeras digitais e não mais de filmes) e caiu”, diz.

7 - Evitar agir impulsivamente e consultar um olhar externo

Fazer um planejamento, mensurar os resultados e não agir somente de forma emocional também são pontos importantes para não cair no otimismo exagerado, segundo a coordenadora de Carreiras do IBMEC, Fernanda Schroder. Mas como o gestor pode avaliar se está sendo impulsivo?

O professor do Insper Aloisio Buoro diz que um ponto que pode ajudar nessas horas é recorrer às consultorias. “O que acontece é que ele (o executivo) tem uma crença tão grande no seu negócio, que às vezes tem dificuldade de enxergar que seus planos estão dando errado. Quem está fora do negócio percebe melhor”. Às vezes, o recado de quem está de fora é bem claro. Basta ver o que os investidores estão dizendo a Eike agora.

Fonte: Exame

quinta-feira, 25 de julho de 2013

Como se motivar

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Motivação significa mover-se em busca de um objetivo. Refere-se ao comportamento individual dos seres que buscam um propósito, que definem uma meta ou desejam conquistar um sonho, seja no âmbito pessoal ou profissional.

Para alcançar aquilo que almeja é necessário empenho e dedicação. Porém, estar motivado, influencia de maneira positiva nesse processo, principalmente quando se trata de uma conquista em longo prazo, que exige persistência.
Mas, você sabe o que fazer para se motivar?

Algumas atitudes, quando bem exercidas, podem se tornar o impulso que faltava para garantir o sucesso na conquista. Vejamos algumas delas:

1. Estabeleça um objetivo. Tenha foco, direção. Seja firme e forte;

2. Faça das suas necessidades uma força propulsora para atingir o que deseja. Não importa se são necessidades básicas ou de autorrealização. O importante é utilizá-las a seu favor;

3. Dê o melhor de si em tudo. Para isso exercite sua mente, seu corpo, cuide de você, do seu bem-estar;

4. Tenha interesse em aprender coisas novas, em adquirir outros conhecimentos, em conhecer diferentes culturas. Saiba que conhecimento proporciona crescimento;

5. Tome iniciativas, aceite os desafios. Confie em si mesmo. Vá à luta. Seus resultados é você quem constrói;

6. Firme compromisso – Seja responsável pelos seus próprios atos. E se algo der errado, não desista. Nem sempre a vitória chega quando se espera. É preciso sempre extrair algum aprendizado de uma derrota, encarar as barreiras e vencê-las com dignidade.

Para manter-se motivado, descubra ainda aquilo que te faz sentir-se bem. Seja uma nova profissão, a convivência com a família, os ambientes que frequenta, a companhia dos amigos. O autoconhecimento proporciona grandes descobertas e aprendizados e, consequentemente, mais motivação.

E perceba, acima tudo, o quão intenso é o poder que tens nas mãos. Sinta os seus desejos, decifre os seus sonhos, e não tenha medo de vencer. O seu sucesso só depende de você.


Fonte: IBC

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