Biblioteca da Faculdade CDL

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quinta-feira, 16 de março de 2017

Quais informações da rede você deve coletar?

Para saber, há três etapas simples que os profissionais de TI devem observar
Por Joe Kim

A consolidação da rede representa uma parte cada vez mais importante de uma estratégia de TI eficaz. No entanto, ela também pode ser um grande desafio para os profissionais de TI. “Complexo e trabalhoso” é uma descrição muito superficial desse processo. Afinal de contas, a consolidação da rede implica em mais usuários, mais dispositivos e mais pontos de extremidade. Outras habilidades, como gerenciamento de dispositivos, deixaram de ser apenas desejáveis e se tornaram cruciais para entender e gerenciar a rede.

A execução do gerenciamento eficaz da rede e dos dispositivos é um esforço bilateral. Primeiro, envolve configurar o monitoramento em tempo real para entender os alertas e as condições normais que podem notificar os administradores em caso de desvio. Em segundo lugar, envolve o conhecimento do que pode mudar nos dispositivos de rede e nos comportamentos associados que podem sinalizar possíveis problemas.

Com isso em mente, é hora de estar a par do que se passa na rede. Uma coisa é saber o que os profissionais de TI deveriam estar fazendo em termos de gerenciamento de dispositivos, mas entender realmente como chegar lá é algo bem diferente. Perguntemos primeiro: quais informações você deve obter das redes? E como monitorar mudanças comportamentais e diferenciais que sinalizam uma atividade anormal antes que se ela torne um problema?

Vamos analisar a partir de uma abordagem de três níveis. Há três etapas simples que os profissionais de TI podem executar agora para estarem a par do que acontece:

Como ir além do mapeamento
Para começar, você precisa ir além do simples mapear e inventariar seus dispositivos. Atualmente, é essencial compreender não só quais dispositivos estão conectados, mas também como eles estão conectados. Invista em uma ferramenta de gerenciamento avançada, mas não entre de cabeça no processo. Pesquise as soluções disponíveis para encontrar a ferramenta que atende a todas as suas necessidades complexas, como o monitoramento da rede nos ambientes local, híbrido e de nuvem. E encontre uma ferramenta que monitore o caminho de rede para que você possa implementar uma análise detalhada.

Estabelecer uma linha de base
Quando você já tiver as ferramentas de monitoramento necessárias, prossiga para a segunda etapa: estabelecer uma linha de base. Depois de ir além dos diagramas e entender como os dispositivos de rede estão conectados, é necessário obter uma linha de base e uma compreensão verdadeira do que pode ser considerado “normal”. Analise os dados históricos para calcular os limites de desempenho da rede e obter um entendimento altamente preciso do status quo das operações. Se você contar com uma definição clara do que é o “normal”, poderá entender e identificar rapidamente qualquer atividade anormal e, dessa forma, solucionar as anomalias antes que elas se transformem em problemas.

Tornar-se proativo
Por fim, a terceira etapa: estabeleça uma prática de monitoramento proativa. Não se contente com o simples recebimento de tíquetes, e-mails e alertas sobre comportamentos e operações; em vez disso, analise e correlacione essas informações com outros sistemas a fim de criar alertas proativos. Essa postura permitirá que você detecte qualquer problema antes dos clientes e usuários finais.

Afinal de contas, estar a par do que se passa é essencial para o desempenho e a proteção da rede.



O que você sabe hoje pode não ser verdade amanhã
Embora seja crucial estabelecer uma linha de base e entender o estado atual de sua rede, essas informações estão em constante mudança. O trabalho realizado para estabelecer uma linha de base e configurar alertas não é algo que se faz apenas uma vez. É preciso estar sempre conhecendo e monitorando o comportamento da rede. Somente então você poderá continuar a estabelecer a linha de base de acordo com as tendências históricas e mais recentes.

Lembre-se: é fundamental ficar por dentro de tudo. Obtenha a ferramenta ideal de monitoramento de rede para estar sempre no controle. Em seguida, estabeleça uma linha de base e continue a monitorar e controlar as mudanças à medida que a rede evolui. Essas três etapas representam a maneira mais eficaz de compreender e monitorar a rede.

Sobre o autor: vice-presidente sênior e diretor de tecnologia da SolarWinds.
Fonte: CIO.com.br

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017

9 canais do YouTube para turbinar sua carreira

Por Redação NewTrade


Dicas de carreira, liderança, oportunidades de estudos no exterior, videoaulas, bate-papos com presidentes de empresas.

Há canais do YouTube que prometem agradar a todos os gostos e perfis. Basta que haja um único ponto em comum: a vontade de aprender e conhecer coisas novas. Confira uma seleção para ficar de olho e clique nos nomes dos canais se quiser conhecê-los melhor:


Com, 9,5 mil inscritos, o canal do Na Prática mira universitários e recém-formados, mas o que se encontra ali são conteúdos úteis para qualquer fase da carreira já que trata de temas como autoconhecimento, mercado de trabalho, liderança, conexão, produtividade, propósito.

“Tratamos de temas importantes para embasar reflexões sobre carreira, ajudando o usuário a tomar decisões mais conscientes sobre sua vida profissional”, diz Rafael Carvalho, editor do portal Na Prática, que pertence à Fundação Estudar.

Seu grande diferencial, segundo Carvalho, é o acesso aos principais executivos do Brasil que explicam em entrevistas exclusivas suas principais decisões profissionais.


O canal, que também pertence à Fundação Estudar, é para todos os interessados em estudar no exterior, de estudantes do ensino médio que planejam a graduação a profissionais em busca de opções de pós-graduação (MBA, Mestrado ou PhD).

“Já pensou em ver como é um jogo de futebol em Harvard? Ou um passeio de bicicleta em Stanford? Como é fazer um PhD na Nova Zelândia? Estes são temas de alguns dos vídeos do canal”, diz Nathalia Bustamante, editora do portal Estudar Fora.

Além disso, há vídeos com dicas de preparação para exames de proficiência, apresentação em inglês, escolha de destino para intercâmbio e, muitas oportunidades, de bolsas de estudo.

“O estudante tem acesso a uma preparação completa para o seu período de estudos fora”, diz Nathalia, lembrando que também um há minicurso para quem vai prestar o TOEFL.


O canal do professor da FGV Management, Luciano Salamacha, é recente mas já tem uma série de vídeos com dicas de carreira. Ele, que é especialista em neurociência e gestão de pessoas, responde a dúvidas que assombram muitos profissionais.

Há vídeos que tratam de temas sugeridos por leitores como, por exemplo: “não sou feliz no meu emprego, quero mudar. Por onde começar” ou “ Não querem me contratar porque eu tinha salário alto”.

“Dica do Salamacha é um projeto que me deixa muito feliz por colaborar com as pessoas que estão em busca de emprego num momento tão preocupante como o que passa o Brasil, com mais de 12 milhões de desempregados”, diz o especialista, em nota sobre o lançamento do canal que tem mais de 600 inscritos.


A dica para seguir o canal da universidade de Stanford é do editor do Na Prática, Rafael Carvalho. “É uma ótima opção, pois oferece conteúdo direto de uma das universidades mais empreendedoras do mundo”, diz.

O canal traz vídeos com executivos e empreendedores de sucesso que falam sobre inovação, tecnologia, dão dicas de carreira, entre outras coisas.


Vídeos curtos (em inglês) com insights preciosos não só de carreira, mas para vida, em geral. O canal da School of Life é um sucesso de audiência no Youtube, com 1,9 milhão de inscritos.

Alguns dos destaques na área de trabalho são vídeos sobre resiliência, como encontrar um trabalho que faça sentido, meritocracia, sucesso.


Com 368 mil inscritos, o canal da universidade de Harvard é uma das indicações da editora do portal Estudar Fora.

Os vídeos trazem novidades e informações sobre a vida e aprendizado no campus de uma das mais tradicionais instituições de ensino do mundo. Mas é preciso tempo para vasculhar todo o repertório já que é bem variado.


Esse é um canal dedicado aos cursos desenvolvidos por outra das mais tradicionais do ensino superior: a universidade de Yale. São mais 438 mil inscritos e essa é mais uma indicação de Nathalia Bustamante, editora do portal Estudar Fora.

Direito, filosofia, história, química, finanças, engenharia, tem cursos em diversas áreas, é so escolher e apertar play.


“Para quem ainda está na universidade ou ainda tem curiosidade sobre temas educativos, o canal Me Salva! traz videoaulas sobre matemática, programação, cálculo e até negócios”, diz Nathalia Bustamante, editora do portal Estudar Fora. Com mais de 1 milhão de inscritos, a plataforma educacional está no ar desde 2010.


Nathalia também indica o Crash Course, canal que tem cursos e é seguido por mais de 5 milhões de pessoas. “Os cursos são rápidos, ao mesmo tempo, aprofundados sobre temas que vão de história e  economia a astronomia e games”, diz .

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