Biblioteca da Faculdade CDL

Biblioteca da Faculdade CDL

O Blog da Biblioteca da Faculdade CDL é um espaço destinado à comunicação da Biblioteca com os alunos e professores, onde é possível fazer postagens e comentários relativos a assuntos que envolvam, de alguma forma, a Biblioteca e o ambiente acadêmico em geral. O objetivo do blog é informar, registrar momentos e incentivar o gosto pela leitura e pela escrita.

Mostrando postagens com marcador Curso de Redes de Computadores. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Curso de Redes de Computadores. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 20 de outubro de 2016

e-Commerce deve dobrar sua participação no varejo restrito até 2021

Média de crescimento será de 12,4% ao ano, segundo pesquisa encomendada pelo Google

Da Redação

Publicada em 17 de outubro de 2016 às 17h10



Online e offline parece uma discussão do passado, mas a verdade é que a integração desses canais segue como um grande desafio para os varejistas. Estudo da Forrester, encomendado pelo Google, demonstrou o quanto o digital já é fundamental na experiência de compra do brasileiro. De acordo com os resultados, 19% das vendas totais do varejo restrito (desconsiderando alimentos e bebidas) offline já sofrem influência do meio digital, totalizando 165 bilhões de reais até o final de 2016 e até 2021 essa influência deve crescer ainda mais, chegando a 32% das vendas. Quando combinamos esse número com as vendas totais do e-commerce esse percentual de influência é ainda maior, sendo 25% em 2016 e 42% até 2021.


Como consequência da ampliação do consumo e novos e-shoppers o e-commerce deve dobrar sua participação no faturamento do varejo restrito nos próximos 5 anos (5,4% para 9,5% sem alimentos e bebidas), crescendo em média 12,4% ao ano até 2021, um total de 85 bilhões de reais.

O amadurecimento dos e-shoppers fará com que ampliem seu consumo em uma variedade maior de categorias, incluindo alimentos. Itens como roupas, calçados, beleza e alimentos devem crescer acima da média do e-commerce ampliando sua participação no bolo total já em 2018. Um outro fator para o crescimento da receita do e-commerce virá de novos e-shoppers. Nos próximos 5 anos mais 27 milhões de pessoas irão fazer sua primeira compra online, totalizando 67,4 milhões de e-shoppers, o que irá representar 44% dos internautas em 2021.



Conforme esperado, o futuro do varejo dependerá cada vez mais da integração maior entre os canais online e offline, com grande destaque para a experiência nos dispositivos móveis afinal, a cada dia que passa, sua importância aumenta na jornada de compra do consumidor. Ainda segundo o estudo até o final de 2016, 19% das vendas do e-commerce deverão ocorrer em smartphones e tablets, sendo que em 2021 esse número irá saltar para 41%.



Em outros estudos o Google vem monitorando o comportamento de consumidores multicanal e concluiu que eles têm um gasto até 40% maior do que os consumidores que só compram em um canal.

Quando olhamos a influência do digital nas principais categorias do varejo vemos que atualmente eletrônicos, eletrodomésticos e livros são as mais influenciadas, com 6 em cada 10 vendas desses produtos sendo precedidas pela interação com a web, e até 2021 essa influência terá sido ampliada atingindo 8 em cada 10 vendas.

Entrando mais no detalhe das categorias temos smartphones como a categoria com a maior influência da web (69% das vendas totais), moda e calçados com uma influência média (30%) e alimentos e bebidas com menor influência (2%). Esta última, apesar da baixa influência tem um alto peso no faturamento total do varejo, fazendo com que o impacto total da web nas vendas de alimentos e bebidas seja de aproximadamente 16 bilhões de reais já em 2016.



quarta-feira, 19 de outubro de 2016

Pontos Quânticos: entenda como funciona essa tecnologia


CIÊNCIA E TECNOLOGIA

Nova tendência no mercado de TVs, os pontos quânticos deram uma sobrevida aos painéis de LED

By Erico Abdala

Published on 17 de outubro de 2016


Dentre as diversas inovações que surgiram no segmento das smart TVs, uma das mais interessantes são os displays de pontos quânticos, que se destacam por melhorarem a precisão e a saturação de cores, além de trazerem elevados níveis de luz e contraste.

Mas afinal, o que é essa tecnologia que está por trás de alguns dos mais recentes lançamentos premium do mercado? Nessa matéria, tentaremos explicar de maneira simplificada o que são os pontos quânticos.

Conceito


Ponto quântico, comumente abreviado por QD, do inglês quantum dot, é uma nanoestrutura pontual, que, devido a seu tamanho diminuto e estrutura, apresenta uma forte quantização dos níveis de energia.

Em linhas gerais, os pontos quânticos são cristais minúsculos usados para absorver determinadas frequências de luz (o que corresponde a cores) e emitir outras frequências, conforme a necessidade.


Painéis LED e OLED



Antes de falarmos dos pontos quânticos, é necessário conhecer um pouco sobre painéis. Os displays OLED são a tecnologia mais avançada no mercado atualmente. O sistema funciona com diodos orgânicos, onde cada pixel é capaz de controlar sua iluminação de maneira independente.

Dessa forma, esses painéis não necessitam de uma luz de fundo. Quando os pixels que precisam emitir cor escura, eles “apagam”, gerando tons pretos mais puros. Além disso, esses displays são mais finos e consumem menos energia do que as telas de LED e Plasma.


Entretanto, devido ao seu custo elevado, as telas OLED ainda têm uma participação pequena no mercado de smart TVs. Por isso mesmo, o display mais popular ainda é o de LED. Essas telas são constituídas por três camadas:
  • Primeira camada: situada na mais parte distante dos olhos do espectador, é onde fica a luz de fundo que ilumina dos diodos emissores.
  • Segunda camada: formada por uma rede, onde cada um deles representa um pixel formado por pontos no padrão RGB (nas cores azul, vermelha e verde).
  • Terceira camada: parte mais externa é o cristal líquido em si, que tem função de bloquear a passagem de luz para que as imagens e cores sejam formadas.
  • A diferença mais importante em relação aos painéis OLED, é a presença da iluminação traseira da primeira camada, o que na prática faz com que os níveis de contraste sejam menores e as cores menos vivas.
Como funcionam nas TVs


A tecnologia de pontos quânticos permite que o display de LED emita uma luz de tom azul na primeira camada do painel, substituindo a fonte de iluminação branca. Junto com isso, há uma rede de pontos quânticos verdes e vermelhos desenvolvida para cobrir cada pixel da TV.

Dessa forma, a luz que chega à camada dos diodos já vem calibrada na quantidade de energia correta e permite que a qualidade de cor emitida pelo televisor seja bem maior do que aquela possível no modelo LED convencional.

Na prática, a tecnologia de pontos quânticos permite que os painéis de LED “emulem” a mesma lógica das tela OLED, em que apenas os pixels necessários são iluminados pelos cristais num dado momento, gerando os tons pretos mais intensos, melhor contraste e economia de luz.

Conclusão


Não seria um exagero dizer que a tecnologia de pontos quânticos fez os painéis de LED renascerem. Ainda que haja algumas (poucas) desvantagens em relação aos displays OLED, vale lembrar seus principais benefícios:
  • Durabilidade: por não usarem hidrocarbonetos que sofrem desgaste com o tempo e podem perder potência com o uso, os cristais das telas LED com pontos quânticos deverá apresentar a mesma qualidade de cor mesmo depois de anos de uso.
  • Versatilidade: pode ser facilmente adaptada nos processos de fabricação atuais e a versatilidade do material usado nos cristais é tão grande, que é possível usá-los em televisores com espessuras tão finas quantos as de OLED.
  • Economia: por ser uma tecnologia mais popular, as telas LED com pontos quânticos podem entregar uma qualidade de imagem compatível com as OLED, por um preço muito inferior.
Fonte: Showmetech

terça-feira, 18 de outubro de 2016

O que é tecnologia assistiva?


Saiba mais sobre esta área que visa proporcionar uma melhor qualidade de vida para pessoas com deficiência.

Termo ainda recente e desconhecido pela maioria das pessoas, a tecnologia assistiva é tida como todo e qualquer recurso ou serviço que visa dar assistência, promover a reabilitação e melhorar a qualidade de vida de pessoas com deficiência. Para isso, utiliza-se um conjunto de dispositivos, técnicas e processos.

A tecnologia assistiva vem ajudando pessoas com deficiência ao redor do mundo a ganhar mais autonomia e independência, visto que os recursos e serviços envolvidos nesta ideia visam facilitar o desenvolvimento de tarefas diárias por pessoas que possuem deficiência. Além disso, ela é uma importante ferramenta para a chamada inclusão social. Imagem: Reprodução Internet.

 Em um primeiro momento, quando se fala em tecnologia assistiva, é comum associar o termo a dispositivos eletrônicos, como computadores, tablets, smartphones, softwares e aplicativos.  Mas, os recursos desta área são todo e qualquer item, equipamento ou parte dele, produto ou sistema fabricado em série ou sob-medida utilizado para aumentar, manter ou melhorar as capacidades funcionais das pessoas com deficiência. Já os serviços são aqueles que auxiliam diretamente uma pessoa com deficiência a selecionar, comprar ou usar os recursos acima definidos.

A tecnologia assistiva está presente desde um instrumento adaptado, como um lápis com um cabo curvado mais grosso, um teclado adaptado ou leitores de tela, até programas especiais de computador e dispositivos móveis que miram a acessibilidade. Mara Lúcia Sartoretto e Rita Bersch (2014) para o site Assistiva Tecnologia e Educação, listam as diferentes categorias da tecnologia assistiva. São elas:

1 – Auxílios para a vida diária: Materiais e produtos para auxílio em tarefas rotineiras tais como comer, cozinhar, vestir-se, tomar banho e executar necessidades pessoais, manutenção da casa etc.

2 – CAA (CSA): Comunicação aumentativa (suplementar) e alternativa: Recursos, eletrônicos ou não, que permitem a comunicação expressiva e receptiva das pessoas sem a fala ou com limitações da mesma. São muito utilizadas as pranchas de comunicação com os símbolos PCS ou Bliss, além de vocalizadores e softwares dedicados para este fim.

3 - Recursos de acessibilidade ao computador: Equipamentos de entrada e saída (síntese de voz, Braille), auxílios alternativos de acesso (ponteiras de cabeça, de luz), teclados modificados ou alternativos, acionadores, softwares especiais (de reconhecimento de voz, etc.), que permitem as pessoas com deficiência a usarem o computador.

4 - Sistemas de controle de ambiente: Sistemas eletrônicos que permitem as pessoas com limitações moto-locomotoras, controlar remotamente aparelhos eletro-eletrônicos, sistemas de segurança, entre outros, localizados em seu quarto, sala, escritório, casa e arredores.

5 - Projetos arquitetônicos para acessibilidade: Adaptações estruturais e reformas na casa e/ou ambiente de trabalho, através de rampas, elevadores, adaptações em banheiros entre outras, que retiram ou reduzem as barreiras físicas, facilitando a locomoção da pessoa com deficiência.

6 - Órteses e próteses: Troca ou ajuste de partes do corpo, faltantes ou de funcionamento comprometido, por membros artificiais ou outros recursos ortopédicos (talas, apoios etc.). Inclui-se os protéticos para auxiliar nos déficits ou limitações cognitivas, como os gravadores de fita magnética ou digital que funcionam como lembretes instantâneos.

7 - Adequação Postural: Adaptações para cadeira de rodas ou outro sistema de sentar visando o conforto e distribuição adequada da pressão na superfície da pele (almofadas especiais, assentos e encostos anatômicos), bem como posicionadores e contentores que propiciam maior estabilidade e postura adequada do corpo através do suporte e posicionamento de tronco/cabeça/membros.

8 – Auxílios de mobilidade: Cadeiras de rodas manuais e motorizadas, bases móveis, andadores, scooters de 3 rodas e qualquer outro veículo utilizado na melhoria da mobilidade pessoal.

9 - Auxílios para cegos ou com visão subnormal: Auxílios para grupos específicos que inclui lupas e lentes, Braille para equipamentos com síntese de voz, grandes telas de impressão, sistema de TV com aumento para leitura de documentos, publicações, etc.

10 - Auxílios para surdos ou com déficit auditivo: Auxílios que inclui vários equipamentos (infravermelho, FM), aparelhos para surdez, telefones com teclado — teletipo (TTY), sistemas com alerta táctil-visual, entre outros.

11 - Adaptações em veículos: Acessórios e adaptações que possibilitam a condução do veículo, elevadores para cadeiras de rodas, camionetas modificadas e outros veículos automotores usados no transporte pessoal.

De uma forma mais resumida, podemos dizer que a tecnologia assistiva é aquela destinada a dar suporte, seja ele mecânico, eletrônico, elétrico ou computadorizado, a pessoas com deficiência física, auditiva, visual, intelectual ou múltipla. Este suporte pode ser uma prótese, adaptações em objetos comuns do dia a dia, aparelhos e equipamentos nas mais diversas áreas de necessidade pessoal (comunicação, alimentação, mobilidade, transporte, educação, lazer, esporte, trabalho e outras).

sexta-feira, 14 de outubro de 2016

Microsoft abre linguagem de programação para Internet das Coisas


Linguagem de programação P é indicada para construção de sistemas embarcados, controladores de dispositivos e serviços distribuídos.

A Microsoft revelou que sua linguagem de programação P, orientada ao desenvolvimento de soluções assíncronas e aplicações de Internet das Coisas, será open source. A tecnologia é indicada para construção de sistemas embarcados, controladores de dispositivos e serviços distribuídos.

“A meta do P é oferecer linguagens primitivas capazes de capturar protocolos de forma sucinta e precisa, o que é fundamental para a comunicação entre diversos componentes”, afirmaram Ethan Jackson e Shaz Qadeer of Microsoft, em um tutorial sobre a ferramenta.

Com o P, modelagem e programação se mesclam em uma única atividade. “Não apenas o programa pode ser compilado e executado no código, como também ser validado usando testes sistemáticos”, indica uma documentação disponível no GitHub.

A Microsoft descreve a tecnologia como uma programação orientada a eventos bastante segura. Em seu tutorial, Jackson e Qadeer dizem que os programas desenvolvidos com a ferramenta tem um modelo computacional característico para a comunicação entre máquinas via mensagens, uma abordagem comumente utilizada em sistemas embarcados, trafegados e distribuídos. 

Fonte: IDGNOW!

LinkWithin

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...