Biblioteca da Faculdade CDL

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terça-feira, 16 de maio de 2017

3 dicas de marketing de Philip Kotler para pequenos negócios

O guru do marketing falou sobre a importância de segmentar a sua estratégia e entender muito bem o seu público-alvo
16.05.2017 | Por Caio Patriani

Philip Kotler: antes o marketing focava nas massas; agora, a estratégia deve ser segmentada 
(Foto: Wikimedia Commons)

Ter uma boa estratégia de marketing é um dos pilares de atuação mais importantes dentro de uma empresa, seja ela um pequeno negócio ou startup ou uma grande multinacional.

O americano Philip Kotler, 85, considerado um dos mais relevantes gurus do marketing no mundo, em entrevista a Pequenas Empresas & Grandes Negócios, falou sobre as perguntas que um empreendedor deve saber responder para desenvolver um bom plano de marketing.

Qual a necessidade do cliente que você pretende atender? Por que o cliente deve acreditar que o seu produto atende essa necessidade melhor que a concorrência? Você já definiu quais tipos específicos de pessoas podem ter mais interesse em sua oferta? Os clientes verão um valor em seu produto maior que o preço que você cobra por ele? Você sabe qual tipo de mídia você deve usar para alcançar o público de forma eficiente e eficaz?

Para ajudar a responder essas perguntas, Kotler ofereceu três dicas para ajudar o empreendedor a construir uma boa estratégia de marketing.

1. Segmentação de marketing

“O marketing de antigamente focava nas massas. Era muito caro fazer um comercial de 30 segundos para a TV. Você precisa fazer uma segmentação de marketing e identificar o público que teria o maior interesse em sua oferta”, diz Kotler.

A ideia é que, antes de começar um negócio, o empreendedor saiba em quem ele deve investir em termos de marketing. Não importa o alcance de uma ação se ela alcançar as pessoas erradas. O trabalho deve ser direcionado para onde tem a maior chance de dar retorno.

2. Colete dados

“O novo modelo de marketing envolve construir uma base de dados com informações confiáveis de perfil do seu público. Isso vai permitir que você escolha as ferramentas de marketing correta nas redes sociais”, afirma Kotler.

Não adianta você apenas achar que conhece o seu cliente. O empreendedor deve se munir de dados que ofereçam uma base para a escolha desse público-alvo. Diversas ferramentas podem auxiliar diferentes negócios a conhecer mais detalhadamente a sua clientela e ajudar na definição de planos de ação.

3. Construa uma “jornada até a compra final”

Todas essas informações devem ser utilizadas para construir um caminho para o cliente. “Cada passo do cliente deve ser um ‘momento da verdade’ e deve encorajá-lo a dar o passo seguinte. Durante essa jornada, a empresa deve fornecer conteúdo que interesse o cliente. Esse conteúdo deve ser diferente de uma mensagem de vendas. Seria como um amigo dizendo para outro sobre algo interessante para ler”, diz o professor da Universidade Northwestern, de Chicago (EUA).

A estratégia deve consistir em levar o cliente pela mão por um caminho de conteúdos que, no final, o estimulem a comprar o seu produto ou serviço. Essa tática passa pelos perfis em redes sociais, o site da empresa, o tipo de informação que ela transmite por essas mídias e como ela pode interessar o público-alvo.

Fonte: PEGN

sexta-feira, 14 de outubro de 2016

Marketing: estratégia e criatividade na busca pelo sucesso do negócio

Publicado em Segunda, 10 Outubro 2016 15:01 
Escrito por Chayane Boppsin (*)

O marketing é a arte de transformar necessidades em produtos rentáveis, a ciência de criar necessidades, a ferramenta de equilíbrio entre esforços, preço, produto, distribuição e promoção com vistas a melhorar o relacionamento entre empresa e consumidor.
São muitas as definições, mas a verdade é que o marketing atua voltado a uma função: satisfazer à demanda do consumidor, criando, entendendo e atendendo seus desejos.
Entender o mercado, captar demandas, monitorar concorrentes, indicar soluções, criar materiais e estratégias para diversos setores, munir agentes comerciais de ferramentas que auxiliem nas vendas, compreender, satisfazer e encantar o consumidor. São muitas as funções do marketing, todas voltadas a um objetivo principal: melhorar a relação entre a empresa e seus públicos interno e externo, conquistar e fidelizar clientes.
Uma meta audaciosa e necessária, visto que falhas na comunicação entre organizações e seus públicos podem ser muito prejudiciais. Um estudo das consultorias Towers Watson e Gallup, por exemplo, mostra que 70% dos funcionários de empresas não estão engajados às estratégias de negócios, por falhas na comunicação, e que isso gera prejuízos de até 30% para as companhias, devido à perda de produtividade. Outra pesquisa, da Aon Hewitt, mostra que não investir em marketing pode tornar os colaboradores desengajados, e que um único funcionário nesta condição pode custar, em média, US$ 10 mil no lucro anual de uma companhia.

Por outro lado, outro relatório da Towers Watson indica que empresas que têm estratégias de marketing e comunicação bem estruturadas obtêm até 47% a mais de retorno para os acionistas do que as que não dispõem destes recursos.

O marketing é, sim, essencial. É uma atividade ligada a outras ações estratégicas para qualquer negócio, como as iniciativas de ganho de produtividade, sinergia e competitividade. É no planejamento integrado de marketing, por exemplo, que se podem conjugar ações de posicionamento de marca, fortalecimento de imagem, desenvolvimento de materiais e conteúdos, cooperação com o comercial, pesquisas de mercado, análises comparativas, estudos de concorrência, alianças com o RH... Uma infinidade de ações que resultam em projetos focados na colaboração entre as áreas para o crescimento da companhia.

Mas se estamos falando de marketing, por que a sinergia com outros departamentos é importante? Porque, em uma empresa, todos os setores são estruturados com um propósito único: gerar valor para o negócio.

Assim, ao integrar ações com outras áreas e auxiliar em atividades como as do setor comercial e do RH, o marketing colabora para o alcance deste propósito, fomentando a sinergia que leva ao aumento de produtividade. Em última instância, pensar na integração do marketing às demais áreas de negócio é pensar em mais do que integração: é falar diretamente em competitividade.

Obter tal integração, entretanto, não é fácil. É preciso um esforço dos profissionais de marketing para triar e trabalhar as informações e ações certas para cada setor, é necessário adequar a linguagem a cada comunicação, adaptar os meios para cada fim.

Garantir proximidade e colaboração é fundamental, mas não é fácil. Os processos internos de cada setor interferem no andamento geral dos processos, e o marketing atua neste meio para dar amálgama a projetos, ações e informações distintas com as quais planeja executar estratégias voltadas àquele propósito único de dar valor ao negócio.

Marketing é arte, ciência e muito, muito trabalho. Planejar e executar uma estratégia que envolva áreas e profissionais diferentes para alcançar um denominador comum a favor da empresa é um processo denso e complexo, mas é possível.

E é nesta seara que se desenvolve o marketing: em meio à coleta de informações, filtragem de referências, conhecimento do mercado e da empresa, desenvolvimento de estratégias, ações e produtos, absorção e compartilhamento de tendências, propagação de ideias e resultados.

Ampliar a visibilidade, melhorar o relacionamento com o consumidor, engajar o público interno e incrementar a produtividade e a competitividade são só algumas tarefas do marketing. O essencial mesmo é enxergar no cotidiano oportunidades de fazer o novo e promover avanços mesmo frente à rotina. marketing é isso tudo... E muito mais.

(*) Produtora de conteúdo de marketing da NL Informática e Cake ERP.

Fonte: Comunique-se

quinta-feira, 29 de setembro de 2016

[E-BOOK] Planejamento estratégico digital

Quer saber como fazer com que sua empresa se destaque no meio digital? Este e-book irá lhe auxiliar para não ser apenas mais um negócio na imensidão de informações disponíveis na Web. Dividido em seis capítulos, começando pela conceituação de planejamento estratégico digital, passando pela questão do conhecer seu negócio e estratégias para se destacar, assim como ferramentas para analise de resultados.




O conteúdo do e-book foi produzido pela Humantech, que atua na área de Gestão do Conhecimento, para a transformação das informações e dados em conteúdo relevante.


Basta clicar aqui e fazer o download. Boa leitura!

Veja aqui outros e-books que já foram disponibilizados:
1° 5 passos básicos para organizar seu departamento pessoal

quarta-feira, 7 de setembro de 2016

A história por trás do sucesso de Pokémon Go



Pokémon Go: por trás do imenso sucesso, tem vinte anos de trabalho. E muitos aprendizados para você, empreendedor.

Como diria Vinícius de Moraes, aconteceu “de repente, não mais do que de repente”. Da noite para o dia, as grandes cidades globais foram, uma a uma, tomadas de assalto por batalhões e batalhões de Zubats, Pidgeys e Bulbasaurs. Às centenas de milhares, os Pokémons, famosos monstrenguinhos japoneses criados nos anos 90 por Satoshi Tajiri, voltaram. E com tudo.

O jogo para smartphones Pokémon Go espalhou as criaturas, primeiro, por cidades da Austrália, Nova Zelândia e Estados Unidos. Causaram um verdadeiro frenesi nas populações locais, que, de celulares em punho, imediatamente se puseram a caçá-los por todos os lados. Aos poucos, a investida foi se estendendo a outros países. Até que, no começo de agosto, as criaturinhas aportaram no Brasil, para delírio de muita gente por aqui também.

O sucesso foi instantâneo. Mas o trabalho, não
E bota gente nisso. De acordo com a consultoria Axiom Capital Management, via Bloomberg, o jogo teria alcançado, entre 15 e 17 de julho de 2016, um pico de 45 milhões de usuários em todo o mundo. Por mais que esse número já tenha diminuído, ele continua bastante eloquente ao revelar o tremendo sucesso que o jogo de realidade aumentada, desenvolvido em parceria pela Niantic, Inc, a Nintendo e a The Pokémon Company, vem fazendo.

É natural você presumir que todo esse impacto tenha sido mero acaso, afinal, tudo aconteceu muito rapidamente. Agora, é melhor que você não comunique essa impressão ao norte-americano John Hanke, o criador do jogo. Ele dedicou “só” 20 anos ao projeto. Seria o caso de soltar aquele famoso ditado: “você só vê as champagnes que bebo, e não os tombos que levo”.

Perseverança é a palavra-chave
A jornada de Hanke e sua equipe traz muitos aprendizados para você, empreendedor. O principal deles é, sem dúvida, a perseverança. De 1996, quando o empreendedor ajudou a criar o primeiro jogo multiplayer massivo chamado ‘Meridian 59′, a julho de 2016, quando lançou o Pokémon Go, foram muitos os passos.

Em meados dos anos 90, o então estudante John Hanke desenvolveu um sistema para ligar mapas em todo o mundo por meio de fotos aéreas, programa que o Google adquiriu para criar o futuro Google Earth. E ele não parou por aí. Ele criou também, em parceria com o Google, a startup Niantics Labs, para desenvolver jogos baseados em geolocalização. O primeiro título foi o ingress. John concebeu, em 2014, uma pegadinha de 1° de abril que espalhou pokémons pelo GoogleMaps, e que foi um tremendo sucesso.

Só depois de tudo isso foi que Hanke conseguiu levantar, no final de 2015, 25 milhões de dólares (com o Google, a Nintendo e a Pokémon Company). Ele reuniu uma equipe de mais de quarenta profissionais para desenvolver o fenômeno que inspirou esse artigo. Como você pode ver, não tem nada de casualidade aí.  Mas, apesar do longo tempo, o próprio Hanke jamais duvidou do projeto:

“Eu sempre pensei que fosse possível fazer um jogo sensacional usando todos os dados de geolocalização que temos. Eu acompanhava os smartphones se tornando mais e mais poderosos e pensei que chegaria o tempo em que poderíamos criar um jogo realmente extraordinário de realidade aumentada”.

Uma aula de experiência do usuário

Pokémon Go também é um ótimo exemplo de UX Design, o tão desejado User Experience Design, que nada mais é do que a busca pela satisfação do usuário por meio de três áreas essenciais: usabilidade, acessibilidade e interatividade. É o desenho, a projeção de tudo o que vai compor a experiência de um usuário com um produto. O jogo de Hanke fez bonito aqui também, pois usa features já existentes de aparelhos e aplicativos bem difundidos. Ou seja, foi desenvolvido para uma interface com a qual os usuários já têm muita familiaridade.

Além disso, a imersão, fator fundamental de qualquer jogo bem-sucedido, foi muito elogiada por especialistas em UX Design. Sem falar na facilidade com que as pessoas aprenderam a jogar. Em suma, tudo foi pensado para que os usuários, ao caçarem seus Pokémons, fruíssem da melhor experiência possível.

Outro acerto: inovação em mobile
Pokémon Go também dá um show no aproveitamento da plataforma para a qual foi desenvolvido. O sábio uso de recursos de locação, câmera e gráficos de alta resolução deu o que falar. Ainda que o jogo apresente algumas falhas, é sólido o bastante para ter atraído milhões e milhões de usuários.

MAS HÁ UM PONTO EM QUE POKÉMON GO SE DESTACA DE TODOS OS JOGOS MOBILE CRIADOS ATÉ AQUI: O DA REALIDADE AUMENTADA.

Pokémon Go é muito bem-sucedido nesse aspecto, principalmente graças à sociabilização que proporciona. Ao possibilitar verdadeiras ações e interações no mundo real, o jogo vem explorando possibilidades animadoras. Desconhecidos estão saindo dos sofás para conversar, congregar e elaborar estratégias de caça. É um exemplo significativo de como um jogo bem pensado pode induzir a comportamentos bastante específicos.

Publicidade misturada à experiência
Para terminar, uma última lição desse fenômeno chamado Pokémon Go: a criação de um novo fluxo de publicidade online. Enquanto o percurso tradicional é: anúncio – clique do usuário – aquisição online do produto, o jogo propõe outro trajeto. Os consumidores estão literalmente entrando nas lojas para capturar os monstrinhos. Por isso, os criadores do jogo têm uma infinidade de novas possibilidades a serem exploradas, tanto do ponto de vista da pura experiência do usuário, quanto do ponto de vista da monetização.

Já para aos anunciantes, a notícia é ainda melhor: a publicidade se encaixa perfeitamente nas vidas dos consumidores, em vez de interferir nelas. É marketing de experiência em sua melhor versão, pelo menos até aqui. Então, agora, você já sabe: entre caçar um Pokémon e outro, vale inspirar sua gestão com esses ensinamentos.


sexta-feira, 22 de julho de 2016

Pokémon Go: 3 lições que as empresas podem tirar do fenômeno

Se você está atento às notícias dos últimos dias, com certeza já se deparou com alguma sobre este aplicativo. Afinal, o que devemos aprender com ele?


Divulgação
O Pokemón Go é a perfeita ilustração do poder que a plataforma mobile pode trazer aos seus negócios/suas ideias

















Era uma vez, um jogo de tamanho sucesso que foi capaz de virar um fenômeno mundial em poucos dias após o lançamento... Já conseguiu pensar em que estamos falando? Isso mesmo, esta é mais uma matéria sobre o Pokémon Go, porém, tem um viés diferente: é voltada para empreendedores e empresários que querem tirar boas lições e inspirações até mesmo de um jogo de celular.

Segundo os conceitos de marketing, um produto (bem sucedido) passa por quatro fases: experiência do usuário, adoção, monetização e potencial de crescimento. Conforme percebemos, o aplicativo Pokémon Go já ultrapassou todas essas metas, uma vez que já foi baixado por 15 milhões de pessoas somente na última semana. E aí, como podemos entender tamanha aderência?

Sob uma perspectiva de publicidade, o especialista em plataformas midiáticas “MediaMath”, Madhusdhan Gurumurthy, falou ao site Entrepreneur sobre o fenômeno. Para ele, é preciso olhar com muita atenção a este jogo, já que ele soube usar, de maneira muito eficaz, todos os aspectos da plataforma – que é o dispositivo móvel -, alcançando uma taxa de adoção sem precedentes.

Além disso, conseguiu tornar-se viral também na grande mídia, superando a base de usuários do Twitter nos Estados Unidos, por exemplo. Se você ainda não está convencido, então se liga nessa informação: este foi o jogo de maior monetização da história - chegando ao topo do número de receita por downloads em celulares. Tudo isso em sete dias.

Por todas essas características, o especialista aponta 3 lições que todo empreendedor deveria tirar deste case de sucesso.

O uso correto do mobile pode ser maravilhoso

O Pokemón Go é a perfeita ilustração do poder que a plataforma mobile pode trazer aos seus negócios/suas ideias se seus recursos são usados corretamente. A Nintendo já foi apontada como “muito atrasada” para migrar para o mobile – mesmo com tudo de bom que há nisso. Eles construíram um produto que entrega uma experiência única, usando as capacidades de localização, câmera, gráficos e mapas em alta definição.

O aplicativo teve de superar muitas dificuldades (como problemas de segurança do Gmail no iOS), mas é forte o suficiente para atrair a atenção de milhões de usuários. Ele possui uma engenharia tal como a Ingress (houve um aplicativo previamente construído pela Niantic, Ingress) – o que é um exemplo muito legal sobre desenvolvimento de produtos, com testes eficientes e rápidos da ideia até a construção de um produto verdadeiramente poderoso.

Os mundos reais e virtuais podem ser misturados com perfeição

O aplicativo Pokémon Go é o primeiro exemplo sólido de uma quebra de paradigma no universo tecnológico ao longo de uma década – mostrando-nos a tal “realidade aumentada”. Este conceito é muito badalado, mas nunca houve, anteriormente, um modelo que superasse as problemáticas técnicas encontradas nos dispositivos móveis (tais como capacidade de processamento e fragmentação de desenvolvimento). E a promessa de futuro deste mercado é imensa: junto da “realidade virtual”, a realidade aumentada deverá chegar a US$120 bilhões em 2020, de acordo com a empresa Digi-Capital.

Assim, com o sucesso do novo aplicativo, percebemos a maravilha que pode ser a mistura do real e o virtual – como podem caminhar juntos. A Nitendo trouxe a interação por meio de imagens que aparecem na câmera do seu celular, personagens que agem “dentro” da realidade, do mundo físico. Veja só como o comportamento dos usuários já se tornou notícia! Pessoas estranhas que começam a se encontrar, a conversar e a interagir por causa de uma “jogo de caça”. É ou não é um exemplo impressionante de como o ser humano pode ser influenciado por um mundo virtual.

E isso só está começando! Afinal, o Pokémon Go já tomou o primeiro passo lógico em relação à publicidade integrada na experiência de app com varejistas e restaurantes se tornando locais patrocinadores-patrocinados, em vez de anúncios chato ou de pop-up. As oportunidades para aproveitar a ideia e construir novas experiências na plataforma estão logo aí.

Publicidade deveria se misturar ao conteúdo, melhorando a experiência do usuário

O objetivo final para qualquer marca é ser capaz de direcionar o usuário à compra do produto. A pergunta eterna de publicitários é conseguir entregar uma experiência comercial que seja relevante, valiosa e possível para o consumidor. Todo empreendedor sabe que o fluxo para a publicidade online começa com anúncios, passando por cliques de potenciais clientes, chegando às compras dos produtos online e, por fim, a ação atribuída à publicidade veiculada. Dessa maneira, é essencial que o anúncio esteja na hora certa, no lugar correto.

O novo aplicativo traz uma forma elegante que simplifica esse fluxo por, literalmente, fazer com que os consumidores andem para a porta de locais físicos, enquanto os mantêm engajados nessa caça aos monstrinhos. É algo inacreditavelmente esperto que a Nintendo pode fazer com esse produto – de uma experiência pura para a monetização e a publicidade.

Pense no deslocamento de potenciais consumidores, chegando próximo de locais patrocinados (tudo baseado em dados em tempo real – com informações sobre o clima, ofertas de lojas próximas e muito mais). Portanto, vale a pena ficar de olho no Pokémon Go para se inspirar e ser um empreendedor melhor.

Fonte: Economia IG

terça-feira, 8 de março de 2016

O que faz o profissional formado em marketing?

Já pensou em ser um profissional do marketing? O profissional que escolher essa área, terá disciplinas ao longo da sua formação que abrangem composto de marketing, as ferramentas de marketing estratégico, técnicas tradicionais de pesquisa em marketing, entre outros temas.
Um profissional de marketing é, sem dúvidas, um grande administrador especializado em aumentar as vendas de uma empresa. Ele observa, planeja e executa ações com o objetivo de atender as expectativas do público, atrair o consumidor, detectando e aproveitando as oportunidades. Além disso, cria ações para conquistar o público alvo e manter uma boa imagem da empresa. Executa pesquisas de mercado, coletando dados sobre o perfil do consumidor e o ambiente socioeconômico, sempre estimando o custo de ações de propaganda e promoção sobre o preço final do produto. Ele pode trabalhar no departamento de marketing de grandes, pequenas e médias empresas, além de ter a oportunidade de atuar como consultor de negócios, em órgãos de pesquisa. Além de gostar de pessoas e ter muita criatividade, o profissional deve ter:

  • Adaptabilidade
  • Estar confortável com tecnologias
  • Estar disposto a escutar e a dispor
  • Habilidade de analisar dados e transformar em conhecimento 
A Faculdade CDL tem o objetivo de formar profissionais com conhecimentos teóricos e práticos em marketing, contemplando a formação humana, ética e social, que serão aplicados de forma crítica e reflexiva na melhoria da comunicação empresarial com o mercado, além do desenvolvimento de produtos e serviços para o segmento de comércio (atacadista e varejista) e de serviços, com foco na melhoria da competitividade de empresas de pequeno e médio porte predominantes na área geográfica de atuação da Faculdade CDL.

Mercado de trabalho:

Segundo informações do Guia do Estudante, Bacharéis e tecnólogos têm campos de atuação muito semelhantes. Grandes empresas de diversos setores da economia precisam de pessoal capacitado para desenhar estratégias de marketing a longo prazo. E as de médio e pequeno porte estão descobrindo a necessidade de investir em estratégias mercadológicas para ganhar mercado – e esse é o profissional responsável por implantá-las. O setor de serviços, que depende fundamentalmente de relacionamento com consumidor, é o que mais requisita o egresso. Estão aquecidas as áreas de mídias sociais, devido ao crescimento do comércio eletrônico e da importância do ambiente digital e de avaliação de comportamento de consumo e de mercado. Marketing cultural e esportivo também têm um bom potencial. Os estados das regiões Sul e Sudeste concentram a maior parte dos postos de trabalho, mas outras capitais e as principais cidades nordestinas, principalmente em áreas como indústria e turismo, também têm mercado aquecido.

Na Faculdade CDL, as oportunidades existentes para o Tecnólogo em Marketing são amplas, tratando-se de um profissional preparado para assumir funções referentes ao marketing, publicidade e vendas da organização, a elaboração e análise de planos e projetos promocionais e de divulgação, bem como a gestão das diversas ações publicitárias e de comunicação.






quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

Matriz SWOT e análises estratégicas






Gestão | 22/01/2015 14:00

Como avaliar estrategicamente um novo projeto da sua empresa

Funcionando como um diagnóstico de sua empresa ou projeto, a Matriz SWOT pode facilitar suas análises estratégicas

Endeavor


Imagine que você tenha a opção de viajar para um país novo mês que vem e vai fazer um quadro de pós e contras para tomar essa decisão. Você vai pesar fatores que dizem respeito a você, como disponibilidade de tempo, de dinheiro e aptidão física, mas também se fará sol ou chuva nesse destino, se a moeda está favorável, se há boas condições de segurança, entre diversas características que fogem do seu controle. Nas empresas, a Matriz SWOT cumpre esse papel de colocar na balança o que há de vantagem e desvantagem em uma empreitada. 

Conhecida no Brasil como Matriz FOFA, ela mede as forças (S, de stregths) fraquezas (W, de weakenesses) do negócio - fatores internos - assim como oportunidades (O, de opportunities) e ameaças (T, de threats) do macroambiente - fatores externos.

Muito utilizada pelas empresas durante o planejamento estratégico e para novos projetos, a Matriz SWOT consiste em uma análise detalhada da situação do negócio no cenário econômico, o que ajuda o empreendedor na tomada de decisão. Seu principal objetivo é dar um diagnóstico estratégico que deve prever e prevenir condições negativas, além de firmar diretrizes que façam o empreendimento se diferenciar.


Como montar uma matriz SWOT?

O primeiro passo para colocar em prática essa técnica estratégica é definir quais são os pontos fracos e fortes do ambiente interno do negócio, ou seja, o que é controlado pela empresa. Os pontos fracos ou fraquezas consistem em analisar o que pode ser feito para melhorar o negócio: se os funcionários possuem as capacidades que o cargo exige, quais as deficiências de seus funcionários, produtos e/ou serviços, e porque seus clientes não voltam após uma compra.

Em seguida, definem-se os pontos fortes, que devem ser algo como: o que você faz de melhor na empresa, de quais recursos o empreendimento dispõe, o que seu negócio possui de melhor em relação ao concorrente e o que faz seus clientes retornarem à empresa. 

Por fim, deve-se analisar o ambiente externo do negócio, ou seja, o que a empresa não consegue controlar. Nesse quesito, são observadas as oportunidades que existem no mercado, como as tendências/novidades, expansão da linha de produtos, chances de conquistar novos clientes, ou seja, o que pode gerar receita e valor. 

Também são exploradas as ameaças que a empresa pode sofrer, como novas empresas para o mesmo nicho, queda no padrão de consumo, investimento de novas tecnologias por concorrentes ou o que puder afetar negativamente a receita ou a imagem do negócio. 

Uma dica é listar todos os pontos levantados em um quadrante, separado nesses 4 aspectos. Depois, dê uma nota de prioridade para cada item, seguindo o critério de sua preferência, e classifique cada item da lista de 5 (excelente) a 1 (fraco). Multiplique a nota de prioridade pela classificação, logo obterá um valor x sobre aquele item final, que te dará uma visão ampliada sobre onde focar esforços. 


Mantendo a empresa preparada para os desafios 

Em tempos incertos, a Matriz SWOT cai como uma luva para definir relações existentes entre os pontos fortes e fracos da empresa com o que se verifica de mais importante no mercado, seja a nível local ou global. A análise permite entender a posição de sua empresa comparada a seus concorrentes, conferindo mais confiança, segurança e força para lidar com os imprevistos e situações desafiadoras.

Fonte: Exame.com


segunda-feira, 5 de agosto de 2013

Por que ser uma marca sem história é bom para o seu negócio

O consumidor mudou. Sente-se mais seguro para aderir às novidades e agora, no lugar das marcas ilustres e confiáveis, dedica a sua atenção às que “começam do zero”

Carolina Pezzoni, da


Remonta há décadas o nosso desejo por marcas ilustres, que oferecem produtos comprovados e estabelecidos. No entanto, a idade média das marcas no relatório BrandZ Top 100 Global Brands, da agência de pesquisas Millward Brown, caiu de forma significativa, passando de 84 anos, em 2006, para 68, em 2012.

Ao mesmo tempo, uma tendência - identificada pela empresa de tendências Trendwatching – revelou que um novo grupo de consumidores se sente mais atraído pelas “clean slate brands”, ou seja, marcas que estão começando do zero: “mais novas, melhores, mais rápidas, limpas, abertas e interativas”. E, hoje, reservam a sua atenção e confiança a essas marcas sem legado nem história. Qual a razão para isso?

Segundo o estudo, esta tendência é impulsionada por uma mudança profunda nas preferências dos consumidores. Enquanto antes todo o conceito de marcas repousava sobre a ideia de que os consumidores precisavam de símbolos reconhecíveis e confiáveis, lapidados ao longo de anos, que os ajudassem a escolher melhor, hoje se reconhece que os consumidores ficam imediatamente à vontade para aderir às novas marcas, produzindo uma “confiança instantânea”.

É o caso de muitas startups, como o Simple, um banco digital focado em serviços ao consumidor, que lançou suas operações completas em julho de 2012 e, apesar de não ter o legado nem a presença física de um banco tradicional,começou a atender a uma lista de espera de 125 mil clientes que vinha se formando desde que o lançamento foi anunciado, em 2010.

Um dos fatores que contribuem para esse fenômeno, segundo o trendwatching.com, é o reconhecimento imediato. Como as experiências são mais compartilhadas, os consumidores se sentem mais seguros para adotar novidades mais rápido.

De acordo com uma pesquisa realizada pela Nielsen, 92% das pessoas confiam nas recomendações de amigos e familiares acima de qualquer publicidade, um crescimento de 18% desde 2007. Outro dado da pesquisa mostra que a opinião de consumidores online é a segunda fonte mais confiável para informações sobre marcas, com 70% de taxa de confiança.

Neste sentido, as “clean slate brands” contam também com uma facilidade de se conectar com os consumidores, estabelecendo uma comunicação mais participativa e menos cerimoniosa. Um exemplo representativo é o Waze, um aplicativo de trânsito e navegação para smartphone, de origem israelense, que conta com a contribuição dos usuários para atualizar suas informações, garantindo assim a sensação de que têm uma relação importante com a marca. Em 2012, o app aumentou a sua base de uso de 10 milhões para 36 milhões de pessoas.

Na esteira dessa tendência, as grandes empresas também têm questionado a atitude, o tom, a estrutura e a abordagem das suas marcas. Embora as “clean slate brands” pareçam mais compatíveis com pequenas empresas inovadoras ou startups revolucionárias, suas características de sucesso podem ser adotadas pelas grandes e antigas: “aproveite a oportunidade para fazer as coisas de um jeito diferente”, pensando em novos produtos ou empreitadas; “reduza a complexidade”, enxugando o portfólio e estruturas empresariais e incorporando clareza e velocidade à tomada de decisões; “absorva responsabilidades”, mantendo um compromisso sério com a sustentabilidade, por exemplo; “tenha uma voz autêntica” e algo interessante a dizer, conectando-se de forma significativa com os consumidores.

Por fim, se ainda assim parecer improvável que a sua marca se torne uma “clean slate brand”, por que não estabelecer parceira com outra que já tenha essa possibilidade, e contribuir com ela?

Fonte: Exame

quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Cinco dicas para aumentar a receita com campanhas de e-mail marketing

Conquistar e reter clientes pode significar um investimento muito alto e arriscado.

Conquistar e reter clientes pode significar um investimento muito alto e arriscado. Encontrar o equilíbrio perfeito entre os descontos concedidos e os ganhos em fidelidade não é uma tarefa fácil. Mas agora, com as tecnologias de marketing digital emergentes, os varejistas podem oferecer muito mais do que apenas um melhor preço para os seus clientes, há outras armas em seu arsenal que podem ser utilizadas.

Uma dessas armas sem dúvida é o e-mail marketing. Através dele é possível promover campanhas e promoções com resultados bastante significativos. Mas esse canal ainda impõe uma série de desafios para os profissionais de marketing. A ExactTarget, em parceria com a iGoDigital, hoje uma empresa ExactTarget, destaca cinco dicas para evitar a perda de dinheiro e oportunidades com campanhas de e-mail marketing.

1. Você está enviando e-mails em massa e não personalizados?
Enviar a mesma oferta para toda sua base de clientes é uma prática do passado. Na verdade esse tipo de disparo em massa pode estar prejudicando seus esforços de vendas. Um estudo recente da eMarketer revelou que 56% dos assinantes de e-mail nos EUA já cancelaram uma assinatura porque o conteúdo já não era mais considerado relevante.

Para assegurar que você não sofra do mesmo mal, colete dados demográficos, de comportamento em seu site, e do seu sistema CRM e use essas informações para enviar mensagens a audiências mais receptivas. Por exemplo, um varejista de roupas pode enviar ofertas especiais para consumidores que visualizaram, mas não compraram, um determinado tipo de calça jeans nos últimos 30 dias. E-mails disparados com base no comportamento do consumidor são 20 vezes mais efetivos em termos de conversão do que aqueles disparados em massa para toda a base cadastrada.

A dica é: implemente um centro de preferências em que o consumidor possa escolher que temas mais lhe interessam em comunicações por e-mail, permitindo personalizar futuras mensagens. Para mais sofisticação, implemente um sistema que permita segmentar sua audiência com base no comportamento no site e informações demográficas.

2. Você continua fazendo recomendações de forma manual aos seus clientes?
Recomendar produtos aos seus clientes online aumenta consistentemente as taxas de conversão e ticket médio dos pedidos. No entanto, ao investir em pessoal para esse tipo de trabalho “manual”, há um detalhe da equação do ROI que deve ser considerado: o custo dessas horas de trabalho. Fazer recomendações manuais no website pode se tornar caro demais e reduz a agilidade para responder às mudanças do comportamento e das preferências dos consumidores.

Para evitar este problema, utilize um sistema de recomendações automáticas de produtos. Ou, melhor ainda, personalize essas recomendações utilizando dados de comportamento e histórico de pedidos para realmente impulsionar os seus resultados.

3. Você está desenvolvendo apenas e-mails transacionais básicos?
E-mails transacionais são vistos como operacionalmente necessários, mas não como ferramenta de marketing. Alguns varejistas delegam o disparo destes emails aos departamentos de TI, ou então eles não passam de uma função automática da plataforma de e-commerce. No entanto, esse recurso não deve ser ignorado como potencial para divulgar produtos ou reconquistar os consumidores logo após uma compra.

Portanto, reestabeleça o controle sobre seus e-mails transacionais e os posicione como uma ferramenta para engajamento dos consumidores. Insira recomendações em suas mensagens de confirmação de compra e entrega, o que pode torná-las ferramentas de conversão com taxas de cliques superiores a 35%, segundo a pesquisa Channel Preference Survey da ExactTarget.

4. Você está dando pouca importância para a taxa de entrega de seus e-mails?
Uma baixa taxa de entrega de e-mails pode ser resultado de uma série de fatores que acabam sempre comprometendo as próximas campanhas. De acordo com o eMarketer, 78% dos profissionais de marketing nos EUA consideram aumentar a capacidade de entrega um desafio para a eficácia das iniciativas de e-mail marketing.

Se você quer manter sua presença na caixa de entrada dos consumidores, deve não somente manter boas relações com os provedores, mas também deve ter a certeza de que está enviando um conteúdo relevante para os assinantes. Não basta somente pressionar o botão “enviar”.

Antes de clicar no botão “enviar”, tenha certeza que o conteúdo enviado é relevante aos assinantes. Direcioná-los para um centro de preferências onde possam fornecer informações de preferência é, não custa repetir, um ótimo ponto de partida. Além disso, use uma ferramenta que possa encontrar e solucionar possíveis problemas de entregabilidade antes do envio.

5. Você está deixando de lado as melhores práticas de automação e segmentação?
Tarefas como transferência de dados, segmentação e programação de mensagens de rotina podem ser demoradas e caras. Para combater o problema, utilize ferramentas de automação de marketing. A utilização dessas ferramentas de automação oferece recursos para focar em estratégias que otimizam campanhas de marketing interativas, impactando diretamente a geração de receita. Mas os varejistas também se perguntam como criar experiências personalizadas em mensagens que combinam dados dos clientes, histórico de transações de e-mail e de compras para falar com cada cliente individualmente de forma relevante e finalmente dispensar a tática dos disparos massivos de e-mail.

Algumas dicas para alcançar esse objetivo incluem o envio de mensagens de boas vindas ou aos clientes que abandonam um carrinho. Pense ainda em incorporar o comportamento do cliente durante a navegação em sua estratégia de segmentação. Continue maximizando o retorno do investimento com o uso de automatização do ciclo de vida dos clientes em forma de campanhas, que podem ser graduais conforme o estágio da interação da empresa com o cliente.

Edson Barbieri – Managing Director da ExactTarget LATAM

Fonte: Logweb 

quinta-feira, 25 de julho de 2013

Sete passos para resolver uma crise de imagem

Mariela Castro



Uma notícia negativa foi publicada sobre a sua empresa e – seja ela verdadeira ou falsa, não importa – a imagem ficou bem arranhada. Como sair desse pesadelo e ainda preservar a reputação da companhia?

As plataformas digitais incentivam a disseminar informação como nunca, para o bem e para o mal, a todos os cantos do ciberespaço. Mesmo passado o auge da crise, essas informações não desaparecem no vácuo, para jamais serem ouvidas novamente – ao contrário, o mundo virtual é uma intrincada rede que garante acesso a qualquer informação em tempo real, 24 horas por dia, sete dias por semana. Essa perda de controle sobre o que é dito sobre a sua empresa deixa a maior parte dos líderes de cabelo em pé.

O gerenciamento de crise, que ganha força maior quando a imprensa dá atenção ao caso e as mídias sociais tratam de fornecer mais lenha para a fogueira, deve ser rápido e cuidadoso. O aspecto da comunicação é um dos mais relevantes. Conversei com Paul Argenti, professor de Comunicação Corporativa na Tuck School of Business, para elencar os sete pontos mais importantes para superar uma crise de imagem:

Defina o problema – sem ter clareza sobre o que exatamente está acontecendo e qual é o real problema, não dá para saber como enfrentar;
Reúna informações relevantes – vá atrás dos fatos, descarte os boatos, converse com quem é diretamente responsável, avalie a dimensão do problema, entenda o que aconteceu e o que poderá ser feito;
Centralize a comunicação – nada pior do que informações desencontradas sendo passadas por diferentes portavozes;
Comunique-se logo e com frequência – o silêncio pode parecer descaso, tanto para o público interno quanto o externo, por isso alimente-o com informações ou, no mínimo, a certeza de que alguma coisa está sendo feita;
Pense com a cabeça dos jornalistas – o que eles querem como informação, atitude, ação?;
Fale diretamente com os afetados – mostre genuína preocupação com os envolvidos: ouça suas queixas, esclareça suas dúvidas, diga-lhes o que está sendo feito para resolver o problema e que providências serão tomadas para que não volte a ocorrer;
Mantenha a rotina de trabalho – a empresa não deve parar enquanto se gerencia uma crise, pois a normalidade traz estabilidade e segurança.

Deparar-se com uma crise de reputação é o pesadelo de qualquer empresa. Sair-se bem para superá-la é uma equação que requer controle emocional, planejamento e ação coordenada. E uma boa maneira de começar tudo isso é com o exercício de antecipar todos os riscos do negócio.

Fonte: Exame

quinta-feira, 23 de maio de 2013

5 dicas para usar o e-mail marketing com eficiência


Cuidado com esse tipo de estratégia pode evitar que a empresa vá parar na lista negra do usuário

Por Daniela Moreira
 Shutterstock

A estratégia de e-mail marketing é útil para estreitar o relacionamento com os clientes, oferecendo promoções, descontos exclusivos e outros benefícios via correio eletrônico. Mas nem todas as empresas a usam da maneira correta. Muitas abusam no envio das mensagens, o que leva muita gente a detestar esse tipo de abordagem. 

Eric Santos, CEO da Resultados Digitais, empresa especializada em marketing digital, lista cinco boas práticas para usar o e-mail marketing com eficiência: 

Ofereça conteúdo útil 

E-mails apenas com ofertas cansam os clientes, assim como aqueles que levam somente mensagens institucionais. Fuja desses dois modelos e crie mensagens com conteúdo educativo e interessante para o seu cliente. “A ‘receita de bolo’ para manter uma lista saudável e crescente de clientes é enviar apenas um email promocional a cada cinco e-mails educativos”, diz Santos. 

Não entregue todo o ouro 

Ofereça "teasers" para conteúdos que estão em outros lugares, como, por exemplo, no blog da empresa. Isso permite que você possa dar uma variedade maior de informações em um único e-mail, além de aumentar as chances de propagação. Dificilmente um usuário irá encaminhar esse e-mail, será mais fácil curtir ou compartilhar o artigo clicando no botão do Facebook ou Twitter do artigo para o qual cada link redireciona. 

Evite e-mails longos 

Usuários de internet preferem uma leitura rápida e dinâmica, portanto, um e-mail longo gera desinteresse. “Uma mensagem mais curta também facilita a leitura no celular, algo cada vez mais comum entre os usuários”, afirma Santos. 

Fique atento a periodicidade de envio 

De acordo com Santos o ideal é não ultrapassar dois e-mails por semana e nem enviar menos que um por mês. “No último caso, a falta de contato faz com que o usuário esqueça da empresa, deixando-o mais propenso a deletar ou marcar a mensagem como spam depois”, diz Santos. 

Use uma plataforma adequada de envio 

Um erro mais técnico é não usar uma plataforma robusta e com boa reputação para disparar os seus e-mails. Isso pode fazer com que você vá parar automaticamente em listas de spam. Usar formatações inadequadas para esses softwares leitores também prejudica a eficiência. 

Fonte: PEGN

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