Biblioteca da Faculdade CDL

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O Blog da Biblioteca da Faculdade CDL é um espaço destinado à comunicação da Biblioteca com os alunos e professores, onde é possível fazer postagens e comentários relativos a assuntos que envolvam, de alguma forma, a Biblioteca e o ambiente acadêmico em geral. O objetivo do blog é informar, registrar momentos e incentivar o gosto pela leitura e pela escrita.

Mostrando postagens com marcador Entrevistas. Mostrar todas as postagens
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terça-feira, 30 de junho de 2015










Presidente da CDL de Fortaleza, Severino Ramalho Neto, concedeu entrevista à Patrícia Calderón, do Programa Diálogos, da TV Cidade.

Confira a entrevista




 


Fonte: CNEWS O Portal de Notícias da Cidade








terça-feira, 8 de abril de 2014

Entrevista com leitor da Biblioteca


A Informação atualizada é um recurso imprescindível para o exercício de qualquer atividade ou função com crescimento e êxito. Além do caráter tempestivo, ela pode gerar conhecimento e agregar valor na vida pessoal e profissional.




O aluno João Carlos Mota de Souza, do Curso de Administração, sabe muito bem disso, ele é frequentador da Biblioteca e leitor assíduo do Jornal Valor Econômico.





Flagramos João Carlos em vários momentos fazendo a sua leitura diária e não hesitamos em convidá-lo para uma entrevista, com o objetivo de sabermos quais os atrativos informacionais que esse Jornal lhe oferece e como ele usa essas informações no seu cotidiano.







João Carlos aceitou o nosso convite e respondeu às perguntas da nossa entrevista. Vamos conhecer um pouco sobre o pensamento de João Carlos acerca do assunto.


Vamos a entrevista!


Biblioteca Percebemos que você é leitor assíduo do Jornal Valor Econômico. Em sua opinião, o que diferencia esse jornal dos demais? 
João Carlos - O jornal  Valor tem assuntos voltados para a economia e administração. Notícias que são verdadeiras aulas pois  são detalhadas e  buscam  aprofundar o máximo possível a compreensão da matéria abordada.

Biblioteca Você considera essa leitura de estudo ou de lazer? 
João Carlos - Considero como um estudo. Muitas vezes me deparo com termos técnicos, siglas, normas, e isso tudo me força a pesquisar para entender melhor a notícia. Então a partir da minha busca pelo conhecimento da área de administração e economia faço novas descobertas e concilio com o  conteúdo estudado na sala de aula.

Biblioteca Além das notícias econômicas do Brasil e do Mundo, que outro tipo de leitura é do seu agrado? 
João Carlos - Gosto também da leitura que aborda assuntos de Tecnologia da Informação (TI), e História do Brasil e do mundo.

Biblioteca Quanto tempo você destina para leitura em geral, além da sua permanência na Biblioteca? 
João Carlos - Ainda não tenho um tempo dedicado diariamente para a leitura. Procuro na medida do possível ler alguma matéria que seja instrutiva e  provoque um aprendizado.
  
Biblioteca Como as informações advindas dessas leituras contribuem para a sua vida pessoal e profissional?  
João Carlos - Na tomada de decisões.  Você fica mais esperto para aconselhar e opinar sobre os assuntos do dia a dia, delegando tarefas com mais precisão e destreza.  Percebo um melhor entendimento dos problemas econômicos que nos afligem e tudo isso me ajuda na condução dos negócios.
  
Biblioteca Qual mensagem você deixaria para incentivar seus colegas a lerem mais? 
João Carlos - A leitura gera descobertas, novos desafios, e é uma atividade que agrega conhecimento.  Ler,  melhora o vocabulário falado e escrito.  Traz uma confiança interior , pois nos motiva a conhecer os mais diversos tipos de assuntos .

A Biblioteca agradece ao João Carlos pela disponibilidade em conceder essa entrevista e deseja-lhe sucesso com mais leituras fazendo parte de sua vida.

Biblioteca

quinta-feira, 25 de julho de 2013

Como passar na entrevista de emprego



Cuidado: quando alguém fala mal do antigo trabalho, perde a confiança do recrutador
Foto: Getty Images

Duas recrutadoras ensinam como se dar bem na entrevista de emprego. Confira!

Dicas da recrutadora Cristina Barros

1. Vista-se sem exageros 
Não contrato quem fala errado nem quem chega com blusa decotada e minissaia. Esses são os erros mais comuns que vi em 17 anos como gerente de recursos humanos. Em cada processo seletivo, uso um critério diferente para contratar. Mas o que nunca muda é a importância da entrevista. Esse é o momento em que conheço realmente um candidato. 

2. Só fale da intimidade se for necessário 
Sabendo o que o candidato gosta de fazer nas horas livres ou como a família dele é formada, o recrutador pode ter mais garantias de que aquela é a pessoa ideal para a vaga oferecida. Mas, em uma entrevista, só fale sobre isso se o selecionador abrir espaço para esses assuntos. Caso contrário, você passará a impressão de que tem poucos atrativos profissionais para oferecer à empresa e quer abordar aspectos pessoais para convencer os selecionadores de que merece aquele posto de trabalho. 

3. Demonstre calma nas respostas 
Nada pior do que um candidato que fala antes de o recrutador terminar uma pergunta. Isso demonstra ansiedade. Não contrato pessoas assim porque, em momentos de pressão, elas podem descontar a ansiedade nos colegas. Exemplo: Fiz uma entrevista com dois rapazes juntos. Um deles não parava de atropelar a minha fala e a do outro rapaz. Por mais que o tagarela fosse preparado, contratei o outro, que me pareceu mais equilibrado. 

4. Diga que pretende crescer na vida 
Para algumas empresas, vale mais treinar um funcionário com nível educacional menor, mas com muita força de vontade, do que contratar alguém com experiência. Já contratei pessoas assim só porque me convenceram de que tinham força de vontade. Exemplo: Dois rapazes de 18 anos, sem experiência e sem nível superior, disseram que queriam trabalhar para começar uma faculdade. Contratei ambos na hora para trabalhar num call center. 

5. Preste atenção aos pré-requisitos do emprego 
Ao abrir a vaga, o selecionador define que qualidades o candidato deve ter para ser contratado. Reprovo pessoas ótimas porque elas não preenchem essas exigências. Antes de a entrevista começar, os selecionadores costumam falar sobre esses requisitos. Se o recrutador não comentar, pergunte. Assim você já sabe se tem chances ou não. Exemplo: Contratei uma supervisora de call center que precisava ser informal com seus subordinados. A candidata garantiu ter essas características, mas no primeiro mês ela brigou com um funcionário porque ele estava de boné. Como o ambiente era informal, o rapaz estava correto e ela pediu demissão. 

6. Desperte a confiança do recrutador na entrevista 
Toda empresa tem regras que espelham o que a chefia espera dos funcionários. Quando o candidato respeita essas regras, ele passa confiança ao recrutador, pois o risco de entrar em conflito com os colegas é baixo. Sei quando o candidato tem o perfil da empresa pela maneira como ele se veste e me responde. Exemplo: Já reprovei um candidato com formação superior e cinco anos de experiência porque ele não via diferença entre trabalhar em uma empresa recém-aberta e em outra já estabelecida. Concluí que ele teria dificuldade para se adaptar às exigências da empresa, que era nova e pedia funcionários flexíveis, atributo que ele não tinha.

Dicas da recrutadora Carina Feliciano

7. Fale somente a verdade 
A pior atitude de um candidato é mentir na entrevista. Sei quando isso acontece. Basta perguntar sobre a vida pessoal e checar os dados do currículo. Comecei a trabalhar com recrutamento aos 18 anos. Já contratei pessoas de todos os níveis de escolaridade, de corretores a diretores de montadoras de veículos. Só a entrevista me dá a certeza de que aquela é a pessoa certa para a vaga. 

8. Memorize o que dizer sobre você 
Alguns candidatos acham que a entrevista é terapia. Para um selecionador, isso é sinal de que o candidato tende a trazer problemas pessoais para o ambiente de trabalho, o que pode atrapalhar o rendimento dos demais colegas. Limite-se a dar respostas curtas e objetivas. Exemplo: Isso é comum em mulheres que se separaram. Quando faço perguntas sobre a vida pessoal, elas falam sem parar, contando detalhes, ou choram. 

9. Conte só o que você fez de bom 
Quando alguém fala mal do antigo trabalho, perde a confiança do recrutador, pois espera-se que ele também fale mal de seus colegas caso seja contratado. Exemplo: Já recebi uma candidata a copeira que se complicou ao explicar por que havia saído do emprego anterior. Ela disse que não gostava da patroa e que até cuspiu no copo dela. A candidata chegou a explicar seus motivos, mas nada justifica o ato, muito menos a sua contratação. 

10. Negocie os rumos da sua carreira 
Se o candidato tem um nível educacional menor do que o exigido para a vaga, o recrutador pode negociar sua contratação com a direção da empresa caso ele se comprometa a terminar os estudos quando estiver trabalhando. Mas essa situação só ocorre quando o selecionador percebe que o candidato preenche todos os outros pré-requisitos para o trabalho. O canditado também precisa manifestar sua vontade de trabalhar na empresa e de crescer na profissão. 

11. Fique atento a novas oportunidades 
Às vezes reconhecemos a personalidade de um candidato em uma entrevista e percebemos que ele merece uma vaga diferente da que deseja. Aí tentamos convencê-lo de que ele leva jeito para a nossa sugestão. Exemplo: Certa vez, indiquei um amigo que trabalhava no setor de reclamações de uma indústria para uma vaga de corretor de seguros. Ele achava que não tinha o perfil, pois nunca havia feito uma venda na vida. Mas eu sabia que ele era ágil, tinha soluções rápidas para problemas e estava disposto a aprender coisas novas. Ele foi contratado há dois anos e já recebeu vários prêmios pelas boas vendas. 

12. Pesquise sobre a empresa na internet 
Entre no site da empresa, leia a história e veja a missão dela antes de conversar com o recrutador. Essas informações são importantes para você saber se tem o perfil ideal para aquela vaga. Isso muda de acordo com a empresa e pode ser o diferencial em um processo seletivo. Exemplo: Até um atendente de call center muda de acordo com a empresa. Em um banco, o perfil desejado é o do jovem que cursa faculdade e não possui experiência anterior. Eles preferem treinar novatos a contratar pessoas com experiência. Em call centers de empresas de vendas ou prestadoras de serviço, os candidatos devem ter experiência (o curso superior não é necessário).

Fonte: M de Mulher


segunda-feira, 17 de junho de 2013

2 formas sutis de descobrir a cultura da empresa durante a entrevista

Trabalhar em uma empresa cuja cultura você se identifica é essencial para uma carreira de sucesso. Confira 2 formas sutis de descobrir a cultura da empresa durante a entrevista


2 formas sutis de descobrir a cultura da empresa durante a entrevista


A cultura da empresa é mais importante para a sua satisfação profissional do que você imagina




Quando você procura um emprego, não apenas quer uma vaga que seja ideal para você, mas também uma empresa com a qual você consiga se identificar. A cultura da empresa é mais importante do que as pessoas dão valor. Já que você não pode perguntar de cara qual exatamente é a cultura do lugar onde você pretende trabalhar, confira 2 formas sutis de descobrir durante a entrevista de emprego:

1. "Quais são os períodos mais ocupados do ano?"
Saber quais são os períodos de maior atividade da empresa ajuda você a entender como funciona os expedientes e fins de semana dos funcionários.

2. "Com que frequência acontecem as reuniões?"
Essa pergunta ajuda você a entender qual é o nível de união entre os profissionais da empresa. Reuniões fora do expediente, por exemplo, mostram que os funcionários são unidos e estão dispostos a se encontrar fora da empresa.


 Fonte: Universia Brasil

quinta-feira, 9 de maio de 2013

15 dúvidas clássicas sobre currículos (e as respostas)


De trabalho voluntário até como descrever o grau de conhecimento em inglês: veja as respostas para algumas das questões mais comuns sobre currículos.


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São Paulo – Mais do que uma simples folha de papel com um resumo básico da sua carreira, "o currículo é o seu patrimônio", afirma Sérgio Sabino, da Michael Page.

Afinal, é a partir das informações descritas naquela página que o recrutador esboçará os primeiros traços sobre seu perfil profissional e, de certa forma, as conclusões preliminares sobre se você é coerente ou não com a oportunidade profissional em questão. 

Por isso, todo cuidado é pouco ao elaborar seu currículo. Cada pequeno detalhe pode fazer a diferença no resultado final. Veja quais são as questões mais comuns na hora de compor esta espécie de passaporte para o emprego dos sonhos.
Devo ser generalista na hora de redigir o objetivo?
Depende. Em alguns setores é mais fácil delimitar seus objetivos profissionais. Em outros, não. A dica, segundo Sérgio Sabino, da Michael Page, é sempre se candidatar para oportunidades profissionais coerentes com seu plano de carreira. “Quanto mais preciso for isso, melhor para o recrutador”. Mas cuidado para não cair em contradição.

Regra de ouro? Estude o anúncio de emprego com afinco antes de redigir seu currículo. Se o currículo for generalista (daqueles que você cadastra em sites, por exemplo), seja coerente com seu propósito de carreira.
Posso usar o mesmo currículo para diferentes oportunidades?
Não. Em uma era que personalização é tudo, a regra é ter um currículo para cada oportunidade. Em outros termos, cada panela tem que ter sua tampa, neste sentido. O ideal, de acordo com especialistas, é ter um currículo base, mas adaptá-lo ou, em termos mais modernos, customizá-lo para cada ocasião – tendo em vista o espírito da empresa e cargo em questão.
Como adaptar meu currículo para cada ocasião?
Os pontos mais relevantes da trajetória profissional, salvo algumas exceções, não mudam. O que pode ser mudado são as conquistas que você alcançou em cada passagem profissional. Assim, ajuste para cada versão, os projetos, as conquistas que mais tem relação com o cargo que você pleiteia.
Que tipo de conquista vale para o currículo?
Dados numéricos sempre caem bem no currículo. Por isso, quando mais objetiva for a conquista, melhor. “Realizações que reflitam aumento de receita, redução de custos, que ajudem no desempenho da companhia são exemplos”, diz Sabino. “Você tem que mostrar o seu valor”. E a descrição do que você fez em cada cargo não é suficiente para isso. Por isso, invista em dados objetivos que comprovem isso.
Como mostrar meu nível de conhecimento em um idioma estrangeiro?
Mentir no currículo é o pior erro que um candidato pode cometer. E isso vale até para as formas mais sutis da mentira: como “dourar” o seu nível de conhecimento em um idioma estrangeiro. Dez minutos de conversa em inglês, durante a entrevista, por exemplo, são suficientes para o recrutador checar se você é fluente ou não. A dica? “Faça uma autocrítica e na dúvida, procure um especialista credenciado para avaliar seu nível de inglês”, diz Sabino.
Preciso listar meus hobbies?
Não é obrigatório, mas pode ajudar o recrutador a traçar seu perfil profissional. Afinal, a sua rotina fora do trabalho pode falar muito sobre você. “Os hobbies têm a função de mostrar as suas próprias competências”, diz Sabino. “É mais um complemento para traçar seu perfil”.
Que tipo de trabalho voluntário "cabe" no currículo?
Ação de caridade, como doar dinheiro para alguma instituição, não vale. “Se o trabalho é periódico, se você tem comprometimento pode mostrar engajamento e preocupação com a sociedade”, diz Sabino. Mas, segundo ele, tal experiência tende a não ser decisiva.
Posso listar minhas principais competências?
“O recrutador é um incrédulo por natureza. Listar suas competências pode ser mais um problema do que uma solução”, diz Sabino. Afinal, quem garante que o recrutador irá concordar com você. Por isso, a dica é, em vez de listar adjetivos que descrevam quem você é, atenha-se aos fatos: escolha dados, experiências e resultados que apontem para tais qualidades. “Deixe este critério de avaliação para o recrutador”, diz Sabino.
Ainda não me formei. Como explicar isso no currículo?
Neste caso, a solução é detalhar a previsão de conclusão do curso em questão em vez de escrever a palavra “cursando”.
10 Parei alguns cursos no meio do caminho, devo listá-los?
Não. “Se interrompeu o curso, o ideal é não colocá-lo no currículo”, afirma Elvira Berni, diretora da People on Time. Só vale mencioná-lo se planejar retomar os estudos no curto prazo.
11 Posso omitir algumas experiências?
De acordo com Elvira Berni, da People on Time, passagens muito curtas, de apenas alguns dias, nem sempre precisam ser listadas. “Foque nos cargos que agreguem valor para a sua carreira”, diz.

A mesma regra vale para as experiências profissionais de início de carreira que não foram tão relevante.s “O foco tem que estar nos últimos cinco ou dez anos”, afirma a especialista.

Para não passar a impressão de má-fé (caso o recrutador julgue que a omissão teve segundas intenções), apenas cite as experiências – sem entrar em detalhes -, como sugeriu Renato Grinberg, autor do livro “O instinto do sucesso” em um dos vídeos de carreira.
12 Como escolher as palavras-chave certas?
O método mais eficaz para garantir que o recrutador irá encontrar seu currículo nos sistemas de buscas especializados é investir em palavras-chave. “Selecione os termos mais comuns da sua área de atuação e os que melhor explicam o que você faz, realmente”, diz Elvira. Dica: leia com atenção os anúncios das oportunidades profissionais e repita as principais palavras em seu currículo.
13 Devo colocar a pretensão salarial?
Nesta etapa, entre no assunto “salário” apenas quando for indagado sobre isto. Se o anúncio pede “pretensão salarial”, obedeça-o e liste a remuneração que recebia/recebe no último emprego - a variável deve ser incluída.
14 Qual a regra para dados pessoais?
Há alguns anos, currículo bom era aquele que listava, em minúcias, todos os dados pessoais possíveis. Estado civil, quantidade de filhos, RG e CPF. Tudo. Tudo ia parar no documento. 

Para os desavisados: esta regra, definitivamente, acabou. No máximo, cite qual seu estado civil e o endereço - sem mencionar número, por exemplo. O foco no currículo são suas qualificações.
15 Preciso colocar foto? 
Já se foi o tempo em que uma foto do candidato era um item tão relevante quanto a formação acadêmica. Mas, em alguns setores e empresas, a imagem do aspirante à oportunidade profissional segue como exigência. Quando a empresa pede por uma foto, nada de escolher uma imagem de viagem. Quanto mais sisudo, melhor.

Fonte: Exame

quarta-feira, 17 de abril de 2013

Leitor Francisco Wagner da Silva Gomes


Francisco Wagner da Silva Gomes, aluno do Curso de Gestão Comercial, é frequentador e leitor assíduo da Biblioteca. Durante o intervalo da aula, ele sempre comparece à Biblioteca para fazer sua leitura rotineira.




Recorrendo às postagens anteriores da Blogteca, verificamos sua constante presença nas fotos, em que aparece sempre lendo livros, jornais e revistas, seja em pé, sentado ou junto ao balcão, para ele toda leitura é fonte de conhecimento e todo lugar é oportuno para desenvolver a leitura. Destacamos algumas dessas fotos abaixo.










Convidamos esse leitor para participar do quadro de entrevistas junto aos que desenvolveram o gosto pela leitura e a praticam por lazer e prazer, de forma descompromissada.

Convidamos todos a conhecer um pouco do leitor Francisco Wagner, de como ele despertou para a leitura e quais são as suas preferidas.

Biblioteca: Como você administra e concilia o tempo para as obrigações de estudo e leitura e para as leituras descompromissadas?
Wagner: Durante o período de provas e do Projeto Integrado não dá para ler em função desses compromissos, tem que estudar muito. Quando não, acordo cedo para ler um pouco, também leio à noite, no  final de seman e até quando estou nas filas, aguardando ser atendido.

Biblioteca: Qual sua preferência de leitura?
Wagner: Prefiro temas de filosofia e religião, no geral, assuntos polêmicos.

Biblioteca: Qual o livro que você está lendo atualmente?
Wagner: "Salomão: o homem mais rico do mundo."

Biblioteca: Você tem acesso a outras leituras que não sejam em livros da Biblioteca da Faculdade?
Wagner: Sim, minha última aquisição foi "O Futuro da humanidade", de Augusto Cury.

Biblioteca: De todos os livros que você já leu, qual foi o que mais gostou e lhe impressionou?
Wagner: "O Futuro da humanidade", o livro é muito bom e é da temática que eu gosto.

Biblioteca: O que você acha da Biblioteca da Faculdade CDL?
Wagner: Ela é pequena, mas tem um pouco de tudo, os livros são bons e oferece atualidades por intermédio das revistas.


Biblioteca: Qual a dica que você passa para que as pessoas passem a gostar de ler?

Wagner: Eu busco essa dica na minha própria história. Eu era fascinado pelas matérias exatas, tinha dificuldade em redação e achava que a leitura não levava a um conhecimento importante, para mim só tinha valor a matemática. Também na escola que estudei não havia incentivo para a leitura. Quando fiquei mais maduro vi que a linguagem e a leitura são fundamentais para se adquirir conhecimento. Hoje, o meu filho de 6 anos já tem esse incentivo na escola e vejo que ele gosta de ler.


Biblioteca

quinta-feira, 21 de março de 2013

Ócio criativo com Domenico De Masi


14/03/2013 - 03h10

Brasil é o melhor dos mundos existentes, diz sociólogo Domenico De Masi


MORRIS KACHANI

DE SÃO PAULO


Para o sociólogo italiano Domenico De Masi, "o Brasil não é o melhor dos mundos possíveis, mas é o melhor dos mundos existentes".


"Depois de copiar o modelo europeu por 450 anos e o modelo americano por 50, agora que ambos estão em crise e ainda não há um novo para substituí-lo, chegou a hora de o Brasil propor um modelo para o mundo", diz De Masi.
De Masi desembarca no país para participar da primeira edição do "Refletir Brasil - Diálogo com a Brasilidade", em Paraty, de 20 a 22 de março. O evento reunirá intelectuais e lideranças em mesas temáticas sobre cultura, educação, economia, criatividade e sustentabilidade.

O sociólogo italiano Domenico De Masi, durante entrevista em São Paulo

O sociólogo italiano Domenico De Masi, durante entrevista em São Paulo

Professor da universidade romana de La Sapienza, De Masi, hoje aos 75 anos, se tornou internacionalmente conhecido em 2000, com o lançamento de "O Ócio Criativo".
Na obra, o autor defende a redução das jornadas de trabalho e a flexibilização do tempo livre, em um contexto mais adequado à globalização e à sociedade pós-industrial.
Desde então, tem se dedicado à análise da organização da cultura de trabalho criativo na vida contemporânea e a estudos comparativos sobre a herança de diferentes modelos de vida no mundo --do indiano, chinês ou japonês, ao muçulmano, judaico, católico ou protestante.
Leia abaixo trechos da entrevista concedida à Folha.

BRASIL
O Brasil ainda hoje é menos conhecido e valorizado do que merece. O Brasil é quase tão grande como a China, mas é uma democracia. O Brasil é quase três vezes maior que a Índia, tem quase o mesmo número de etnias e de religiões, mas vive em paz interna e em paz com os países limítrofes. O Brasil é quatro vezes maior que a zona do Euro, mas tem um único governo e fala uma única língua. O Brasil é o país onde há mais católicos, mas onde a população vive da forma mais pagã. O Brasil é o único país no mundo onde a cultura ainda mantém características de solidariedade, sensualidade, alegria e receptividade.

DESAFIOS
A força de um país não está apenas no seu crescimento econômico, mas principalmente na sua capacidade de distribuir igualmente a riqueza, o trabalho, o poder, o saber, as oportunidades e as proteções. Os desafios aqui são o analfabetismo, a violência e a desigualdade. É realizar esta redistribuição mais igualitariamente em comparação a outros países e manter a melhor relação entre economia e felicidade.

ITÁLIA
A Itália, depois de ter durante dois mil anos elaborado, praticado e oferecido um modelo clássico, renascentista, barroco, agora está cansada e não consegue projetar o futuro. A decadência é autodestrutiva. Depois de ter tentado se suicidar com Mussolini, agora a Itália vivencia um suicídio cômico com Berlusconi e Grillo.

EUROPA
Não acredito de modo nenhum que a Europa --e principalmente o pensamento europeu-- tenham perdido importância no cenário intelectual e, muito menos, econômico. A zona do Euro tem uma renda média per capita de US$ 36.600 [o Brasil é de US$ 10.700]. Na Europa há os países escandinavos com os melhores "welfare" [bem-estar social] do mundo; tem Luxemburgo, Suíça e Alemanha, com os maiores PIBs per capita; a Itália e a Alemanha com maior esperança média de vida.
A Europa é o continente mais escolarizado e com melhores pesquisas científicas. A zona do euro está em primeiro lugar no comércio internacional, no rendimento de serviços, nas reservas auríferas e financeiras, tem um quarto de todo o comércio internacional.
Dos dez países no mundo com o índice mais alto de democracia, sete são europeus; daqueles com maior criatividade econômica, cinco são europeus; com o mais alto índice de capacidade tecnológica, oito são europeus; com mais turistas estrangeiros, cinco são europeus; com a maior extensão de banda larga, sete são europeus; com os museus mais frequentados, seis são europeus.
Na Europa cada país tem seu clima, seu modelo de vida, sua cultura. Mas a moeda é única, os cidadãos e as mercadorias podem viajar livremente de um país ao outro. Tudo justifica a hipótese de que em 2020 a Europa dos 27 será o maior bloco econômico do mundo, com a melhor qualidade de vida.

FUTURO
Daqui a dez anos a população mundial será um bilhão maior do que a de hoje. Um cidadão em cada três terá mais de 60 anos. Informática, engenharia genética e nanotecnologias serão os setores tecnológicos mais importantes. Poderemos levar no bolso todas as músicas, os filmes, os livros, a arte e a cultura do mundo. O PIB per capita no mundo será de US$ 15.000 --contra os atuais US$ 8.000.
Tele-aprenderemos, tele-trabalharemos, tele-amaremos e tele-divertiremo-nos. O trabalho ocupará apenas um décimo de toda a vida dos trabalhadores. As mulheres estarão no centro do sistema social. O mundo será mais rico, mas continuará desigual. A estética dos objetos e a cortesia nos serviços interessarão mais do que sua evidente perfeição técnica. A homologação global prevalecerá sobre a identidade local.

EXEMPLOS
Há iniciativas empresariais e governamentais atuais na América Latina que considero exemplares e dialogam com o futuro. Como o projeto Abreu na Venezuela (de educação e formação musical da população), as escolas primárias para crianças pobres em Foz de Iguaçu e a Escola Bolshoi de dança em Joinville.

TEORIA...
Hoje, a força de trabalho é composta apenas por um terço de operários, outro terço de trabalhadores intelectuais em funções executivas (bancário, recepcionista etc.) e um último terço de funcionários com atividades criativas (jornalista, profissional liberal, cientista etc.).
Se o trabalho for repetitivo, cansativo, chato, de subordinação, reduz-se a uma escravidão, a uma tortura, a um castigo bíblico. Nesse caso, a única defesa consiste em trabalhar o menos possível, pelo menor número de anos possível.
Mas se, em vez disso, for uma atividade intelectual e criativa --que corresponde à nossa vocação e ao nosso profissionalismo--, então ocupa toda nossa inteligência e satisfaz nossas necessidades de auto-realização. Nesse caso confunde-se o trabalho com o estudo e com o lazer, transformando o trabalho em ócio criativo.
Na vida pós-industrial, organizada para produzir principalmente ideias, não existe trabalho e não existe horário. Existe apenas ócio criativo, que dura 24 horas, mesmo quando se dorme e se produz ideias sonhando.

...E PRÁTICA
As empresas ainda não se deram conta deste novo momento global. A oferta de trabalho diminui e a procura por trabalho cresce, mas as empresas não reduzem a carga horária. Poderíamos trabalhar todos e pouco, mas alguns trabalham dez horas por dia enquanto seus filhos estão desempregados.
As tecnologias da informação possibilitam o teletrabalho, mas todos continuam a trabalhar nas empresas. A produção de ideias precisa de autonomia e de liberdade, mas as empresas tornam-se cada vez mais burocráticas. As distâncias culturais entre os chefes e os funcionários diminuem, mas as das faixas salariais aumentam. As empresas pregam colaboração, mas estimulam competitividade.
Tradução: CARLA M. C. RENARD
Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/mercado/1244862-brasil-e-o-melhor-dos-mundos-existentes-diz-sociologo-domenico-de-masi.shtml

quinta-feira, 7 de março de 2013

As 20 perguntas que mais aparecem nas entrevistas de emprego


Confira o que, atualmente, mais está sendo questionado pelos recrutadores e o que eles querem descobrir a partir das respostas dos candidatos

  
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Respostas prontas ou situações hipotéticas não encantam recrutadores. Revise pontos marcantes da sua carreira antes de encontrar o recrutador

São Paulo – Um bom currículo é importante, afinal é com ele que você consegue ou não uma entrevista de emprego. Mas é a conversa com o recrutador que vai definir se aquela oportunidade profissional é sua.
Como explica Raphael Falcão, gerente da Hays, não existe certo e errado sobre o que dizer na entrevista. “Não há receita de bolo, a gente tenta contextualizar o tamanho e a complexidade dos projetos dos quais os profissional participou”, diz.
Tranquilidade para responder às perguntas e uma memória afiada, pronta para recuperar fatos e informações sobre a sua trajetória profissional, são cada vez mais essenciais para se sair bem na entrevista.
Isso porque um novo tipo de seleção tem se tornado cada vez mais comum, contam os recrutadores. “O que está na moda agora é a entrevista com foco em competência”, diz Fabiane Cardoso, coordenadora Nacional de Qualidade da Adecco Brasil. 
O objetivo deste tipo de entrevista é avaliar a presença de diferentes competências – necessárias para o exercício do cargo que será preenchido - nos candidatos. Estas qualidades comportamentais (que podem ser capacidade de liderança, foco em resultado, e trabalho em equipe, por exemplo) são levantadas a partir de respostas a perguntas que evoquem situações pontuais na vida profissional do candidato. 
“Quando a entrevista é por competência a resposta precisa estar muito bem estruturada. É algo real e não hipotético. O recrutador quer saber qual a situação vivida pelo profissional, qual o papel desempenhado por ele e qual foi resultado atingido a partir desta ação”, explica Lucila Yanaguita, sócia da Search. Segundo ela, as pessoas ainda não estão acostumadas com este tipo de entrevista e tendem a ser muito genéricas nas respostas.
Confira então quais são as perguntas mais recorrentes atualmente, na opinião dos três especialistas em recrutamento consultados por EXAME.com, qual o objetivo dos entrevistadores e como se preparar para responder cada uma delas:
1 Por que você escolheu esta carreira?
É uma das primeiras perguntas que podem aparecer, diz Falcão. “O objetivo é entender se a escolha foi algo que veio de família, ou se é uma vocação dele”, diz Raphael Falcão, gerente da Hays.
Trazer interesses que o levaram a trilhar esse caminho profissional e aspectos da sua formação são oportunos neste momento, diz o especialista.
2 Fale sobre suas experiências profissionais anteriores
Com intenção de saber um pouco mais do que o exposto no currículo, recrutadores geralmente pedem que candidatos descrevam as atribuições e funções em cargos ocupados por eles.
 De acordo com Lucila, é bastante comum que as pessoas serem muito detalhistas e começarem a relatar as experiências profissionais desde o início. “O passado é importante, mas quando se trata de um profissional com mais de 10 ou 15 anos de profissão, o que conta mais para aquela oportunidade é a experiência mais recente, dos últimos 5 ou 6 anos”, diz.
3 O que você construiu nas empresas e cargos pelos quais passou?
A intenção da pergunta é verificar o que foi marcante para a carreira do entrevistado e quais foram os projetos mais importantes dos quais participou. Segundo Falcão, é interessante que o sucesso das empreitadas seja quantificado de alguma forma. 
“Cada segmento quantifica de um jeito, então pode ser em volume financeiro, ou em eficiência, por exemplo, mas o importante é provar isso de alguma forma”, diz o especialista em recrutamento. 
4 Quais foram as motivações para as mudanças na sua vida profissional?
Com as informações sobre a trajetória profissional, o recrutador quer entender o que motivou cada mudança de cargo e empresa. “A gente percebe que os ciclos nas empresas estão mais curtos”, diz Falcão.
“É importante que o profissional traga fatos reais que o impulsionaram em cada mudança”, diz Falcão. “As pessoas dizem que foi uma oportunidade, mas o que vale é trazer para a conversa o que de fato significou essa oportunidade”, diz Lucila. 
Por exemplo, um convite para trabalhar em uma empresa com o dobro do faturamento anual, oportunidade de ocupar um cargo com mais responsabilidade, um convite de um ex-chefe para uma função de maior expressividade. “Assim a gente consegue avaliar qual o critério utilizado”, diz Lucila.
Apresentar a questão financeira como única e exclusiva fonte de motivação não cai bem. “É hipocrisia dizer que o dinheiro não conta, a gente sabe que ele faz parte do pacote, mas às vezes ocorre movimento por uma quantia financeira não tão relevante”, diz Falcão. “A questão salarial é importante, mas quero ouvir mais”, diz Lucila.
5 Qual o motivo do desligamento da empresa?
Se entre as mudanças na trajetória profissional há demissões, é raro o recrutador não querer saber o motivo. “Não existe discriminação em relação à demissão”, lembra Falcão. O que está sendo avaliado, explica o especialista, são os motivadores.
“As pessoas em geral respondem que houve uma reestruturação. A gente sabe que isso ocorre, mas os candidatos devem valorizar o que de fato aconteceu”, diz Lucila.
Em outras palavras, esteja preparado para dizer a razão pela qual você foi o escolhido e não outra pessoa. “O candidato deve explicar o que estava em jogo que fez com que ele fosse desligado da empresa e não outra pessoa”, diz Lucila.
6 Como foi o seu pior dia de trabalho?
Essa é uma pergunta frequente nas chamadas entrevistas por competência, explica Fabiane. O objetivo aqui é descobrir como o candidato age em situações adversas.
 “Quando a pessoa relata o fato surgem outras perguntas como, por exemplo, o que você fez mediante esta dificuldade”, explica Fabiane. É o conteúdo da vivência profissional do candidato que vale neste momento.
Neste caso não há resposta mais certa do que a outra, explica a coordenadora de qualidade da Adecco. “As pessoas só não podem se esquecer de que estão sendo avaliadas”, diz Fabiane. Por isso, cuidado para não expor uma situação que comprometa a sua imagem.
7 Dê um exemplo de uma situação em que você tenha se esforçado, além do normal, para atingir um resultado
O comprometimento do candidato com o trabalho fica evidente a partir da resposta a esta pergunta, que também é um exemplo de entrevista com foco em competência. “Ele vai ter que buscar na sua vivência um momento da carreira que tenha precisado dar um gás para atingir um resultado”, diz Lucila.
Ou seja, é a partir desta situação real que o comprometimento e o envolvimento daquela pessoa com a empresa e o trabalho vão ser avaliados.
8 Quais foram os principais desafios que você enfrentou?
Mais uma vez a intenção é avaliar as atitudes do profissional. “Neste caso ele terá que apresentar uma situação que ele tenha vivido e que tenha sido extremamente desafiadora do ponto de vista profissional”, diz Fabiane.
O “pulo do gato” para se sair bem em uma entrevista neste estilo é a maneira como as vivências são apresentadas, porque é certo que cada candidato vai trazer uma resposta diferente. “As pessoas precisam praticar antes de participar de uma entrevista com foco em competência porque é necessário pensar na trajetória profissional”, diz Fabiane.
9 A empresa para qual você trabalhava fazia avaliação de desempenho? Como você se saiu?
A questão levantada com esta pergunta é o foco do candidato em resultado. O recrutador quer saber se ele entregava os resultados esperados pela empresa. Se a pessoa não conseguiu atingir as metas, é preciso estar preparada para explicar os motivos que o impediram. 
“O recrutador também vai querer saber o que ele fez durante a trajetória para reverter a situação, se comunicou ao superior direto de que não conseguiria entregar o que foi combinado ou se deixou para avisá-lo apenas no dia da avaliação”, diz Fabiane.
10 Você se lembra de algo que tenha acontecido que tenha sido um obstáculo para realizar uma tarefa?
Obstáculos aparecem diariamente e é importante, na visão dos recrutadores, entender como as pessoas agem (ou reagem) nesses casos. “Além de explicar qual era o obstáculo, o candidato deve contar o que ele fez para solucionar a questão, se comunicou rapidamente o superior sobre problema”, explica Fabiane.
11 Cite uma situação em que percebeu alguma pessoa que trabalhava com você precisando de ajuda
Proatividade e trabalho em equipe são as competências reveladas a partir da resposta a esta questão, diz Fabiane. “Para medir estas qualidades o recrutador vai querer saber quando e como percebeu que o colega de trabalho estava precisando de ajuda, o que você fez, como ajudou”, explica a especialista.
12 Como você se mantém informado?
Um bom profissional procura estar sempre atualizado, principalmente no que diz respeito ao seu segmento de atuação. “A intenção dessa pergunta é identificar o foco e o interesse do candidato na sua área”, diz Fabiane. 
Se você citar algum veículo de comunicação, alerta Fabiane, esteja pronto para comentar uma reportagem que tenha lido.
13 Já ocupou cargo de liderança?
Essa é uma pergunta da qual surgem outros questionamentos, explica Fabiane. “O recrutador vai querer saber se essa pessoa já foi responsável pelo treinamento de algum funcionário e como foi o seu desempenho”, diz. O que está em jogo é o sentido de aprendizado que o candidato tem, conta a especialista em recrutamento.
14 Conte uma situação em que você teve que conviver com um chefe ou colega de trabalho difícil
A capacidade de separar questões pessoais de questões profissionais está sendo avaliada na resposta do candidato a esta pergunta, diz Fabiane. 
A partir da classificação que a pessoa faz do que é um chefe ou um colega de trabalho difícil também é possível identificar as chances que ela tem de adaptar bem à equipe.
15 Como era seu relacionamento com seus colegas de empresa?
De acordo com Falcão, o interesse, além de investigar a capacidade de adaptação, é saber um pouco da postura do entrevistado no ambiente corporativo. “Dá para perceber que tipo de ambiente ele prefere trabalhar a partir desta pergunta”, diz o gerente da Hays.
16 Como é o seu círculo familiar?
As perguntas mais pessoais trazem informações importantes sobre possibilidade de viajar, de se mudar para trabalhar em outra cidade, explica Falcão.
O que o recrutador quer saber é se o estilo de vida daquele profissional está alinhado com a oportunidade em questão. “Nosso objetivo é encontrar projetos que tenham a ver com aquela pessoa”, diz Falcão.
“O interesse, quando são feitas as perguntas pessoais, é perceber aspectos que poderiam interferir no desemprenho do profissional”, diz Lucila.
17 Como você enxerga a questão da mobilidade?
Para posições que exijam viagens, esta é uma pergunta que evidentemente vai aparecer. Mas lembre-se de que a resposta vai ser confrontada com outras respostas ao longo da conversa com o recrutador. 
“Não adianta a pessoa dizer que tem disponibilidade total para se mudar, se já respondeu que a mulher é funcionária pública o que torna uma mudança de cidade mais complicada.”, diz Falcão. “Se a família não vai junto, a gente sabe que haverá um desgaste a curto prazo”, diz Lucila.
18 Por que você está avaliando este novo emprego?
Para esta pergunta, diz Lucila, geralmente as pessoas soltam aquelas respostas padrão. São elas: “porque é um novo desafio” ou ainda “é uma chance de crescimento”. Destaca-se quem tem mais clareza do que quer, na opinião dela.
 “O candidato deve trazer o motivo que faz com que aquela oportunidade valha a pena”, diz Lucila. Ter a chance de assumir uma equipe, conhecer outras áreas de dentro do mesmo segmento, aumentando seu escopo de atuação profissional, são alguns exemplos que tornam mais real a motivação para a conquista daquela oportunidade de carreira.
19 Por que trabalhar nesta empresa é importante para você?
A resposta do candidato pode revelar o interesse real naquela empresa e o que o candidato sabe sobre ela, explica Lucila. É possível também perceber até que ponto a pessoa conhece e está alinhada com a cultura da empresa. 
20 O que seria um projeto ideal para você?
Esta é uma versão daquela clássica pergunta o que dá brilho em seus olhos, já bem difundida em entrevistas de emprego. “Pergunto aos candidatos: no mundo ideal o que você gostaria de ter”, conta Falcão.
 O candidato deve estar pronto para dizer qual o estilo de gestão ideal, qual a cultura organizacional que mais tem a ver com ele. “A sinceridade e ter histórias comprovadas para contar é que contam a favor. A pior entrevista é aquela em que é o entrevistado chega com frases prontas”, diz Falcão.





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