Biblioteca da Faculdade CDL

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quarta-feira, 14 de maio de 2014

Mais da metade compra por impulso






CONSUMIDORES BRASILEIROS

14.05.2014

Conforme pesquisa, itens como roupas (29%) e calçados (19%) lideram a lista das aquisições consideradas supérfluas

impulso

O apelo promocional e os descontos ofertados pelo varejo têm conseguido atrair os consumidores brasileiros, sendo os principais motivos pela realização de compras não planejadas. Nos últimos três meses, 52% dos consumidores realizaram alguma compra por impulso, conforme mostra um estudo realizado pelo portal de educação financeira Meu Bolso Feliz (http://meubolsofeliz.Com.Br/), em parceria com o Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil). O estudo foi feito nas 27 capitais do País e a principal justificativa dada pelos consumidores para comprar por impulso são os descontos e promoções, mencionados por metade da amostra (50%).
O levantamento também procurou identificar com quais produtos os brasileiros mais gastaram desnecessariamente nos últimos 90 dias. Itens como roupas (29%) e calçados (19%) lideram a lista das compras supérfluas, seguidos por eletrônicos/celulares (18%) e perfumes/cosméticos (12%).
Os shoppings são os locais onde as compras por impulso costumam ocorrer com maior frequência, com 35% dos consumidores ouvidos afirmando que, nos últimos três meses, realizou alguma compra não planejada nesse tipo de estabelecimento. Em segundo lugar, ficaram as lojas virtuais (23%). Outros lugares também mencionados são as lojas de rua (14%), supermercados (14%) e lojas de departamento (4%).
O estudo avaliou ainda a relação do brasileiro com o crédito e constatou que, para 52% dos entrevistados, ele representa alegria/realização por comprar coisas. Já para 30%, o crédito ajuda nos momentos difíceis e para 7% representa problema.
"A dica é resistir às tentações das propagandas e não insistir em manter um estilo de vida que não combina com sua renda atual", orienta José Vignoli, educador financeiro do portal Meu Bolso Feliz. "Às vezes parece imperceptível, mas fatores psicológicos, subjetivos e emocionais exercem muita influência nas decisões financeiras. Por uma questão de status, algumas pessoas compram desmesuradamente apenas para impressionar a família, os amigos. Sem planejamento, essas pessoas adquirem produtos supérfluos e acabam se endividando excessivamente", diz.

sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

Shoppings e Centro disputam consumidor


NOVOS PONTOS DE COMÉRCIO 06/12/2013

A inauguração de shoppings centers em Fortaleza cria novos focos de compra. Especialistas se dividem sobre a preferência do consumidor entre o Centro e estes novos pontos de consumo


Janaína Marques

                                                                                                           Humberto Mota
Consumidor tem se dividido entre as compras no Centro, pelos preços e em shopings, pelo maior conforto e segurança


A geografia comercial de Fortaleza ganha um novo formato com a inauguração de shoppings centers. Alguns especialistas neste tema afirmam que, apesar de ainda não ser possível definir em números estas mudanças, certos locais tradicionais de comércio, como o Centro, poderá ser afetado por estes novos pontos de consumo. Para o superintendente do Shopping Parangaba, Leonardo Franco, é natural que os bairros próximos ao shopping tenham um público que acabe deixando de ir ao Centro para fazer as compras por ter “um lugar mais perto de casa, com um mix completo, além de oferecer conforto e segurança aos clientes”.

Por enquanto, a maneira que ele encontrou de medir o público consumidor do Shopping Parangaba é através de um sorteio de dez carros, que está a cargo do empreendimento. “As pessoas compram no shopping e, para participarem do sorteio, cadastram-se, informando seus endereços residenciais. Muitas dessas pessoas são de bairros próximos ao Centro. Para o superintendente, a facilidade de acesso ajuda a esta migração de consumidores de bairros mais distantes.

No bairro ao lado da Parangaba, outro empreendimento atrai um novo público. Trata-se do North Shopping Jóquei, que foi construído tendo como base uma longa pesquisa de público potencial para aquela área e realizada pelo Ibope Inteligência. “Pessoas de bairros mais distantes estão vindo para o Jóquei para conhecer o empreendimento que acabou de inaugurar”, diz Rodrigo Vitali, superintendente do North Shopping Jóquei.

O estudo do IBOPE inclui todos os bairros inseridos entre o Centro e o Jóquei. Um dos pontos do relatório informa que “o mercado da área de influência (do North Shopping Jóquei) conta com uma população de 1,2 milhão de habitantes e 343 mil domicílios. Esta população deverá chegar a 1,3 milhão em 2016”.

Outro ponto que a pesquisa destaca é que a renda média domiciliar na área de influência é de R$ 2.241 por mês. De acordo com a assessoria de imprensa do North Shopping Fortaleza, localizado na avenida Bezerra de Menezes, o empreendimento influencia áreas importantes do entorno e do próprio bairro. “Além disso, beneficiados pela localização, temos uma parcela importante de clientes que estão em trânsito”, informa o shopping, através da sua assessoria.

RioMarPlanejado para ser construído no próximo ano, o shopping RioMar Norte, no bairro Presidente Kennedy, administrado pelo Grupo JCPM, também visa o mesmo público alvo do Centro. 

O POVO entrou em contato com a assessoria de imprensa da JCPM para saber que influência teria o shopping em relação a área central da cidade. O Grupo JCPM, através da sua assessoria de imprensa, respondeu que “ao longo dos anos, os shoppings se tornaram mais uma opção de compra para os consumidores de uma forma geral. Não há como objetivo tirar consumidor de uma determinada área. Haverá uma nova oferta de local para os consumidores”.


segunda-feira, 8 de outubro de 2012

Vagas temporárias em shoppings

151 mil novas vagas temporárias

A maior parte das vagas está concentrada na região Sudeste

Os shoppings centers brasileiros devem contratar 151 mil profissionais temporários para o período de festas de fim de ano, uma alta de 8% em relação a 2011. De acordo com a Associação Brasileira de Lojistas de Shopping (Alshop), a expectativa é a de que 20% (30 mil pessoas) sejam efetivados.

O Sudeste deve concentrar metade das vagas (50,9%), seguido pelo Sul (16,8%), Nordeste (16,1%), Centro-Oeste (9,5%) e Norte (6,7%).

A Associação diz que as empresas de grande porte, em geral, iniciam as contratações em outubro e as de menor porte abrem vagas costumam abrir vagas em novembro.

As principais funções são as de estoquista, atendente, vendedor, auxiliar de crédito, repositor, organizador de estoque e Papai Noel. Grande parte das vagas é preenchida por estudantes que estão na faculdade ou terminando o ensino médio.

A grande vitalidade na absorção de mão de obra colaborou para empregar em 2011 1.071,480 funcionários nas lojas e 78.680 trabalhadores na operação dos shoppings, totalizando 1.150.160 empregos diretos, gerando 79.680 novos empregos em 2011.

A frequência média mensal em 2011 nos 802 shoppings em operação no Brasil foi cerca de 472 milhões de pessoas, um acréscimo de 5,6% sobre 2010.

SERVIÇO

Para mais dados sobre a pesquisa acesse:

Alshop: http://www.alshop.com.br/

novo/industria-shoppings-brasil.asp

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