Biblioteca da Faculdade CDL

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O Blog da Biblioteca da Faculdade CDL é um espaço destinado à comunicação da Biblioteca com os alunos e professores, onde é possível fazer postagens e comentários relativos a assuntos que envolvam, de alguma forma, a Biblioteca e o ambiente acadêmico em geral. O objetivo do blog é informar, registrar momentos e incentivar o gosto pela leitura e pela escrita.

terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

Entrevista com o diretor geral da Transfolha, Alexandre Felix, sobre tecnologia e gestão para cargas expressas e e-commerce

Felix explica a estratégia de desenvolvimento da empresa e acentua a necessidade de se adequar ao mercado.

Excelência em transportes é uma meta almejada por todas as empresas do setor. No entanto, chegar a esse nível exige perspicácia e determinação, principalmente diante das condições da infraestrutura brasileira e dos cenários econômico e político do país.

As empresas iniciaram o ano com a responsabilidade de otimizar os trabalhos e aumentar a margem de lucro, arquitetando estratégias e investindo em tecnologia, inovação e gestão de pessoas. O foco é fazer 2017 acontecer.

A Transfolha, do grupo Folha de São Paulo, vê o desafio não só de crescer, mas de manter o legado construído desde 1988. A empresa iniciou as operações com a distribuição exclusiva do jornal e em 1990 começou a atuar no e-commerce. Atualmente, a Transfolha conta com estrutura de logística, armazenagem, distribuição e soluções web em 54 unidades estrategicamente localizadas nas principais cidades do país.

Para falar da empresa, descrever estratégias e anunciar planos para 2017, a Revista MundoLogística entrevistou o diretor geral da Transfolha, Alexandre Felix.

MUNDOLOGÍSTICA: Atualmente as palavras de ordem são eficiência e produtividade. Como a Transfolha vem trabalhando nesse sentido?
ALEXANDRE FELIX: Medimos nossa produtividade e eficiência nas diversas etapas do processo, iniciando na coleta de cargas, processamento check in, expedição, transportes e última milha last mile, acompanhando em tempo real, via tecnologia própria, a performance de toda a nossa rede de distribuição e por meio de indicadores atrelados ao nosso BSC (Balance Score Card). Com isso, conseguimos em um curto espaço de tempo revisar e otimizar os roteiros de entrega de encomendas expressas, jornais e a gestão/controle dos custos diretos ligados a cada etapa do processo.

Cada vez mais a tecnologia tem sido fundamental para a performance das empresas. Como vocês têm utilizado a tecnologia para melhorar as operações?
A nossa área de tecnologia possui um time de desenvolvimento dedicado ao atendimento de projetos e manutenção dos sistemas legados, assim como um PMO atuante junto à área de negócios, realizando trabalho semanal de priorização junto à diretoria. Nesse trabalho de priorização, leva-se em conta a expectativa de retorno ao negócio de acordo com as diretrizes estratégicas da empresa, assim como a capacidade de produção do time de desenvolvimento. O alinhamento dessas duas visões tem gerado excelentes resultados para a empresa.

Essa característica de uso intensivo de tecnologia é ainda mais necessária quando se fala em e-commerce?
Para obter uma operação de sucesso com comércio eletrônico, é fundamental construir e assegurar toda uma infraestrutura, o que abrange desde a integração com os inúmeros agentes, como: empresas de serviço, clientes, bases operacionais, distribuidores e outros intermediários envolvidos diretamente no dia a dia, até a utilização de novas formas de entrega de produtos e serviços. Esses, na maioria das vezes, personalizados por clientes. Além disso, a tecnologia deve estar preparada e construída para mudanças repentinas nas regras de negócios, tendências de mercado e novos serviços.

Certamente a gestão de todo o processo e das pessoas também é fundamental. Como vocês tratam isso na Transfolha?
Com relação a tecnologia, contamos com uma gerência de desenvolvimento que avalia voluntariamente as habilidades e competências do time técnico. A coordenação técnica tem uma atuação muito próxima aos profissionais, mantendo o time confortável para sugerir novas ideias e questionamentos. No processo atual, os recursos são alocados de acordo com os assuntos e processos em que estão habituados, gerando maior confiança do próprio profissional na frente desse desenvolvimento e produzindo agilidade e qualidade na entrega. Com as demais áreas adotamos um fluxo de comunicação contínuo, baseado em desenvolvimento e mensuração por indicadores. Temos alguns encontros ao longo do ano nos quais são apresentados os resultados obtidos em comparação ao planejado. Junto a nossa rede de distribuição, além do encontro de uma semana que ocorre todo início de ano, temos os encontros trimestrais por regional onde são discutidas e alinhadas as estratégias e desdobramentos do ano, do semestre e do trimestre no âmbito financeiro e operacional.

Quais os principais objetivos da Transfolha para 2017?
Implementar os projetos e soluções pensadas para manter a Transfolha como referência no segmento de e-commerce e cargas expressas.


Saiba mais sobre a Transfolha em http://transfolha.folha.com.br/

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

Enquanto isso, no intervalo...

Samuel e Rodrigo, do Curso de Redes de Computadores, estão sempre disputando uma partida de xadrez nos intervalos, não foi diferente na última sexta-feira (10/02). 

Além de estratégia e tática, o xadrez faz com que o jogador desenvolva raciocínio lógico, planejamento, concentração, memória, autocontrole, cálculos, conjecturas e projeção de cenários futuros, elementos que muito agregam ao Curso.


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O que esperar do varejo brasileiro em 2017

Marcos Gouvêa de Souza, fundador da GS&MD, não hesita em cravar: “o varejo viveu em 2016 seu pior momento no século”.

O balanço do ano ainda não foi fechado, mas a consultoria, uma das mais tradicionais para o setor no Brasil, espera um recuo de 6% nas vendas, isso quando já considerada a inflação.

Os últimos dados divulgados pelo IBGE na Pesquisa Mensal do Comércio indicam uma queda de 6,4% nas receitas das lojas e supermercados até novembro.

O desempenho ruim é consequência de uma série de fatores: a alta inflação, que corroeu o poder de compra e a confiança dos consumidores nos primeiros meses do ano, o desemprego e o crédito mais caro e escasso.

Para 2017, o cenário previsto ainda é de dificuldades, segundo Gouvêa.

Ele avalia que a menor pressão inflacionária vai gerar um aumento gradual do poder aquisitivo das famílias, o que deve beneficiar principalmente o nicho de alimentos, mas que a lenta reação do mercado de trabalho será um entrave.

O IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) caiu de 10,71% em janeiro do ano passado para 5,35% neste ano. Por outro lado, conforme estimativa da OIT (Organização Internacional do Trabalho), o país terá 13,8 milhões de desempregados até 2018.

Diante dessas perspectivas, o foco das varejistas que quiserem sobreviver a este ano precisa ser um só: reforçar o caixa, diz Ana Paula Tozzi, presidente da AGR Consultores.

“Em 2016 as empresas aprenderam a cortar despesas e fechar lojas não rentáveis. Agora, elas têm que pensar menos no valor da ação e mais nas reservas”, afirma.

“Quando a economia começar a melhorar, é preciso ter capital de giro, aumentar estoques, ter cobertura. Não se consegue velocidade de reação sem caixa”, completa.

Abaixo, veja o que mais esperar do setor e como as companhias pretendem conquistar o cliente em 2017, segundo os especialistas:

1. Atacarejos e lojas de conveniência continuarão em alta

Os atacarejos e os clubes de compra (como o Sam’s Club), que oferecem preços mais baixos com pouco conforto na hora da compra, seguirão ganhando espaço. Ao mesmo tempo, as lojas de conveniência, de estilo completamente oposto, também continuarão em expansão.

“Estamos vivendo uma polarização de mercado”, diz Marcos Gouvêa de Souza.

2. As empresas vão se esforçar ainda mais para vender um “propósito”

Uma das tendências mais fortes que Gouvêa de Souza diz ter observado durante a Retail’s BIG Show deste ano, maior feira de varejo do mundo, que ocorreu nos Estados Unidos em janeiro, foi a busca das marcas por um propósito.

“Numa sociedade em que há tanto de tudo, em que há superoferta, os consumidores precisam de uma razão maior para comprar produtos ou criar ligação com as marcas”, diz.

3. As pessoas estarão cada vez mais no centro da estratégia

“Os consumidores serão tratados como pessoas e não como números, e as companhias vão selecionar melhor seus funcionários, escolher aqueles que tenham paixão pela marca, que sejam consistentes com sua proposta”, avalia Gouvêa.

4. O atendimento ficará mais personalizado e a customização em massa vai aumentar

Entender e monitorar o comportamento dos consumidores é outra prática que ganhará força. “Há uma busca para sair do processo de comoditização e o uso da informação para fazer produtos e ofertas de forma individualizada cresce”, afirma o consultor.

Com a tecnologia, hoje é possível “customizar em larga escala”, diz.

5. As lojas deixarão de ser apenas pontos de venda

De acordo com Marcos Gouvêa, não basta mais para as varejistas ter prateleiras cheias de produtos.

“As lojas deixam de ser ponto de venda para ser ponto de serviço, de educação, de experiência. Para concorrer com a internet ou com os formatos focados em preço, como os clubes de vendas, elas têm que se transformar num espaço onde o consumidor tenha prazer em ir, possa trocar informação, fazer cursos”, conclui.

6. As barreiras entre lojas físicas e online vão desaparecer e a oferta de meios de pagamento mobile crescerá

Ana Paula Tozzi, da AGR, avalia que as empresas precisarão fundir as experiências de compra física e online para conquistar o cliente.

“A loja terá de ser uma coisa maior, com soluções integradas de parceiros e opção de pagamento mobile”.

7. Os pontos de venda vão encolher

“Com a tecnologia, as lojas podem operar com custos menores sem tirar a conveniência do consumidor. Se a empresa tem uma experiência digital dentro do ponto de venda e faz uma boa curadoria, não precisa ter todos os produtos expostos. Isso diminui o investimento em capital de giro. Além disso, seu caixa pode ser um iPad”, comenta Ana Paula.

8. A logística vai mudar

“Assim como o Uber hoje entrega comida, vamos ver isso no varejo. Se uma pessoa vai viajar, por que ela não pode levar consigo uma mercadoria para uma empresa? As plataformas de logísticas podem ser compartilhadas”, afirma Ana Paula.

Ela também acredita que o consumidor brasileiro vai se acostumar a pagar mais para receber produtos comprados em casa no mesmo dia da compra.

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017

Conheça os 20 aplicativos mais usados por empreendedores

Gerir um negócio não é nada fácil. Porém, fazer uso da praticidade dos smartphones podem fazer tal tarefa se tornar mais simples. Felizmente, hoje já é possível cuidar das finanças, falar com os funcionários e organizar os processos do negócio por meio de alguns toques na telas: basta baixar alguns aplicativos.

Porém, como saber qual app é o mais confiável e eficiente? Empreendedores responderam quais são as ferramentas mobile que eles usam todos os dias. Uma boa notícia: todos possuem alguma versão gratuita, mesmo que seja apenas para teste.

Clique aqui e acesse a  lista de aplicativos













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quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

HUMANIZAÇÃO ORGANIZACIONAL

















Cientistas sociais renomados como Kurt Lewin e psicólogos famosos como Fritz Perls têm desenvolvido, em meio à frieza material dos avanços tecnológicos deste início de século, a tese da sensibilização humana dentro das organizações empresariais, ou seja, a humanização organizacional, o que envolve empresa, clientes e colaboradores.

O tempo em que um bom líder era aquele forte no comando, com competência baseada apenas na firmeza e no controle, ficou para trás. Hoje, o bom líder tem características motivadoras, a fim de conseguir mobilizar um conjunto de características dos indivíduos de sua equipe, alçando-a a um patamar de coletividade eficaz. O líder de hoje é, sobretudo, humano, não no sentido piedoso do termo, mas no sentido de alguém capaz de gerenciar e filtrar emoções, de conhecer as habilidades de seus liderados e de ter capacidade suficiente para conduzir essas habilidades em prol do crescimento da organização, uma vez que essa equipe lidará com o cliente.

Nessa nova cultura, o líder se entende não como alguém que é superior aos liderados, mas, sim, como alguém que interpreta bem as necessidades da organização e dos liderados e consegue promover o desenvolvimento de ambos. Esse contexto exige novos formas de enxergar o humano – do diretor até o consumidor final - dentro das organizações.

Em janeiro deste ano, nossa comitiva da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), com mais de 100 empresários brasileiros, participou da 106ª edição da NRF Big Show, maior evento do varejo mundial, realizado todos os anos em Nova Iorque. Lá, pudemos confirmar as teorias de Kurt Lewin: a forma de fazer negócios e de gerir empresas muda tão rapidamente quanto os avanços tecnológicos que não cansam de nos surpreender. Durante os três dias de evento, as inovações tecnológicas chamaram atenção - pois vão desde realidade virtual e aumentada, até robôs capazes de fazer reconhecimento de produtos em uma loja física. Numa sociedade tão robotizada, a humanização organizacional precisa se fazer protagonista, por isso esse tema foi o grande destaque da convenção: a importância de humanizar as relações. Palestrantes renomados de todo mundo repetiram continuamente a necessidade de valorizar o indivíduo e de empoderar os colaboradores para atender o cliente de forma diferenciada.

Mais do que levantar tendências revolucionárias, a NRF 2017 serviu para confirmar conceitos que são importantes para o varejo desde sempre. Mesmo com tanta tecnologia, é sempre necessário humanizar as ações, utilizando as inovações em favor de novas experiências.

Hoje, os clientes esperam uma troca na relação de consumo, caminho que passa pela confiança e diálogo. O consumidor de hoje é exigente e espera que esta relação aconteça de forma leal.

Do outro lado do balcão, os varejistas têm o dever de se preparar e adaptar os processos quando (e se) for necessário. A disposição de inovar deve estar incorporada ao cotidiano, para proporcionar as melhores experiências aos usuários, com estratégias assertivas, mas sem esquecer que as pessoas são a alma de qualquer negócio.

Jornal O POVO – 08/02/2017
Honório Pinheiro
presidente@cndl.org.br

Dia da Internet Segura 2017: confira dicas para navegar na web com segurança

Na terça-feira (7) foi celebrado mundialmente o Dia da Internet Segura (“Safer Internet Day”), iniciativa que ocorre anualmente e tem por intuito a conscientização sobre o uso ética, seguro e responsável do acesso à rede. 
A SaferNet Brasil é a maior responsável pela divulgação dessa campanha no Brasil.

"Atualmente as ações vão além das que foram concebidas quando a inciativa surgiu, com o aumento da incidência de casos de cyberbullying, apologia ao crime, homofobia, xenofobia, intolerância religiosa, pornografia de vingança, tráfico de pessoas e neonazismo em páginas da internet."

Veja o guia preparado pelo Tira-Dúvidas de Tecnologia clicando aqui!

Veja quando vale a pena para uma empresa lançar um aplicativo

Por Jamille Niero

As pessoas estão recorrendo cada vez mais aos aplicativos (os chamados apps) para se comunicarem, trabalharem e divertirem. Segundo estudo da consultoria Deloitte que apura o hábito de consumo de equipamentos e serviços de tecnologia móvel, publicado no final do ano passado, 59% dos respondentes brasileiros estimam ter baixado para seus aparelhos até 20 aplicativos, além daqueles já instalados pelo fabricante.

É um cenário atrativo para as empresas do varejo se aproximarem do cliente, criando mais um canal de comunicação. “O usuário geralmente baixa um aplicativo de uma marca que ele já conhece. Então, a maioria tem funcionalidades de fidelização, promoções, novidades sobre as lojas, endereços e horário de funcionamento de cada unidade. Tudo isso para engajar o cliente com a marca e fazê-lo economizar tempo na escolha de um produto”, explica Daniel Fabbri, sócio da Fabbrica, empresa especializada no desenvolvimento de apps.

Mas ao decidir por ter um aplicativo próprio, o varejista deve estar atento para criar algo que tenha a ver e seja aceito pelos clientes da marca, com algum atributo que seja funcional para seus consumidores, alerta Fabbri.

Esportes
Foi pensando nisso que a Loja das Torcidas, rede de franquias especializada em artigos esportivos, lançou duas aplicações no ano passado. A primeira, nomeada Palpite Campeão, tinha como mote receber palpites dos usuários sobre os jogos do Campeonato Brasileiro. Os maiores pontuadores da rodada participavam de sorteios de bolas de futebol, enquanto o maior pontuador no final dos jogos ganhou uma TV. “A aceitação foi muito boa, quase 10 mil pessoas se cadastraram”, relata o diretor nacional de expansão da rede, Junior Mazzoni.

Com o bom desempenho da ação, a franqueadora lançou em dezembro outra aplicação, com um papel mais institucional, que mostra os produtos comercializados e a localização das unidades. Outra função é oferecer benefício para os usuários que fazem compras em uma das lojas. Dentro da ferramenta há uma “roleta digital”, que ao ser acionada no momento da compra, gera um desconto no pagamento. A ação é válida para todas as compras feitas em qualquer uma das lojas.

Para este ano, a ideia é seguir com o primeiro aplicativo, dos palpites, incrementando os prêmios e benefícios para quem participar, além de incluir no app institucional uma forma de realizar a compra por meio dele e um programa de fidelidade.

Riscos
Quase metade (49%) das pessoas que utilizam smartphones para procurar ofertas de produtos para compra prefere realizar essa tarefa usando navegadores tradicionais. Para essa atividade, os aplicativos são preferidos por apenas 12% dos entrevistados pelo estudo da Deloitte. Por esse motivo, de acordo com o presidente do Conselho de Comércio Eletrônico da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP) e CEO da Ebit, Pedro Guasti, dependendo do caso pode valer mais a pena para o varejista investir em melhorar a navegação do site, para que ele funcione adequadamente em várias telas (desktop e mobile), do que na criação de um aplicativo. “O maior problema está em entender que tipo de solução a empresa pode oferecer ao cliente pela ferramenta mobile, se é algo que pode de fato ajudá-lo. Além disso, tem que manter o app constantemente atualizado, uma vez que os sistemas operacionais dos smartphones estão também em constante atualização”, resume.

Novidades 
Incluir novas funcionalidades para facilitar a vida de quem usa o serviço prestado pela empresa com muita frequência é uma boa estratégia para atrair o cliente. É o caso da Localiza, que lançou um aplicativo em 2011 e, no final de 2016, inclui uma nova função. A companhia lançou o piloto de um novo projeto de Locação Digital, no qual o cliente retira o carro usando somente o celular, sem passar pelo balcão.

“Hoje estamos conduzindo testes direcionados a um grupo selecionado de clientes em São Paulo e Belo Horizonte. Os testes têm sido fundamentais para o desenvolvimento desse novo serviço, que tem sido co-criado em parceria com nossos consumidores. O objetivo é expandir o serviço nacionalmente ao longo do ano de 2017, calibrando a frota de acordo com os aprendizados e resultados de nosso piloto”, conta Guilherme Braz, diretor de Pricing e Diferenciação da Localiza. 

O app, disponível para iOs e Android, já soma mais de 200 mil downloads e permite ao cliente gerenciar o perfil, customizar preferências, fazer upgrades de carros, realizar a pré-abertura do contrato usando o Check in Express e informar a Localiza sobre a chegada à agência para agilizar o processo de retirada do carro.

Fonte: Fecomércio
Sobre a autora: Jornalista Web

terça-feira, 7 de fevereiro de 2017

Perder prazo: 7 truques para você nunca mais deixar isso acontecer

Por Renato Mesquita


Perder prazo é algo que acontece com frequência em sua rotina de trabalho?
Podemos dizer que quem nunca perdeu um prazo que atire a primeira pedra! Não é mesmo?

Pois bem, a verdade é que isso está se tornando algo cada dia mais comum na vida de muitos empreendedores e executivos. E os motivos para acontecer são diversos, sejam eles questões pessoais ou até mesmo por falhas de organização que são recorrentes!

Essas falhas geralmente acontecem devido à adoção de práticas e ações nem um pouco produtivas. A grande verdade é que a consequência disso pode ser muito séria, tanto para a empresa quanto para a vida profissional da pessoa, assim como a sua saúde.

Afinal, você se lembra quando não precisou trabalhar até mais tarde ou virar a noite para entregar aquele projeto atrasado pois o prazo de entrega já havia se esgotado?

Olhando esse cenário, cumprir o prazo de qualquer entrega parece um desafio, sendo que muitas vezes isso é verdade, mas garantimos que isso pode se tornar algo possível!

Por isso, vamos listar 7 truques para ajudá-lo a não deixar que isso nunca mais aconteça. Confira!

1 – Seja honesto consigo mesmo

Em primeiro lugar, é preciso que você reflita sobre a sua realidade e entenda qual a demanda de trabalho que você conseguirá cumprir em um determinado tempo.

Feito isso, seja honesto consigo mesmo e se comprometa somente com aquilo que você sabe que será possível cumprir.

Negligenciar a realidade e assumir uma carga de entregas maior do que a sua realidade suporta é um dos maiores erros que podem levar para o caminho de perder prazos.

2 – Se planeje com antecedência

Infelizmente, o hábito de se planejar com antecedência não é algo que está na rotina das pessoas, pois muitas delas ainda não sabem que pode ser uma ótima ferramenta para evitar perder qualquer prazo.

Essa questão é tão crucial, que a falta de planejamento acaba nos levando a postergar tarefas, fazendo com que muitas delas se acumulem e fiquem pendentes perto de seu prazo de entrega. A consequência disso, você já deve imaginar…

Por isso, crie o hábito de se planejar. Sugerimos que faça planejamentos semanais e caso necessário, revise-o diariamente para fazer os ajustes necessários para o dia seguinte.

Eles poderão ser feitos em qualquer lugar, seja em uma agenda, em um calendário ou até mesmo em aplicativos, o importante é que sejam feitos!

3 – Nada de procrastinar

Agora vamos falar de um ponto que a maioria das pessoas são especializadas em fazer: Procrastinar!

O fato é que tarefas que são complicadas ou muito extensas podem desanimar qualquer é um, fazendo com que elas facilmente sejam adiadas para depois, pois acabam assustando e desanimando quem será o responsável pela sua execução.

Nesse sentido, a dica é dividir essas tarefas em pequenas etapas para que seja possível iniciá-las. A partir do momento que o movimento de começar é criado e as entregas são feitas, acaba se criando uma motivação e um comprometimento maior em entregá-la.

Um hábito que pode ajudar nessa caminhada é reservar um momento no final do dia para revisar o que foi feito e levantar o que deverá ser entregue nos dias seguintes, priorizando o que é mais urgente.

4 – Seja realista

Muitas pessoas acreditam que colocar um prazo que seja menor e irreal para a entrega de suas atividades poderá ajudá-las a realizá-las dentro do seu prazo real.

Ledo engano! Esse é um velho truque para “enganar o cérebro”: fazê-lo crer que algo deve ser realizado até uma data muito antes do que deveria. Isso não funciona!

Afinal, você saberá qual é o prazo real e se não ser cuidadoso, deixará tudo para a última hora mesmo com essa “margem de erro”.

Nesse sentido, é importante que haja, sim, um planejamento que leve em consideração qualquer imprevisto que possa acontecer, mas separe esse tempo extra somente para essas situações e não para mentir para si mesmo.

5 – Tenha uma vida equilibrada

Para muitos, ter mais produtividade é sinônimo de trabalhar mais! Na verdade acaba sendo ao contrário, as pessoas que são mais produtivas conseguem entregar todos os seus projetos em tempo hábil e sem necessidade de fazer hora extra!

Afinal, elas conseguem equilibrar trabalho com a vida pessoal fazendo com que elas estejam bem para cumprir todos os seus deveres. Saiba que o tempo de lazer é essencial para a energizar a mente e a criatividade.

Ter uma vida equilibrada pode trazer outros benefícios, tal como o auxílio nos momentos de indecisão, em que se deve fazer uma escolha importante o quanto antes e não procrastiná-la por muito tempo.

6 – Aplique a regra dos 2 minutos

Muitas vezes surgem atividades pequenas no meio do caminho que atrapalham a execução de outras mais importantes, fazendo com que o seu prazo seja estourado.

Elas atrapalham pois são justamente elas que provocam uma certa preguiça nas pessoas em executá-las. Sendo assim, vão sendo procrastinadas até o fim e que atrapalham outras entregas.

Por isso, uma dica para lidar com essas tarefas que vão aparecendo é aplicar a regra dos 2 minutos. Basicamente, ela diz que aquela atividade que surgiu inesperadamente e pode ser realizada em menos de dois minutos, deverá ser feita imediatamente.

Faça isso e nunca mais suas atividades principais vão ser atrapalhadas por outras que são secundárias ou pontuais.

7 – Divida as atividades por contexto

Muitas vezes, o prazo é perdido simplesmente pela falha na organização das atividades a serem realizadas.

A verdade é que lidar com a rotina em que todos têm muitas coisas para fazer não é fácil e normalmente esses afazeres são reunidos em uma única lista, tornando-a grande e complexa.

Por isso, sugerimos uma maneira bem melhor de resolver isso: dividir as atividades por contexto e colocá-las em listas separadas.

O contexto pode ser qualquer característica da atividade que seja relevante. Então,fica a critério de cada um fazer essa divisão conforme à sua realidade.


Listar as tarefas dessa maneira é a chave para conseguir realizá-las de maneira otimizada, pois desse jeito será possível cumprir mais de uma tarefa que estão correlacionadas entre si. Afinal, elas estão no mesmo contexto!

Sobre o autor: Jornalista especializado em Marketing de Conteúdo
Fonte: Saia do Lugar

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

Boletim informativo [3] - Leitura rápida da semana

O varejo substitui o varejo
Multiplicam-se nos meios de comunicação previsões e palpites definitivos de que as lojas físicas do varejo estão a caminho da extinção, devendo “em breve” ser substituídas pelas vendas via internet. Em tais visões, é eventualmente insinuada a possibilidade de que as grandes redes de autosserviço desaparecerão enquanto negócio.



Novo relatório revela que as equipes de suporte de TI gastam mais tempo em pedidos de serviço e resolução de problemas do que em inovação.





Um dos principais motivos para a mudança é, segundo John Seifert, CEO da agência, ter uma equipe mais diversa.





Em tempos de pouco crescimento econômico, manter a eficiência operacional dentro da loja é uma questão de sobrevivência. Seu supermercado está pronto para 2017?





No vejo absolutamente nada. Na minha frente, há somente o escuro. É curioso mexer as próprias mãos e não enxergar o movimento delas diante do seu rosto. Mesmo na cama, antes de dormir, alguma luminosidade-ainda que fraca-sempre acaba escapando para revelar a silhueta dos dedos. A cortina não consegue esconder as luzes da rua. Mas aqui, há somente o escuro. E então os ocupantes da sala começam a se apresentar: a gerente do RH, o diretor da área X, o analista da área Y. E claro, este repórter intruso que vos escreve.

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sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017

Lendo e jogando

Alunos do 2º semestre de Ciências Contábeis, depois de escolherem o livro da bibliografia do curso, se atualizam com a leitura de jornal e arriscam uma partida de xadrez.


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O DNA de uma equipe de alta performance

Por Marcelo Oliveira

Ter uma equipe de alta performance é mais do que simplesmente ter um amontoado de pessoas que cumprem metas e prazos. Essa equipe tem sempre um algo mais, algo que a diferencie. E o que seria esse algo a mais? Bom, listei algumas das atitudes que fazem parte de uma equipe de alta performance.

– A equipe deve manter uma postura de dono e pensar com propriedade sobre o que faz: a equipe tem que ter não só o domínio técnico sobre o processo, mas uma visão sistêmica e estratégica também, enxergando pontos de melhoria e oportunidades.

– O líder deve manter uma postura de empregado para entender melhor as necessidades da equipe: um líder deve ter acima de tudo empatia, afinal de contas as empresas precisam cada vez mais focar nas pessoas para atingir seus resultados.

– A equipe deve saber ver, ouvir e aprender: sabe aquela frase “a sua carreira é você quem faz”? Pois bem, saber ver, ouvir e aprender é a essência do desenvolvimento de uma pessoa, tanto pessoal quanto profissionalmente. Aproveitar as oportunidades de adquirir conhecimento, seja em cursos ou com colegas, pode fazer toda a diferença.

– A equipe deve entender que ser co-autor de muita coisa boa é melhor do que ser autor de algo muito ruim: a individualidade atrapalha quando falamos de uma equipe. Entender seu papel e a contribuição que se pode dar é fundamental! Os papéis devidamente distribuídos e um senso de colaboração com certeza geram resultados bem mais eficazes.

– Deve se correr riscos controlados para pensar fora da caixa e fazer mais com menos: Se a equipe domina o processo ela consegue visualizar riscos controlados, que não causarão impactos negativos no resultado final. Novamente, enxergar pontos de melhoria e oportunidades, já que isso pode reduzir esforço na realização da atividade. Isso não significa, porém, que ter pessoas a mais para fazer o que se fazia é algo negativo, como a redução de postos de trabalho. Pense, se com uma pessoa a equipe faz o que antes três faziam, significa que o resultado pode ser triplicado. Não faz sentido otimizar para ter o mesmo resultado se é possível triplicá-lo, certo?

– Um bom trabalho sempre deve ser reconhecido sem pensar na autoria: o reconhecimento é o combustível de uma equipe engajada. A motivação vindo do reconhecimento faz com que a pessoa se sinta cada vez mais parte da empresa. Deve-se no entanto não banalizar o reconhecimento. O grau de reconhecimento deve ser proporcionado ao desafio superado.

– O líder deve sempre buscar fazer algo sozinho para encantar a equipe: o líder deve inspirar a equipe sempre, mostrando que possui habilidades que condizem com o cargo, que provam porque lhe foi conferido o desafio de liderá-los. Não tem mais espaço para o líder estilo Capitão do Mato, que só tem o resultado por meio do estalar do chicote. A confiança se conquista, não tomada a força.

– O líder deve sempre construir um relacionamento honesto com a sua equipe: empatia novamente é a palavra-chave. A transparência na comunicação com a equipe deve acontecer sempre. A equipe tem que confiar no seu líder para poder trabalhar principalmente com o erro honesto. Confiança é sempre melhor do que o medo.

– A equipe precisa ter sempre postura de protagonista ao invés de vítima: deu errado? bola para frente e vamos trabalhar para que não aconteça isso novamente. Ficar lamentando ou buscando culpados não irá ajudar a recuperar o tempo perdido ou o impacto sobre o resultado.

– A equipe deve ter um espírito positivo para conseguir altos índices de felicidade per capita: confiança, comprometimento e transparência trazem bons resultados, mas o que realmente manterá o engajamento da equipe será o clima organizacional. Nada pior do que sair de casa já desanimado porque já está pensando em como serão sofríveis as horas no trabalho. O trabalho não precisa leve para ser agradável, mas o ambiente sem dúvida precisa ser acolhedor, a pessoa tem que ter vontade de ir para a empresa ao invés de ir somente por obrigação.

Independente se você faz parte de uma equipe ou lidera uma, espero que a lista tenha trazido inspiração ou insights.

Sobre o autor: Jornalista e entusiasta da Gestão do Conhecimento e Inovação. Focal Point de inovação na EMBRAER, coordenando atividades de captação de ideias e ministrando treinamentos de Inteligência Coletiva/Inovação Incremental e de introdução a ferramentas de captação de ideias, para fomentar a cultura de Inovação.

Apresentando a bibliografia e os periódicos

A Professora Carol Macêdo, cumprindo sua metodologia de ensino, visitou a Biblioteca com a turma de Gestão Comercial, para apresentar a bibliografia básica e complementar da disciplina de Princípios de Administração Mercadológica, do Curso de Gestão Comercial, dentre elas, as obras dos renomados autores Kotler, Las Casas e Cobra.

Na oportunidade, os periódicos da área também foram apresentados e ressaltadas as tendências do marketing no cenário atual.

Todo semestre, é praxe da Professora fazer essa visita para as disciplinas que leciona, um exemplo a ser seguido, pois os alunos têm a visão do todo, para depois adentrarem no específico.




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quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

1º Dia de aula, 1º dia de pesquisa

A Professora Zilah Albuquerque inaugurou a Biblioteca neste semestre 2017.1, já no primeiro dia de aula, conduzindo a turma do 7º semestre de Administração, para pesquisar sobre cenários das empresas de serviços, contemplando o conteúdo programático da disciplina de Gestão de serviços.

O objetivo era acessar portais institucionais em busca de indicadores que mostrassem o comportamento do setor de serviço diante da atual conjuntura econômica. Para tanto, a Biblioteca contribuiu com uma lista de portais de institutos, corporações e de periódicos, tais como IBGE, Ipece, Ipea, Fecomércio, FGV, Sebrae, PEGN, Exame, Conjuntura Econômica.

Os alunos ocuparam a sala de multimídia e, sob a orientação da Professora fizeram, suas pesquisas, discutindo a respeito.





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Cursos de Extensão - Faculdade CDL






O cursos de extensão oferecidos pela Faculdade CDL visam servir como complemento de conhecimentos das áreas de atuação dos discentes da Faculdade. Eles são pensados de forma que são mais um diferencial na sua formação acadêmica!

Aproveite as oportunidades de Fevereiro/2017!


CONTROLES FINANCEIROS
OBJETIVO
Capacitar profissionais que atuam na área financeira para elaboração dos controles financeiros e dar subsídios para realização do planejamento financeiro.


DEPARTAMENTO PESSOAL NA PRÁTICA 
(Incluindo as novas atualizações do E-social para as empresas)
OBJETIVO
Capacitar os participantes para as atividades do departamento de Pessoal com atualizações sobre as rotinas trabalhistas de forma atender as normas legais, especialmente as exigências do e-social.

OBJETIVO
Refletir sobre o impacto da internet nos hábitos de consumo, além de conhecer as diversas formas de utilização das mídias sociais na divulgação de seu produto/serviço.


GESTÃO DE ESTOQUES
OBJETIVO
Apresentar uma visão moderna, conceitos, ferramentas e análises que contribuam para o profissional desenvolver ou ampliar sua capacitação na área de Logística, Processos Organizacionais e Prevenção de Perdas aplicadas à realidade da empresa.


OBJETIVO
Compreender os princípios e estratégias de negociação para maximizar a eficiência das trocas mútuas entre as empresas e o seu público  de interesse e apresentar as etapas de um processo eficaz de negociação com foco na obtenção de resultados satisfatórios aos envolvidos.


CONHEÇA TAMBÉM O PROGRAMA GESTÃO DA EMPRESA SEGURA E SAUDÁVEL
A gestão da empresa envolve, entre outros aspectos, o conhecimento para a  implementação de diversos programas de segurança e saúde no trabalho. Toda empresa independente de sua atividade e do número de funcionários, estão sujeitas às exigências legais em relação a esses programas.

Para se adequar às diversas legislações de proteção ao trabalhador e atender aos órgãos competentes de fiscalização, sua empresa deve executar uma gestão com algumas práticas de segurança e saúde no trabalho. 
Pensando em todos esses aspectos a Faculdade CDL convida para participar do Programa GESTÃO DA EMPRESA SEGURA E SAUDÁVEL que consiste na realização de 03 cursos poket durante os próximos meses.

Biblioteca

A importância da leitura


Leia a palavra BORBOLETA. Agora feche os olhos e a imagine voando de um galho para outro. A palavra escrita é a mesma para todos, mas a borboleta que você imaginou é única, assim como a forma e a direção que ela voou. Esta é a beleza e a importância da leitura: a imaginação.

Sylvio Luiz Panza*
*Escritor, palestrante e ilustrador.













Biblioteca

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

Começando 2017.1 com tudo!


A equipe da Biblioteca deseja um ótimo retorno às aulas e boas-vindas a todos discentes e docentes da Faculdade CDL.


Consultem a bibliografia
do seu curso / disciplina! 
Compareçam à Biblioteca.



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O que falta para a economia criativa liderar a economia

Por Inês Godinho


Vistos como o principal motor da sociedade do conhecimento, os empreendedores criativos precisam melhorar como gestores para cumprir seu potencial de criar riqueza.

Empresas e profissionais do mundo criativo têm fama de não saber lidar com dinheiro e ser ruins de gestão. Verdade ou não, até hoje se vêem atrapalhados por um dilema:

Os empreendedores criativos têm dificuldade de obter financiamento por que não conseguem assimilar as práticas das empresas convencionais? Ou o setor financeiro tem dificuldade de financiar os criativos porque não consegue enquadrá-los nos modelos feitos para a economia tradicional? 

De forma clara, a questão surge no estudo Mapeamento e Impacto Econômico do Setor Audiovisual no Brasil, patrocinado pela Associação Brasileira da Produção de Obras Audiovisuais (Apro) e Sebrae, com realização da Fundação Dom Cabral (FDC). (Veja o documento completo aqui)

Embora trate de apenas um dos inúmeros campos abrangidos pela indústria criativa, resultados do estudo podem ser estendidos para a cadeia (como design, arquitetura, música, criação de games e aplicativos, eventos, comunicação, moda) pela similaridade de funcionamento e resultados destas atividades. 

MATÉRIA-PRIMA INTANGÍVEL
Um pouco difícil de entender por quem está acostumado a lidar com os recursos de produção da economia tradicional, a economia criativa tem como principal matéria-prima a capacidade mental e a criatividade de uma pessoa, cujos esforços resultam na criação de produtos e serviços. 

Pode ser um filme, um jingle, um aplicativo, um show, um blog, uma exposição, uma toalha bordada, um restaurante, um projeto arquitetônico, uma coleção de sapatos, uma cadeira. 

Cada vez com maior projeção no mundo do trabalho e dos negócios, a economia criativa se tornou motivo de preocupação e cuidados. 

Como lembra a economista e especialista Ana Carla Fonseca, diretora da Garimpo de Soluções, “estudos feitos por grandes centros de pesquisas e por organismos internacionais apontam que, no futuro do trabalho, apenas as profissões relacionadas à criatividade e à inteligência social sobreviverão à automação.”

É muita responsabilidade para um mercado caracterizado pela fragmentação, relações flexíveis de trabalho e produção e baixa formalização. A maioria se organiza em empresas pequenas, com menos de 20 funcionários, ou em empresas individuais (MEIs), que trabalham em rede segundo a demanda de projetos.

CAOS CRIATIVO
De acordo com o estudo citado e especialistas consultados, as dificuldades não se limitam à barreira ao crédito. Os criativos, em geral, teriam como características uma dificuldade de lidar com dinheiro, a bagunça nos controles contábeis e outras coisas mais:

*Despreocupação com a viabilidade econômica da ideia 
*Dificuldade para entender o que é um negócio
*Falta de perspectiva do mercado
*Informalidade trabalhista e fiscal
*Dificuldade de se entender com um contador
*Falta de especialização do contador para falar com a economia criativa 
*Equipe fixa pequena para necessidade dos projetos
*Despreparo para pegar dinheiro emprestado
*Desconhecimento das operações matemáticas básicas 

Pode-se dizer que essas são dificuldades de qualquer empreendedor. Os criativos, no entanto, padecem também de problemas específicos, como explica Erick Krulikowski, coordenador da pesquisa sobre o mercado áudio visual e sócio da consultoria iSetor. 

“Considero complicado um criativo muito bom ser também um ótimo administrador”, explica. “São focos de trabalho distintos e é bastante difícil encontrar essas duas características na mesma pessoa.”
Consultor do Sebrae, o especialista em marketing e economia criativa, Adriano Campos, também identifica essa dicotomia. “As fragilidades não estão ligadas ao core business, à especialidade da empresa”, constata. 

“Eles têm segurança sobre as próprias habilidades. As carências aparecem mesmo em relação aos controles financeiros, à gerência do negócio e questões de marketing, como divulgação.”

ALERGIA À BUROCRACIA
Mesmo assim, não se justifica, segundo Erick, que o empreendedor criativo se mantenha no escuro em relação à gestão e às finanças.

Seja um empresário ou um profissional liberal, “precisa conciliar as tarefas de empreendedor, administrador e técnico para conseguir ter uma atuação sustentável, mesmo que sua vocação e seu perfil sejam de criativo”.  

Além dessa questão ligada às habilidades, lembra Erick, os profissionais da área ainda estão presos a um ideal romântico que prega a abnegação e a despreocupação com dinheiro ou com a burocracia, como se fossem incompatíveis com a criatividade.

Resultado: mais preconceito, com reflexos na confiança do mercado.

Imagine a diferença de atitude de um gerente de banco frente a alguém que vai abrir uma padaria e de outra pessoa que quer financiar uma coleção própria de roupas.

Quem vai ter mais facilidade para explicar seu projeto e ter um rating melhor? 

Além disso, nem todo negócio pode ser um bom negócio, explica Krulikowski. “Um projeto ligado a museus, por mais útil que seja à sociedade, terá dificuldade de seduzir um investidor.” 

Ele completa: “Pode-se vasculhar o BNDES e não se encontra um financiamento de projeto da economia criativa. O empreendedor criativo precisa deixar a casa empenhada para conseguir crédito.” 

SEJA UM NEGÓCIO
Diante desse diagnóstico, como conseguir que mais empresas possam melhorar sua escala de produção e ganhar eficiência operacional e financeira?

Com a experiência de lidar diretamente com os criativos, o consultor do Sebrae  percebeu um aumento na demanda por consultoria entre os profissionais da área.

“As exigências para fechar contratos está levando o pessoal a se blindar, buscando maior formalização. Eles trazem uma inquietação muito grande com essas deficiências.”

Seja com a ajuda de um consultor financeiro, do próprio contador ou até fazendo por conta própria, alguns passos são fundamentais para transformar a empresa em um negócio e conseguir falar sobre ele com um gerente de banco, por exemplo.

Por onde começar a botar ordem na casa 
1 Miniplano de negócios - Pare e escreva o que é capaz de fazer, porque interessaria ao mercado, quanto pode ganhar com isso e em quanto tempo. Os seus planos vão ganhar nitidez e será mais fácil explicá-los

2 Recursos separados – Parece elementar, mas muita gente comete esse pecado – misturar o dinheiro da empresa com o pessoal. Fazendo isso, você nunca terá clareza se está indo bem e ainda vai se atrapalhar com a burocracia

3 Controles financeiros – Por mínima que seja, qualquer empresa tem um giro e uma estrutura por trás. Comece pelos controles básicos e crie planilhas para eles: fluxo de caixa e projeções para o futuro; demonstrativo de resultados; estrutura de custos. Se não conseguir vencer o medo de aprender e lidar sozinho com eles (todo mês), faça um acordo com o contador

Muitos criativos não conseguem captar investimentos por não saber expressar para que precisam do recurso e como vão usá-lo. 


Com o miniplano feito e os controles definidos, ficará muito mais fácil encontrar um sócio, fazer parcerias, argumentar com o gerente do banco, participar de licitação pública. E até explicar para seus parentes no que você trabalha.

Sobre a autora: Jornalista especializada em sustentabilidade socioambiental.

terça-feira, 31 de janeiro de 2017

Como ter uma mente empreendedora de sucesso

Por José Roberto Marques

Desenvolver uma mente empreendedora é saber
transformar dificuldades em oportunidades de sucesso
Alcançar o sucesso no empreendedorismo ou em qualquer área da vida e desenvolver uma mente empreendedora exige de nós: empenho, persistência, coragem, dedicação, foco, tempo, resiliência e muito trabalho.  Enfrentar problemas é comum a qualquer ser humano, entretanto muitas pessoas acabam se entregando logo na primeira queda e desistem dos seus sonhos antes mesmo de arriscar os primeiros passos e chegar ao meio do caminho.

Para justificar sua desistência, acabam mergulhando em reclamações e jogando a culpa em terceiros para esconder o fracasso ou a falta de força para solucionar a situação e revertê-la em benefícios para seu crescimento. Deste modo, acabam criando um modelo mental negativo, que na realidade, só alimenta sua falta de fé em suas capacidades e no seu potencial infinito.

Deixar-se levar por esse mar de problemas é se permitir perder grandes oportunidades e ganhos que podem ser de grande importância para a construção do seu sucesso. Os verdadeiros astros da realização são justamente aqueles que estão mais preparados e dotados de modelos mentais positivos – capazes de enxergar soluções diante dos problemas com facilidade e simplicidade muito maior.

Histórias de pessoas que conquistaram o sucesso devem servir de inspiração de modo a direcionar e a exemplificar o caminho para oportunidades posteriores.

DESENVOLVA UMA MENTE EMPREENDEDORA
É muito fácil julgar quem alcançou o sucesso. Ver todas as suas conquistas e vitórias muitas vezes nos faz pensar erroneamente: “Fulano teve sorte, nasceu em berço de ouro e Deus o ajudou”. Apegamos-nos tanto a estes tipos de crenças que sequer imaginamos que aquela pessoa bem – sucedida um dia já foi alguém que começou do zero, enfrentou e superou muitas dificuldades, mas que decidiu vencer, ir além.

A grande diferença de quem alcançou o sucesso para quem ainda não o alcançou é que a primeira não só venceu como fez dos seus problemas, oportunidades, e que seus resultados exigiram muito foco, trabalho, empenho, dedicação, resiliência e inspiração.

Um exemplo clássico é o de um profissional que antes era desconhecido e que alguns anos depois se tornou o nome mais conhecido no mundo, um conceito de vitória. Mas alguém conhece a sua trajetória? Como muitos de nós, ele pode ter sido demitido de seu primeiro emprego, pode ter ouvido muitos “nãos”, argumentos que não condiziam com a sua realidade como falta de criatividade, Inteligência e iniciativa, por exemplo.

Agora pare por um momento, pense em alguma personalidade, profissional, empreendedor, que é um exemplo de sucesso, e faça essas perguntas a si mesmo. Você conhece os desafios que ele superou? Sabe quais foram suas dificuldades pessoais e profissionais? O nome dele? Qual foi a sua motivação para vencer? Sabe o que teve que sacrificar para conquistar seus resultados? O mercado acreditava em seu produto/serviço? Seu líder acreditava em seu potencial?

Agora pense nas suas respostas e, principalmente, sobre como você está agindo e ouse mudar seu mindset e pensar de maneira mais positiva em relação a si mesmo. Os bons exemplos podem te ajudar nesta jornada no universo do empreendedorismo, por isso, escolha pessoas de referência, que você admira, conheça sua história e inspire-se para triunfar também.

Além de ser um visionário, o empreendedor de sucesso possui coragem suficiente para enfrentar os problemas e aproveitar as oportunidades que surgem, e quando não surgem; ele vai mais longe e as cria. Em geral, as oportunidades não estão visíveis e ficam ocultas para o olhar daqueles que são menos preparados e avisados.

Para aproveitar as boas chances é preciso olhar com cuidado as percepções e sentir quando uma oportunidade está para surgir.  Histórias de grandes nomes no mundo do empreendedorismo e de seus empreendimentos de sucesso, são inspiradoras e comprovam que realmente é possível transformar problemas em oportunidades. Ouse fazer o mesmo e construa sua própria história vencedora.

Sobre o autor: presidente do IBC, Master Coach Senior e Trainer.
Fonte: jrmcoaching

quinta-feira, 26 de janeiro de 2017

Cenários do Varejo 2017 vem aí!

Não percam! As últimas tendências do varejo mundial em um evento imperdível!

11ª edição Cenários do Varejo


Câmara de Dirigentes Lojistas de Fortaleza
Faculdade CDL

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