Biblioteca da Faculdade CDL

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O Blog da Biblioteca da Faculdade CDL é um espaço destinado à comunicação da Biblioteca com os alunos e professores, onde é possível fazer postagens e comentários relativos a assuntos que envolvam, de alguma forma, a Biblioteca e o ambiente acadêmico em geral. O objetivo do blog é informar, registrar momentos e incentivar o gosto pela leitura e pela escrita.

segunda-feira, 19 de junho de 2017

São João da adivinhação!

Arrisque!

Lance um palpite! 
Não hesite! 
Participe! 



Definição
São João da adivinhação é a ação cultural comemorativa às festas juninas, promovida pela Biblioteca da Faculdade CDL.

Justificativa
Junho é um mês animado. Além das festas juninas em comemoração aos três Santos tradicionais, é marcado pelas atividades de conclusão do semestre acadêmico, quando a Biblioteca recebe muitos alunos, que tornam o ambiente muito movimentado.

Objetivos
  • Comemorar as datas alusivas ao mês de junho; 
  • Incentivar a frequência à Biblioteca. 


Público alvo 

Alunos da Faculdade CDL. 

Desenvolvimento

  • O aluno que visitar a Biblioteca no período pode tentar adivinhar o motivo junino que está oculto no painel interno, jogando um palpite na fogueira (recipiente estilizado que estará disponível no balcão). 
  • O motivo junino oculto pode ser: nome de uma comida típica, de uma brincadeira, de um costume, de um personagem/participante da festa, de uma dança, ou qualquer situação que envolva as festas juninas. 
  • Os alunos podem pesquisar na internet para encontrar o motivo junino, que pense ser o mais inclinado a constar no cartaz. 
  • Só será aceito um palpite de cada participante. 
  • Os palpites serão lançados de 19 a 29.06.2017, data em que serão verificados no fim do expediente noturno, os acertos em relação ao motivo do cartaz. 
  • Os acertos serão divulgados nas mídias da Faculdade em 30/06/2017. 
  • O(s) aluno(s) que acertarem o motivo receberá(ão) pontos em atividade complementar: (Tecnólogo 1 e Bacharelado: 5)
Biblioteca


terça-feira, 13 de junho de 2017

Leitura recomendada por aluno leitor

Entusiasmado com a última leitura que fez, José Ítalo de Souza Matos, ao devolver o livro que tomou emprestado, "Nosso iceberg está derretendo", comentou positivamente sobre o seu conteúdo. Fizemos questão de pedir o seu depoimento acerca da leitura e registramos abaixo.

Em busca de um livro com um tema voltado à liderança, a bibliotecária da Faculdade me indicou esse livro que de primeira achei bacana, o livro fala de uma 'colônia de pinguins' e Fred é um deles, um pinguim detalhista e esperto observa que o iceberg já não é o mesmo, ele passa a tentar de alguma forma alertar os outros que estão presos ao comodismo, ele enfrenta várias dificuldades que um líder passa no seu dia a dia, com pessoas negativas e resistente às mudanças. Este livro é ótimo, com um conteúdo ilustrativo e bem bacana de ler.
José Ítalo de Souza Matos
Aluno do Curso de Administração

O livro se encontra disponível para empréstimo. Venha conferir essa leitura, que José Ítalo recomenda!

KOTTER, John P. Nosso iceberg está derretendo. Rio de Janeiro: Best Seller, 2006. 126 p. ISBN 85-7684-172-X. 
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segunda-feira, 12 de junho de 2017

Profissionais de segurança de TI e cientista de dados estão entre os poucos com aumento salarial





Estudo da Michael Page que analisou 15 setores da economia aponta que 80% dos cargos de média e alta gerência apresentam remuneração estável ou em queda neste ano

Da Redação
12 de Junho de 2017 - 19h28

A instabilidade econômica afetou em cheio o bolso dos executivos no Brasil. É o que revela levantamento recente realizado pela Michael Page, uma das maiores empresas globais de recrutamento de profissionais de média e alta gerência, que faz parte do PageGroup. De acordo com o estudo de Remuneração 2017, oito em cada dez cargos analisados apresentaram remuneração estável ou em queda em relação ao mesmo estudo feito em 2015.

“O cenário para o executivo de média e alta gerência é um pouco diferente daquele verificado há dois anos, quando os funcionários ainda conseguiam negociar melhores ganhos. Com a crise, as empresas foram afetadas e muita gente acabou perdendo o emprego. Para se recolocar, estão tendo que negociar mais e, em muitos casos, com salários 10% a 20% inferiores à última ocupação. Quem ficou, não está conseguindo ter ganhos reais”, revela Ricardo Basaglia, diretor executivo da Michael Page.

Além do tradicional mapeamento de salários, neste ano a Michael Page entrou em contato com mais de 3 mil profissionais de todo o Brasil para entender quais são suas reais impressões sobre o mercado atual. A empresa procurou saber como os profissionais enxergam sua carreira, a posição do empregador no seu desenvolvimento profissional e outros fatores que completam a remuneração.

Uma das áreas que apresentaram mais cargos com remuneração em queda ou estável na comparação com o levantamento anterior foi a de tecnologia da informação. O setor de tecnologia emprega atualmente cerca de 1,3 milhão de profissionais no Brasil. De acordo com a estimativa feita pela indústria de software e serviços, nos próximos quatro anos o país vai precisar de 750 mil profissionais para a área, dado que confirma a grande movimentação no mercado de trabalho brasileiro. A área de TI é cada vez mais estratégica, além de ser muito importante como suporte. Com isso, os profissionais precisam se qualificar e atualizar em cursos como pós-graduações, MBA e outros que lhes concedam uma visão estratégica dentro de sua empresa.

Como em todas as áreas, existem tendências de posições que tiveram incremento salarial devido à demanda atual, como segurança da informação, cientista de dados e inteligência de mercado, além das posições de especialistas em desenvolvimento web (iOS, Android) e algumas linguagens (Java, .Net e outras). Porém, o que diferencia os profissionais é o tempo de experiência, construção de cases de sucesso, idiomas e cursos complementares.

“As principais dicas e informações para profissionais que buscam desenvolver suas carreiras são desenvolver idiomas, incluir cursos que proporcionem uma visão mais estratégica em relação a tecnologia, proatividade em gerar cases de sucesso e resiliência para entender cenários negativos, alta capacidade de trabalhar em equipe ou gerir pessoas, auxiliar no desenvolvimento/coaching da área, dividindo conhecimento, habilidade de comunicação didática para ser um business partner junto às outras áreas, conhecimento de metodologias com Scrum/Agile e principalmente não terceirizar seu desenvolvimento, mas sim procurar sempre estar à frente se capacitando e se desenvolvendo”, enumera Basaglia.

A remuneração média de um gerente de vendas de software em empresa de grande porte passou de R$ 16 mil para R$ 20 mil. Entretanto, um diretor de hardware de empresa de grande porte viu seus rendimentos médios caírem de R$ 32,5 mil para R$ 27,5 mil.

Bancos e serviços financeiros

A área de bancos e serviços financeiros foi a exceção do estudo. Dos 49 cargos verificados, apenas três não registraram aumento na média salarial. A divisão de digital é posterior ao estudo de 2015 e, portanto, não possui histórico de comparação salarial. 

As remunerações na área bancária no Brasil demonstraram um aumento considerável quando comparado com os últimos anos. Um fator comum para a maioria dos salários, no entanto, é que os aumentos mais expressivos em relação a 2015 se referem aos salários de gerentes e heads do departamento. Os bancos de investimento também demonstraram maior volume no acréscimo salarial em relação aos bancos de varejo.

A área digital, aliás, experimenta uma fase de grande euforia. Tanto que no ano passado a Michael criou uma área específica direcionada apenas em recrutar profissionais com expertise em digital. A instabilidade econômica vivida pelo Brasil não foi impeditiva para que os progressos de negócios em plataformas online se desenvolvessem. Na realidade o cenário é o exato oposto: usar de meios digitais tem sido a principal estratégia de negócios ligados ao varejo para expansão do alcance de suas vendas, bem como uma segunda plataforma de vendas que pode funcionar de maneira mais direcionada ao público-alvo através de promoções ou divulgação direcionada.

“A procura por profissionais que atuam em projetos digitais e detêm a expertise para aplicar estas ferramentas e estratégias que estão em constante evolução cresceu 35% no primeiro semestre de 2016. A economia dos negócios digitais tende a crescer ainda mais, além ganhar parcela significativa no mercado brasileiro. O Brasil está no radar de empresas inovadoras direcionadas pela tecnologia e as companhias tradicionais têm buscado desenvolver com maior arrojo suas atuações nas plataformas digitais para manter seu market share, mesmo neste novo contexto competitivo”, conta Basaglia.

Dos 53 cargos listados nessa divisão, é possível apontar alguns destaques. O salário de um head de e-commerce em uma grande empresa, por exemplo, pode chegar a R$ 55 mil. Já um cientista de dados pode chegar a uma remuneração de R$ 45 mil numa companhia de grande porte.

A Michael Page também fez a análise dos cargos por setor para entender o percentual de profissões atingidas pela remuneração estável ou a queda:
  • Supply, engenharia, petróleo e gás, propriedade e construção – 100%
  • Vendas, TI – 97%
  • Saúde – 92%
  • Marketing – 82%
  • Jurídico – 78%
  • Varejo – 73%
  • Seguros – 75%
  • RH – 64%
  • Financeiro – 57%

sexta-feira, 9 de junho de 2017

A logística na cadeia de valores

Posted on 5 de junho de 2017 by Marcos Aurélio da Costa in Logística

O sucesso de uma empresa está diretamente associado ao seu nível de competição no mercado em que atua, seja um nível em que seus concorrentes a persigam constantemente e ela busque sempre se superar e surpreender, ou quando estes não conseguem reproduzir suas estratégias ousadas e acreditam ser inviável imitá-la devido aos altos custos. O fracasso parte de um conjunto negativo de consequências desse nível de competição e da comodidade dessa empresa no mercado que não percebe as constantes e rápidas mudanças no comportamento de consumo.

O nível de competição

No caso de uma organização, pode-se definir nível de competição como sendo a relação entre seu projeto e sua condução dentro de um ambiente dinâmico e imitativo, repleto de incertezas e de instabilidades externas que, quase sempre, resultam em mudanças de tipo e de quantidade na ordem de consumo projetadas pelas necessidades e pelos desejos de seus clientes.

Foi assim que surgiram as chamadas “vantagens competitivas ou diferenciais competitivos”, que é uma forma de uma empresa se diferenciar de seus concorrentes através de uma ou de um conjunto de características que venha agregar valor aos clientes, de maneira que o custo de produção e valor pago são menores do que o benefício que ele avalia obter ao adquirir o produto.

A cadeia de valores

Toda empresa pode ser vista como um conjunto de atividades iniciadas com o relacionamento com seus fornecedores em seus ciclos de produção, passando por seus ciclos de vendas e pela fase da distribuição, finalizando com a entrega e com a percepção do cliente ao obter um produto que lhe proporcionou satisfação. Desse conjunto de atividades nasceu o conceito de cadeia de valores.

O conceito foi introduzido em 1985 por Michael Eugene Porter, um professor de Administração e de Economia da Harvard Business School, em seu livro intitulado Competitive Advantage (Vantagem Competitiva) e defendido em dezenas de outros de sua autoria, cujos temas sempre abordam a competitividade.

O Professor Porter sugere que as empresas façam uma análise de sua cadeia de valores, identificando as atividades que se destacam e contribuem diretamente para gerar e aumentar o valor de toda a cadeia em benefício do cliente. Assim, o que está correto deve ser melhorado e o que está errado deve ser corrigido.

Os grupos da cadeia de valores e o papel da logística

O Professor Porter dividiu as atividades da cadeia de valores em dois grupos:

Atividades primárias: aquelas que contribuem com o valor agregado ao cliente através da produção do bem ou serviço. Aqui estão as atividades de logística interna, operações, logística externa, marketing e vendas e serviços. Nessas atividades, o autor destaca a logística de entrada (inbound) e a logística de saída (outbound), como sendo atividades estratégicas de alta importância na geração de valor ao cliente quando a empresa alinha seus processos com as reais necessidades dele;

Atividades de apoio: são as que dão suporte para as atividades primárias através da infraestrutura da empresa, de seu desenvolvimento tecnológico, dos suprimentos e da gerência de recursos humanos.

A Logística recebe várias atribuições para a geração de valor ao cliente ao longo da cadeia de valores: a melhoria do atendimento de prazos garantindo pontualidade, agilidade e precisão nos processamentos de pedidos e possibilitar a diminuição dos custos na cadeia de suprimentos são as principais. Todas resultarão em vantagens competitivas quando o cliente comparar o custo total com o benefício percebido por ele ao adquirir o produto.

A Logística também permite que empresas que atuam no mesmo segmento possam competir de forma distinta, com estratégias distintas e com resultados diferentes, gerando vantagens competitivas a depender basicamente do gerenciamento e emprego de recursos logísticos ao longo de toda a cadeia.

Outro ponto bem observado na cadeia de valores diz respeito também à Tecnologia da Informação (T.I.) que, junto como a Logística, estão presentes nos grupos das atividades primárias e de apoio, sugerindo que se ambas forem bem assistidas e evoluírem a empresa ganhará muito em competitividade.

quinta-feira, 8 de junho de 2017

Recado dado, recado recebido!

Raimundo de Sousa Sales Filho, aluno do 2º semestre do Curso de Marketing, veio conferir, hoje (08/06), o livro "A Quinta onda dos serviços no varejo", divulgado na quinta-feira (01/06), nas Sugestões de leitura da Biblioteca. 

O aluno é leitor assíduo da Biblioteca e tomou por empréstimo o exemplar para garantir a leitura do fim de semana, agregando mais conhecimento.


Fiquem atentos! Toda quinta-feira tem sugestões de leitura.

Biblioteca

quarta-feira, 7 de junho de 2017

Alunos de Contábeis estudando Matemática

Uma equipe do 1º semestre do Curso de Ciências Contábeis animou hoje (07/06) o salão de leitura da Biblioteca, estudando Matemática. Muitas discussões e cálculos para chegar aos resultados corretos.



Biblioteca

terça-feira, 6 de junho de 2017

Doação de livros do Professor Luiz Paulo

O Professor Luiz Paulo doou 06 livros para a Biblioteca, os quais já se encontram disponíveis para empréstimo:
  • Manual SIO para a otimização de atendimentos & estoques 
  • Você sabe estudar?
  • Gestão estratégica de estoques e planejamento avançado de demanda
  • Manufaturamento enxuta como estratégia de produção
  • Otimizando a produção com a metodologia lean
  • 100 dicas infalíveis para emagrecer e se manter em forma


Biblioteca

A Geração Z e a comunicação na nuvem: BroadSoft já tem soluções mobile


  • Escrito por  Júnia Braga


Segundo a BroadSoft - líder mundial de mercado de comunicações unificadas em nuvem para o mercado corporativo - o momento agora é das empresas se prepararem para atender a estes novos colaboradores que irão requerer disruptividade em sua forma de trabalhar.

A Geração Z, nascida entre 1996 e 2010, tem pavimentado o seu caminho há alguns anos. Eles são cerca de 60 milhões, um milhão a mais do que os Millennials. Espera-se que seu número e incursão no mercado de trabalho afete o comportamento de gestão e de consumo a partir de agora, principalmente no que se refere à gestão de pessoas, processos, segurança e ao uso mobile.

Segundo a BroadSoft - líder mundial de mercado de comunicações unificadas em nuvem para o mercado corporativo - o momento agora é das empresas se prepararem para atender a estes novos colaboradores que irão requerer disruptividade em sua forma de trabalhar.

Para a companhia americana, se o futuro é móvel, a comunicação unificada segura na nuvem - ou seja, todos os processos de comunicação unificados e disponíveis em qualquer lugar do mundo de qualquer dispositivo - é, provavelmente, um futuro real para esta geração.

Apenas um clique para uma chamada de videoconferência

Uma pessoa está em movimento, seja no carro, num trem ou em um aeroporto, e há uma teleconferência que ela não pode perder. Então, a pessoa gasta alguns minutos para achar em sua agenda ou bolsa o número e o código de conferência. Se ela só tem o seu celular, então precisa encontrar um pedaço de papel e uma caneta e escrever esses números. E tudo isso antes mesmo de discar.

Este é um relato comum de se ouvir no ambiente corporativo. Por isso, a fim de melhorar esta experiência do usuário em movimento, a BroadSoft lançou no mercado dois novos aplicativos móveis que endereçam este problema. "Estima-se que mais de um terço das reuniões começam atrasadas. Queremos que as pessoas sejam tão produtivas quando estão no celular como em sua mesa. A realidade é que a maioria de nós gasta uma grande parte do nosso dia fora do escritório. Na verdade, os números mais recentes sugerem que 50% dos trabalhadores agora usam seu celular como dispositivo principal", explica a diretora de Go To Market para o Brasil, Tábata Romero

Quando muito do dia de trabalho envolve estar longe da mesa, as equipes precisam de tudo devidamente conectado e de comunicações rápidas para manter a produtividade.

Otimizado para a experiência móvel, o UC-One Connect possibilita levar o escritório onde quer que o usuário vá, permitindo-lhe conversar, verificar a disponibilidade de seus colegas e chamá-los usando uma ID empresarial - um código numérico individual para cada um dos colaboradores - a partir de dispositivos móveis pessoais da Apple ou Android.

Já o UC-OneMeet economiza tempo e agrega conveniência, permitindo ao usuário se juntar a uma teleconferência com apenas um toque do seu celular, também usando a sua ID empresarial.

"O principal objetivo no desenvolvimento destes novos aplicativos foi abordar dois problemas de comunicação chave enfrentados quando as pessoas estão em movimento", conclui a diretora de Go To Market para o Brasil, Tábata Romero

Ambos os aplicativos devem estar disponíveis no mercado brasileiro a partir de 2017 e serão comercializados pelas principais operadoras de telecomunicações brasileiras.

Entendendo a Geração Z

Embora um grupo de 60 milhões não seja suscetível de seguir um único modelo na força de trabalho, algumas tendências surgem no horizonte. Primeiro, a abordagem à tecnologia. Uma característica usada com frequência para Millennials é "nativo digital". Eles foram a primeira geração a ter crescido em um mundo digital. Isso é ainda mais verdadeiro na Geração Z: eles são nativos da era digital avançada e de sua proliferação sem fim.

"Eles são duas vezes mais propensos a usar dispositivos móveis sobre PCs ou laptops do que gerações anteriores. Além disso, conscientes das preocupações de privacidade, eles são muito mais propensos a usar plataformas cujas mensagens evaporam pouco depois de serem enviadas", explica a diretora de Go To Market para o Brasil, Tábata Romero

A Geração Z também é produto de um movimento tecnológico que permite a realização de tarefas fora de um local específico. Mais de metade prefere trabalhar em casa, o que reforça a necessidade e a importância de existir tecnologia, processos e culturas adaptadas a esta nova forma de trabalho.

De acordo com pesquisa realizadacom mais de 4.000 trabalhadores de 10 mercados globais diferentes entre os dias 22 de junho e 11 de julho de 2016 pela empresa de recursos humanos Randstad, da Holanda, em parceria com a empresa de estratégia de marketing Millennial Branding, sediada em Londres, para19,1% dos jovens o mais importante é a flexibilidade, no que se refere ao ambiente de trabalho.


Fonte: Segs 

sexta-feira, 2 de junho de 2017

Criação de produto

Duas equipes do Curso de Marketing se reúnem hoje (02/06), para discutir sobre o trabalho de criação de um produto, da disciplina de Marketing de Produtos, ministrada pela Professora Zilah Albuquerque

O texto está sendo afinado no tocante à metodologia da pesquisa aplicada à aceitação do produto, comenta Nilton César, um dos integrantes das equipes.


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Como um ERP vai funcionar para estratégia de marketing

(Imagem: FreePik)

Já imaginou ter o controle total de todas as informações da sua empresa? Ou seja, diariamente obter relatórios sobre as transações realizadas, como número de vendas, quais as contas foram pagas, qual a quantidade de cada item do estoque? Parece muita coisa, não é mesmo? E realmente é, mas com os sistemas empresariais de gestão é possível controlar todos esses dados e muitos outros.

Entre os tipos de sistemas de gestão, existem os que se baseiam na tecnologia ERP – Enterprise Resource Planning, que pode ser traduzido como Planejamento de Recurso Corporativo. Basicamente, a sua função é a de integrar todos os dados e processos de uma organização em um único sistema.

Desse modo, os computadores da sua empresa se mantem em rede conectados ao sistema e as atividades cotidianas realizadas pelos colaboradores são realizadas por meio dele. Para tanto, se faz uso de banco de dados e demais ferramentas que facilitam a execução de cada tarefa.

Assim, quando for preciso, é possível obter relatórios contendo os levantamentos de um determinado período. Além de agilizar e facilitar as atividades dos funcionários, a diretoria da empresa pode reduzir gastos com o quadro de funcionário e acompanhar tudo o que é feito. Tal economia pode ser convertida em divulgação empresarial, ou seja, além de economizar tempo você ganha clientes.

Ademais, a partir dos relatórios, pode-se ainda avaliar o desempenho da empresa, colaborando com a tomada de decisões e para que você formule a melhor estratégia de marketing correspondente.

Isso significa que, ao acompanhar todo o funcionamento da sua empresa, as chances de tomar decisões mais assertivas estão garantidas, evitando assim os achismos. Com o ERP, o empresário consegue visualizar a empresa por meio de números, estatística e outros dados concretos.

Ter essa clareza é fundamental para a estratégia de marketing do seu negócio. Para tanto, o sistema empresarial de gestão oferece diferentes ferramentas. Veja a seguir o papel de cada uma das funcionalidades de um sistema de gestão para o plano de marketing empresarial:

Controle financeiro

Saber qual o valor exato que a sua empresa gasta em cada setor nem sempre são dados fáceis de controlar quando não se tem um sistema informatizado. Mas com o ERP é possível acompanhar os custos diários e em outros períodos da sua empresa. Isso porque ele reúne as seguintes informações:
  • Contas a pagar
  • Contas a receber
  • Fluxo e caixa
  • Conciliação bancaria
  • Emissão de boletos
Entre todas as vantagens que o controle financeiro possibilita, está o acompanhamento do retorno financeiro do seu investimento em ações de marketing. Desse modo, fica mais simples de avaliar se o dinheiro empregado nesse setor está dando o retorno desejado, além de ajudar a identificar quais as ações que estão obtendo melhores resultados. Além disso, você consegue saber quanto de capital ainda está disponível para investir em estratégias.

Controle de estoque

Ter controle do estoque é outra vantagem para a estratégia de marketing da sua empresa, uma vez que, dessa forma, é possível fazer um planejamento mais eficiente. Isso pode ser realizado de diversas maneias. A função de controle de estoque ajuda a identificar que existe um produto com pouca saída, por exemplo, assim, é possível investir em ações de marketing para promovê-lo.

Outra vantagem é que não se corre o risco de promover um produto com poucas unidades em estoque, o que pode causar uma demanda maior do que a empresa pode oferecer. Nesse caso, com a ferramenta do ERP, pode-se programar uma compra do item antes de iniciar uma grande campanha de vendas.

Controle de Vendas

Essa função do ERP colabora com a estratégia de marketing de modo semelhante ao controle de estoque, pois ao ter conhecimento exato do que é mais vendido, você pode investir ainda mais na promoção desse produto. Em muitos casos, o empresário pode avaliar que determinados itens com pouca saída não são vantajosos para o seu negócio.
Controle de clientes

Além de tornar a venda mais rápida e satisfatória para o cliente, os relatórios gerados pelo sistema ERP permitem aos empresários conhecer melhor os seus clientes, através das suas informações de cadastro.

Ao identificar a idade, sexo, onde reside, grau de instruções e outros dados dos seus clientes, você pode criar ações de marketing que façam com que eles se identifiquem cada vez mais com o seu produto ou serviço. 

Envio de orçamentos

Como você já deve saber, quando se fala em marketing, não se refere apenas à publicidade, mas sim, a todas as ações que envolvem a promoção de um produto ou serviço. Nesse sentido, o envio de orçamentos também se torna um aliado do marketing.

Ou seja, quanto mais rápido você responder à solicitação de orçamento de um consumidor, maiores são as chances de efetivar a venda. Melhor ainda se com apenas um clique o cliente puder aprovar o orçamento e já realizar a compra. O ERP oferece essa possibilidade.

Atendimento ao cliente

As ações de marketing também estão relacionadas às ações de fidelização, isto é, de fazer com que o seu cliente volte a consumir o produto ou serviço da sua empresa. Para que isso se torne realidade, é necessário um atendimento de qualidade, rápido e eficiente. E o ERP conta ainda com outras ferramentas para potencializar o atendimento, entre elas:
  • Gerenciamento das ordens de serviço: com esse recurso do sistema de gestão ERP, as empresas de prestação de serviços oferecem um atendimento qualificado ao cumprir cada etapa ou tarefa do serviço conforme o estipulado. Desse modo, evitam-se os atrasos e demais problemas que podem ocorrer, aumentando a satisfação do cliente.
  • Emissão de notas fiscais eletrônicas para o consumidor: hoje em dia, enviar uma nota fiscal eletrônica ao cliente confere segurança ao atendimento, fazendo com que sejam grandes as chances dele voltar a fazer negócio com a sua empresa. O sistema ERP disponibiliza essa opção, colaborando com as ações de fidelização.
  • Emissão de notas de serviço: o mesmo acontece com essa funcionalidade, assim, além de deixar o cliente satisfeito com o atendimento, todo o serviço burocrático da sua empresa é facilitando. Desse modo, os colaboradores aumentam a sua produtividade e colaboram com o sucesso da empresa.
Conclusão: faça gestão integrada!

No decorrer deste artigo foram apresentados como as ferramentas de um software de gestão empresarial e como elas podem impactar os resultados de marketing de uma empresa. Neste ponto, é muito importante reforçar a ideia de gestão integrada: uma empresa é um “organismo vivo” e deve ser administrada como tal! Por isso, é importante que a sua empresa usar de todas as ferramentas para se manter competitiva e integrar para alcançar o sucesso!

Você precisa, ao mesmo tempo:

1) Criar um estratégia de marketing

2) Entregar resultados (fazendo a gestão empresarial).

Sua empresa ainda não tem um Sistema de Gestão Empresarial online ou está insatisfeito com o sistema atual? Então, dê uma olhada no GestãoClick, um sistema ERP online, e depois nos conte o que achou!

Gabriela Vitória. Redatora do GestãoClick.


DIÁLOGOS EMPRESARIAIS RECEBE BETO STUDART


Trajetória de um empreendedor dedicado ao amor e ao trabalho. Esse é o tema do nosso próximo Diálogos Empresariais. O convidado é o empresário e presidente da Federação das Indústrias do Estado do Ceará (FIEC), Beto Studart. O evento será realizado dia 13 de junho, às 18h30, no auditório da CDL de Fortaleza.

SOMENTE PARA ASSOCIADO CDL E ALUNOS DA FACULDADE CDL. 

Para participar: inscreva-se pelos telefones (85) 3433.3012 / 3433.3013. 

É GRATUITO!

quarta-feira, 31 de maio de 2017

Sua empresa trabalha para o ERP?


A implantação de um sistema de ERP não é um projeto de tecnologia da empresa, mas sim de um projeto organizacional de toda a corporação


26 de Maio de 2017 - 13h38

A implantação de sistemas de ERP (Enterprise Resource Planning) pelas empresas exige uma análise cuidadosa de fatores estratégicos, que garantam o sucesso do projeto e do alcance dos objetivos organizacionais para os quais a decisão de implantar o sistema foi tomada. 

Muitas delas já se beneficiam com a implantação dos sistemas de ERP, já melhoram as capacidades de comunicação e de integração de processos de negócio entre os departamentos.

As falhas no processo de implantação de sistemas de ERP acontecem porque a organização trata o processo como um mero projeto de tecnologia, de instalação de um novo pacote de software, e não como uma mudança organizacional abrangente e de elevado impacto, que quando mau executada, pode afetar diretamente a estratégia da empresa.

No ano 2000, uma má implantação de um projeto de ERP na Nike gerou perdas de US$ 100 milhões em vendas, quedas de 20% nas ações e uma avalanche de processos. Isso graças a uma tentativa para lá de frustrada de integrar o ERP. A avaliação posterior do projeto mostrou que a Nike tinha planejado mal o projeto, com uma visão somente da a área de tecnologia, ou seja, pessoas-chave e de negócios foram deixadas de fora, e a equipe foi mal treinada em relação ao sistema e seu valor comercial.

O sucesso na implantação de sistemas de ERP está diretamente vinculado a estes fatores:

1. Aceitar a mudança da organização para receber as novas funcionalidades;

2. Disciplina na execução dos processos em aderência com o sistema de ERP;

3. Paridade real entre os processos físicos e sistemicos;

4. Capacitação adequada e entendimento das integrações entre os processos;

5. Suporte da alta gestão na alteração dos procedimentos para adequação aos módulos do sistema de ERP;

6. Compromisso de toda a organização na implantação das novas práticas e sistemas;

7. Ser um projeto da “empresa”e não um novo sistema da área de tecnologia.

Na maioria das empresas, os sistemas de ERP são implantados como sendo uma visão de tecnologia apenas e não como uma ferramenta de gestão estratégica que afeta a organização como um todo. Mesmo em organizações onde já se tem suporte sistemicos aos processos, as atualizações ou reimplantações podem gerar conflitos e dificuldades de aceitação na alteração dos processos organizacionais. Não adianta ter procedimentos configurados no ERP de controle de terceiros, e ainda ter a área de vendas fazendo o processo sem registro no sistema.

A aderência dos sistemas de ERP em muitas empresas chega a apenas 35%, principalmente pela falta de cumprimento dos fatores aqui citados. Este é um dos grandes fatores de mudanças do sistema de gestão. De forma equivocada, troca-se o ERP devido à falta de aderência, mas repete-se o erro de ser um projeto apenas de tecnologia, chegando ao final com uma marca diferente e com a mesma aderência baixa ao negócio.

Nas verticais da industria automobilística é onde se encontra o maior sucesso de implantação dos sistemas de ERP, com aderência superior a 75%. Mas porque somente na industria automobilística e de autopeças isso ocorre? Porque nesse setor, se a empresa não tiver padrões rígidos dos seus processos e alta disciplina na execução dos trabalhos, ela praticamente sucumbe ao mercado altamente competitivo e tecnológico. A indústria automobilística é a grande impulsionadora das melhorias e das mais atualizadas práticas de processos de planeamento complexos de demanda e distribuição e processos de execução de chão de fábrica.

Fatores que na indústria automobilística e seus fornecedores precisam para serem altamente competitivos no uso do ERP:

1. Just time – processos complexos em que os fornecedores têm que entregar as matérias primas ou conjuntos para atender a produção de forma ordenada e em períodos de tempos prefixados;

2. Milk run – processos de entrega em sequencia adequada a produção do cliente, nos menores espaços de tempo possíveis;

3. Estoque zero – Simplificação de terceirização de processos produtivos para agilizar o ciclo de produção e entrega de produtos com custos reduzidos;

4. Planeamento de necessidades e distribuição – Elaboração de um plano de produção e distribuição conforme a estratégia da empresa, com o conhecimento e participação da cadeia produtiva de fornecedores com o objetivo de alcance rápido e ao menor custo. Para isso é necessário um plano com no mínimo 15 dias de pedidos firmes e sem alterações para atender aos fatores de 1 a 3;

5. Compromisso de todos os envolvidos na cadeira produtiva (supply chain) para atingir os objetivos da estratégia;

6. Mitigação - Se possível sem qualquer desvio (zero desvio) de planeamento da gestão da cadeia logística (supply chain). O maior desafio das empresas em não ter desvios de plano de materiais e produção.

Com esses conceitos devemos considerar que a implantação de um sistema de ERP não é um projeto de tecnologia da empresa, mas sim de um projeto organizacional de toda a corporação, e se necessário até o envolvimento de parceiros fornecedores e clientes tier one, pois para um planeamento eficiente e de alta performance, é necessário o envolvimento dos parceiros, lembre-se que eles irão alimentar a maioria das entradas de seus processos, que é a chave para ter indicadores e resultados altamente confiáveis.

Outra recomendação é realizar uma estratégia de entregas por pacotes, o modelo tradicional de ter um único projeto de nove meses, é algo não recomendado nos dias atuais, período no qual o mercado econômico sofre muitas modificações, e isso pode trazer risco quanto a ter um go live do projeto com baixa aderência ao business, pois será com uma visão de nove meses atrás. Ter entregas parciais, torna o projeto flexível e motivador para a equipe envolvida e para o business, pois o valor do ERP já passa a fazer parte do dia a dia da empresa durante o projeto.

O questionamento que dever feito no final do projeto é: Seu negócio trabalha para o ERP ou o ERP trabalha para seu negócio? Se a resposta for positiva para o segundo questionamento, parabéns, sua implantação foi um sucesso, se a resposta or positiva para a primeira pergunta, reveja o projeto.

*Antonio Dutra é consultor sênior da filial de Portugal da Borba&Lewis Consulting, empresa especializada em ERP.



Atenciosamente,



Ana Luiza Chaves

Bibliotecária Faculdade CDL

(85) 3464.5570

analuiza@faculdadecdl.edu.br

www.faculdadecdl.edu.br

segunda-feira, 29 de maio de 2017

Os trabalhos mais quentes do futuro serão muito diferentes dos atuais






Carreira 

Mesmo que continue a haver demanda por profissões tradicionais, como médicos, professores, advogados, engenheiros, etc, elas exigirão o domínio de ferramentas e tecnologia digitais direcionadas a cada atividade

Da Redação, com IDG News Service Publicada em 28 de maio de 2017 às 11h25 -

Enquanto o mundo luta pelos empregos do passado, a inovação está consumindo rapidamente os trabalhos do presente, diz Brian Solis, analista do Altimeter Group. Todos os dias, mais empregos estão se tornando automatizados ou deslocados por tecnologias emergentes em nome do progresso. "E isso não vai parar", argumenta.

Por isso, Solis defende que o maior retorno sobre o investimento (ROI) para qualquer empresa que deseje continuar competitiva será ajudar os funcionários a aprender novas habilidades e obter conhecimentos valiosos relacionados aos empregos do futuro. Quais?

"A indústria robótica irá criar uma variedade de novas categorias de trabalho. Algumas serão altamente técnicas, como engenheiro robótica, programador de sistemas robóticos, engenheiros de drone. Mas também haverá posições que nunca existiram antes, que não exigirão um conhecimento de engenharia tão profundo", diz ele.

Entre essas profissões estariam o que Solis chama de inspetores de qualidade sistemas robóticos, treinadores de robôs, especialistas em comportamento de Inteligências Artificiais, especialistas em narrativa e por aí vai.

Torsten Volk, analista da Enterprise Management Associates, diz que a Inteligência Artificial e suas subcategorias - basicamente Machine e Deep Learning - serão áreas-chave para o crescimento das profissões do futuro.

Entre os exemplos de postos de trabalho de trabalho do futuro, na sua opinião, estão os arquitetos de Inteligência Artificial, os treinadores de Machine Learning, os programadores, analistas, engenheiros e cientistas relacionados com a Internet das Coisas (IoT) e a Analytics.

"A nova geração de empregos exige uma nova compreensão de onde estão os limites das tecnologias de Inteligência Artifical e de Analytics", diz Volk. "No futuro, os programadores, gerentes de produto, arquitetos e até mesmo os papéis de negócios devem se familiarizar com o impacto da automação e da tomada de decisão baseada em Machine Learning sobre as operações de TI e o desenvolvimento de novos produtos".

JP Gownder, analista da Forrester, sustenta que os trabalhos relacionados com Informática e Matemática crescerão nos Estados Unidos em 57% na próxima década. Cada vez mais, esses trabalhos se concentrarão em torno de Machine Learning e das bases de conhecimento (Big Data) serão necessárias para conduzir a Inteligência Artificial.

"À medida que nos movemos em direção a um mundo AI-First, especializações irão surgir a partir das aplicações prática de aprendizado de máquina, cognição e geração de linguagem natural. Embora algumas das funções relacionadas a essas disciplinas já existam hoje, elas se tornarão muito mais mainstream e subsegmentadas no futuro", diz Gownder.

Solis acredita que os futuros empregos incluirão muitas carreiras não-tradicionais, tais como consultores de moeda digital, que ajudarão os investidores a construir riqueza investindo, negociando e vendendo moedas digitais emergentes; profissionais de segurança cibernética e pesquisadores digitais que ajudarão os indivíduos e empresas a investigar ameaças, resolver crimes e recomendar protocolos de segurança; e arquitetos de Realidade Virtual e Realidade Aumentada, que projetarão ambientes e aconselharão os colegas sobre as tecnologias de suporte necessárias.

De acordo com o analista Geoff Woollacott da Technology Business Research, Inc. (TBRI), a força de trabalho do futuro será dividida entre aqueles que executarão as diretivas de Aprendizado de Máquina (doers) e aqueles que irão analisar e avaliar os algoritmos e os resultados de negócios (pensadores).

"Quanto mais as máquinas pensarem, menos pensamento será exigido dos seres humanos," explica Woollacott. "A Fintech, por exemplo, terá métricas automáticas de dados pessoais para aprovação automática de empréstimos", explica.

Imagine especialistas em financiamento de multidões ou banqueiros de cripto-moeda. Os bancos físicos se transformarão em centros de apoio técnico onde os clientes serão informados sobre como trabalhar online para conduzir suas transações bancárias.

O gerenciamento da infraestrutura de TI será menos sobre o diagnóstico de interrupções e mais sobre o monitoramento de painéis de desempenho da rede e, quando necessário, mudança das regras e diretrizes de desempenho dos aplicativos para manter o resultado desejado do negócio.


E os empregos tradicionais?

Mesmo que continue a haver demanda por profissões tradicionais como médicos, enfermeiros, advogados, banqueiros e professores, esses trabalhos exigirão um conhecimento muito mais profundo das tecnologias existentes, porque cada faceta de suas vidas profissionais, desde as comunicações até o transporte, a pesquisa e a educação, será permeada com sistemas computacionais.

Todas as ocupações exigirão que seus profissionais compreendam, gerenciem e mantenham vários dispositivos, além de sistemas especializados que estarão associados com seus trabalhos, como sistemas de diagnóstico e de imagem, equipamentos de varredura e monitoramento e aplicações de análise para pessoal médico, por exemplo.

E, a maioria de todos os trabalhos futuros exigirá dos indivíduos habilidades múltiplas em muitos campos tecnológicos. Por exemplo, programadores, analistas e desenvolvedores terão a proficiência para executar todas essas três funções. Enquanto designers, arquitetos e vários engenheiros provavelmente compartilharão o mesmo conjunto de habilidades.

À medida que as empresas reduzirem o tamanho e apertarem os cintos, muitos, empregos técnicos similares se fundirão. O s empregados poderão ser mais versáteis, permitindo mais mobilidade entre ocupações múltiplas. Isso será particularmente necessário em pequenas empresas e em áreas distantes dos grandes centros urbanos.

Todos nós podemos imaginar como essas novas tecnologias vão mudar a agricultura, a infraestrutura, a manufatura, a construção, o transporte, a comunicação e o entretenimento.

Por exemplo, coletores de água atmosférica, sensores de ar e solo, sensores de culturas, equipamentos telemáticos e biométricos para o gado já utilizam sensores ópticos, drones, dispositivos mecânicos computadorizados, chips embutidos e outras automações robóticas para gerenciar e manter as culturas.

A infraestrutura futura também usará sensores, drones, microgrids, armazenamento de energia em massa e tecnologias de "smart city", como medidores inteligentes, smart grids, smart streetlights, smart traffic lights e até mesmo smart parking conectados através de redes IoT.

Edifícios inteligentes e casas inteligentes abrangerão tecnologias eficientes para controle de temperatura, iluminação, consumo de energia, sistemas de som, entretenimento, mídia, segurança e comunicações. Podemos também ver novas tecnologias holográficas como holo-phones e imagens 3D que flutuam acima de laptops e/ou pairam sobre tablets.

As tecnologias de impressão tridimensionais influenciarão fortemente os trabalhos de fabricação e construção do futuro. Os produtos impressos de forma tridimensional e os novos materiais fornecerão trabalhos para designers, arquitetos, projetistas 3D, arquitetos em nuvem, administradores de tecnologia móvel, engenheiros, programadores, analistas, arquitetos de Realidade Aumentada, trabalhadores de campo assistidos por robô e outras funções robóticas.


Como os indivíduos serão treinam para esses trabalhos?

O analista da EMA, Torsten Volk, sugere que os indivíduos que procuram carreiras nessas "futuras" profissões devam aprender a abolir as fronteiras usuais de hoje e a ignorar as regras convencionais.

Além disso, os candidatos a emprego no futuro devem aprender a lidar com as tecnologias cognitivas e ofertas chave de IA, como o Watson, o Amazon ML, a API do Google Vision e outros sistemas já disponíveis para aprender na prática os trabalhos de amanhã.

Novatos devem experimentar e brincar com brinquedos robóticos como Cozmo, Dash & Dot, Chimp, Ziro, Leka, etc. para aprender a codificar e aprimorar as habilidades STEM (ciência, tecnologia, engenharia e matemática).

E as corporações devem transformar agressivamente o treinamento dos funcionários e sua educação formal. "Ou, nós não estaremos produzindo as habilidades de trabalho que nossas empresas e negócios exigirão na futura economia", diz Woollacott.

Afinal, estar pronto para o futuro mercado de trabalho terá cada vez menos relação com o que o profissional sabe e muito mais com o que é capaz de fazer com seu conhecimento.

Fonte: CIO

sexta-feira, 26 de maio de 2017

... E o espaço ficou pequeno

Ontem (25/05), alunos dos Professores Denio Igor, Estevan e Carla Michele lotaram a Biblioteca para pesquisar e elaborar trabalhos de disciplinas. A maioria deles pesquisaram sobre sistemas de governo, assunto da disciplina de Ciência Política, da Professora Carla Michele, do Curso de Administração.

Todos os assentos foram tomados e a Biblioteca ficou pequena...








Biblioteca

Quatro cuidados que devem ser tomados ao expandir os serviços de sua empresa






Especialista Jorge Kowalski explica que ao adicionar recursos na empresa, alguns pontos de cuidado devem ser levados em consideração

25 MAI 2017
18h02

 
Algumas empresas olham outros mercados de atuação buscando agregar novos serviços para aumentar o faturamento. No Brasil, há como observar a quantidade de serviços que as operadoras telefônicas oferecem, por exemplo. Já no exterior, grandes empresas do setor de tecnologia buscam trazer mês após mês novos recursos para as suas plataformas a fim de atrair mais usuários ativos. Este processo de atualização é comum e fundamental para qualquer tipo de serviço/produto. 

Porém, ao agregar novos serviços em sua empresa, alguns pontos de cuidado devem ser levados em consideração. Jorge Kowalski, sócio e idealizador da primeira rede social de negócios para varejistas, vendedores e marcas, a Luckro, cita 4 importantes informações para você. Confira: 

1. Conheça os seus clientes, e reconheça-os. Há diversos clientes que possuem um longo relacionamento com a sua empresa, e por muitas vezes eles querem um atendimento especial ou mesmo um mimo pela lealdade. Ter um cliente fiel pode ser um dos ativos mais valiosos da sua empresa, por isso não o decepcione. Dê treinamento aos seus funcionários a fim de os preparar para identificar e solucionar possíveis problemas. Clientes assim geralmente acabam recomendando seus amigos a sua marca. 

2. À medida em que você entra em novos negócios oferecendo novos serviços para seus clientes principais, você deve estar ciente de que você pode não ser capaz de manter o mesmo nível de qualidade que encantou seus clientes em seu negócio inicial. Como você está jogando fora de seu ecossistema normal, você pode gerar novas situações de frustração potencial para seus clientes. E isso pode afetar o negócio todo. Dobre a atenção quando lançar um novo serviço, se não uma frustração pode acabar atrapalhando o relacionamento duradouro do principal. 

3. As regras definidas para o novo negócio devem ser uma extensão da experiência do cliente no negócio principal. Verifique se você mantém suas vantagens competitivas e qualidade de serviço nos novos negócios que você entra. Especialmente se para entrar em novos negócios você está usando novos fornecedores, ou canais de distribuição. Se você não aplicar a mesma paixão e controles de qualidade para eles também, um desastre pode acontecer. A qualidade de vendas e atendimento ao cliente são tão difíceis de gerenciar e manter (é por isso que eles se tornaram a minha paixão profissional) que podem acabar totalmente desalinhados entre várias linhas de negócios, colocando em risco um negócio muito maior. 

4. Se seus clientes na nova linha de negócios vêm de seu negócio original, deve tratar eles como reis. Se você falha, pode colocar em risco toda a relação (leia-se negócio). Se tiver causado algum desconforto com o novo serviço, procure oferecer algum desconto no negócio original como forma de recompensa. 

"Muitos outros ecossistemas de empresas estão se tornando tão grandes que se torna difícil manter o nível de serviço original em ecossistemas compostos por hardware, software, lojas, streaming e serviços web", afirma Kowalski. "Se a base de clientes não é cuidada de forma integrada, e só se foca no crescimento de receita, qualquer falha nos novos negócios pode prejudicar a lealdade dos clientes ao negócio com um todo", completa. 

O aprendizado que fica é que perder um cliente pode ser ruim. Mas perder um cliente "apaixonado" pode ser bem mais desastroso pois, de acordo com Kowalski, muitas vezes eles compartilham suas mágoas, podendo ou não afetar novos usuários.

Foto Dino

Este é um conteúdo comercial divulgado pela empresa Dino e não é de responsabilidade do Terra

Fonte: Terra/Dino

quinta-feira, 25 de maio de 2017

Apresentação em sala de aula sobre normalização do projeto de pesquisa

Na manhã da última quarta-feira (24/05), apresentamos em sala de aula as normas da ABNT, para aplicação no projeto de pesquisa dos alunos da Professora Carla Michele, do 1º semestre do Curso de Administração.

Enfatizamos a tríade da pesquisa, dando o enfoque para a normalização de forma contextualizada.

Na oportunidade, os alunos agregaram conhecimento ao conteúdo já passado pela Professora e tiraram suas dúvidas. Posteriormente, alguns já visitaram a Biblioteca, para concluir alguns passos já avançados no projeto de pesquisa. 

Os alunos receberam o arquivo eletrônico da apresentação para servir de pesquisa durante a elaboração do trabalho.




Biblioteca

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