Biblioteca da Faculdade CDL

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O Blog da Biblioteca da Faculdade CDL é um espaço destinado à comunicação da Biblioteca com os alunos e professores, onde é possível fazer postagens e comentários relativos a assuntos que envolvam, de alguma forma, a Biblioteca e o ambiente acadêmico em geral. O objetivo do blog é informar, registrar momentos e incentivar o gosto pela leitura e pela escrita.

quinta-feira, 15 de maio de 2014

Veja como impulsionar a sua confiança

Você está se sentindo desmotivado e precisa de incentivos para fazer um bom trabalho? Veja como é possível impulsionar a sua confiança
 


A confiança é um fator muito importante quando o assunto é carreira

A confiança é um fator muito importante quando o assunto é carreira. Afinal, esse sentimento está diretamente ligado à sua produtividade e motivação dentro do escritório. É preciso estar sempre disposto a impulsionar a sua visão sobre si mesmo para não deixar esses níveis abaixarem. Veja como é possível fazer isso:

1. Mantenha o foco nas suas vitórias

Você sugeriu uma mudança que foi adotada no escritório? O seu chefe elogiou o seu último relatório? Existem pequenas vitórias que podem ser lembradas toda vez que você se sentir desmotivado. Mantenha o foco nelas.

2. Sempre dê o seu melhor

O seu esforço é um ótimo fator para impulsionar a sua confiança. Se você fizer as coisas da melhor forma possível, você vai sentir que está dando tudo de você para a empresa e que merece estar ali.

3. Saia da sua zona de conforto

Fazer algo que você nunca fez antes dá a certeza de que você é capaz de coisas que nunca imaginou. Saia da sua zona de conforto para adquirir novas habilidades e perder o medo do desconhecido.

Fonte: Universia Brasil

7 dicas para pessoas tímidas terem sucesso nos negócios

Gostar de falar é importante para quem quer empreender, mas introvertidos também podem ser bem-sucedidos com a própria empresa

Da Redação - 12/05/2014



A timidez também tem suas vantagens – pessoas introvertidas são ótimas ouvintes (Foto: ThinkStock)

Um dos mantras do mundo corporativo diz que "empreendedores precisam vender". E para vender, é preciso saber falar, gostar de conversar com pessoas e ser extrovertido. Certo? Sim. Mas isso não significa que pessoas tímidas não podem abrir uma empresa.

Empreendedores introvertidos tem de se esforçar um pouco mais para obter sucesso profissional. Em muitos casos, não adianta falar que alguém precisa deixar a timidez de lado – muitos simplesmente não conseguem. Mas há várias formas de atenuar a introversão.

O site da revista "Entrepreneur" listou algumas dicas para quem é tímido e tem interesse em empreender. Saiba quais são:

1) Ensaie na frente do espelho
Um empreendedor precisa de pessoas para crescer. Os contatos feitos no decorrer da vida podem trazer boas ideias e até investimentos para a sua empresa. Caso seja difícil se comunicar com pessoas em uma conversa informal ou em um pitch, pratique o que deve ser dito na frente do espelho. Fique atento à sua expressão corporal, pois não adianta ter um discurso na ponta da língua e ficar travado. Desgrude os braços do lado do corpo e veja a melhor forma de gesticular enquanto fala.
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 2) Prepare algumas perguntas com antecedência
A falta de assunto pode acabar com uma conversa. Para evitar silêncios constrangedores, saia de casa com um roteiro de temas preparado. Perguntar sobre a inspiração para o negócio e a parte favorita na gestão de uma empresa para alguém são boas maneiras de manter uma conversa interessante.

3) Preze pela qualidade em vez da quantidade
Eventos de networking, em que vários empreendedores comparecem, causam frio na barriga de muita gente. Afinal, o ideal é que todo mundo se apresente e fale sobre seus negócios. Se essas reuniões são desconfortáveis para você, lembre que não é necessário sair disparando cartões de visitas e falando pelos cotovelos. Uma conversa de qualidade vale mais do que apertos de mão vazios.

4) Estabeleça metas
Antes de ir a um desses eventos, estabeleça metas. Não seja ambicioso e comece com tentar ficar pelo menos 20 minutos no local ou fazer um novo contato. Você vai se surpreender quando olhar para o relógio e perceber que o prazo foi superado e como o evento foi produtivo.

5) Peça ajuda para conhecidos
Se a timidez impede o empreendedor de se apresentar a alguém, um amigo pode ajudar. Peça para que alguém faça o contato inicial com as pessoas que podem contribuir para a sua empresa. Depois do aperto de mão, a conversa pode se desenrolar mais facilmente.
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6) Use o LinkedIn
Quando o empreendedor vai a um evento e seu objetivo principal é se encontrar com alguém, é importante checar o perfil desse contato no LinkedIn. Na rede social, é possível saber mais sobre a trajetória profissional de quem você quer conhecer. Use as informações do perfil para formular perguntas mais específicas. Não tenha medo de mostrar que você "fuçou" o perfil da pessoa: isso demonstra que você está realmente interessado no que seu contato faz.

7) Não deixe de escutar
Pessoas tímidas não gostam de falar, mas são excelentes ouvintes. Mesmo que você queira deixar a introversão um pouco de lado, nunca relegue sua capacidade de escutar. Sabendo ouvir, você vai despertar a atenção de empreendedores que adoram falar – e que não são poucos, vale lembrar. Eles irão atrás de pessoas que prestam atenção e que tem algo a dizer em retorno.

Fonte: PEGN

quarta-feira, 14 de maio de 2014

Mais da metade compra por impulso






CONSUMIDORES BRASILEIROS

14.05.2014

Conforme pesquisa, itens como roupas (29%) e calçados (19%) lideram a lista das aquisições consideradas supérfluas

impulso

O apelo promocional e os descontos ofertados pelo varejo têm conseguido atrair os consumidores brasileiros, sendo os principais motivos pela realização de compras não planejadas. Nos últimos três meses, 52% dos consumidores realizaram alguma compra por impulso, conforme mostra um estudo realizado pelo portal de educação financeira Meu Bolso Feliz (http://meubolsofeliz.Com.Br/), em parceria com o Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil). O estudo foi feito nas 27 capitais do País e a principal justificativa dada pelos consumidores para comprar por impulso são os descontos e promoções, mencionados por metade da amostra (50%).
O levantamento também procurou identificar com quais produtos os brasileiros mais gastaram desnecessariamente nos últimos 90 dias. Itens como roupas (29%) e calçados (19%) lideram a lista das compras supérfluas, seguidos por eletrônicos/celulares (18%) e perfumes/cosméticos (12%).
Os shoppings são os locais onde as compras por impulso costumam ocorrer com maior frequência, com 35% dos consumidores ouvidos afirmando que, nos últimos três meses, realizou alguma compra não planejada nesse tipo de estabelecimento. Em segundo lugar, ficaram as lojas virtuais (23%). Outros lugares também mencionados são as lojas de rua (14%), supermercados (14%) e lojas de departamento (4%).
O estudo avaliou ainda a relação do brasileiro com o crédito e constatou que, para 52% dos entrevistados, ele representa alegria/realização por comprar coisas. Já para 30%, o crédito ajuda nos momentos difíceis e para 7% representa problema.
"A dica é resistir às tentações das propagandas e não insistir em manter um estilo de vida que não combina com sua renda atual", orienta José Vignoli, educador financeiro do portal Meu Bolso Feliz. "Às vezes parece imperceptível, mas fatores psicológicos, subjetivos e emocionais exercem muita influência nas decisões financeiras. Por uma questão de status, algumas pessoas compram desmesuradamente apenas para impressionar a família, os amigos. Sem planejamento, essas pessoas adquirem produtos supérfluos e acabam se endividando excessivamente", diz.

Decepção em tempos de Copa






ARTIGO 14/05/2014

Quando se anunciou o Brasil como sede da Copa do Mundo de 2014, muito se conjecturou sobre os legados que esse evento deixaria para a população. Especulou-se sobre melhorias na segurança e na mobilidade urbana, entre outros setores. Imaginou-se um país que se prepararia para dar conta de um evento de tamanha envergadura e para, consequentemente, mudar o patamar de qualidade dos serviços e dos equipamentos públicos. Levantou-se a hipótese de que este país aproveitaria a oportunidade de vender-se ao mercado internacional sob o marketing de uma jovem, porém competente democracia. O primeiro país a ter um número tão grande de sedes convenceu a poderosa e pouco flexível FIFA de que essa pluralidade não interferiria na organização do evento.

Na época da escolha, escrevi neste espaço um artigo intitulado O varejo em tempo de Copa, estimulando os colegas varejistas a se prepararem para as exigências dos consumidores externos e para as diferenças entre os povos. Disse eu: A Copa tem duração de um mês, mas os negócios que fecharemos podem perdurar por muito tempo, portanto, precisamos nos planejar, pois demorará muito até que tenhamos de novo a chance de nos valermos de uma publicidade tão agressiva e tão abrangente, levada simultaneamente para bilhões de pessoas.

Passados quatro anos, o que temos? Vários veículos internacionais de comunicação alertando sobre a insegurança pública e sobre as muitas dificuldades que os turistas aqui enfrentarão. Tudo isso porque obras e investimentos em mobilidade urbana, segurança, aeroportos, portos, telecomunicações e estrutura de turismo foram iniciados sem que houvesse, na maioria dos casos, compromisso com os prazos. As picuinhas políticas e a problemática burocracia também atrasaram esse processo que deveria ter como fator preponderante os interesses benéficos ao país.

Esse atraso no cronograma, aliado a ações que não foram planejadas a tempo de serem executadas e a projetos que, na maioria dos casos, apenas ficaram no papel, conseguiu projetar mundialmente a imagem de um povo desorganizado, em vez da pretendida imagem de um povo hospitaleiro e empreendedor. Hospitalidade e empreendedorismo seguramente não rimam com a exorbitância dos valores cobrados pelos serviços nem com a infraestrutura inacabada. Isso sem falar na quase absoluta ausência de qualidade nas telecomunicações quando estas são comparadas aos demais países de porte semelhante ao do Brasil.

E diante dessa incompetência gestora globalmente propagada pela mídia, adota-se o “jeitinho brasileiro”. Para maquiar a segurança, Exército nas fronteiras, Upps nos morros e equipamentos caros nas mãos de quem pouco foi treinado para usá-los. Para maquiar a (i) mobilidade urbana, decreta-se feriado em dias de jogos.

E como fica o empreendedor que tiver investido recursos próprios esperando recuperá-los durante o evento, se nos dias de jogos, exatamente os dias de maior movimento, será feriado? E como ficará o turista que desses serviços precisar? E como ficará a população que sequer irá aos jogos devido ao alto valor dos ingressos? É a decepção em tempos de Copa!

Honório Pinheiro

presidente@fcdlce.com.br
Presidente da Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do CE

quinta-feira, 8 de maio de 2014

Dez reflexões para um desafio de marketing

Em comemoração ao Dia do Profissional de Marketing, destacamos abaixo a matéria  de 2013, do veículo Meio & Mensagem.

Confira a excelente e atualíssima matéria!



Meio e Mensagem

Dia do Profissional de Marketing, comemorado nesta quarta-feira 8, traz reflexões sobre os desafios das marcas na era da convergência das mídias


JANAINA LANGSDORFF
08 de Maio de 2013• 08:30


O profissional de marketing e seus malabarismos para vender o produto para a pessoa certa, na hora que ela quer e no momento mais propício para a compra – em qualquer parte do planeta.
Crédito: SXC


No dia 8 de maio de 1886 foi vendida a primeira Coca-Cola no mundo e a data acabou inspirando uma das comemorações mais importantes do calendário da indústria da comunicação. Celebrado nesta quarta-feira, o Dia do Profissional de Marketing traz as reflexões de dez executivos sobre um dos momentos mais probatórios da história atual desta atividade, agora refeita na era da convergência das mídias.

Ele pode ser publicitário, administrador de empresas, engenheiro ou, mais recentemente, ter até mesmo graduação em marketing. Independentemente da formação do profissional de marketing, mais importante é encontrar o melhor jeito para vender o produto para a pessoa certa, na hora que ela quer e no momento mais propício para a compra – em qualquer parte do planeta. 

Fica, assim, cada vez mais difícil manter o nó da gravata apertado. Até porque o nó acabou se transferindo para o dia a dia destes profissionais. De um comentário no Twitter, o consumidor manda um SMS para o amigo, que se conecta a outro pelo tablet, enquanto assiste ao comercial que anuncia a pré-estreia de uma megaprodução dos cinemas. 

Passando por todas as telas, eles finalmente se encontram, no mundo real, para assistir ao filme e, quem sabe, serão impactados pelas ações de marketing que cercam o lançamento. Neste cenário cada vez mais complexo, Meio & Mensagem convidou dez profissionais de marketing para falar sobre os desafios atuais da área e das marcas na era da convergência das mídias.



Humberto De Biasi, diretor de marketing da Lenovo
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Humberto De Biasi, diretor de marketing da LenovoCrédito: Ricardo Benichio






























“A convergência é uma realidade e na minha opinião não é recente. O desafio é complexo, porém objetivo. O primeiro passo é entender seu objetivo de negócio. Pode ser awareness, aumento de vendas, proteção de marca ou a combinação das mesmas. A partir daí, se deve entender o que cada mídia gera e isso significa estudo e observação. Está claro hoje que tudo acaba por convergir de alguma forma para o meio digital, seja para consulta, para comparação ou para fechamento do negócio. Outro ponto que ainda se destaca no Brasil é a importância do trabalho no ponto-de-venda. Ainda acredito que a valorização da experiência do consumidor tem que ser mais cultivada, mais ‘encantadora’ e impressionante para convergir em vendas. Por fim, se você souber trabalhar bem a TV, o rádio, a mídia exterior, o digital e o PDV, com a clareza de objetivos que cada um pode lhe gerar de resultado conjunto (analisar mídias separadas hoje é o mesmo que pedir macarrão separado do molho), você vai aprimorar seus resultados e medir tudo com mais acuracidade”




Emerson Cação, diretor de marketing da BIC
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Emerson Cação, diretor de marketing da BICCrédito: Ângelo Dimitre






























“A convergência das mídias é um fato que está aí. Para a geração Y ela sempre existiu, e o desafio do profissional de marketing de hoje é buscar equilíbrio entre a consistência da mensagem e a flexibilidade para transmitir sua essência em todas as mídias que se entrecruzam em suas diversas interfaces, sem perder a relevância e a interatividade. Não basta informar ou interagir. A cada dia, mais consumidores querem pulsar dentro das marcas preferidas e serem coautores"





Fernando Chacon, CMO do Itaú Unibanco
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Fernando Chacon, CMO do Itaú UnibancoCrédito: Eugênio Goulart






























“O mundo muda cada vez mais rápido e o que muda para o profissional de marketing não é o desafio, mas, sim, sua complexidade. Digo isso por que o desafio continua sendo se conectar de forma relevante e memorável com as pessoas, só que agora e, cada vez mais, as variáveis aumentaram, as telas se multiplicaram e, por outro lado, o tempo para consumo e interação diminuiu e é cada vez mais disputado pelas marcas. A oportunidade se reside em fazer conteúdo de qualidade que dá conversa e protagonismo para as pessoas. Quem convergiu não foi a mídia, foi a agenda diária do consumidor e entender isso é o novo desafio”




Ricardo Chueiri de Souza, diretor de marketing da Master Blenders
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Ricardo Chueiri de Souza, diretor de marketing da Master BlendersCrédito: Divulgação
































“A convergência de mídias é, com certeza, um dos principais desafios dos profissionais de marketing. Hoje, além de conhecer bem os hábitos de consumo e de compra de nossos consumidores, é preciso entender profundamente os seus hábitos de mídia e o papel que cada veículo exerce no processo de decisão de compra de uma determinada marca. Acredito que o eixo central da comunicação de marcas de consumo massivo continuará sendo a TV, suportada por uma experiência diferenciada no ponto-de-venda. Porém, é inegável o poder de influência (e o peso que deve ser dado) das redes sociais. O desafio, neste caso, é agregarmos real conteúdo, dosando o branding de forma criativa. Ou seja, a convergência das mídias exige mais planejamento e mais criatividade para que se crie planos verdadeiramente 360º, capazes ainda de otimizar o ROI das verbas de comunicação dos anunciantes”





Roger Ahlgrimm, diretor de marketing da Oakley
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Roger Ahlgrimm, diretor de marketing da OakleyCrédito: Rodrigo Sevieri






























“A era da convergência das mídias está fazendo marcas e empresas se reinventarem. Uma mudança muito positiva, já que ela possibilita criar engajamento com consumidores que hoje têm acesso à informação e conteúdo anytime, anywhere, anyhow. Entre os principais desafios, está a necessidade de planejar melhor, de ser criativo, de desenvolver conteúdos diferenciados e de acordo com cada plataforma de comunicação. É preciso ainda coordenar o timing da divulgação, proteger e ressaltar os valores da marca e da empresa. Dá mais trabalho, mas se for bem feito, podemos transformar consumidores em apaixonados fãs”






Douglas Costa, diretor de mercado do Grupo Petrópolis
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Douglas Costa, diretor de mercado do Grupo PetrópolisCrédito: Divulgação
































"Um profissional moderno de marketing precisa aceitar e se render a ideia de que já estamos na era da convergência midiática. É o primeiro passo para pensar de maneira ágil, eficiente e atual desde a concepção de uma campanha. Conhecer as mídias e como elas se interagem é fundamental para trabalhar com comunicação hoje. Somente com essa base é que é possível vencer o principal desafio da profissão: ser criativo contemplando as características do público alvo. Parece simples, mas é um aprendizado que exige uma grande dedicação e inteligência"




Marcelo Guedes, diretor do curso de Administração com foco em marketing e gestão do entretenimento da ESPM RJ
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Marcelo Guedes, diretor do curso de Administração com foco em marketing e gestão do entretenimento da ESPM RJCrédito: Divulgação

































"As ações de marketing mudaram, o mundo mudou, as tendências mudaram, a concorrência está acirrada, a atitude do consumidor é outra. O profissional de marketing precisa se reinventar a cada momento. Já temos hoje especialistas estudando essa convergência. Vejo poucas empresas trabalhando efetivamente a convergência, até porque esse é um fenômeno relativamente novo. A L’Oréal, por exemplo, em parceria com a ESPM Rio, vem estudando tendências de marketing digital. Ela entra com sua expertise em mercado de beleza e a ESPM com seu conhecimento em marketing. O objetivo é aliar cada vez mais a mídia tradicional às novas práticas de marketing digital. Como a L’Oréal, grandes empresas mundo afora estão atentas a importância de se estabelecer estratégias de marketing convergente"





Rodrigo Finotti, diretor de marketing da Procter & Gamble Brasil
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Rodrigo Finotti, diretor de marketing da Procter & Gamble BrasilCrédito: Divulgação































“Acredito que o grande desafio do profissional de hoje é entender o papel de cada canal, veículo e agência no contato com o consumidor. A partir deste entendimento e do conhecimento de seu target, o profissional de marketing deve ser capaz de personalizar a mensagem para o consumidor, entendendo onde ele está mais receptivo e disposto a estabelecer uma relação com a marca. E em especial, para o segmento em que a P&G atua, nunca se esquecendo da escala. De qualquer forma, tudo que é novo demanda interesse, curiosidade e coragem para ser feito. Acredito que de uma maneira geral ainda temos muito para evoluir. Penso o mesmo em relação ao mercado de entretenimento, que está se reinventando e pode ser uma forma única de conexão com consumidores. Cabe aos profissionais de marketing buscar e demandar grandes soluções nestas áreas todos os dias de nossos parceiros“





Juliano Ohta, diretor de marketing e compras da Saint-Gobain Distribuição Brasil
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Juliano Ohta, diretor de marketing e compras da Saint-Gobain Distribuição BrasilCrédito: Divulgação































"Com a convergência digital, o grande desafio do profissional de marketing é compreender o comportamento e o novo perfil do consumidor, que está mais participativo e tem muito mais acesso às informações em tempo integral, por meio das redes sociais, sites, blogs, dentre outros diversos meios de comunicação online. Por outro lado, as ferramentas digitais têm nos ajudado na coleta de informações sobre a necessidade de cada cliente, tornando possível o desafio de atendê-lo da melhor forma possível"





Tarcisio Gargioni, vice-presidente comercial e de marketing da Avianca













"O desafio do profissional de marketing é ter uma mensagem única, coerente, com o mesmo conteúdo entre os mais diversos canais de comunicação, pois o público acessa as diferentes mídias de forma alternada e simultaneamente"

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