Biblioteca da Faculdade CDL

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O Blog da Biblioteca da Faculdade CDL é um espaço destinado à comunicação da Biblioteca com os alunos e professores, onde é possível fazer postagens e comentários relativos a assuntos que envolvam, de alguma forma, a Biblioteca e o ambiente acadêmico em geral. O objetivo do blog é informar, registrar momentos e incentivar o gosto pela leitura e pela escrita.

quarta-feira, 21 de agosto de 2013

"Nordeste registra maior crescimento da classe média nos últimos 10 anos"


A Faculdade CDL marcou presença na recente matéria que veiculou no Jornal Hoje da Rede Globo, sobre o crescimento da classe média no Nordeste.



A reportagem do Sistema Verdes Mares/Rede Globo apresenta dados desse crescimento em vários segmentos do comércio e serviços, 





entrevistas com dois alunos da Faculdade CDL: Carlos Alexandre Vasconcelos (MBA em Marketing e Gestão no Varejo) e Lucas Amorim Cordeiro Teixeira (Graduação Tecnológica em Gestão Comercial).




e o ambiente da sala com o Professor Francisco Josino da Costa Neto ministrando aula.




Acessem o link e confiram a reportagem completa!

terça-feira, 20 de agosto de 2013

4 habilidades de liderança que estudantes precisam desenvolver

Se você está interessado em se tornar um verdadeiro líder, pode começar a desenvolver habilidades especiais ainda na escola. Confira 4 características em que você deve investir


Para saber se você tem potencial para liderar, seus professores vão observar a maneira como você se comporta. Eles irão verificar seu relacionamento com amigos, com outros estudantes e com quem você precisa trabalhar em equipe

Ser um bom aluno não é suficiente para aproveitar ao máximo a experiência escolar. Para apresentar um bom desempenho é preciso aprender outras habilidades, como as de liderança. Embora pareça algo desnecessário, desenvolver essas características pode ajudá-lo a ganhar crédito com os professores e colegas de classe, além de preparar você para os passos futuros. Se você está interessado em se tornar um verdadeiro líder, confira 4 habilidades que você deve desenvolver ainda no colégio.

4 habilidades de liderança que estudantes precisam desenvolver: 1. Comportamento de líder
Embora as notas sejam importantes, não podem fazer muito por você quando se trata de liderar. Por isso, é fundamental investir em um comportamento que mostre que você leva a escola a sério e sabe o impacto que isso terá para o resto da sua vida. Procure ser disciplinado, agir de maneira madura e trabalhar com ética. Isso mostra que você tem potencial para liderar e conquista a confiança dos professores.

4 habilidades de liderança que estudantes precisam desenvolver: 2. Conexões com colegas   
Para saber se você tem potencial para liderar, seus professores vão observar a maneira como você se comporta. Eles irão verificar seu relacionamento com amigos, com outros estudantes e com quem você precisa trabalhar em equipe. Por isso, desenvolver sua comunicação é uma boa ideia. Tente ser mais articulado, mostre que você sabe trabalhar bem em equipe e mantém sempre uma atitude positiva diante das situações. Isso vai ajudá-lo a estabelecer conexões amigáveis com os seus colegas de classe.

4 habilidades de liderança que estudantes precisam desenvolver: 3. Trabalho social
Ainda que o foco dos seus professores seja a sua atitude em sala de aula, saber o que você faz fora da classe também é importante. Procure ganhar experiência realizando trabalhos voluntários e serviços comunitários, isso mostra iniciativa e encoraja os colegas a agirem da mesma maneira.

4 habilidades de liderança que estudantes precisam desenvolver: 4. Aprender com os erros
Você pode ser um estudante excelente, mas ainda assim não está livre de cometer erros. Entretanto, saber como aproveitar essa situação é o que vai diferenciar um líder dos demais. Por isso, ao falhar você precisa manter uma atitude neutra e encontrar ensinamentos naquele erro. Mostre aos seus professores que você sabe agir com maturidade diante das situações complicadas e aplique o que você aprendeu com aquele erro em outras situações. Isso vai deixar claro que você é responsável o bastante para lidar com as escolhas equivocadas que fizer eventualmente.

sexta-feira, 16 de agosto de 2013

Evento aborda inovação e sustentabilidade organizacional

FUTURA TRENDS 2013 16/08/2013

O Seminário Futura Trends reunirá pesquisadores e empresários de organizações nacionais e internacionais

KLEBER A. GONÇALVES, EM 8/5/2011
Heródoto Barbeiro será o mestre de cerimônias da edição deste ano do Futura Trends

No dia 26 de agosto, no hotel Gran Marquise acontece a terceira edição do Futura Trends, seminário que reúne cientistas, doutores e empresários de organizações nacionais e internacionais para debates e palestras sobre “Inovação e sustentabilidade organizacional”, tema escolhido para o evento deste ano. O evento é uma realização do Grupo de Comunicação O POVO e da Fundação Demócrito Rocha. 

Ao todo serão nove palestrantes e o mestre de cerimônias na abertura, o jornalista Heródoto Barbeiro, que também vai mediar um dos debates. Na palestra de honra, o convidado é Ozires Silva, professor da Fundação Getúlio Vargas, fundador e ex-presidente da (Empresa Brasileira de Aeronáutica (Embraer), da Petrobras e ex-Ministro de Infraestrutura.

O presidente da Empresa Brasileira de Pecuária e Agronegócios (Embrapa), Maurício Antônio Lopes , vai falar sobre “Pesquisa e Inovação para o Desenvolvimento Econômico e Social: Desafios para a Próxima Década”. Ele também participará de um debate sobre Sustentabilidade, junto com o presidente da Federação das Indústrias do Estado do Ceará (Fiec), Roberto Proença de Macedo e Carlos Henrique Rossin, diretor da Pricewaterhouse&Coopers.

Para falar de Economia Criativa, o evento conta com a presença de Lala Deheinzelin, Consultora Internacional no assunto, na palestra sobre “Como Construir uma Sociedade a Partir da Economia Criativa e Desenvolvimento Sustentável”. Em seguida, ela participa de debate com o professor Vanderlei Bagnato, Coordenador da Agência USP de Inovação.

Também farão parte das atividades Bruno Maia Cavalcante, economista com foco em estudos de mercados internacionais; Gilmar Masiero, da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da Universidade de São Paulo e Coordenador do Projeto ProÁsia; Mário Henrique Ogasavara, do Programa de Mestrado em Gestão Internacional e Roberto Rodrigues, professor da Fundação Getulio Vargas e ex-ministro da Agricultura. Para encerrar a programação do turno da manhã, o presidente da Fiec, Roberto Macedo vai debater Desenvolvimento Sustentável.

Inovação

O jornalista Nazareno Albuquerque, coordenador do evento, ressalta a importância dos debates nesse tema. “Por mais que se fale sobre essas questões, ainda é pouco. As práticas no Brasil ainda deixam muito a desejar, tanto das pessoas quanto das organizações. Para ele, o ponto de vista dos empresários brasileiros precisa se abrir para a inovação. 

“Nós ainda aplicamos pouco em pesquisa, por exemplo. As organizações precisam aprender que fazer pesquisa não é só para universidade. Grandes empresas mundiais investem pesado nessa área e isso precisa acontecer aqui também”, defende ele, que acredita que o investimento em pesquisa pode desenvolver o Nordeste.

O presidente da Câmara dos Dirigentes Lojistas de Fortaleza (CDL Fortaleza), Freitas Cordeiro elogia o tema escolhido e o aponta como certeiro para o contexto cearense: “O assunto, de certa forma, bem retrata e nos remete para um comércio que vem se descobrindo para desenvolver potencialidades dentro do seu espaço de negócios em uma demonstração de vanguarda na sua gestão empresarial”.

As inscrições online para o seminário vão até o dia 23 de agosto. Após essa data, só poderão ser realizadas pessoalmente, no local do evento.

TRAZENDO GRANDES NOMES PARA O EVENTO, INVESTINDO MUITO, VAMOS SER MAIS UM GRANDE CAMINHO PARA AS DISCUSSÕES NO NORDESTE”

Nazareno Albuquerque, coordenador do Futura Trends.

Serviço

Seminário Futura Trends 2013

Quando: 26 de agosto.
Onde: Hotel Gran Marquise.

Inscrições e programação completa:www.seminariofuturatrends.com.br


quarta-feira, 14 de agosto de 2013

Projeto de logística do governo terá novas concessões

O governo espera anunciar ainda este ano mais duas etapas do Programa de Investimentos em Logística (PIL), no valor de R$ 100 bilhões cada um. Serão investimentos em portos, rodovias, ferrovias e hidrovias, informou ao jornal O Estado de S. Paulo o presidente da Empresa de Planejamento e Logística (EPL), Bernardo Figueiredo. "É por isso que não morreremos de tédio na EPL", disse ele, ao explicar que o adiamento do leilão do Trem de Alta Velocidade (TAV) pouco afetou a rotina. "Esse não é o maior nem o mais complexo projeto que estamos trabalhando."

À equipe do trem-bala, ele avisou que "férias, só em 2015". Isso porque o leilão foi adiado em pelo menos um ano. As novas etapas do PIL contemplarão hidrovias, como antecipou ao Estado a ministra-chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann. Estão entre elas a Tietê-Paraná e a Araguaia-Tocantins. 

Também deverão integrar a lista as BRs 251 e 365 nos trechos que ligam Salinas (MG) a Montes Claros (MG) e ao Triângulo Mineiro, a BR 364 entre São Simão (GO) e Rondonópolis (MT) e o trecho paranaense da BR 163. 

Em ferrovias, estão em estudo, entre outros projetos, as ligações ferroviárias entre Lucas do Rio Verde (MT) e Porto Velho (RO), e de Figueirópolis (TO) e Barreiras (BA), que vai integrar a Ferrovia Norte-Sul à Ferrovia Oeste-Leste (Fiol). 

Sugestões 

"Estamos começando a preparar as ações para elas serem contratadas em 2014 e 2015", explicou. Os projetos foram selecionados a partir de sugestões apresentadas por mais de 20 entidades sobre o que consideram prioritário em logística. "Fizemos duas ondas, as mais prioritárias e as um pouco menos prioritárias." Ele informou que "não importa" se esses empreendimentos serão tocados como obra pública ou concessão. 

Cabe à EPL montar a "prateleira de projetos" que a presidente Dilma Rousseff prometeu deixar cheia até o final de seu governo. Ontem, ele reuniu a equipe que cuida do TAV e informou que os trabalhos prosseguem normalmente, agora com o desafio de elaborar um projeto de engenharia "genérico", que antes deveria ser feito conforme o padrão usado pelo vencedor da licitação. 

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. 


Fonte: O Povo

terça-feira, 13 de agosto de 2013

Comércio registra o pior resultado em três anos


Vendas no Dia dos Pais 13/08/2013

Endividamento e maior controle nos gastos fizeram o consumidor comprar menos nas semanas que antecederam o Dia dos Pais. Cenário econômico nacional influenciou no resultado


Marcelo Andrade


Desde 2010, o comércio de todo o País não registrava um desempenho tão ruim em termos de vendas para o Dia dos Pais. Neste ano, as vendas a prazo para a data comemorativa cresceram apenas 3,78%, segundo dados do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL). Na comparação com anos anteriores, o resultado mostra que o ritmo de compras dos consumidores brasileiros caiu.
 

Três anos atrás, o mesmo índice registrou crescimento das vendas de 10%. Em 2011, foram 6,86% de expansão nas vendas e, no ano passado, as compras para o Dia dos Pais aumentou 4,75%. De acordo com a CNDL, os produtos mais procurados foram itens de vestuário, perfumaria, calçados, bebidas e artigos eletrônicos.

De acordo com Honório Pinheiro, presidente da Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Ceará (FCDL), os números do Ceará ainda não foram contabilizados, mas a expectativa é que as vendas tenham superado o desempenho de 2012. “O comércio do Ceará certamente fechará positivo, mas não como o crescimento que nós registramos em 2011. Nós estamos diante de uma interrogação da economia, com isso o consumidor tenta retardar a sua compra ou substituir por um produto de menor valor”.

Desaquecimento
Assim como o índice medido pelo SPC Brasil e CNDL, o cálculo feito pela Serasa Experian também mostra desaceleração na taxa de crescimento das vendas no Dia dos Pais. Conforme a empresa, o desempenho do comércio no período não era tão ruim desde 2009, quando, por conta da crise financeira internacional, as vendas só cresceram 2,2%. 

De acordo com a Serasa Experian, no último final de semana, dos dias 9 a 11 de agosto, as vendas cresceram 3,4%. Por sua vez, na semana que antecedeu a data comemorativa, de 5 a 11 de agosto, as compras aumentaram somente 3,3%.

Segundo Carlos Almeida, economista da Serasa Experian, a desaceleração nas vendas foi influenciada pelo cenário econômico nacional. Ele explica que, apesar das compras para a data terem crescido, o resultado não foi dos melhores. Ele pontua que a inflação no teto da meta colaborou para o consumidor encontrar um ambiente desfavorável ao consumo.“A confiança do consumidor despencou. Ele sentiu na pele que não consegue mais comprar o que comprava”.


Saiba como ter um bom relacionamento com o seu chefe

Aprenda como agir com cada tipo de chefe, do calado ao agressivo.
 
Ter um bom relacionamento com o chefe é uma questão que não envolve apenas fazer bem as tarefas do trabalho. Um profissional pode ser ótimo no que faz e, por não saber lidar com o superior, perde oportunidades de apresentar ideias, resolver problemas e até mesmo ser promovido. Em casos extremos, um desentendimento no trabalho pode até levar a uma demissão desnecessária que poderia ser evitada com um simples jogo de cintura, segundo especialistas.

A maneira de agir com o chefe, porém, exige uma percepção de como ele é e como prefere ser tratado. De acordo com profissionais da área recursos humanos, chefes centralizadores, por exemplo, precisam ter a confiança conquistada, os inseguros devem ser estimulados e, os mal-humorados, animados.

Com o intuito de dar dicas de como se relacionar bem com o chefe, o G1 preparou algumas perguntas sobre como agir com cada tipo de chefe, do calado ao agressivo. As respostas foram dadas pelo especialista em gestão do capital humano, Roberto Recinella, e pela diretora comercial da Right Management, Márcia Palmeira.

“Ao conversar com o gestor, é preciso saber que ele não é nem seu pai nem um amigo. São dois profissionais em uma relação de trabalho”, afirma Lizete Araújo, vice-presidente de planejamento da Associação Brasileira de Recursos Humanos (ABRH).

Segundo Lizete, por trás de cada chefe e funcionário, há uma pessoa com diferentes valores. “As atitudes geram consequências positivas e negativas. Um pai não vai mandar o filho embora por conta de uma discussão, já um gestor, talvez”, disse.

Confira abaixo as respostas dos especialistas Roberto Recinella e Márcia Palmeira sobre como se relacionar com o chefe em situações comuns no ambiente de trabalho.

Como discordar do chefe?

“Com cautela e, se possível, em particular. Evite expô-lo a uma discussão pública, mesmo que você esteja com a razão. Tenha sempre dados e informações que respaldem sua opinião.” (Roberto Recinella)

“Tenha sempre argumentos sólidos e coerentes.” (Márcia Palmeira)
 
Quando falar e quando se calar?

“Use o bom senso e observe o comportamento das pessoas ao redor. As reuniões, geralmente, são controladas pelo chefe. Se ele der o sinal para parar, faça-o imediatamente. Se você achar que a situação ficou mal resolvida, agende um momento para esclarecer a situação particularmente.” (Roberto Recinella)

Devo ficar calado ou me defender dos meus erros?

“Depende da abertura do chefe. Mas, sempre que possível, defenda-se com justificativas condizentes e, claro, nunca repita o erro de novo.” (Roberto Recinella)

“Quando você tem certeza do erro que cometeu, o melhor é ficar calado. Não tente se justificar ou se defender, pois fica muito pior.” (Márcia Palmeira)

Como agir após um desentendimento? Devo engolir sapos?

“Espere os ânimos esfriarem. Depois, seja humilde e peça desculpas. Justifique a sua atitude e, se possível, não repita o comportamento. Na maioria das vezes, é preciso engolir sapos. Uma competência importante é saber digerir os sapos que engolimos.” (Roberto Recinella)

“Espere sair do clima de tensão e, aí sim, retome a conversa sem emoções. No momento de tensão, todos perdem a razão. O melhor é não chegar ao ponto do desentendimento, que sempre traz sequelas.” (Márcia Palmeira)

Preciso ir a todos os happy-hours?

“Não. Se não for, justifique a sua ausência e agradeça o convite. Se possível, compareça a alguns encontros, nem que seja para sair mais cedo, para não ficar rotulado como anti-social. Happy-hours são uma ótima oportunidade de networking e favorecem os laços fora do trabalho. Cuidado, porém, com o comportamento.” (Roberto Recinella)

“É recomendável ir a alguns, o que favorece as relações interpessoais e, conseqüentemente, facilita a troca de informações. Só vá a todos se for prazeroso para você. Nada que se faz apenas por obrigação dá bons resultados.” (Márcia Palmeira)

Preciso ser amigo do chefe?
 
“Não. O que você não dever ser é inimigo dele. Você precisa é ser competente no que faz.” (Roberto Recinella)

“Não necessariamente. Respeito e admiração entre as partes, porém, é fundamental. Ter proximidade com o chefe sempre facilita o tratamento com os assuntos mais complexos do dia-a-dia.” (Márcia Palmeira)

Preciso puxar o saco do chefe?

“Não. Você deve mostrar resultados. O chefe sabe diferenciar puxa sacos das pessoas competentes.” (Roberto Recinella)

“Puxar saco pode trazer algum benefício em curto prazo, mas não é sustável, pois os elogios são superficiais.” (Márcia Palmeira)

Devo fazer o que o chefe quer ou o que eu quero?

“Os dois. Se tudo estiver correndo bem na empresa, raramente isso acontecerá, pois as metas estão na mesma direção. Seus esforços devem estar na sinergia.” (Roberto Recinella)

Devo dar minhas opiniões em assuntos que não me dizem respeito?

“Não. A não ser que alguém envolvido lhe peça e, mesmo assim, meça as suas palavras.” (Roberto Recinella)

“As sugestões de todos devem sempre ser bem vindas. Dependendo da sugestão, o melhor é dirigi-la ao responsável pela área, de uma forma humilde e com verdadeira intenção de ajudar, e não de criticar.” (Márcia Palmeira)

Como sugerir novas ideias?

“Marque uma conversa e, de modo claro e transparente, exponha as idéias coerentemente. Esteja munido de dados consistentes. Se o chefe não aceitar, peça para que justifique o motivo.” (Roberto Recinella)

“Se não existir um fórum específico, sugiro que seja feito em um conversa com a chefia direta.” (Márcia Palmeira)

Devo mudar meu jeito de ser por causa do trabalho?

“Não. As pessoas mudam conforme suas experiências de vida. Mas isso não significa que você deva ser diferente por causa do trabalho. Caso isso esteja acontecendo, significa que os valores da empresa e os seus são diferentes. Sendo assim, está na hora de pensar em mudar de empresa.” (Roberto Recinella)

“Nem todas as atitudes que temos em nossa vida privada são adequadas para o trabalho. Se o trabalho exigir uma mudança muito radical, você não vai conseguir se adequar. Então, o melhor um emprego que seja mais compatível com sua forma de ser a agir.” (Márcia Palmeira)

O que fazer se não concordo com as exigências do emprego?

“Tente justificar sua insatisfação e, caso não haja um consenso, o que é o mais provável, mude de emprego.” (Roberto Recinella)

“Procure outro emprego. Esse não lhe serve. Trará infelicidade e você não será produtivo.” (Márcia Palmeira)
 
Como pedir um aumento?

“Agende uma reunião com seu chefe e seja profissional. Exclua qualquer referência de natureza pessoal como o aumento da prestação da casa ou do colégio das crianças. Se restrinja a apresentar suas contribuições, se elas existirem.” (Roberto Recinella)

“Liste as novas atribuições que você pode ter recebido recentemente, o resultado que você apresentou e a importância da sua atuação. Porém, certifique-se que tudo é verdadeiro. Ache o momento adequado, peça uma conversa reservada com o chefe e use as armas escolhidas.” (Márcia Palmeira)

Como agir quando não sou reconhecido?

“Respire fundo e mude de estratégia. Tente mostrar mais os resultados do seu trabalho. Repense seu marketing pessoal.” (Roberto Recinella)

“Não podemos obrigar ninguém a nos reconhecer. Porém, há duas alternativas. Uma delas é alimentar sua própria auto-estima, acreditando que está fazendo o seu melhor. Você também pode solicitar feedbacks do trabalho. No último caso, prepare-se para ouvir o que não espera.” (Márcia Palmeira)

Fonte: O Globo

Dez coisas que todo profissional precisa saber para ter controle emocional no trabalho


Ter o controle de suas emoções é essencial para qualquer profissional, principalmente nos dias de hoje, quando a disputa no mercado de trabalho é acirrada e o estresse é companhia constante de empresários e empregados. Ana Carolina Maffra, diretora da Equipe Certa, empresa de gestão de RH, apresenta dez itens que todo profissional precisa saber para ter controle emocional no emprego:

- Buscar o autoconhecimento - Ter consciência dos seus limites, das suas emoções, das suas fraquezas e virtudes;

- Lidar comas frustrações - Ter a consciência de que nem sempre será do jeito ou na hora que você quer;

- Controlar a impulsividade - Refletir antes de agir, ser ponderado;

- Ter paciência - É importante saber esperar;

- Saber ouvir- É preciso saber ouvir a opinião alheia e, principalmente, refletir antes de falar;

- Ter empatia - Saber colocar-se no lugar do outro;

- Fazer atividades físicas e manter uma alimentação saudável- Lembre-se sempre do ditado: "mente sã, corpo são";

- Ter atividades de lazer - Diversificar interesses, ter outros assuntos, outros círculos sociais. Viver somente em função do trabalho não faz bem a ninguém;

- Ter bom humor - Rir é fundamental para o ser humano, inclusive de si mesmo;

- Fortalecer seus relacionamentos com amigos e familiares - falar abertamente dos problemas ajuda a entendê-los melhor.

Fonte: O Globo

segunda-feira, 12 de agosto de 2013

CDL faz propostas para reordenar centro


FEIRA DA JOSÉ AVELINO 12/08/2013
Bancas numeradas e identificação dos profissionais são algumas das propostas da Ação Novo Centro, da CDLFor

José Avelino, um dos três polos de comércio de confecções do Nordeste, chega a 7 mil compradores em um dia


Bancas numeradas, identificação do profissional e limite de um ponto de venda por proprietário. São essas algumas das propostas da Ação Novo Centro, ligado à Câmara dos Dirigentes Lojistas (CDL) de Fortaleza, para organizar o comércio ambulante na José Avelino e demais áreas do bairro. Conforme O POVO publicou na edição de ontem, o comércio chega a movimentar R$ 20 milhões em um dia de feira, com até 7 mil comerciantes, muitos informais.

Segundo Assis Cavalcante, presidente da Ação, os ambulantes têm papel importante no Centro da Cidade, mas da forma como a região é ocupada todos saem perdendo. “Os ambulantes são importantes para o comércio. Eles são trabalhadores, e quando crescem eles constroem o seu próprio comércio nos seus bairros, gerando imposto e emprego”.

Ele destaca que o comércio da rua José Avelino contribuiu para tirar muitas pessoas da linha de pobreza, ao passo em que elas foram incluídas socialmente. No entanto, o diretor da CDL Fortaleza diz ser fundamental que esses comerciantes se submetam às mesmas regras dos formais. “A SRT (Superintendência Regional do Trabalho) poderia vistoriar como faz no comércio formal”.

Outro aspecto diz respeito à segurança de ambulantes e consumidores. Da maneira como as barracas ocupam a rua, é difícil a circulação. “O maior problema é a dificuldade para as pessoas passarem. Se acontecer alguma coisa, não vai dar para passar uma ambulância, um carro da polícia ou dos bombeiros”, diz o comerciante Franklin Freitas, que trabalha em um galpão na José Avelino.

Cavalcante ressalta, ainda, que para se precaver em caso de acidentes, é fundamental que os comerciantes assinem a carteira dos empregados, que assim estariam cobertos pela Previdência, além de terem direito à aposentadoria.

Regional do Centro

Desde o início do ano, novas regras foram postas para o funcionamento da feira, uma delas foi determinar que as atividades acontecessem duas vezes por semana e com horário para começar e acabar. “Aquilo era uma desorganização. Funcionava todos dias, o dia todo. Mas desde 3 de janeiro, iniciamos processo de diálogo com todas aquelas pessoas: ambulantes, comerciantes e donos de galpão. Agora, procuramos iluminar e colocar banheiros”, explica o titular da Secretaria Executiva Regional do Centro de Fortaleza (Sercefor), Régis Dias. 

Para retirar a grande quantidade de barracas e ambulantes das ruas e calçadas da José Avelino e do entorno, Régis diz que a Prefeitura pretende estimular a construção camelódromos e de empreendimentos privados, como os que já funcionam no local.

Se por um lado, Dias é pressionado para retirar os ambulantes da rua, do outro o secretário diz que a cidade de Fortaleza não pode abrir mão dos milhares de compradores que chegam de vários estados do país, do Interior do Estado, e até do exterior para a feira.


SERVIÇO

Denuncie a ocupação irregular das ruas
Fala Fortaleza: 0800.285.0880

Saiba mais

O tamanho

A feira da José Avelino é um dos três principais polos de comércio de confecções do Nordeste. Os outros ficam nos municípios de Caruaru e Santa Cruz, ambos em Pernambuco.

O comércio funciona às quartas e sábados, começando as 19h e indo até a manhã do dia seguinte. 

O volume negociado por dia na José Avelino varia de R$ 5 milhões a R$ 20 , segundo estimativa da Sercefor.

O número de comerciantes varia de 2 mil a 7 mil. O pico está nas proximidades de dias festivos, como Natal e Dia das Mães, quando chegam cerca de 120 ônibus de compradores de outros estados.Os estados que mais enviam compradores para a feira são: maranhão, Piauí, Rio Grande do Norte, Paraíba e Pernambuco.

Bruno Cabral
brunocabral@opovo.com.br

Fonte: O POVO



Direito do consumidor: o cliente sempre tem razão. Será?

Escrito por Wanessa Rodrigues



No relacionamento entre empresas e clientes surge uma discussão importante para a sobrevivência das relações comerciais. Até que ponto a máxima “o cliente sempre tem razão” está correta? Há especialistas que defendem que sim, pois o consumidor é a parte mais fraca da relação. Porém, de outro lado, outros questionam esse conceito, tendo como fundamento o crescimento das reclamações que podem ser feitas de má-fé e o desvirtuamento da lei.

Rosemeire Conceição, coordenadora da área de consumidor do Sevilha, escreveu um artigo no qual diz que aquela máxima é questionada em decorrência do crescimento expressivo das práticas de má-fé por parte de alguns consumidores, que se aproveitam dos canais de defesa do consumidor para tirar vantagem em determinadas situações. Segundo ela, o fenômeno indica ainda outros problemas como a precariedade da relação entre fornecedor e consumidor e também o desvirtuamento das leis por parte dos consumidores.

Prova disso, aponta a especialista, é a enxurrada de reclamações que são levadas aos Procons e aos juizados de pequenas causas, que poderiam ser evitadas se os fornecedores desenvolvessem maior habilidade em se relacionar com o consumidor para resolver possíveis problemas com os seus produtos. Além desse despreparo, ela cita pontos do Código de Defesa do Consumidor (CDC) que geram controvérsias. Entre eles, a inversão do ônus da prova, que, para ela, é justamente um dos reforços à crença de que o consumidor tem sempre a razão.

A especialista diz que o CDC, que deveria ser um instrumento utilizado com cautela pelos juízes, acabou por ser, muitas vezes, banalizado, tendo se tornado regra em diversas comarcas do Brasil, em ações nas quais são objetos as variadas relações de consumo, sendo que muitas vezes a determinação de inversão sequer guarda esta relação com a questão de dolo ou culpa, mas com os fatos em si.

No texto, Rosemeire diz que gerar custos aos cofres públicos com reclamações legítimas não é um problema, é um direito. Mas criar um ambiente propício para que consumidores mal-intencionados tentem obter vantagens, atrapalhem a Justiça e ainda façam a sociedade pagar a conta é vergonhoso e injusto.

O advogado Rogério Rocha, especialista em Direito do Consumidor, não compartilha da ideia de que há um aproveitamento expressivo de práticas de má-fé de consumidores. Segundo ele, o que ocorre é justamente o inverso. As empresas possuem mecanismos rígidos e sistêmicos que não oportunizam aos consumidores meios de defesas em casos de fraude, por exemplo. Para ele, os problemas nessa relação decorrem justamente da falta de conhecimento dos consumidores sobre seus direitos e do fato de não crerem que situações cotidianas (falhas recorrentes das empresas) são passíveis de reparação. 

Para o especialista as reclamações aumentam na mesma proporção do consumo e o Brasil vive, há algum tempo, um crescimento predominante nas classes mais pobres. Porém, ressalta ele, a quantidade de pessoas que reclama ainda é mínima ante o quantitativo de problemas que advêm desta relação. “O consumidor não pode evitar que tais problemas ocorram, por uma razão muito elementar: ele é a parte vulnerável nessa relação e não possui autonomia para resolver um problema que não deu causa. O consumidor é a grande vítima e que, dia após dia, convive com o desdém das grandes empresas e grupos econômicos”, observa.

Rocha explica que, em uma perspectiva lógica, o consumidor prefere ver seu problema resolvido com um simples contato com a loja a ter de ligar inúmeras vezes em um atendimento de call center. Conforme diz, ainda que haja mecanismos que possibilitem fraudes nesta relação, o consumidor, mais uma vez, é a parte que menos tem culpa. “Não dá para imaginar que o consumidor tenha de arcar com prejuízos decorrentes de fraudes, uma vez que a relação empresarial, por si só, é caracterizada pelo risco da atividade e, logicamente, deve suportar e se estruturar para fraudes não ocorram.

Ônus da prova – Rocha lembra que a inversão do ônus da prova é conquista do consumidor, ante as arbitrariedades cometidas pelas empresas. Conforme ressalta, não é razoável exigir do consumidor que produza provas, quando na verdade, não detém capacidade técnica ou material de fazê-lo. “A inversão do ônus é ferramenta que visa equilibrar tais relações ante a infinita superioridade da empresa em relação ao consumidor”, completa.

Boa-fé – De acordo com o advogado, consumidores fazem reclamações porque, certamente, o produto ou serviço não representa aquilo que ele tenha adquirido. A boa-fé do consumidor chega a ser presumida, ante a falta de respeito e dignidade no trato das empresas com seus clientes, pondera Rocha. Para ele, boa-fé de fornecedores seria respeitar os ditames do CDC e oferecer ferramentas a coibir fraudes e, mais ainda, que possibilitem ao consumidor resolver o problema no primeiro contato com a empresa. (Com informações do artigo de Rosemeire Conceição)

Oito regras de etiqueta no trabalho

Por mais liberal que seja o seu ambiente de trabalho, existem normas de comportamento que não devem ser quebradas, para não correr o risco de queimar seu filme diante dos seus colegas e, em casos extremos, levar à demissão. 

Bater longos papos ao telefone com a melhor amiga, usar minissaia no calor e beliscar um lanchinho no meio da tarde. Esses hábitos parecem inofensivos, não? Nem sempre, principalmente quando o lugar escolhido para colocá-los em prática é o ambiente  profissional. Como a maioria de nós passa grande parte do dia no trabalho, é natural que a informalidade tome conta das situações e acabe fazendo a gente esquecer que existem algumas regrinhas básicas das quais pode depender a saúde do nosso emprego. “A função das normas de etiqueta é espelhar nos funcionários a qualidade dos serviços ou dos produtos que a empresa oferece. Adequar-se a elas mostra comprometimento com a companhia em que se trabalha e é determinante para decolar na carreira”, explica a consultora de comportamento profissional, social e internacional Maria Aparecida Araújo, da Etiqueta Empresarial. Vejamos aqui 8 regrinhas para ajudar você!

1. Respeite a língua portuguesa

Pode parecer bobagem, mas dominar o português, tanto na oralidade quanto para escrever e-mails, cartas e bilhetes, demonstra que você tem um nível básico de educação e está preparada para transitar e se comunicar em situações diversas. No dia-a-dia todo mundo comete deslizes com a língua, porém, quando o assunto é trabalho, vale a pena dar uma polida no vocabulário, se policiando para não abusar das gírias, e retomar as lições de ortografia e de gramática quando surgirem dúvidas. Uma dica é manter em um canto da mesa um dicionário e um manual de língua portuguesa – verdadeiros guias na hora de redigir textos.

2. Maneire na lei de Gérson

Tem gente que realmente faz do escritório sua segunda casa e passa a utilizar toda a infra-estrutura do lugar – impressora, telefone, fax, copiadora – para solucionar pendências da vida particular. Cuidado: uma vez ou outra, tudo bem. O problema é o exagero. “É falta de educação e de ética. O ideal é resolver essas coisas fora do trabalho. Mas, se for algo urgente, o melhor é pedir autorização antes e se oferecer para reembolsar as despesas no fim do mês”, ensina a consultora de etiqueta Doris Azevedo (SC). Ela acrescenta que, caso seja a chefe, aí, sim, cabe a você dar o exemplo.

3. Guarde seus segredos

Não tem jeito. Equipe de trabalho em pouco tempo acaba virando uma espécie de família e, de repente, a gente está participando da vida pessoal do colega. Isso faz parte da tentativa de humanizar o ambiente de trabalho, porém tudo tem limite. Alugar o colega para contar aquele sonho com o seu ex-namorado, uma fofoca, uma piada ou revelar detalhes do seu último encontro amoroso é condenável, a menos que tenha sido questionada a respeito. Esse tipo de atitude faz de você um tipo de personagem – do mal – no escritório. O melhor é deixar o papo pra hora do almoço ou do café e, claro, captar se a sua companhia está interessada na conversa.

4. De olho no visual

Cada lugar tem seu próprio grau de tolerância quanto ao modo como as pessoas se vestem, mas é legal exercitar o bom senso. “A embalagem que mostramos na empresa precisa ser coerente com a função que exercemos e nos ajuda a compor a imagem que esperamos que tenham da gente”, destaca a jornalista Inês de Castro, autora do livro A moda no trabalho (Ed. Panda Books). As regras costumam ser mais rígidas em grandes companhias e para quem visita clientes com freqüência, porém algumas são universais, como evitar decotes, minissaias e vestidos curtos, transparências, barriga de fora, trajes justos. Perfume também é questão de etiqueta, não exagere!

5. Lugar de comida é no refeitório

Quem é que nunca teve um dia daqueles em que é impossível parar para almoçar de tanta coisa pra fazer? Nessas situações, o jeito é pedir um sanduíche com suco e comer ali mesmo, na frente do computador, entre a leitura de um e-mail e outro, certo? Errado. Afinal, além de pouco saudável, o hábito não pega bem. Imagine se o chefe passa bem naquela hora e pega você de boca cheia, espanando as migalhas da roupa? Por mais corrido que esteja o dia, deixar o seu posto por uns minutinhos para ir ao refeitório ou até mesmo sair para um lanche rápido certamente não vai fazer você perder o dia nem o cliente. Isso também serve para aquele café com biscoito no meio da tarde.

6. Não deixe o celular falando sozinho

Num tempo em que telefone celular virou praticamente uma extensão do nosso corpo (e estão cada vez menores), não existe desculpa para desgrudar dele – pelo menos durante o horário de serviço. Assim vai evitar que ele atrapalhe os colegas no caso de tocar quando você não estiver por perto. “Se tiverem uma daquelas músicas fofas ou toques altos, pior ainda. Uma alternativa para não precisar carregar o aparelho para todo lado é mantê-lo sempre no modo silencioso”, sugere Doris Azevedo. E para quem acaba tendo que aturar o telefone que toca sem o dono por perto, deixe tocar. Celularé artigo pessoal e intransferível. Por mais incômodo que seja de vez em quando, não  convém atendê-lo em nome de outra pessoa.

7. Obedeça os horários

Antes de aceitar a oferta do seu emprego atual com certeza você foi informada do horário que teria que cumprir. Pois então, respeitar hora de entrada e de saída não é nada mais do que um dever seu. Cada organização tem sua dose de rigor quanto à pontualidade, o importante mesmo é cumprir a carga horária estabelecida. O que não quer dizer que não vai sobrar tempo para ir ao dentista, à manicure ou àquele curso de especialização. É possível, sim, negociar horários alternativos em função de eventualidades e, desde que a mudança seja comunicada com antecedência e submetida à aprovação de um superior, está liberada.

8. Rede do bem

Nem todo mundo aprendeu a usar o e-mail com bom senso. O primeiro passo é abrir uma conta pessoal e outra para assuntos da empresa. Não fica nada bem receber mensagens indesejadas na sua caixa profissional. Aliás, piadas, correntes e simpatias ficam proibidas de ser repassadas para endereços profissionais, a menos que a pessoa peça. No livro Net.com.classe (Ed. Melhoramentos), a consultora de etiqueta Claudia Matarazzo diz que deixar de responder correspondências é falta de educação. O retorno deve ser dado em, no máximo, 48 horas.

quinta-feira, 8 de agosto de 2013

Como ser um bom chefe

Artigo da revista scientif american traz estudo e dicas de comportamento


Por Constança Sabença

Cativar a equipe de trabalho está entre as suas prioridades como chefe? Para muitos, o sucesso de um negócio é diretamente ligado a relações produtivas no ambiente de trabalho. A receita é simples: gestor educado e profissional motiva o rendimento dos funcionários.

Mas encontrar o tom ideal no seu discurso ou estimular o trabalho da equipe pode não ser tarefa fácil.Pensando nisso, a revista americana "Scientific American" publicou um artigo com dicas para um melhor desempenho na chefia, entre elas, a combinação de humildade, confiança e “cenouras” (ahn?! veja o significado abaixo) como a chave do bom desempenho. Confira abaixo.


O estilo arrogante é destrutivo

Um grupo de psicólogos organizacionais da Michigan State University e da Universidade de Akron fez um estudo sobre a arrogância no local de trabalho. O resultado encontrado não é exatamente uma surpresa: chefes com perfil mandão, que desrespeitam os funcionários ou evitam a responsabilidade da culpa quando erram, são destrutivos aos negócios. Já líderes “humildes”, abertos a novas ideias e capazes de admitir os erros são mais propensos a ganhar a lealdade do empregado. 

Dê algum controle aos funcionários

Segundo pesquisadores, uma das maneiras mais consistentes para reduzir o estresse entre os funcionários é oferecer-lhes mais autonomia – um senso de controle sobre o seu próprio trabalho. “Se a empresa não for de regras muito rígidas, é possível permitir que os funcionários façam escolhas, como por exemplo, votar em grupo com alterações sobre o turno de trabalho. Os melhores chefes fazem os empregados sentirem-se compreendidos, com alguma escolha no que fazer e como fazê-lo”, explicou à revista o professor de Psicologia da Universidade de Rochester Edward Deci.

Não leve trabalho para casa

Um estudo da Kansas States University investigou que o uso da tecnologia em casa - e-mails ou ligações - fora do horário comercial é prejudicial. Funcionários que trabalham fora do expediente apresentam menos desprendimento psicológico do trabalho, o que os deixa mais estressados e menos felizes. Já os que trabalham menos horas são mais eficazes do que a média, garante o estudo.
Ou seja, moderação é fundamental para impor os limites de horários e o volume de trabalho. Como chefe, é seu trabalho estabelecer uma cultura na empresa em que estes horários são respeitados.

O feedback positivo e a tal da cenoura

“Use carrots, not stick”: em livre tradução a expressão americana significa “use cenouras, não paus”. A ideia é sobre a relação de regras e incentivos. Ou seja, medidas de estímulo aos funcionários funcionam mais do que o medo da punição. “A maioria dos gestores não dá muito feedback positivo – mas é algo importante para quem está começando. Significa apoiar alguém no sentido de competência. Quando as pessoas estão motivadas, engajadas e comprometidas, o trabalho rende e assim geram resultados positivos para a empresa”, disse o Deci à "Scientific American".

Fonte: GNT

4 tipos de funcionário que dão problema – e como lidar com eles

Por mais que uma empresa se esmere para selecionar bons funcionários, a dinâmica de trabalho acaba revelando que nem todos se ajustam bem a sua engrenagem.

Com o tempo, a insatisfação com o trabalho ou a incompatibilidade de gênios aflora, e alguns membros da equipe acabam virando um problema para seus gestores.

Se esses problemas forem ignorados, podem piorar. Por isso, é preciso agir logo para evitar grandes danos ao clima da equipe, alerta a advogada Lisa Guerin em um artigo publicado no site da revista Entrepreneur.

Ela identifica quatro tipos de funcionário que causam dores de cabeça e, com a ajuda de empresários que já lidaram com eles, dá conselhos para evitar que o mau comportamento prejudique o desempenho nos negócios.

1 – O rei da gírias

A empresária Bibby Gignilliat, 51, do bufê e escola Parties That Cook (EUA), estava animada com as habilidades de uma funcionária recém-contratada – até que ela abriu a boca. “Tudo para ela era ‘irado’, e todas as suas frases eram pontuadas com ‘tipo’”, explica Gignilliat. Esse péssimo hábito linguístico persistiu mesmo após algumas sessões de aconselhamento. E começou a deixar uma má impressão nos clientes, especialmente os corporativos.

Solução: antes de contratar um funcionário que deve atuar com atendimento a clientes, teste-o por três meses para saber se sua comunicação com eles é adequada aos parâmetros da empresa. Gignilliat, por exemplo, adotou uma política de “estágio” para avaliar os candidatos antes de contratá-los em definitivo.

2 – O desaparecido

Alguns meses após oferecer uma licença para uma funcionária se recuperar de um acidente de carro, o empresário Eric Zuckerman notou que ela estava chegando atrasada, saindo mais cedo e até dando umas escapadas na hora do almoço. Mesmo após algumas conversas para se acertar com ela, o problema não foi resolvido – e ele teve de demiti-la.

Solução: falta de compromisso com horários muitas vezes é o primeiro indício de que um funcionário está com problemas em casa ou insatisfeito com o trabalho. Por isso é fundamental chamá-lo para uma conversa e ouvir qual é seu problema – pode ser uma fase de transição, como um divórcio ou doença de um familiar.

Mas, se a questão for o desgosto com o emprego, discuta com ele em que pontos sua função pode ser melhorada ou, em casos extremos, se esse é o trabalho ideal para ele. Lembre-se de que a disciplina com horários só pode ser exigida da equipe se a empresa tiver uma política clara sobre a jornada de trabalho.

3 – O rebelde

Randy Cohen, dono da TicketCity, conta que tinha um vendedor brilhante, mas que achava que seu talento o dispensava de seguir as regras da empresa. Por isso, todo dia o empresário tinha de chamar a atenção do jovem e corrigir seu comportamento. Antes disso, ele já havia encontrado problemas com funcionários que dirigiam veículos da empresa em alta velocidade e que haviam sido flagrados bebendo durante o expediente.

Solução: Cohen adotou a política de demitir sem mais delongas os membros da equipe que não querem seguir as regras da empresa. Negligenciar o mau comportamento pode trazer sérios problemas para a companhia, que terá de responder por um acidente de carro causado por negligência de um funcionário enquanto ele está em serviço, por exemplo. Por isso é preciso impor disciplina e investigar a ocorrência de comportamentos de risco assim que eles acontecerem.

4 – O língua de trapo

Funcionários que adoram falar mal da empresa e de seus chefes para os colegas de trabalho – e até para clientes – acabam minando o clima na empresa. Randy Cohen descobriu um funcionário que fazia isso. Ele foi demitido, e Cohen diz que não voltará a ser tão tolerante com quem quer azedar as relações no trabalho. “Uma pessoa assim destrói a moral da empresa”, afirma.

Solução: ter uma franca discussão com o funcionário que envenena o clima. Mas nada de focar em características pessoais – acusando a pessoa de ser irresponsável e negativa, por exemplo. É preciso dizer qual é o problema, por que a atitude do funcionário precisa mudar e oferecer opções para ele resolver o que o incomoda.

Fonte: Sebrae

segunda-feira, 5 de agosto de 2013

4 sinais de que você contrata as pessoas erradas

Eduardo Ferraz lista o que um empreendedor deve levar em conta antes de contratar um funcionário



Editado por Camila Lam, de



Quais são os sinais de que estou contratando as pessoas erradas?
Respondido por Eduardo Ferraz, especialista em gestão de pessoas

Muitos empreendedores consomem bastante tempo, recursos e energia na contratação de seus colaboradores e, mesmo assim, ficam em dúvida se estão procedendo corretamente. Existem alguns sinais que indicam quando você contrata as pessoas “erradas”. Vamos a eles:
1. Os funcionários têm atitudes ruins 

As principais razões que levam as empresas a demitirem seus funcionários estão mais relacionadas a problemas comportamentais do que à falta de conhecimentos técnicos. Ou seja, não adianta a pessoa ter ótimo currículo, mas apresentar atitudes negativas como dificuldade de trabalhar em equipe, indolência ou arrogância. 

2. A equipe tem uma alta rotatividade

Um dos indicativos mais explícitos de contratações equivocadas é a alta rotatividade de funcionários. Se você contrata pessoas que não têm valores compatíveis com os de sua empresa, certamente, em pouco tempo, elas se sentirão desestimuladas e pedirão demissão ou serão demitidas.

3. Excesso de conflitos

Se você é muito competitivo, tenderá a contratar pessoas assim. O problema é que esses profissionais tendem a gerar muitas disputas, conflitos por razões banais e um clima ruim que acabará gerando descontentamento e má vontade de cooperar por parte de outros funcionários mais pacatos.

4. Entrega maus resultados

Contratar pessoas apenas porque são simpáticas ou indicadas por parentes e amigos sem checar se elas realmente têm qualificação para exercer o cargo com competência costuma gerar resultados ruins. Tome muito cuidado para não contratar alguém “bonzinho”, mas incompetente.

Uma entrevista mais profunda, além da checagem detalhada do histórico do profissional, detectará atitudes negativas ou falta de afinidade do candidato com o estilo de sua empresa. A personalidade de um adulto normal é relativamente estável e, portanto, previsível. Invista tempo na seleção e você alcançará resultados muito melhores na contratação de seus futuros colaboradores.
Eduardo Ferraz é especialista em gestão de pessoas, palestrante e consultorEnvie suas dúvidas com a palavra liderança no assunto da mensagem paraexamecanalpme@abril.com.br
Fonte: Exame

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