Biblioteca da Faculdade CDL

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O Blog da Biblioteca da Faculdade CDL é um espaço destinado à comunicação da Biblioteca com os alunos e professores, onde é possível fazer postagens e comentários relativos a assuntos que envolvam, de alguma forma, a Biblioteca e o ambiente acadêmico em geral. O objetivo do blog é informar, registrar momentos e incentivar o gosto pela leitura e pela escrita.

quarta-feira, 22 de maio de 2013

4 motivos que costumam causar demissões

Por Camila Pati


São Paulo - Com muitas empresas fechando seus ciclos de avaliação de funcionários neste mês, a época é mais tensa para a carreira  de muitos profissionais. “Nas empresas em que o ano fiscal bate com o ano cronológico, os funcionários vão colher em novembro a avaliação de um ano de trabalho”, diz o coach Homero Reis.
De acordo com ele, a permanência do profissional no quadro de funcionários das empresas depende, em grande parte, do resultado desta avaliação anual. Pensando nisso, EXAME.com consultou especialistas para saber quais os motivos que mais rendem demissões nas empresas. Confira quais as quatro razões mais frequentes:
1 - Ter dificuldade de relacionamento - Problemas comportamentais são os campeões, de acordo com dois especialistas consultados. “Por incrível que pareça, é o dado número 1”, diz Reis. Isso acontece, explica ele, porque a manutenção da relação de trabalho depende diretamente da qualidade dela.
“O profissional pode ser ótimo do ponto de vista técnico, mas se ninguém conseguir conviver com ele na empresa, ele não vai ficar”, diz Reis.
Silvio Celestino, da Alliance Coaching, concorda. “A dificuldade em se relacionar significa que a pessoa não quer se adaptar à cultura da empresa e não quer aprender a se desenvolver para se relacionar com pessoas diferentes dela”, diz Celestino.
Com a diversidade em alta nas empresas, saber se relacionar com pessoas de outras culturas é cada vez mais importante, na opinião de Celestino. “Se o profissional não sabe se relacionar, não vai produzir o resultado esperado”, diz o especialista.
2 - Não bater metas - Não produzir os resultados esperados faz de você um forte candidato à demissão, já que as empresas precisam bater metas para sobreviver no mercado e crescer. Portanto, se a atuação do profissional não ajuda a pagar a contas nem faz a empresa crescer, as chances de demissão crescem. “Se o trabalhador não bate a meta - nem em um eixo nem em outro - ele fica no hall das pessoas que podem ser demitidas”, diz ele.
Mas, se você ainda não entregou os resultados esperados, também não há motivo para pânico. “Aquele profissional que sabe explicar bem os motivos pelos quais ele não conseguiu bater as metas e ainda apresenta as soluções para voltar a gerar resultados tem chances de continuar. Mas, só explicar as razões, colocar a culpa em outras pessoas e não sugerir soluções não resolve”, diz Celestino.

3 - Não se envolver - Fazer o estritamente necessário, não saindo nunca das suas atribuições de trabalho, é o terceiro motivo que mais aparece em demissões, diz Reis. “É aquele profissional contratado para apontar lápis e que não move uma borracha porque não faz parte da sua função”, explica o especialista.

Para Celestino, é imprescindível que o profissional esteja comprometido com o propósito da empresa e sempre busque oportunidades para ter mais responsabilidade. “Estar envolvido é fazer com que a empresa venda mais e estar comprometido com o negócio”, explica.
Escorregar no envolvimento com o trabalho, na opinião dele, pode complicar, em longo prazo, a sua permanência no quadro de funcionários. “No curto e médio prazo, esse erro não aparece muito”, diz Celestino.
4 - Não ter conhecimento técnico - Embora muita gente ache que cometer erros técnicos signifique demissão certa, esse é apenas o quarto motivo da lista. Isso ocorre, na opinião de Reis, porque a deficiência técnica pode ser compensada. “Quando o funcionário não sabe, alguém ensina. É muito mais fácil qualificar uma pessoa do ponto de vista técnico do que do ponto de vista comportamental”, diz Reis.
“Se o profissional tem o espírito de aprender, ele recebe o feedback e resolve”, diz Celestino. Os problemas só surgem se ele não vai atrás dos conhecimentos necessários. “Acaba sendo uma deficiência de comportamento”, afirma o especialista.
Ele também explica que muitas vezes as pessoas são demitidas por erros técnicos depois de receberem uma promoção. “Acontece quando o profissional é colocado em um cargo que está acima de sua capacidade e não se prepara para isso”, diz.
Fonte: Info

6 aspectos que encantam os recrutadores

Por Camila Pati


São Paulo – Os critérios primordiais que os recrutadores utilizam para a contratação de profissionais - como perfil técnico e comportamental, valores e competências - são confidenciais.
No entanto, os especialistas revelam que alguns fatores podem fazer com que os candidatos saiam na frente nas entrevistas de emprego.
E estes aspectos são válidos tanto para seleções de estagiários, trainees, profissionais técnicos e também executivos. Jéssica Monteiro, da consultoria De Bernt Entschev, explica quais são eles:
1 - Comunicação - Depois do currículo, é a capacidade de comunicação a primeira da lista de itens que interferem na avaliação dos recrutadores. “É avaliada em todas as etapas do processo, desde o primeiro o primeiro contato até a fase final”, diz Jéssica.
Expor com clareza e trazer informações relevantes sobre projetos dos quais participou e apresentar os pontos principais da trajetória profissional  são indicadores desta habilidade que é muito valorizada pelas empresas.
“Preocupa-nos um candidato que não saiba se colocar de maneira correta, porque o profissional vai ser exposto a reuniões e situações em que precisa se comunicar com desenvoltura sobre assuntos, muitas vezes, complexos”, diz Jéssica.
2 - Reputação e Relacionamento - A trajetória anterior do profissional é um ponto geralmente investigado em um processo seletivo. Por isso, é importante saber o que o mercado “diz” sobre você e quais as marcas que você imprimiu nos lugares pelos quais passou, explica Jéssica.
Quem mantém um bom relacionamento com ex-chefes e colegas de trabalho ganha pontos. “Faz toda a diferença, as empresas buscam referências com antigos gestores e, muitas vezes, fazem isso antes mesmo de convocar um candidato para a entrevista”, diz a especialista em executive search.
3 - Planejamento - Mais um motivo para apostar em um plano de carreira. Quem tem metas profissionais bem definidas, além de mais chances de alcançar o sucesso, por conta das escolhas mais assertivas, fica mais perto de fisgar os recrutadores. “O tipo de empresa, sua cultura e também a natureza do cargo precisam estar relacionados ao objetivo de carreira do candidato”, diz Jéssica.
A especialista lembra que as respostas dos candidatos em relação ao planejamento profissional são essenciais na hora de reconhecer o seu potencial. “Têm total influência na avaliação, porque se a oportunidade não está alinhada ao objetivo de carreira, o profissional vai acabar ficando frustrado no cargo”, diz Jéssica.
4 - Capacidade de tomar decisão - Alguns cargos demandam grande mudança na vida dos profissionais. Propostas para trabalhar em outras cidades, estados e até países, precisam ser avaliadas com cuidado, para que os impactos familiares e profissionais sejam levados em conta antes de tomar a decisão.
Aceitar em um primeiro momento e desistir depois pode desgastar a relação com os recrutadores e com a empresa que ofereceu a proposta, diz Jéssica.
“Por isso a gente coloca o maior número possível de informações para que ele possa avaliar e tomar a decisão de forma segura”, diz Jéssica. É claro que desistências acontecem, mas o importante, diz Jéssica, é ser transparente na hora de expor os motivos.
“Se o candidato opta por não ingressar em um projeto, é importante deixar claro quais foram os motivos. Assim poderemos direcioná-lo para outros processos seletivos”, diz Jéssica.
5 - Inteligência emocional - A análise de características comportamentais ganha força nos processos seletivos. Afinal problemas desta ordem lideram a lista de motivos das demissões nas empresas.
Saber lidar com as emoções é um diferencial e resulta em mais chances de sucesso nos processos seletivos. “Quem demonstra equilíbrio emocional nas entrevistas de emprego vai agir assim também em outros momentos”, lembra Jéssica.
6 - Iniciativa - Pró-atividade e interesse são considerados diferenciais de peso pelos recrutadores. “Nós atrelamos a iniciativa à ousadia do candidato”, explica Jéssica.
Encarar as oportunidades de carreira como desafios e estar sempre atento à demanda do mercado são exemplos de como colocar a inciativa em prática.
“Durante o processo seletivo, dá para perceber a disponibilidade e o interesse do candidato, até pelo número de perguntas que ele faz ao recrutador”, explica Jéssica.
Fonte: Info

Relatório aponta tecnologias que devem mudar a educação superior nos próximos 5 anos


MOOCs, videogames e impressão 3D estão entre as ferramentas que devem se tornar parte do cotidiano

Carlos Orsi

Cursos massivos online (MOOCs), tablets, videogames e “big data”, a capacidade computacional de analisar grandes volumes de dados, devem começar a ter grande impacto sobre a educação superior nos próximos 12 meses e, dentro de cinco anos, as tecnologias da impressão 3D e dos computadores “vestíveis” – equipamentos integrados a roupas e acessórios, como óculos – também se farão notar como ferramentas nas universidades. É o que sugere o relatório NMC Horizon 2013 Higher Education Edition, publicação conjunta do New Media Consortium (NMC) e da EDUCAUSE Learning Initiative.

O relatório, elaborado com o apoio de um comitê consultivo formado por especialistas internacionais, é parte de uma série de estudos, iniciada pelo NMC, para informar líderes do setor educacional, políticos e professores sobre novas tecnologias. O NMC é um grupo que tem como membros centenas de instituições, entre universidades, empresas e escolas de outros níveis de ensino de diversas partes do mundo. De acordo com o resumo executivo do trabalho, “as interações dentro do comitê consultivo são o foco da pesquisa do relatório (...) que detalha as áreas em que esses especialistas mostraram forte concordância”. 

No comitê havia, além de uma maioria britânicos e americanos, especialistas da China, Japão, Alemanha, Austrália, Espanha, Cingapura e Brasil. 

Curto prazo 

O relatório divide um grupo de seis tecnologias em três horizontes de adoção: curto, médio e longo prazo, sendo que “curto” representa dentro de até 12 meses e “longo”, em até cinco anos. Esses horizontes indicam o período dentro do qual as tecnologias deverão já fazer parte do “mainstream”, isto é, estarem integradas às práticas usuais de ensino da educação superior. 

Para os próximos 12 meses, o NMC Horizon vê uma “adoção disseminada” de cursos online massivamente abertos, os MOOCs, e do uso de computadores tablet como ferramentas de ensino e aprendizado. Ao mesmo tempo em que chama atenção para as críticas recebidas pelos MOOCs – que vão desde a necessidade de garantias de qualidade pedagógica às dúvidas quanto à viabilidade financeira – o relatório lembra que esses cursos tornam-se cada vez mais populares, como “uma das mais rápidas taxas de adesão já vistas da educação superior”. 

Os tablets, por sua vez, podem ser usados “em praticamente qualquer contexto”, diz o relatório, e várias universidades já têm software específico para explorar as possibilidades dos aparelhos, que vêm se provando “poderosas ferramentas de ensino dentro e fora da sala de aula”. “À medida que o mercado amadurece, estudantes e instituições podem esperar um conjunto rico e cada vez maior de aplicações para esses dispositivos”. 

Médio prazo 

Já para o segundo horizonte, de dois a três anos no futuro, o relatório espera ver uma adoção ampla da chamada “gamificação”, o uso de linguagens e tecnologias dos videogames no contexto educacional. “Jogos eletrônicos na educação superior têm por objetivo envolver os estudantes, oferecendo cenários amplificados digitalmente que desafiam a compreensão que têm dos novos conceitos na área estudada”, descreve o texto. 

Outra tecnologia que deve chegar ao “mainstream” no médio prazo é a do uso de grandes volumes de dados, e da capacidade de processamento dos modernos computadores, para produzir conclusões a respeito do comportamento e do aprendizado dos estudantes. O uso da chamada “big data” já é relativamente comum no mundo dos negócios, para analisar o comportamento e os hábitos de compra de consumidores. 

“A informação (...) pode alimentar as práticas da instituição em tempo real, e também ajudar no planejamento de sistemas de gerenciamento de curso que personalizem a educação”. 

Longo prazo 

Para o horizonte de longo prazo, de quatro a cinco anos no futuro, as tecnologias que podem se tornar parte da prática usual da educação superior, de acordo com o relatório, são a impressão 3D e os computadores “vestíveis”. 

A impressão 3D permite a criação de objetos de plástico por meio da deposição de finas camadas de material, da mesma forma que uma impressora comum deposita tinta sobre o papel. Com essa tecnologia, projetos de ferramentas ou objetos podem ser obtidos online e usados para instruir a impressora sobre o que criar. 

Aplicada à educação superior, a impressão 3D deve facilitar a criação de protótipos, equipamentos e modelos, com uso cada vez mais intenso nas áreas de artes, design e ciências, neste último caso para a criação de objetos que ajudem a ilustrar conceitos complexos, como a estrutura de moléculas orgânicas. 

Já os computadores vestíveis incluem produtos como os óculos do Google, que prometem uma experiência de “realidade ampliada”, sobrepondo, ao que o usuário vê, novas camadas de informação. Dispositivos vestíveis também poderão monitorar a condição física do usuário em tempo real. 

Você já pensou em investir em um home office?



Nas últimas semanas tivemos uma serie de ações e reuniões em grandes empresas sobre seus programas de home office. Parece que, finalmente, um sonho sobre o qual muita gente falava há alguns anos está se tornando realidade de fato.
Esse movimento é muito positivo. Ele vai ao encontro dos anseios de muitas pessoas que não aguentam mais o volume de interrupções inúteis geradas no escritório, o trânsito absurdo que enfrentamos na ida e volta ao trabalho ou do tempo perdido em reuniões desnecessárias. Para se ter uma ideia, recentemente, um estudo divulgado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada, o Ipea, apontou que os trabalhadores gastam, em média, 43 minutos entre a casa e o trabalho nas regiões metropolitanas de São Paulo e Rio de Janeiro.
Trabalhar de casa vem do passado, isso já existe há muito tempo. O trabalho começou de casa. Na idade média as pessoas produziam em suas casas. Garagens foram propulsores de grandes empresas de tecnologia no mundo. Trabalhar de casa é o começo do mundo e estamos retornando a isso. A diferença de hoje é que o home office tem sido chamado de “teletrabalho”, pois você não precisa estar em casa, você pode estar em qualquer lugar e trabalhar do mesmo jeito.
Ao mesmo tempo, você tem descoberto histórias de fracasso nessa onda. Provavelmente você ouviu falar que a CEO do Yahoo disse que trabalhar de casa não funciona e, também, conheço alguns líderes que precisam ver a pessoa para a coisa funcionar. Por que algumas iniciativas têm falhado?
Acho que não tem uma única resposta, mas um conjunto de fatores. Primeiro: pessoas que não têm este perfil não deveriam optar por essa modalidade de trabalho e não há nada de errado com isso. Tem gente que precisa de outras pessoas para ser produtiva, pois precisa do movimento do escritório. Se forçar a barra, essa pessoa começará a ficar triste, desmotivada e passará a não gerar mais o resultado e nem saberá direito o porquê.
Segundo: não basta ter tecnologia para fazer o tele trabalho, é preciso treinar as pessoas para trabalharem de forma colaborativa à distância. É preciso treinar os líderes para entender que eles não compram o “corpo” da pessoa e sim o “cérebro” dela. É a diferença entre o tempo e o resultado. O tempo do ponto já passou, é o resultado que buscamos.
Terceiro: têm modelos de negócio que simplesmente não funcionam à distância. Para o Yahoo não deu certo. Em alguns negócios, por exemplo, um time de criação, estar junto ajuda a fluir as ideias, e quando falo, juntos, falo na mesma sala, olhando e brincando.
Implantar um programa de teletrabalho é uma coisa séria, exige muitas disciplinas em conjunto a serem tratadas, de questões legais a comportamentais. Eu acredito que dá resultado e defendo que, se você tem a oportunidade de fazer isso, agarre com os dentes. Se você é líder, pense a respeito de forma bem planejada, pois, com definições claras de resultado, o processo pode funcionar muito bem.
A maior prova de que trabalhar de casa vem do passado é que no Brasil a nossa lei trabalhista vem da época das cavernas e os nossos políticos estão gastando seu tempo com tantas coisas importantes que têm se esquecido de rever essa questão na CLT, mas isso é uma história para o futuro.
Bom trabalho de casa!
*Christian Barbosa – Especialista em administração de tempo e produtividade, CEO da Triad PS, empresa multinacional especializada em programas e consultoria na área de produtividade, colaboração e administração do tempo. Ministra treinamentos e palestras para as maiores empresas do país e da Fortune 100. www.triadps.com.br e www.maistempo.com.br
Fonte: HSM

Como fazer do atendimento o seu diferencial

Atender bem é simples, mas não é fácil. Uma coisa é o que o empresário diz que é ou quer que sua empresa seja, outra coisa bem diferente, é o que os clientes percebem em cada um dos momentos da verdade em contato com ela. Leia as dicas a seguir e avalie se sua equipe de atendimento esta afinada.

As 15 competências fundamentais para um bom atendimento:

1 - Desenvolver a confiança e fidelidade dos clientes;

2 - Colocar-se no lugar do cliente (empatia); 

3 - Comunicar-se bem; 

4 - Dominar a tensão; 

5- Prestar atenção;

6 - Estar sempre alerta;

7 - Trabalhar bem em equipe; 

8 - Demonstrar confiança e lealdade;

9 - Demonstrar motivação pessoal; 

10 - Resolver problemas; 

11 - Manter o profissionalismo; 

12 - Entender a empresa e o setor; 

13 - Conservar a energia, 

14 - Aplicar conhecimentos e habilidades técnicas. 

15 - Organizar as atividades de trabalho. 

Fonte: Learning Internacional.

Ainda não se inventou uma ferramenta de marketing mais poderosa, do que o popular boca-a-boca, realizado pelos clientes satisfeitos.

Números relevantes:

• 84%... Escolhem Restaurantes recomendados. 

• 79%... Escolhem Remédios recomendados. 

• 77%... Escolhem Hotéis recomendados. 

• 75%... Escolhem Filmes recomendados. 

• 73%... Escolhem Serviços Profissionais recomendados. 

• 69%... Escolhem Serviços Financeiros recomendados. 

• 65%... Escolhem Computadores recomendados. 

• 63%... Escolhem Automóveis recomendados. 

• 61%... Escolhem Lojas recomendadas. 

• 59%... Escolhem Supermercados recomendados. 

• 53%... Escolhem Locais para Procurar Emprego recomendados.

Fonte: Roper Reports.

As razões enumerados com certeza são mais do que suficientes para se EVITAR ao atender os clientes:

- Prometer e não cumprir;

-Indiferença e atitudes indelicadas;

- Dizer que ele não tem o direito de estar “irado”;

- Questionar a integridade ou inteligência do cliente; 

- Discutir com o cliente; 

- Não dar retorno;

- Apresentar aparência ou postura desleixada. 

Se mesmo agindo como recomendado, toparmos com clientes IRRITADOS, lembre-se que o que eles querem é: 

-Ser levados a sério; 

- Ser tratados com respeito; 

- Que se tome uma ação imediata; 

- Ganhar uma compensação ou restituição; 

- Ver punido ou repreendido quem “pisou na bola”; 

- Assegurar-se que o problema não voltará acontecer; 

- Simplesmente ser ouvido, motivado pela ânsia de ser importante. 

Soeli de Oliveira é Consultora e palestrante do Instituto Tecnológico de Negócios nas áreas de marketing, varejo, atendimento e motivação. E-mail: soeli@sinos.net – Novo Hamburgo – RS.

Restaurantes essa concorrência vai aumentar


Por Adriana Silvestrini - 17/05/2013

O aumento do consumo, fenômeno que se intensificará no País até 2020, vai impulsionar o mercado de refeições fora de casa, cujo faturamento anual já passa dos R$ 235 bilhões. investir em restaurantes dentro das lojas é uma maneira de transformar o inimigo em aliado
Brasileiros estão comendo mais fora de casa. Não é à toa que o mercado de food service cresceu 7 pontos percentuais entre 2006 e 2012 e, só no ano de 2011, tenha movimentado R$ 235 bilhões, segundo dados da Abia (Associação Brasileira das Indústrias da Alimentação). Nos próximos anos a expansão será ainda maior, graças ao aumento da renda e à falta de tempo para preparo das refeições. Até 2020, a participação no orçamento familiar dos gastos com alimentação fora de casa saltará dos atuais 31% para 40%, conforme estimativa da Abrasel (Associação Brasileira de Bares e Restaurantes).
Para se ter uma ideia de quanto o potencial desse setor é promissor, basta observar mercados desenvolvidos. Segundo a Abia, enquanto no Brasil um indivíduo gasta em média R$ 1.327 por ano comendo fora, nos Estados Unidos o valor chega a R$ 3.764. Essa nova realidade chega como uma ameaça ao autosserviço alimentar, já que as vendas de ingredientes devem diminuir ainda mais. Essa baixa vem sendo observada há cerca de 9 anos, como revela uma pesquisa do Data Popular. Entre 2002 e 2011, por exemplo, a participação do consumo em casa caiu de 22,9% para 16,0%. O novo hábito é preocupante, mas não alarmante. E desponta como uma oportunidade. Uma saída é apostar na rotisseria ou criar áreas de preparo, para oferecer pratos prontos de qualidade, como massas e pizzas, a exemplo do que faz a rede carioca Zona Sul; ou sushis e sashimis, como faz o Mercadinho São Luiz, de Fortaleza; ou ainda sopas, como fazem lojas do Pão de Açúcar no inverno.

Tudo com maior valor agregado.





Outra possibilidade é trabalhar ingredientes e receitas diferentes para estimular o preparo das refeições. E outra ainda é divulgar melhor os pratos congelados vendidos na loja. Todos com uma argumentação de peso junto ao cliente: fica mais econômico do que as refeições em restaurantes.

Maior procura é por almoço

É na refeição do meio-dia que a maioria dos brasileiros opta por restaurantes,
 já que trabalha e conta com tíquete refeição
ABCDE
Café da manhã16%11%17%
Almoço69%68%70%
Jantar43%29%23%
Lanches61%57%61%

Fonte: DataPopular - Pesquisa realizada no segundo trimestre de 2011, com 18.365 pessoas em 251 cidades

Fonte: DataPopular - Pesquisa realizada no segundo trimestre de 2011, com 18.365 pessoas em 251 cidades

Mas não há dúvida de que montar restaurantes, lanchonetes e cafeterias também é uma alternativa interessante. Atentas, algumas redes começam a ampliar seus investimentos. Caso do Extra, que em 2012 inaugurou restaurantes self-service em três unidades de São Paulo. O selfservice tende a ser o sistema mais viável para supermercados, por exigir poucos funcionários. Além disso, é acessível à nova classe média, hoje responsável pela maior movimentação desse mercado. Segundo o Data Popular, a classe C hoje responde por mais da metade do total de brasileiros que se alimenta fora de casa. Além de conveniência, esse público busca lazer, sobretudo no jantar. O supermercadista deve pensar, portanto, em criar locais agradáveis, que remetam a um restaurante tradicional e que tenha opções diferentes de pratos, para atender o cliente e abocanhar os resultados.
E como o almoço é a principal refeição para restaurantes, já que hoje boa parte dos brasileiros almoça próximo ao trabalho, o varejista deve avaliar se sua área de atuação requer investimentos. Muitos já apostaram no segmento e não se arrependeram. Para a chef Eliane Carvalho, do restaurante paulista Brie Resto, os supermercados que atuam no segmento ganham mais uma receita, e também a satisfação do cliente e mais compras na loja.
EXEMPLOS A SEGUIR:
• Na pequena Serra Negra, estância hidromineral localizada no Estado de São Paulo, o restaurante do supermercado Colorado é um sucesso. O motivo: está localizado no centro da cidade, onde se concentram o comércio e os órgãos públicos.
• Em Maceió (AL), a loja Palato, que fica no bairro mais nobre da cidade, mantém um bem-sucedido bistrô, que atende turistas do Brasil e do mundo, além da elite local.
• Três lojas da rede Covabra, do interior de São Paulo, trabalham com self-service, servindo, cada uma, 250 pratos por dia. Uma das unidades também opera à noite oferecendo caldos e sopas.
• Em Salvador (BA), um restaurante, colado a uma das lojas da rede Perini, tem espaço amplo, conforto, decoração caprichada e oferta variada de pratos saborosos, como qualquer restaurante tradicional.
• A rede Zona Sul, do Rio de Janeiro, tem pizzarias reconhecidas como algumas das melhores da cidade. O consumidor tem a comodidade de degustar na própria loja ou levar o produto para comer em casa.
• Em Belo Horizonte (MG), a rede Verdemar trabalha com carne de churrasco preparada na hora. Carne de boa qualidade que virou tradição
Refeições fora de casa*
24% » 2006

31% » 2012
40% » 2020**
67% é crescimento da participação

*Participação no orçamento familiar

** Estimativa

Fonte: Abrasel

Importância da logística no varejo


Efeitos da instabilidade econômica, fusões e aquisições, aumento da carga tributária, barreiras protecionistas e concentração de mercado (...)


Efeitos da instabilidade econômica, fusões e aquisições, aumento da carga tributária, barreiras protecionistas e concentração de mercado acirram as disputas e os desafios do setor logístico. O cenário é de competição entre as empresas e, para que uma companhia tenha  sucesso nesse mercado, é importante conhecer e dominar todas as fases dos processos para minimizar as chances de erros.

A logística é um processo de gerenciamento estratégico da aquisição, movimentação e armazenagem de materiais, peças e produtos. É parte do processo da cadeia de suprimentos que planeja, implementa e controla o fluxo e o armazenamento eficiente dos bens e serviços, desde o ponto de origem até o local de consumo, garantindo a integridade e qualidade dos produtos. As principais atividades de apoio ao fluxo logístico são armazenagem, manuseio de materiais, embalagem de proteção, abastecimento, planejamento e controle da produção, tecnologia da informação e canal de distribuição.

No âmbito empresarial, a logística pode ser resumida em três importantes departamentos: logística de suprimentos, de produção e de distribuição física. Em suas operações, algumas áreas têm papel fundamental para o desenvolvimento integral do processo logístico. A armazenagem está ligada ao empilhamento, deslocamento físico e condições de estocagem, de acordo com o local e características dos produtos. A área de Expedição é responsável pelo despacho físico das mercadorias, do armazém até o local do transporte, separação, contagem, carregamento apropriado e emissão de nota fiscal. O departamento também considera o tipo de transporte apropriado em função das características dos produtos e o transporte como depósito momentâneo da carga.

A área de Transportes, por sua vez, realiza a locomoção dos produtos da fábrica até o ponto de entrega. Essa seção seleciona o meio de transporte, de acordo com as características da carga, e leva em conta custos, seguro de carga, concorrência e malha viária. Todo esse processo tem início no setor de Planejamento e Controle da Produção, que analisa todas as necessidades que envolvem o atendimento à produção, como o que, quanto, quando comprar, estoque atual, capacidade de produção e previsão de venda.

Atualmente, é imprescindível que profissionais de diversos segmentos de negócios tenham conhecimentos básicos sobre planejamento, execução e controle das operações logísticas devido à importância e abrangência na logística empresarial.

Os profissionais das empresas de varejo ou indústrias, que reabastecem o varejo, não podem ignorar as operações ligadas à obtenção de matérias-primas para produzir os itens necessários para os pedidos dos clientes. O processo de distribuição, por meio dos canais até as prateleiras das redes varejistas ou, ainda, o comportamento do consumidor na tomada de decisões de compra nos pontos de vendas (PDVs) são operações que influenciam a maneira de fazer negócios nas empresas.

A logística tem papel essencial na cadeia do varejo e na expansão da parcela de mercado de bens e serviços. Para que todas as etapas do processo sejam cumpridas e se obtenha um resultado eficaz é importante observar os pontos-chaves, como movimentação de materiais, qualidade e agilidade das informações, tempo de produção e de entrega, além do custo.

Fatores como inovação, foco no cliente, transparência, inteligência operacional planejamento, desempenho e agilidade na tomada de decisões e resolução dos problemas também devem ser observados.

Para atender às necessidades do varejo, último elo da cadeia que liga o fabricante dos produtos ao consumidor final, o Brasil precisa também minimizar as perdas ocasionadas em decorrência dos problemas logísticos, que, segundo a Fundação Dom Cabral, já somam R$ 160 bilhões por ano.

Hamilton Picolotti é presidente da Confenar – Confederação Nacional das Revendas Ambev e das Empresas de Logística da Distribuição
 
Fonte: Logweb

terça-feira, 21 de maio de 2013

É viável contratar um consultor?

(*) Eduardo Banzato                                                                                                                  
O consultor se tornou parte integrante do panorama dos negócios. As empresas usam o consultor para atender diversos objetivos: aumentar o número de funcionários, oferecer conhecimento especializado, executar projetos especiais e comprovar estratégias. O consultor consegue agregar valor, porém também pode custar caro, custando geralmente duas a três vezes mais do que o pessoal e os recursos internos.
Dessa forma, as empresas precisam selecionar e gerenciar cuidadosamente os consultores que elas contratam. Infelizmente, as estratégias e processos de muitas empresas para a seleção do consultor, estrutura de contratação e gerenciamento dos projetos de consultoria são inadequados. O resultado muitas vezes é o baixo retorno sobre o investimento (ROI) nos serviços de consultoria. Para começar a melhorar o ROI, as empresas devem elaborar uma estratégia convincente para a utilização de consultores e um processo eficaz de seleção.
A formulação de uma estratégia de consultoria começa com a identificação das áreas onde a utilização de consultores produzirá o máximo valor. Projetos para atender a um ou mais dos critérios a seguir são muitas vezes fortes candidatos.
  1. Aumento do número de funcionários para as épocas de pico de trabalho: os consultores podem ser usados para enfrentar com economia os picos de carga de trabalho de uma empresa. As empresas devem elaborar indicadores específicos financeiros e com base no tempo para determinar quando for lógico incluir consultores em vez de usar os recursos internos. Muitas empresas optam em usar ou contratar recursos internos quando a necessidade ultrapassa 12 meses.
  2. Conhecimento especializado e não central: a administração da empresa deve analisar a contratação de consultores para obterem conhecimento especializado e não central de seus negócios. Isto exige que se tenha um bom discernimento das competências centrais de sua empresa.
  3. Projetos especiais: às vezes, os consultores são adequados para projetos especiais tais como estudos de integração de sistemas e de novas estratégias logísticas. A administração da empresa deve garantir que sejam estabelecidas lideranças e patrocínios suficientes destes projetos antes de iniciá-los.
  4. Novos negócios ou atividades: A liderança da empresa deve analisar o complemento de recursos internos com os consultores nas áreas onde o comprometimento completo não foi assumido. Exemplos disto incluem o lançamento de um novo negócio ou o estabelecimento de uma nova função de negócios. A empresa deve recolocar o consultor uma vez que a confiança na nova atividade de negócios for estabelecida.
  5. Mobilização e resultados rápidos: Muitas vezes, os processos internos (tais como descrições de cargo, obtenção de permissão para contratação e recrutamento) não sustentam a rápida mobilização dos recursos necessários para apoio a uma necessidade não prevista, tal como um novo cliente de grande porte. Os consultores podem preencher a lacuna enquanto que o pessoal interno pode seguir em frente para atender às necessidades de contratação de pessoal.
Alguns exemplos de modelos
Após determinarem quando utilizar os consultores, as empresas devem elaborar um modelo eficaz de como usá-los. Muitas empresas adotam um modelo transacional igual a uma mercadoria para o uso dos serviços de consultoria. As empresas enxergam as empresas de consultoria e os consultores como intercambiáveis, usando em geral muitas empresas e mudando freqüentemente de empresas. Elas compram baseadas principalmente no preço.
Infelizmente, este modelo normalmente garante um ROI menor da consultoria. Um modelo melhor é o desenvolvimento de relações mais duradouras e baseadas na confiança com menos empresas. Os consultores em geral socorrem as empresas com problemas críticos nos negócios. Dessa maneira, é preciso existir um alto grau de confiança para a eficácia dos consultores. Os consultores normalmente também precisam de um profundo conhecimento das atividades e da organização de uma empresa para um envolvimento completo. Esta confiança e conhecimento só podem ser atingidos ao longo do tempo e após vários projetos.
Muitos benefícios advêm da adoção de um modelo de parceria com o uso de consultores. Ao trabalharem para contas maiores e mais comprometidas, as empresas de consultoria conseguem arregimentar seus melhores recursos e não economizar. Um modelo de parceria também reduz os custos. As empresas de consultoria reduzem seus preços quando lhes é confiado um trabalho com maior volume e mais constante. Além disso, o conhecimento do cliente obtido ao longo do tempo permite uma avaliação mais acurada - por exemplo, da carga de trabalho e dos riscos - resultando muitas vezes em um preço menor.
É preciso um alerta. As empresas geralmente devem evitar os serviços de consultoria de uma fonte única. A concorrência mantém seus consultores motivados a continuar fornecendo o melhor serviço possível. Entretanto, as empresas devem ter cuidado de não recrutar várias empresas de consultoria no mesmo projeto. Empresas concorrentes em geral acham difícil a cooperação. O uso de duas a quatro empresas em toda a empresa equilibra os benefícios da concorrência com os benefícios da parceria.
Encontrando a adequação correta
Os gerentes das empresas devem elaborar processos para aprimorar a estratégia dos serviços de uma consultoria uma vez elaborada. Isto geralmente envolve alguma variante de um processo de solicitação de proposta (RFP, “request for proposa”). Muitas empresas seguem a prática da divulgação de uma RFP genérica para muitas empresas de consultoria. Em geral, a intenção é transferir a responsabilidade da definição do projeto para os especialistas e estimular a concorrência. (Mais empresas levam a mais concorrência, que por sua vez levam a menor preço e maior qualidade das propostas). Infelizmente, este processo muitas vezes produz resultados inversos - ou seja, menos propostas, menor qualidade e preços mais altos. O uso de RFPs não focadas também pode estabelecer uma atitude ruim que poderá persistir na execução do projeto.
Um método melhor é a divulgação de uma definição inteligente e específica do projeto para duas a quatro empresas mais bem qualificadas. Esta definição do projeto deve incluir o seguinte:
  • O histórico da empresa e o problema ou a oportunidade específica do negócio
  • Os objetivos específicos
  • Os problemas-chave a serem tratados na proposta
  • Especificação dos resultados esperados
  • Duração do projeto
  • Organização, gerenciamento e pessoal interno do projeto
  • Uma descrição dos riscos potenciais do projeto
  • Critérios de avaliação das propostas
A definição de um projeto não deve incluir o seguinte:
  • Um orçamento - entretanto, uma empresa pode dar aos consultores a sua percepção de contratação potencial dos consultores.
  • A metodologia detalhada - é isso que você principalmente busca dos consultores, junto com os custos de recrutamento e os custos associados.
Um investimento na especificação detalhada do projeto oferece diversas vantagens. Em primeiro lugar, você poderá receber mais e melhores propostas. As empresas de consultoria em geral passam solicitações de propostas padronizadas ou respondem da mesma forma com suas próprias respostas padronizadas. O fornecimento das especificações estimula respostas informadas e customizadas. Em segundo lugar, você deverá receber preços mais acurados e menores. Em terceiro lugar, você terá melhor estrutura e direção do projeto. A definição cuidadosa do projeto mostra que o comprometimento e a liderança são vitais para o sucesso do projeto e estabelece uma atitude positiva.
Em geral, as empresas divulgam uma solicitação de proposta para muitas e diferentes empresas. Isto normalmente resulta em muito tempo gasto na análise minuciosa de propostas de empresas mal adequadas ao projeto proposto. Mais uma vez, um método melhor é a identificação de duas a quatro empresas bem qualificadas que você gostaria que enviassem as propostas. O resultado é um processo de avaliação mais eficiente com melhores propostas.
Como decidir
Uma vez recebidas as propostas, começa o processo de avaliação dos consultores. A experiência mostra que, ao escolherem um consultor, as empresas colocam muito destaque em determinados fatores e muito pouco em outros. Em geral os fatores super-destacados são marca, preço, conhecimento e experiência do setor, habilidades e experiência funcionais.
Já os fatores sub-destacados são a adequação pessoal e cultural, especialmente a integridade; habilidades e experiência no gerenciamento das mudanças; métodos baseados em fatos, especialmente quantitativos; a qualidade dos recursos realmente atribuídos ao projeto; responsabilidade e orientação dos resultados.
Por último, mas também importante, é o tópico dos preços. Os preços variam dependendo do risco de custo respectivo assumido pelo cliente e pelo consultor.
(*) é presidente do Instituto IMAM. É autor de diversos livros e instrutor de cursos relacionados à área de logística.

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