Biblioteca da Faculdade CDL

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O Blog da Biblioteca da Faculdade CDL é um espaço destinado à comunicação da Biblioteca com os alunos e professores, onde é possível fazer postagens e comentários relativos a assuntos que envolvam, de alguma forma, a Biblioteca e o ambiente acadêmico em geral. O objetivo do blog é informar, registrar momentos e incentivar o gosto pela leitura e pela escrita.

quarta-feira, 13 de agosto de 2014

Era de novas profissões














ARTIGO 13/08/2014

Os contemporâneos desse cenário de avanços que caracterizam a sociedade moderna têm vivido uma época marcada por um mercado de trabalho que se impõe sobre o obsoleto de modo marcante. Tal imposição tem significado, em muitos casos, a quase extinção de profissões que antes nos eram essenciais. Somente para ilustrar, incluam-se como exemplos os bancários, os carteiros e os agentes de viagens. 

É necessário, dentro desse modernizador cenário, que os profissionais em atuação movimentem-se junto com o mercado, observando para onde essa maré tecnológica e globalizada os conduz, a fim de que possam se atualizar para, de modo sempre necessário, buscar novas opções profissionais, afinal, o mercado que extingue é também o mercado que inova, que se renova e que inexoravelmente renova os profissionais nele inseridos. Os que se mantêm atentos e abertos a esse processo, vendo nele oportunidades, certamente estarão à frente dos que para ele se fecham.

Carreiras ligadas à inovação, à sustentabilidade, ao lazer, à saúde, ao meio ambiente, à tecnologia e ao marketing são indicadas como as mais recentes no mercado nacional. Todas elas, de algum modo, têm relação com o setor varejista e incorporam valores e noções com as quais as empresas hoje têm de lidar, o que amplia muito o campo de atuação desses profissionais.

Gestor de mídias sociais, ChiefTechnical Officer (CTO), especialista em mobile marketing, gestor de tecnologia, gestor de ecorrelações e analista de SEO são exemplos de novas profissões que chegam ao mercado, todas elas com grande demanda de expansão mercadológica. No que se refere muito especificamente ao setor varejista, tem-se a demanda por gerente de treinamento de varejo, gerente de identidade visual, gerente de comunidade, gestor de reestruturação, gerente de projetos e gerente de marketing on-line, apenas para citar alguns exemplos de profissões muito especializadas que atendem a uma demanda cada vez mais presente nas empresas lançando perspectivas sobre demandas futuras.

Mais do que promissoras, essas profissões revelam uma tendência mundial que precisa ser enxergada tanto por aqueles que já estão inseridos no mercado como pelos jovens que para ele se preparam.

Não vivemos época de resistência e acomodação, mas de integração total, de participação ativa e de adaptação rápida às proposições mercadológicas. Vivemos a era das novas profissões, portanto a era dos novos profissionais.

Estes serão disputados não somente pela função que irão exercer, mas também pela extensa capacidade de reformulação de conceitos e de modos de atuação, camaleões proficientes, puxadores de mudanças, planejadores do amanhã. Essa é a postura vencedora na era das novas profissões. 


Honório Pinheiro

opiniao@opovo.com.br 
Presidente da FCDL

sexta-feira, 8 de agosto de 2014

O semestre começou bem na Biblioteca!

As duas primeiras semanas do novo semestre já apresentaram movimentação significativa na Biblioteca. 

O sistema de empréstimo já se iniciou. Os alunos estão buscando os livros da bibliografia básica e complementar das disciplinas.





A Professora Natália Duarte retornou do seu doutorado na França e já marcou presença na Biblioteca, consultando os periódicos.




O Valor Econômico já vem sendo lido diariamente, ele é leitura certa do aluno João Carlos Mota de Souza, do Curso de Administração, que, por esse motivo, já foi entrevistado pela Biblioteca (clique aqui e veja).



O salão de leitura começou a ser frequentado.












Alunas da pós-graduação buscam material e orientação para seus trabalhos acadêmicos, monografia e artigo.






Todo mundo precisa ler alguma coisa.

Biblioteca


quinta-feira, 7 de agosto de 2014

Indústria no Ceará cai 5,4% em junho



PRODUÇÃO
07.08.2014


Com o recuo registrado na produção do sexto mês do ano, o setor interrompe a retomada do crescimento
Queda na Indústria
Entre os principais recuos na produção estão os setores de confecção de artigos do vestuário e acessórios (-25,2%) e de têxteis (-36,4%)
FOTO: KIKO SILVA
Após registrar recuperação de 0,2% em abril e expansão de 0,7% em maio, a produção industrial cearense ajustada sazonalmente volta a interromper a retomada do crescimento e registra recuo de 5,4%, em junho, em relação ao mês anterior, e de 6,7%, no confronto com junho de 2013, anotando segunda taxa negativa seguida nesse tipo de comparação e a mais intensa desde o mês de fevereiro de 2012 (-9,7%). Em âmbito nacional, a indústria do Ceará anotou a maior queda em junho, atrás apenas do Amazonas (-9,3%), do Paraná (-7,5%) e de Pernambuco, (-7,4%)
Com o resultado de junho, a produção da indústria do Ceará fecha o acumulado do primeiro semestre de 2014 em baixa de 1,5%, quando comparado com os primeiros seis meses do ano passado. No acumulado de 12 meses, porém, o setor ainda computa alta de 4,7%, mantendo-se em terceiro lugar em termos de crescimento anualizado, entre os 14 Estados pesquisados pelo IBGE, atrás apenas do Amazonas e Pará cujas indústrias avançam (4,8%) e (9,1%), respectivamente, mas à frente de Pernambuco (2,1%) e da Bahia (0,2%), este último puxado por queda de 12,1%, em junho último.
Setores
O recuo de 6,7%, em junho último, em relação a igual mês de 2013, foi puxado pela retração de sete dos 11 ramos pesquisados. As principais quedas na produção industrial sobre o total global foram registradas nos setores de confecção de artigos do vestuário e acessórios (-25,2%) e de produtos têxteis (-36,4%), de máquinas, aparelhos e materiais elétricos (-36,8%), de produtos de minerais não-metálicos (-18,8%) e de produtos de metal (-26,6%).
Em contrapartida, os setores de produtos alimentícios, com alta de 9,9%, e de coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis, de 15,4%, exerceram pressão positiva sobre os resultados; alimentados, sobretudo, pela maior produção de farinha de trigo, no primeiro ramo; e de óleos combustíveis, no segundo segmento.
Regional
No Nordeste, a queda na produção da indústria em junho, ante junho de 2013, no Ceará (-6,7%), em Pernambuco (-7,3%) e na Bahia (-12,1%), resultou em impacto negativo médio de 8,3%, na região. No Acumulado dos seis primeiros meses deste ano, a indústria do Nordeste fecha o período com recuo de 0,1%, em relação ao acumulado do primeiro semestre de 2013. Em 12 meses, a variação acumulada é de 1% positivo.
No País
Dados do IBGE mostram ainda que, ao se comparar os indicadores de junho último com igual mês de 2013, o setor industrial nacional recuou 6,9%, com perfil disseminado de resultados negativos em termos regionais, já que 12 dos 15 Estados pesquisados apontaram queda na produção. Em relação a maio, a retração anotada no setor no País, foi de 1,4%, em junho, e 2,6%, quando se compara a performance do setor no acumulado dos primeiros meses de 2014 com igual período do ano passado. Em 12 meses, o recuo é de 0,6%.

quarta-feira, 6 de agosto de 2014

Feira orienta público sobre novos negócios

EMPREENDEDOR 06/08/2014


Evento será realizado até o próximo sábado, no Centro de Eventos do Ceará, com a realização de cursos, oficinas e apresentação de produtos. A entrada é franca
Flávia Oliveira flavia@opovo.com.br

FOTO: HUMBERTO MOTA

Atendimento personalizado com orientações precisas sobre como abrir um negócio, consultoria para solução de problemas, formação de rede de contatos, palestras e informações sobre as tendências de vários setores. Essas são apenas alguns dos serviços que o visitante da Feira do Empreendedor 2014 pode encontrar até sábado no Centro de Eventos do Ceará.

Segundo Alci Porto, diretor técnico do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae-CE), para acompanhar o aumento do público, a Feira teve de sair do Centro de Negócios do Sebrae na Monsenhor Tabosa para o Centro de Eventos do Ceará (CEC), na Washington Soares.

“Além disso, aumentamos o número e a variedades das capacitações. Com o desenvolvimento de novos polos produtivos, como o Porto do Pecém, o que exigiu capacitações específicas, buscamos nessa edição nos atualizar sobre o que é tendência para os empreendedores”, afirma.

A nova estrutura da Feira possibilitou a instalação de 165 expositores em 22 mil metros quadrados. As edições anteriores recebiam uma média de 30 mil pessoas. Com um dia a mais de evento, a organização espera dobrar a participação do público, com geração de pelo menos 5 mil novos negócios.

Segundo dados do Sebrae, do ano passado para cá, o número de empreendedores no Ceará saltou de 150 mil para 248 mil, crescimento impulsionado principalmente pelo aumento do número de micro e pequenas empresas no interior do estado.

Mini fábricas

Com o tema “Espetáculo de negócios”, a edição deste ano busca mostrar como usar a criatividade para empreender e superar as adversidades. 

“O povo cearense é, em essência, empreendedor. Convivemos historicamente com muitas dificuldades, como a seca por exemplo. Mesmo assim, não desanimamos”, destaca Carlos Cruz, superintendente do Sebrae.

Além de palestras e exposição de produtos voltados ao micro e pequeno empreendedor individual, a Feira também possui mini fábricas onde o visitante pode acompanhar ao vivo desde a concepção do produto até o acabamento final.

Lauro Martins, presidente do Sindicato da Indústria de Panificação do Ceará (Sindipan), destaca a panificadora modelo como uma oportunidade para o empreendedor se informar sobre insumos, fornecedores e novas tendências do mercado da panificação. “O negócio de panificação tem se sofisticado. Quem oferece apenas pãozinho e bolo vai ficar para trás”, avisa.

Luciano Schewe, presidente da Associação das Micro e Pequenas Empresas do Rio Grande do Sul, estava no evento para dar uma oficina sobre o novo modelo de nota fiscal eletrônica (NF-e), que deve substituir a convencional.

“É uma mudança positiva para o empreendedor, pois gera economia na compra de equipamentos. Portanto, é bom se informar sobre o sistema o quanto antes”, aponta. Cerca de 50 oficinas são ministradas em cada dia do evento.

SERVIÇO

Feira do Empreendedor

Quando: De 5 a 9 de agosto, das 14 às 22 horas

Onde: Centro de Eventos do Ceará

Entrada franca.
Informações: 0800-570-0800

NÚMEROS

377
eventos paralelos vão acontecer até a próxima sexta durante a feira

50
mil pessoas são esperadas no CEC durante os 5 dias do evento

Hoje

14h30 às 20h. Oficinas sobre abertura de empresas, sustentabilidade e responsabilidade social, finanças, gestão e desenvolvimento de pessoas, atendimento, marketing, empreendedorismo, inovação, tributação, oportunidades e tendências, gestão, acesso ao crédito, compras e vendas, cine empreendedor, e casos de sucesso

14h30 às 21h30. Palestras e atividades exclusivas nos espaços da moda, tecnologia, turismo, gastronomia , artesanato e e-commerce.

17h30 às 19h. Palestra “Facebook para Pequenos Negócios”

20 às 21:30h. Palestra “A Receita do Sucesso”, com o chef Olivier Anquier (Veja a programação completa no site do Sebrae em: http://goo.gl/IKXfTL)

terça-feira, 5 de agosto de 2014

Empresas felizes, consumidores não

Atendimento
30/07/2014


Atender bem não basta. Uma pesquisa exclusiva mostra que mesmo as companhias que têm um bom relacionamento com os consumidores perdem clientes se param de melhorar

Patrícia Valle, de Exame
Carrefour, Ford, Magazine Luiza e Saraiva (a partir do alto à esq., em sentido horário): todas perderam posições no ranking EXAME/IBRC de atendimento

São Paulo - Para a psicologia, quem não consegue reconhecer que tem um problema vive em estado de negação. Algumas empresas passam por isso — têm dívidas impagáveis mas se recusam a admitir, estão em mercados decadentes mas insistem no erro, e por aí vai. Pois o Brasil vive um caso raro de negação coletiva.

Uma pesquisa exclusiva do Instituto Brasileiro de Relacionamento com o Cliente (IBRC) mostra que as maiores companhias brasileiras pararam no tempo na forma como atendem seus consumidores. A pesquisa é feita desde 2010, em parceria com EXAME, e analisa 100 empresas.

Na média, elas receberam a mesma nota obtida em 2011. Mas a avaliação que seus executivos fazem do atendimento que prestam tem melhorado, sensivelmente, a cada ano.

Para eles, sua empresa merece, na média, nota 9. Para os pesquisadores do IBRC, pouco mais de 7. Entre as empresas com a pior avaliação dos clientes, a diferença é ainda maior: elas também acham que merecem nota 9, mas os consumidores dão 6,5. 

Por que isso acontece? Em parte, esse descompasso se deve ao fato de os clientes terem ficado mais exigentes — e ganhado mais canais para divulgar seu descontentamento com as empresas quando algo dá errado.

Há dez anos, se a entrega da geladeira demorasse, a comida do restaurante chegasse fria ou a TV a cabo ficasse fora do ar, não restaria muita alternativa aos consumidores a não ser reclamar nos serviços de atendimento da própria empresa ou fazer uma queixa ao Procon. Os mais dispostos podiam ir à Justiça.

Hoje, com bem menos esforço, é possível colocar um vídeo na internet ou um comentário ácido nas redes sociais e ter uma repercussão muito maior — algo que as empresas querem evitar a todo custo. Nesse cenário, mesmo as companhias que têm um bom atendimento passam a ser criticadas se deixar de investir para melhorar. E as empresas que já não estão bem ficam ainda mais expostas.

“Estagnar, atualmente, significa piorar, e isso já começou a aparecer nos resultados da pesquisa”, diz Alexandre Diogo, presidente do IBRC. Pela primeira vez, o instituto mapeou as companhias que estão estagnadas em termos de atendimento ao cliente e os reflexos disso na avaliação deles.

Todas perderam posições no ranking EXAME/IBRC, uma extensa pesquisa feita em quatro etapas. Na primeira, o instituto entrevistou quase 5 000 pessoas em 26 estados e no Distrito Federal, as quais avaliaram o atendimento das empresas de que eram clientes.

Depois, enviou um questionário às companhias para entender o funcionamento das áreas de atendimento. Em seguida, destacou profissionais para atuar, anonimamente, como clientes das companhias e avaliar seus serviços. Por fim, fez uma rodada de conversas com os clientes das 100 empresas mais citadas. 

Reação das empresas

A montadora Fiat é uma das que caíram no ranking por ter estagnado (ainda que continue sendo vista como uma das dez melhores empresas do país). Para tentar melhorar a percepção dos consumidores, a empresa instalou um novo sistema de tecnologia que reúne mais informações sobre os clientes e tem o objetivo de tornar o atendimento mais rápido.

“Estávamos prestando o mesmo serviço, mas, nas pesquisas com clientes, vimos que a vontade de recomendar a marca estava diminuindo. Isso indicou que precisávamos melhorar”, diz André Pego, responsável pela área de atendimento da Fiat.

Marco Simoni/Latinstock
Sydney, na Austrália: os novos serviços de viagem da Amex ajudaram a melhorar a avaliação da empresa 

Outra empresa que resolveu agir foi a rede de varejo Magazine Luiza, que quase dobrou de tamanho desde 2010, depois de fazer aquisições — durante o processo de integração, o atendimento aos clientes perdeu espaço.

No fim de 2013, a empresa criou um comitê dedicado a melhorar a área, que reúne funcionários de diferentes departamentos e é liderado por Luiza Trajano, presidente da companhia.

Uma sugestão que saiu do comitê foi criar uma reserva financeira nas lojas para permitir que os gerentes façam pequenos consertos em produtos com defeito e que estejam fora da garantia — por exemplo, trocar um fio com mau contato.

Antes da mudança, as lojas já faziam isso, mas era preciso abrir um chamado na área técnica, o que demorava e irritava os consumidores.

No caso do site, se a entrega de alguma mercadoria atrasar, o atendente do call center pode solicitar que o gerente da loja mais próxima ao cliente faça a entrega. 

O Magazine Luiza e a rede de supermercados Carrefour foram as duas únicas companhias estagnadas do ranking do IBRC que continuaram sendo recomendadas pelos consumidores. As demais passaram a ser criticadas e a perder clientes. Dessas, nem todas acham que precisam — ou que podem — melhorar de forma significativa.

É o caso da fabricante de cosméticos O Boticário, que, apesar dos problemas, é a terceira melhor empresa do país. “Não vemos como um resul­tado estagnado, mas como um reflexo da tarefa difícil de nos superar para atender consumidores mais exigentes num mercado mais competitivo”, diz Andrea Mota, diretora executiva.

O banco Bradesco, a rede de supermercados Carrefour e a Livraria Saraiva fazem análises parecidas. O risco, segundo Alexandre Diogo, do IBRC, é o relacionamento com os consumidores continuar deteriorando, o que pode prejudicar os resultados no médio prazo. Um caso extremo aconteceu pouco antes do Natal de 2011 com a empresa de comércio eletrônico B2W.

Uma sucessão de problemas de logística atrasou a entrega de milhares de produtos no período mais sensível do ano — algumas encomendas feitas antes do Natal foram entregues no Carnaval. Em 2012, caiu para a 61a posição no ranking do IBRC.

Ao longo daquele ano, iniciou um plano de investimento de 1 bilhão de reais em infraestrutura e logística e, no ranking atual, aparece na 19a posição. 

Com consumidores mais impacientes, como as empresas que têm um bom atendimento conseguem continuar agradando? Em comum, as primeiras colocadas do ranking do IBRC têm o fato de fazer pesquisas constantes sobre os clientes, para saber de­talhes de seu perfil e nível de satisfação, e tentar criar serviços mais personalizados.

Esse é o caso da bandeira de cartões American Express, que subiu nove posições no ranking e, hoje, tem o melhor atendimento do país. Não houve nenhuma grande mudança na empresa de 2013 para cá, mas ela continuou investindo em tecnologia, treinamento de funcionários e pro­moções.

É possível comprar passagens aéreas com as milhas acumuladas nos cartões da Amex no próprio site da empresa, que assinou convênios com companhias aéreas. Além disso, o cliente pode solicitar um guia com sugestões de passeios e restaurantes e instalar um aplicativo que permite acompanhar os gastos no cartão ao longo de sua viagem. Parece pouco, mas faz diferença.


Fonte: Exame.com

segunda-feira, 4 de agosto de 2014

Sumário de revista: Exame


Confira abaixo o sumário da última edição da Revista Exame (Agosto. Ed. 1070), que já se encontra disponível na Biblioteca para leitura. Escolha a matéria de sua predileção. Aguardamos sua visita!




CAPA

36 Economia O ano de 2014 será de crescimento quase nulo - e 2015 não promete ser diferente. O que fazer agora para que o Brasil retome o brilho perdido?

36 Projetos Suspensos: empresas como a Alpina Têxtil, no interior paulista, cortam investimentos

44 Economia Dilma Rousseff aprofundou as medidas lançadas por Lula após a crise mundial. Não deu certo – mas pelo menos temos lições para não esquecer mais

BRASIL

54 Entrevista Para Ruchir Sharma, do banco Morgan Stanley, as economias do México e da Índia deverão se sair melhor do que a do Brasil nos próximos anos

NEGÓCIOS

60 Mineração Analfabetos que assinam, vacas mortas, mais de 1000 processos judiciais: a bizarra história do maior investimento da mineradora Anglo American

60 O fazendeiro Flávio Rolla: o “tubinho” de 80 centímetros rasgou uma estrada em sua propriedade

66 Atendimento Uma pesquisa mostra que mesmo as empresas com bom relacionamento com os consumidores perdem clientes se param de melhorar o atendimento

74 Estratégia Para atacar o excesso de hierarquia, um sistema de gestão preconiza áreas sem chefes e o fim dos cargos – será que dá certo?

MARKETING

79 Entrevista Aos 83 anos, o americano Philip Kotler, um dos pais do marketing, fala o que faria se estivesse começando hoje sua carreira

NEGÓCIOS GLOBAIS

84 Estados Unidos A despeito da riqueza que as empresas do Vale do Silício geram, parte da população de São Francisco não está satisfeita com elas

GESTÃO

98 Internacionalização A Votorantim Cimentos está no exterior de maneira tímida há mais de uma década. Agora a empresa quer fazer jus ao título de multinacional

TECNOLOGIA

108 Aplicativos Os smartphones e os tablets estão tomando o lugar dos computadores nas empresas – e criando espaço para novos negócios

FINANÇAS

118 Bancos Como o banqueiro mais poderoso de Portugal colocou em risco um grupo do século 19 e piorou  a vida dos acionistas da Oi

ESPECIAL

122 Produtividade O futuro é dos serviços. O Brasil, porém, ainda está muito atrasado nessa área – que também faz cada vez mais diferença na competitividade da indústria

122 Porto de Santos: investimento de 170 milhões de reais para aumentar a produtividade

IDEIAS

130 Currículo Estão em debate as deficiências na formação dos economistas – e como elas acabam afetando a vida de todos nós

SETE PERGUNTAS

142 David Ulrich Para o professor, que é referência em gestão de recursos humanos, cultura empresarial forte e resultados caminham juntos

Biblioteca

Sumário de revista: Carta Capital

Confira abaixo o sumário da última edição da Revista Carta Capital (Julho. Ed. 810), que já se encontra disponível na Biblioteca para leitura. Escolha a matéria de sua predileção. Aguardamos sua visita!



14 BRASILIANA

O pirarucu não é bacalhau

20 ROSA DOS VENTOS

Mauricio Dias e os rumos do mundo político

23 A SEMANA 90 RETRATOS CAPITAIS

_____________
SEU PAÍS

25 WALTER FANGANIELLO

27 VLADIMIR SAFATLE

28 DILMÔMETRO

O mercado contra a reeleição de Dilma Rousseff

34 ELEIÇÕES

O patrimônio dos candidatos

38 2014

A denúncia dos aeroportos complica Aécio

40 AUTORITARISMO

As prisões arbitrárias de manifestantes

43 O CAOS DAS METRÓPOLES

Sem investimentos, as cidades continuarão regidas pela desordem

_____________
ECONOMIA

52 AUTOMÓVEIS

As montadoras planejam investir 9 bilhões no País

55 DELFIM NETTO

56 MEIO AMBIENTE

As petroleiras vs. os acionistas

57 LUIZ GONZAGA BELLUZZO

58 THOMAZ WOOD JR.

59 PAUL KRUGMAN

________________
NOSSO MUNDO

60 ISRAEL

O silêncio dos países ocidentais diante da invasão de Gaza

65 ITÁLIA

Berlusconi é absolvido das acusações que o condenaram há um ano

66 UCRÂNIA

O Ocidente culpa a Rússia pela queda do avião malaio

68 Suassuna e o Sertão Universal

________________
PLURAL

68 O GALOPE DO SONHO

Ariano Suassuna, o escritor do Brasil profundo

70 MUITAS IDEIAS, POUCO DINHEIRO

A nova geração de cineastas brasileiros

73 BRAVO!
___________________

79 O DESIGNER DO BRASIL

Aloísio Magalhães, o artista que, nos anos 70, criou uma imagem para o país

84 DESTINO um guia para conhecer Ibiza

85 SAÚDE por Riad Younes

86 ESTILO Zaha Hadid, a arquiteta do momento

87 PRAZER DE PONTA o Batmóvel de Lego

88 AFONSINHO

89 REFÔ por Marcio Alemão

Biblioteca

Colação de grau 2014.1: festa maior da Faculdade CDL

A Faculdade CDL forma mais 106 alunos dos Cursos de Gestão Comercial, Marketing e Logística.



A colação de grau foi na sexta-feira, 01/08/2014, contando com as presenças do Vice-reitor da Uece, professor Hildebrando Soares, e do Diretor do Cesa-Uece, professor Vladimir Spinelli, que fizeram parte da mesa, juntamente com os componentes da direção e coordenação da Faculdade CDL.



O Diretor Honório Pinheiro foi agraciado pelos alunos com uma placa simbólica e depois proferiu discurso enfatizando a conquista dos alunos, a necessidade da busca incessante pelo conhecimento e o significado da cerimônia para a Faculdade CDL.


  


Padrinhos e familiares prestigiaram a festa junto aos formandos, que, ao final, posaram para as fotos, comemorando a conquista.




  

Biblioteca

sexta-feira, 1 de agosto de 2014

Demanda habitual do varejo retoma após Copa







EXPECTATIVAS

01.08.2014

Rio. A exemplo do que se observou na indústria, na construção e nos serviços, a desaceleração da atividade no comércio se intensificou em julho por causa da Copa do Mundo.
"No comércio, foi menos intensa, mas aconteceu", afirmou ontem, o superintendente adjunto de Ciclos Econômicos da Fundação Getúlio Vargas (FGV), Aloisio Campelo.
Passado o evento, a tendência esperada é de que a demanda volte a seu patamar habitual. "É como se as pessoas tivessem postergado o consumo de um bem. Além disso, a normalização se dará também em termos de dias úteis", acrescentou.
Recuperação
As expectativas melhores já sinalizam para este processo de recuperação, observou o economista. No trimestre encerrado em julho, o índice de expectativas (IE) caiu 4,7%, bem menos do que a taxa de -6,0% registrada um mês antes, no mesmo tipo de comparação. A série ainda curta (desde março de 2010) não é ajustada sazonalmente, mas um dado ainda experimental apontou avanço de 6,7% no IE em julho ante junho, puxando o que seria um aumento de 3,2% na confiança no período.
Percepções
Apesar disso, as percepções sobre a situação atual pioraram. No trimestre até julho, a queda foi de 8,9% em relação a igual período de 2013, contra -7,1% em junho na mesma base.
No ajuste experimental, a queda na margem foi de 2,2% este mês. Mesmo com a melhora, a perspectiva para o ano segue sendo a de um resultado fraco. "Isso não tira a percepção de um ritmo fraco. Não esperamos aceleração no terceiro e no quarto trimestres em termos de vendas", afirmou Campelo, que projeta um avanço entre 3,5% e 4,0% no volume de vendas do varejo restrito em 2014.
"Não tem como fugir da queda (na confiança) que ocorreu ao longo do ano. Mesmo subindo em julho, não foi suficiente", acrescentou o economista.
Segundo ele, os resultados de vendas em agosto e setembro já devem ser melhores do que no primeiro semestre deste ano, mas ainda não está descartada a chance de que o terceiro trimestre apresente estagnação na atividade varejista.
Demanda
"A demanda não está tão fraca quanto os meses de maio, junho e julho sinalizaram, então há uma correção de rota. Isso deve influenciar resultados de vendas de agosto, setembro e outubro, mas não representa aceleração".

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