Biblioteca da Faculdade CDL

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O Blog da Biblioteca da Faculdade CDL é um espaço destinado à comunicação da Biblioteca com os alunos e professores, onde é possível fazer postagens e comentários relativos a assuntos que envolvam, de alguma forma, a Biblioteca e o ambiente acadêmico em geral. O objetivo do blog é informar, registrar momentos e incentivar o gosto pela leitura e pela escrita.

quarta-feira, 29 de agosto de 2012

PDF Programa de Desenvolvimento de Fornecedores



O livro doado por ocasião da Palestra "O Comércio prospectando oportunidades de negócios no Complexo Portuário do Pecém", pelo Consultor Durval Veira de Freitas, "PDF Programa de Desenvolvimento de Fornecedores: uma estratégia de sucesso" chega à Biblioteca e é incorporado ao acervo, fazendo parte do sistema de empréstimo.

Venha conhecer!





FREITAS, Durval Vieira de. PDF Programa de Desenvolvimento de Fornecedores: uma estratégia de sucesso. Vitória: SEBRAE, [2009].188 p.


Visando promover o desenvolvimento socioeconômico através do desenvolvimento de empresas, entidades e empresários, iniciou-se um trabalho em 1995 para alavancar o crescimento do Espírito Santo, acreditando que a oportunidade e a competência são chaves para o desenvolvimento empresarial e da economia.

O trabalho iniciado no Espírito Santo, na época chamado de "Potencialização do Fornecimento Local", tinha como principal frente a criação de oportunidades para as empresas locais participarem das concorrências nas grandes indústrias.

O sucesso dessa iniciativa levou a evolução da metodologia e a sua transformação em um programa, o PDF - Programa de Desenvolvimento de Fornecedores. O principal objetivo do PDF é propiciar a integração dos fornecedores locais com as empresas investidoras e detentoras de tecnologia, promovendo parcerias entre empresas de diversos setores.
A figura a seguir mostra as formas de interação e operacionalização de toda a cadeia produtiva envolvida pelo PDF, nos diversos níveis a partir da empresa compradora ou investidora. Pode-se observar que a utilização do programa traz ganhos diretos e indiretos, em onda, para toda economia da região onde ele é adotado, incluindo micro, pequenas e médias empresas e profissionais liberais.




Essa metodologia, desenvolvida pela DVF Consultoria, envolve a aproximação de fornecedores, grandes empresas compradoras, governo e associações de classe, uma vez que todos estes têm interesse no desenvolvimento local.

A partir de 1998, o PDF foi realizado nos estados de Minas Gerais, Maranhão, Pará e Bahia, para diversos clientes, empresas compradoras e entidades de classe pública e privada, de diferentes segmentos da economia.

No ano de 2009, a metodologia foi registrada em um livro intitulado “Programa de Desenvolvimento de Fornecedores – Uma Estratégia de Sucesso”, lançado pelo consultor Durval Vieira de Freitas em Vitória.






terça-feira, 28 de agosto de 2012






IMPACTO ECONÔMICO

PIB da Capital pode crescer 1,5 ponto durante a Copa

28.08.2012

Após mais de 60 anos, a Copa do Mundo de futebol voltará ao País em 2014 e pode ser um verdadeiro divisor de águas para o crescimento econômico de muitas cidades brasileiras, incluindo Fortaleza. Com expectativa de ampliar o Produto Interno Bruto (PIB) nacional em 1,5 ponto percentual (pp), segundo dados levantados pelo Itaú Unibanco, o evento será capaz de proporcionar um crescimento semelhante à Capital cearense, caso os empreendedores saibam como aproveitar as oportunidades.


 










 
Segundo o especialista Caio Megale, serão investidos R$ 7,2 bilhões na construção de estádios, mas é importante que os recursos sejam destinados não só nesse tipo de equipamento esportivo 
FOTO: ALEX COSTA

A afirmação é do economista do Itaú Unibanco, Caio Megale, que ontem foi um dos palestrantes no Seminário Itaú Empresas de 2012, que depois de passar por seis cidades-sedes da Copa, aconteceu em Fortaleza para tratar das oportunidades de negócios que serão geradas em função do evento de 2014. "No Brasil, o PIB deve crescer 1,5% a mais do que cresceria em um ano e Fortaleza tem totais condições de acompanhar proporcionalmente essa média. Para isso, porém, é necessário que as pessoas saibam como aproveitar esse momento único. Gosto até de comparar a Copa do Mundo com um cavalo selado que passa na sua frente: você pode montá-lo ou simplesmente vê-lo passar",afirma Caio Megale.

O economista também explica que o crescimento econômico de Fortaleza depende também dos investimentos que serão feitos pelo poder público na infraestrutura da cidade. Segundo ele, "nacionalmente serão investidos R$ 7,2 bilhões na construção de estádios, mas não se pode focar os fundos somente nesses equipamentos. Fortaleza é uma das três cidades que mais devem gastar recursos e seria fundamental que a maior parte de tamanho capital vá além do futebol", comenta.

Preparação

Conforme diz Caio Megale, além do conhecimento, um fator que será decisivo para o crescimento das empresas durante a Copa é a preparação. "É uma chance enorme de aumentar o grau de internacionalização de um negócio, seja uma grande cadeia de hotéis ou um pequeno restaurante. Para isso, é necessário investimento nas pessoas, para que elas estejam preparadas para lidar com turistas do mundo inteiro e levar uma imagem positiva dos empreendimentos daqui", avisa.

O economista diz ainda que até as pessoas físicas só tendem a se beneficiar com a necessidade de uma preparação das empresas. "Todos vão querer capacitar seus funcionários, portanto, essa é a hora de fazer aquele curso de inglês gratuito, bancado pelo empregador", explica.

Impactos diferentes

Como cada uma das 12 sedes do mundial possui características diferentes, o economista do Itaú Unibanco informa que o impacto econômico da Copa do Mundo consequentemente tende a ser diferenciado em cada cidade. "O impacto depende muito da vocação de negócios que as cidades já possuem. Fortaleza, por exemplo, é conhecida internacionalmente pelos turistas de lazer, mas o interessante é que durante o evento outras oportunidades podem surgir, como o turismo de negócios", diz.

Consumo
165 milhões de potenciais consumidores no País devem gastar de US$ 3 a 6 bilhões até 2014, de acordo com dados levantados pelo Itaú Unibanco

Publicado originalmente em:




EMPREENDEDORISMO

Federação estimula a criação de novas CDLs

28.08.2012

A ação está diretamente ligada ao surgimento de novos negócios e ao fácil acesso a crédito no Interior do Ceará

Fortaleza. Superando várias vezes o ritmo de crescimento econômico nacional, o Ceará tem se mostrado cada vez mais atrativo para alocação de novos empreendimentos. Hoje, o Interior tornou-se alvo de grandes investimentos empresariais motivados pelos incentivos, em parte, oportunizados e ofertados pelo próprio Estado.


 







 
As novas oportunidades de negócio são o motivo para que empresários invistam e contribuam com o crescimento de cidades do Interior do Estado

Como o momento está propenso ao surgimento de novos negócios e a facilitação do acesso ao crédito, a Federação das CDLs do Ceará, na contrapartida, vem estimulando o comércio do Interior a se unir em torno de aberturas de novas CDLs. Além disso, para incentivar e animar o comércio, a Federação, presidida por Honório Pinheiro, criou uma agenda positiva com temas relevantes e focados no comércio varejista para entrar na pauta de discussão estadual entre os empresários que estão à frente das CDLs no Interior do Ceará. O resultado dos encontros está fortalecendo e dando fôlego aos empreendedores que estão abrindo suas lojas e acredito no sucesso, diz Pinheiro.

Novos negócios

Na opinião do presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) do Crato, Francisco Parente Lopes, "não só no Crato, mas em toda a região surge, todo dia, um novo negócio. Por isso precisamos de mais empresários".

Recentemente, motivado pela expansão comercial pelo qual o local vem passando e a interferência de lideranças que estão no âmbito da Federação das CDLs do Ceará, foram instaladas as CDLs Jovens de Crato e Juazeiro do Norte.

Para o empresário Arthur Parente, que preside a CDL Jovem de Crato, o surgimento de oportunidades de negócios na região é um fato real para que novos empreendedores invistam na região e contribuam com o crescimento local.

Esse é o mesmo sentimento da presidente da CDL Jovem de Juazeiro do Norte, Ciléia Silva Callou, que atua no ramo da moda. "O comércio na nossa região está em constante ascensão, e é seguro", destaca.

Capacitação

Para o presidente da CDL de Juazeiro do Norte, Michel Oliveira, o lojista do Interior tem que ficar atento com a chegada das novas empresas, em especial as de franquias. No entendimento de Michel, as novas franquias chegam com gente mais preparada, por isso é preciso investir em capacitação para competir. "Eu acredito que a implantação da CDL Jovem vem para abrir a mente dos empresários locais para capacitação", reforça.

Com essa visão, o presidente da CDL de Juazeiro e teve participação importante na criação do curso Gestão de Comércio, da Faculdade Leão Sampaio. "Você aprende hoje e aplica amanhã", complementa Michel. Segundo ele, já é possível perceber a melhoria no comércio de Juazeiro do Norte, com vários empresários investindo em mudanças nas lojas, todos baseados no aprendizado universitário.

Mais informações:
Federação das Câmaras dos Dirigentes Lojistas do Ceará
Rua 25 de Março, 988
Centro, Fortaleza/CE
Telefone: (85) 3464.5590

Publicado originalmente em: 

segunda-feira, 27 de agosto de 2012

Faculdade em clima de ENADE


Aulões, cursos, seminários, artigos/matérias, tudo em prol de uma boa preparação para o ENADE.
Seja conceito máximo!




sexta-feira, 24 de agosto de 2012

Sumários de revistas: Intralogística


Confira abaixo o sumário da última edição da Revista Intralogística (Agosto ed.262), que já se encontra disponível na Biblioteca para leitura. Escolha a matéria de sua predileção. Aguardamos sua visita!

SUMÁRIO

SEÇOES

18 Dicas da Consultoria

36 Mercado

60 MOV lMAT

62 Destaques internacionais

69 Literatura técnica

81 10 pontos

82 Ponto de vista

SÉRIES

28 Segurança na MAM

46 Logística pelo mundo

52 Otimização de espaços

64 Gestão da SCM

EM FOCO

50 Sinotruk traz família Premium A7

56 Novo condomínio logístico em Vinhedo

68 Total Express: capacidade de classificação

CAPA

40 Tendência: armazenagem automatizada

REPORTAGENS

6 Portos e terminais: gargalos e investimentos

14 Dadalto: superação de desafios

20 Separe pedidos em

10 passos

32 Cordstrap: amarração de cargas

55 Pontes rolantes: elevação de tanques

58 Desafio: logística do varejo

70 Cornbilift: praticidade

72 SKF: crescimento que inspira mudança

74 Bastian: automação

78 UPS nas Olimpíadas

80 Sansuy: tecnologia flexível
Biblioteca

Sexta-feira movimentada


Na movimentação da Biblioteca de hoje, pela manhã, a maioria dos alunos faziam trabalho em grupo para a disciplina de Comportamento do Consumidor e Pesquisa de Marketing, do Professor Christian Avesque e outros buscavam leituras nos jornais e revistas.







"Classe C terá mais 12 milhões de pessoas até 2014"

Sociedade

Avanço da nova classe média prossegue, diz especialista

Apesar da desaceleração da economia, pesquisador da FGV Marcelo Neri reafirma projeção de que a classe C terá mais 12 milhões de pessoas até 2014

Keila Cândido
Marcelo Neri,  coordenador do Centro Políticas Sociais (CPS) da Fundação Getúlio Vargas (FGV)  
Marcelo Neri: avanço social no Brasil é mais sustentável (Tomas Rangel/VEJA Rio)

A expansão da classe média brasileira segue robusta, conforme dados apurados até junho, afirma o economista e coordenador do Centro Políticas Sociais (CPS) da Fundação Getúlio Vargas (FGV), Marcelo Neri. Em debate na 22ª Bienal do Livro, em São Paulo, ele reafirmou a projeção de que mais 12 milhões de pessoas ascenderão para esse segmento até 2014. Nas classes A e B, o número de entrantes chegará a 7,7 milhões. Neri não arrisca dizer, contudo, como será o comportamento dessas classes sociais de 2015 em diante. Entre 2003 e 2011, a nova classe média – que tem renda familiar de 1.700 reais – incorporou 40 milhões de pessoas. 

Para Neri, foi a nova classe média que estabilizou a economia brasileira e fez crescer o Produto Interno Brunto (PIB) nos últimos anos em que tônica foi a crise internacional. “A classe média é o amortecedor interno da economia. Se ela quebrar, não sabemos para onde vai o país”, disse. O economista, autor do livro “A Nova Classe Média - O Lado Brilhante da Base da Pirâmide”, participou nesta quinta-feira de debate sobre o assunto.

2014 – Após a renda do brasileiro ter aumentado nos últimos anos, na esteira do crescimento econômico, o pesquisador não se arrisca a dizer como será sua evolução num intervalo de tempo mais extenso, a partir de 2014. “Estamos em um momento de pleno emprego, mas é arriscado dizer qual será a renda real das famílias da nova classe média”, disse. 

Para Neri, por ora, não há sinal de que haverá reversão da ascensão social dos mais pobres. A classe média, aliás, ganhou força, segundo dados apurados até junho. De acordo com o economista, o mercado de trabalho faz mais diferença para o consumo destas pessoas do que o acesso crédito. “O que importa para elas é trabalhar e ter dinheiro no bolso para consumir”, explicou. 

Novo consumidor – A nova classe média, hoje com maior poder de compra, tem tido acesso a bens e serviços que, anteriormente, eram restritos às classes A e B, tais como planos de saúde, escolas particulares e previdência privada. Neri lembrou que a má qualidade na oferta de serviços tem gerado nesse novo consumidor uma sensação de frustração. Na avaliação do especialista, é para essa insatisfação que as empresas têm de olhar. “Esta é a nova agenda no Brasil. As pessoas estão consumindo fortemente, e são exigentes”, afirmou. 

Segundo Neri, os pacotes do governo para melhorar a infraestrutura do país – tal o programa de investimento de ferrovias e rodovias anunciado nesta quarta-feira – são de “extrema importância” porque esses novos consumidores aumentam os desafios do país. Em outras palavras, as pessoas estão consumindo o que antes não tinham acesso, como viajar de avião, por exemplo, o que tem aprofundado os gargalos dos aeroportos do país. 

A alta da inadimplência verificada nos últimos meses não deve ser considerada o pior problema da classe C, na visão do economista. “O problema no Brasil não é de endividamento, mas sim as altas taxas de juros”, declarou. Outro problema, na opinião do pesquisador, é baixa taxa de poupança do brasileiro.   

Comparações – Para o pesquisador, não é possível comparar a classe média americana à brasileira porque os perfis são muito diferentes. A renda das famílias e o tipo de consumo são bastante distintos. Neri relata que, desde 2004, quando houve o início da ascensão da classe média, o Brasil teve três saltos: mais pessoas tiveram acesso a cursos técnicos, houve aumento do número de pessoas com carteira assinada e a qualificação profissional também melhorou. Para o pesquisador, o acesso à educação é um avanço muito importante que contribui para a ascensão da classe C. "Quem olha para a classe média com olhar estrangeiro – de fora para dentro – não percebe o valor do que tem acontecido", disse. Essas particularidades representam outros elementos que não permitem equiparar a realidade brasileira com a americana.

O coordenador do CPS/FGV preferiu comparar o crescimento brasileiro ao de China e índia, que classificou como “invejáveis”. Contudo, na opinião do economista, no Brasil há um fator qualitativo: a redução da desigualdade. “No Brasil, o crescimento é mais sustentável porque temos a redução da desigualdade, que vem caindo nos últimos onze anos”, disse. “Este é o ingrediente brasileiro do crescimento”, comemorou.

Publicado originalmente em:

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