Biblioteca da Faculdade CDL

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O Blog da Biblioteca da Faculdade CDL é um espaço destinado à comunicação da Biblioteca com os alunos e professores, onde é possível fazer postagens e comentários relativos a assuntos que envolvam, de alguma forma, a Biblioteca e o ambiente acadêmico em geral. O objetivo do blog é informar, registrar momentos e incentivar o gosto pela leitura e pela escrita.

sexta-feira, 30 de setembro de 2016

Criatividade em alta!

Alunos do Curso de Marketing elaboram trabalho da disciplina de Economia e Mercados, ministrada pela Professora Maria de Lourdes, representando de forma lúdica, os elementos que compõem a economia e o mercado.


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Ciclo de Palestras CDL - Eduardo Gomes de Matos

Estão abertas as inscrições para o Ciclo de Palestra, com o tema "Dossiê Vendas 3.0: como revolucionar as vendas da sua empresa", que terá como palestrante o sócio-fundador e diretor-presidente da Gomes de Matos Consultores Associados, Eduardo Gomes de Matos.


Eduardo Gomes de Matos

Confirme sua presença!
Garanta sua vaga clicando aqui!
Mais informações: (85) 3433.3012 / 3433.3013

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quinta-feira, 29 de setembro de 2016

[E-BOOK] Planejamento estratégico digital

Quer saber como fazer com que sua empresa se destaque no meio digital? Este e-book irá lhe auxiliar para não ser apenas mais um negócio na imensidão de informações disponíveis na Web. Dividido em seis capítulos, começando pela conceituação de planejamento estratégico digital, passando pela questão do conhecer seu negócio e estratégias para se destacar, assim como ferramentas para analise de resultados.




O conteúdo do e-book foi produzido pela Humantech, que atua na área de Gestão do Conhecimento, para a transformação das informações e dados em conteúdo relevante.


Basta clicar aqui e fazer o download. Boa leitura!

Veja aqui outros e-books que já foram disponibilizados:
1° 5 passos básicos para organizar seu departamento pessoal

terça-feira, 27 de setembro de 2016

segunda-feira, 26 de setembro de 2016

5 lições de liderança de Abraham Lincoln

Por André Fernandes

Abraham Lincoln recebe muito crédito por ter sido um grande líder. Francamente, a maioria de nós realmente não sabe por que ele merece ele mérito todo. O que ele fez para um líder tão extraordinário?


Aqui estão algumas de suas lições:

1. Saia do escritório e circule entre as pessoas
Em 1861, Lincoln passou mais tempo fora da Casa Branca do que nela. E acredita-se que ele conheceu cada soldado da União que se alistou no início da Guerra Civil.

Como é ser um líder acessível?
Como notável que possa parecer, em 1861, Lincoln passou mais tempo fora da Casa Branca do que nela. E as chances são boas de que se um soldado da União tivesse se alistado no início da Guerra Civil, ele tenha visto o presidente pessoalmente.

Lincoln fez questão de inspecionar pessoalmente cada estado de regimento de voluntários que passaram por Washington. Lincoln sabia que as pessoas eram sua melhor fonte de informação. E a acessibilidade construía a confiança. Ele passava 75% do dia em reunião com as pessoas. Lincoln teve uma política de portas abertas. Sim, o presidente dos Estados Unidos tinha uma política de portas abertas. Lincoln era provavelmente o principal executivo mais acessível que os Estados Unidos já conheceram.

Adivinhem? A teoria moderna do negócio traz isso. Nos dias de hoje, os gurus da administração chamam de gerenciamento em movimento.

2. Persuadir ao invés de coagir
Apesar de ter o poder da presidência, Lincoln não teve tendências repressivas com as pessoas, ele as convencia. Como ele fazia isso?

Ele se tornou amigo dessas pessoas. Aqui está Lincoln falando sobre seus métodos:
“Quando a conduta dos homens é projetada para ser influenciada, a persuasão, tipo, a persuasão despretensiosa, nunca deve ser adotada. É uma velha e uma verdadeira máxima, uma ‘gota de mel apanha mais moscas do que um galão de fel’. Então, com os homens, se você ganhar um homem para a sua causa, primeiro convença-o de que você é seu amigo sincero. Aí está uma gota de mel que pega seu coração, que, diga o que quiser, é a grande estrada para a sua razão, e que, uma vez adquirida, vai fazer com que você encontre menos dificuldade em convencer seu julgamento da justiça.”

A pesquisa moderna concorda? Sim.
Qual é a primeira coisa que a Harvard Business School ensina aos estudantes de MBA sobre a negociação? As pessoas precisam gostar de você.

Não é surpresa que as pessoas prefiram dizer sim a um pedido quando conhecem e gostam de quem está pedindo. Uma maneira simples de fazer as coisas acontecerem é descobrir semelhanças ou paralelos que existem entre você e a pessoa que você quer influenciar e, depois ressaltar essas coisas.

Lincoln tem uma famosa citação sobre o assunto:
Eu destruo meus inimigos quando faço deles meus amigos.

3. Lidere sendo liderado
Lincoln sempre dava crédito onde o crédito era devido e também assumia a responsabilidade quando as coisas davam errado.

Isso não apenas satisfazia a necessidade de Lincoln com a honestidade, a integridade e a dignidade humana; também dava aos seus subordinados a percepção correta de que eles eram, de muitas maneiras, responsáveis por suas atitudes.

Nada faz as pessoas se sentirem melhores do que isso. Lincoln não tinha problema em dizer que ele era o responsável quando algo errado acontecia. Ele confiou no julgamento das pessoas que estavam na linha de frente. Essa é uma das características de uma boa liderança militar.

“Durante o início da década de 1960, a Unidade de Pesquisa de Neuropsiquiatria da Marinha médica (agora o Centro de Pesquisa de Saúde Naval) realizou uma série de estudos sobre liderança em pequenas estações antárticas. Nesse programa de pesquisa, foi descoberto que os líderes estimados tendiam a possuir uma orientação de liderança relativamente democrática e um estilo de liderança caracterizado por uma maior participação nas atividades do que as tradicionais para uma organização militar.”

4. Estimule a inovação
Muitos serviços são pagos para incentivar a inovação nos dias de hoje. O que Lincoln sabe sobre inovação? Bem, ele é o único presidente dos Estados Unidos que sempre patenteava alguma coisa.

Anos antes de assumir a presidência, Lincoln tinha mostrado seu interesse por inovação, quando, em 10 de marco de 1849 (aos 40 anos), ele recebeu uma patente para um novo método de fazer barcos aterrados mais flutuantes.

O que é necessário para aumentar a criatividade e a inovação em uma organização? Como eu disse antes, é bastante simples: Recompensar as pessoas por tentar coisas novas e não puni-las com o fracasso. Lincoln sabia disso.

E mesmo durante seus momentos mais difíceis, Lincoln continuava a exortar os seus subordinados para ir atrás de novos avanços, implementar ideias e, ao mesmo tempo, ter tempo para aprender. Ele percebeu que, como líder do executivo, era sua responsabilidade principal criar o clima de empreendedorismo necessário livre de risco para promover a inovação eficaz.

5. Influencie pessoas através do storytelling
Lincoln era um grande contador de histórias e, ativamente aproveitou essa habilidade para conquistar as pessoas. O próprio Lincoln disse claramente:
“Eles dizem que eu conto muitas histórias. Acho que eu faço isso; mas eu aprendi em longa experiência que as pessoas simples são mais facilmente influenciadas por meio de uma ilustração ampla e bem-humorada do que de qualquer outra forma.”

Quando os alunos são convidados a recordar de discursos, 63% se lembram das histórias. Apenas 5% se lembram de alguma estatística individual. Se você é um líder como Lincoln era, você precisa saber o que inspira a moral da equipe. E a resposta é: uma boa história. O storytelling pode melhorar quase todas as áreas de sua vida.

Por que contar histórias é tão poderoso?

A professora de Stanford Jennifer Aaker fez uma pesquisa mostrando que histórias são fundamentais para o nosso senso de significado. Alguns novos estudos sugerem que se gastarmos tempo pensando sobre histórias em nossas vidas, isso pode ser a forma mais eficaz de se descobrir o que é significativo e o que não é.
_______________________________

Este artigo foi adaptado do original, “Lessons From Lincoln: 5 Leadership Tips History And Science Agree On”, da Time.
Sobre o autor: Em 2004, André foi responsável por levar internet discada para mais de 4.400 cidades brasileiras. Estudou eletrônica e tecnologia na Unicamp, Harvard e MIT e Finanças na USP. Trabalha intensivamente em 2 novos projetos: Fight e Hack além de atender mais de 150 clientes na YOW Internet.


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quinta-feira, 22 de setembro de 2016

Projeto Integrado a todo vapor!

Os alunos do Curso de Gestão Comercial do 4º semestre se reúnem em equipes, para pesquisa, discussão e elaboração do Projeto Integrado.

Buscam na Biblioteca, além do espaço convidativo, as publicações que embasam a teoria dos assuntos tratados em sala de aula, os quais são a estrutura do Projeto. 

Autores como Kotler, Las Casas, Cobra, Lovelock, Al Ries e Urdan, foram consultados pelos alunos.

Equipes motivadas e animadas!


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Dia do Contador

A Faculdade CDL parabeniza os profissionais e estudantes de contabilidade pelo seu dia!




Fonte: Fenacon 

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quarta-feira, 21 de setembro de 2016

Palestra "Qual é o seu Everest?" com Rosier Alexandre


Rosier Alexandre tinha um sonho: Escalar uma grande montanha, e por isso, realizou o Projeto Sete Cumes que consiste na escalada da maior montanha de cada continente, escalou o maior vulcão da terra e diversas outras montanhas na Cordilheira dos Andes. 




Ele planejou em detalhes a execução do seu sonho, e de forma disciplinada focou na execução e vem conseguindo conquistas inéditas e extraordinárias superando os limites da resistência humana e as condições meteorológicas imprevisíveis e abundantes em altitudes extremas.


Na vida de Rosier nada caiu do céu ou foi fácil, ele foi sequestrado por tribos selvagens na Papua Nova Guiné, conviveu com a morte de amigos nas montanhas, ajudou em resgates, sobreviveu à avalanche de maior fatalidade do Everest quando 16 pessoas perderam suas vidas, sobreviveu ao maior terremoto da história do Nepal e segue em frente impulsionado por grandes sonhos e tendo como combustível a paixão por um ideal de superação.

Rosier Alexandre é graduado em marketing, palestrante, consultor organizacional e alpinista profissional e, em suas palestras, conta sua história e planos de forma bem humorada, que inspiram e ajudam as pessoas a mudarem o jeito de pensar e agir.

Convidamos você para essa experiência!



Palestra: "Qual é o seu Everest?"
Data: 14 de Outubro.
Horário: 16h
Local: Auditório Gervásio Pegado.

A Biblioteca da Faculdade CDL, possui disponível para empréstimo o livro "Sentinela de Pedra - a conquista do Aconcágua, de autoria do Rosier Alexandre, em que, conta a sua expedição para escalar o Aconcágua - montanha mais alta da terra fora do continente asiático. Indicamos a leitura!

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segunda-feira, 19 de setembro de 2016

Diálogos Empresariais com José do Egito Frota Lopes Filho

O "Diálogos Empresariais" lhes convida a participar de mais uma palestra! O convidado desta edição é o diretor comercial da Jotujé Distribuidora e presidente da Associação Brasileira de Atacadistas e Distribuidores (ABAD), José do Egito Frota Lopes Filho.



A palestra "Um olhar no mercado e outro na gestão para vencer desafios" acontecerá no dia 29 de setembro, às 18h30, no auditório da CDL.
Inscreva-se: (85) 3433.3012 / 3433.3013. 
Esperamos por você!
Mais informações aqui!

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sexta-feira, 16 de setembro de 2016

Os 7 pecados capitais na hora de contar uma história







Camila Pati, de EXAME.com


Apresentação: usar formatos batidos são luxuriosos em storytelling

São Paulo - Contar uma boa história é uma arte que se aprende e a prática de construir uma narrativa articulada para prender a atenção é também chamada de storytelling.

Utilizado em apresentações, palestras, textos publicitários, o método, queridinho entre profissionais de marketing, pode ajudar na criação de vínculo com a audiência e aumentar as chances de sucesso na comunicação.

Alguns erros, no entanto, são fatais, e podem ser associados aos pecados capitais, segundo a professora Martha Terenzzo. Ela e Fernando Palacios estão lançando o livro "O Guia Completo do Storytelling” (Editora Alta Books). Confira quais são os erros capitais das narrativas:

1. Gula

Sucumbir à gula no storytelling é contar mais do que o necessário e confundir história com histórico. “Em uma apresentação, por exemplo, significa colocar informação demais no slide, contar inteira uma história enorme”, diz a professora. As chances de perder a atenção da plateia são grandes.

Outro perigo para o narrador guloso é engasgar, segundo Martha. “A pessoa vai se perder e se enrolar na narrativa ao tentar comunicar tudo de uma vez”, diz.

Ela recomenda que narrativas tragam as informações mais importantes e de maior apelo dramático. A habilidade exigida é a de sintetizar. “Dou aula e sei que poder de síntese é uma das coisas mais difíceis. E, por outro lado, não pode ser uma síntese tão pragmática a ponto de comprometer a informação que precisa ser transmitida”, diz Martha.

2. Avareza

Avarentos querem que só eles próprios apareçam. “O pecado é inserir elementos na narrativa que mostrem que só a pessoa (ou o patrocinador, a empresa) quer aparecer”, diz a professora.

A mesquinhez fica evidente em narrativas que deixam pouco espaço para o que realmente interessa à audiência de tão recheadas de informações desnecessárias. “Acabam escondendo o jogo na entrelinha e economizando no que é, de fato, importante”, diz Martha.

3. Ira

Impulsividade e irracionalidade explicam a relação do pecado capital com o equívoco narrativo. O erro aqui é apelar para o instinto e deixar de lado o roteiro.

Para ilustrar, a professora conta o caso de um CEO que, se sentindo inspirado naquele determinado dia, rasgou o material preparado para guiar sua apresentação e achou por bem improvisar sua fala.

Sem roteiro, a sua narrativa perdeu o fio da meada e a atenção da plateia foi embora. “As vozes foram aumentando e ele pedia que as pessoas prestassem atenção. Sem sucesso, teve literalmente um rompante de ira e mandou que todos calassem a boca”, lembra a professora.

O que de pior poderia acontecer em uma apresentação do que berrar com a plateia? Nada. Por isso, recomenda Martha, planeje mais e improvise menos. É sempre necessário ter um norte: um bom conceito para desenvolver, personagens instigantes e um fim para a narrativa.

4. Preguiça

Uma boa história nasce depois de muito esforço e um bom toque de inspiração. Nada disso combina com a preguiça. Narradores preguiçosos economizam informação. Apresentadores indolentes delegam a tarefa de criação a outros e não se envolvem no processo.

Esse pecado muitas vezes vem estampado no rosto e no corpo de um apresentador. “Para falar bem, é preciso ajustar o ritmo da voz, pensar tambem na sua linguagem corporal”, indica Martha.

5. Soberba

Arrogância e orgulho comprometem a reputação do narrador/apresentador. Quem age assim, segundo Martha, geralmente, só fala do que quer falar, sem se preocupar com a audiência.

Recentemente a empreendedora Bel Pesce cometeu o pecado da soberba, diz Martha, ao não se preocupar com as péssimas contrapartidas oferecidas pelo projeto de crowdfunding para inaugurar a hamburgueria Zebeléo, em sociedade com Leonardo Young e Zé Soares.

Outros exemplos desse erro em storytelling surgem quando a boa história é preterida pelo marketing ou quando empresas pensam no plano de mídia antes mesmo de ter um conteúdo da narrativa.

6. Vaidade

Investir mais no telling (forma) do que em story (conteúdo) é se render à vaidade. Gastar uma fortuna em "pirotecnia" para uma apresentação sem se preocupar com a qualidade da informação que é transmitida é um erro muito comum, segundo Martha.

“Às vezes por insegurança, o palestrante, apresentador, narrador capricha nos slides de Power Point mas não tem argumentos tão bons”, diz. 

7. Luxúria

Apostar em formatos batidos e artificiais de narração, estereótipos e clichês é uma atitude luxuriosa em storytelling, segundo a professora. “É comportamento típico de quem quer aplauso e, para isso, apela para uma fórmula fácil e sem conteúdo narrativo”, diz.

Narrativas que reforçam preconceitos usadas com único objetivo de arrancar gargalhadas são exemplos deste pecado.


Fonte: Exame.com

quinta-feira, 15 de setembro de 2016

Vendas e tecnologia: parceria constante

06/09/2016

Marketing & Vendas


A tecnologia sempre foi amiga das equipes de vendas. O vendedor que andava a pé ou de carroça depois passou a tomar trem e mais recentemente começou a andar de carro, avião e todos os meios de transporte disponíveis. Telefones, computadores, celulares se tornaram parte da vida de qualquer vendedor e só ajudam a aumentar seu alcance e a construir melhores relações com os compradores.
Então não há o que temer em relação às novas tecnologias, cada vez mais convergentes: celulares, analytics, armazenamento na nuvem… Consultorias e publicações especializadas, como Gartner Group, Harvard Business Review e revista Forbes já escolheram as tendências mais fortes que estão transformando a realidade dos departamentos de vendas. Aqui, algumas dicas de especialistas compiladas por várias publicações:
1.     Computação onipresente: com a proliferação dos smartphones e da Internet das coisas, compradores e vendedores podem se encontrar a qualquer momento. Tudo gera dados, tudo permite conhecer melhor seu consumidor.
2.     Analytics avançados e invisíveis: as estatísticas hoje estão embutidas em dados ligados a clientes, atividades de vendas e vendedores. Com isso, as empresas têm o apoio necessário para tomar as decisões corretas e oferecer aos vendedores e clientes no momento exato.
3.     Sistemas ricos em contexto: dados e insights analíticos podem ser customizados e focados em situações específicas enfrentadas por clientes e colaboradores da empresa. A customização extrema se alinha perfeitamente com como as pessoas de vendas pensam e trabalham.
4.     Computação na nuvem: acesso rápido e imediato a uma gama muito maior de informações. As equipes de vendas podem melhorar sua efetividade adotando as tecnologias na nuvem e integrando-as para aumentar a produtividade.
5.     Aprendizado pela máquina e bots: celulares e aplicativos fornecem experiências intuitivas, capturando dados e reduzindo a tarefa de dar entrada nos dados. Isso permite planejar ações com muito mais acurácia.
6.     Sistemas CRM: hoje muito mais acessíveis e leves, os sistemas CRM conquistaram seu espaço e estão em toda parte. Com o acesso de todos os colaboradores, das mais diversas áreas da empresa, ao sistema, é possível trabalhar em equipe com mais facilidade, de maneira aberta, e sem que um se sobreponha ao outro. Hoje é possível inclusive construir o próprio sistema, reduzindo custos e aumentando o acompanhamento da experiência do usuário.
7.     Aplicativos de automatização: hoje existem aplicativos que criam sequências para enviar uma série de e-mails automatizados para seu cliente potencial, como o Hubspot Sales, que permite personalizar e acompanhar todas as mensagens, permitindo coletar dados e organizá-los na melhor sequência. Aplicativos de apresentação muito mais simples também estão disponíveis, além de recursos de follow-up, como o Boomerang, um plug-in do Gmail que permite organizar o envio de mensagens para os clientes.
8.     Integração com marketing: dados e estatísticas de vendas também podem estar totalmente integrados à área de marketing, sempre com foco no consumidor final.
9.     Soluções de voz integradas: os sistemas de CRM e controle de e-mails hoje também permitem integrar serviços de voz, sem a necessidade de dar entrada manualmente a uma grande quantidade de dados.
10.  Sistemas de interpretação de dados: não adianta gerar uma infinidade de dados e não conseguir interpretá-los, certo? Já existem sistemas muito simples que conseguem separar o joio do trigo, ajudando a empresa a planejar sua estratégia de vendas e refinar os dados levantados.
Nota do Editor: Um dos mais reconhecidos especialistas na área de vendas da atualidade, Neil Rackham é autor do livro SPIN Selling, e estará no Brasil no dia 19 de setembro, em uma Master Class especial a ser realizada no World Trade Center, das 9h às 17h30.

Viva o cliente!




Hoje comemora-se o Dia do cliente em todo o Brasil. É a data oficial do calendário, mas, sabemos que o dia do cliente é todo dia, afinal ele está presente diariamente, e é a razão da existência dos estabelecimentos comerciais, da luta pela qualidade e excelência dos produtos e serviços.

Na verdade, todos nós somos clientes de alguém e, nesse contexto, todos nós queremos ser bem atendidos na tal "hora da verdade".

Agradecemos a honra de ter alunos, professores e colaboradores como clientes, de poder contribuir de alguma forma com o desenvolvimento dessas pessoas, por intermédio da prestação dos serviços da Biblioteca.

Aproveitamos a oportunidade para renovar a parceira e desejar prosperidade nos negócios e nos estudos do nossos clientes. 

Cliente, parabéns pelo seu dia!
Biblioteca

quarta-feira, 14 de setembro de 2016

ELEIÇÕES: OS LÍDERES QUE QUEREMOS TER


Presidente da Confederação 
Nacional de Dirigentes Lojistas

No dia 2 de outubro, os eleitores voltarão às urnas para escolher os prefeitos e os vereadores de seus municípios. As eleições de 2016 colocarão em prática a reforma eleitoral aprovada em 2015. A partir deste ano, candidatos precisam seguir uma série de novas regras, que vão desde a redução do tempo de campanha até a proibição do financiamento por pessoas jurídicas. Essas alterações trarão avanço para a nossa democracia, a partir de uma maior transparência do processo eleitoral. É essencial, também que aproveitemos o momento político que vivemos para fazer uma reflexão sobre o perfil dos políticos que queremos escolher como nossos representantes. Chegou a hora de nos tornarmos os protagonistas do futuro do País.

As políticas públicas definidas em curto e em logo prazo são fundamentais para o crescimento do nosso município e a melhora da qualidade de vida da população. Precisamos apoiar líderes que governem para todos e que entendam que investimentos em saúde e educação trazem retornos que vão muito além da assistência imediata. Ajudando a formar cidadãos completos, estamos investindo no desenvolvimento humano e econômico de nossas cidades.

Paralelamente, temos que definir políticas que deem sustentação a esses avanços, como o fortalecimento do varejo. Projetos como a disponibilização de espaço público para que empresas possam executar suas atividades e a criação de iniciativas voltadas para a capacitação do empresário podem ajudar a ampliar o segmento, mas, sobretudo, a dar o devido apoio a esse setor que ajuda a gerar grande parte dos empregos no País.

Nesse sentido, a CNDL e o SEBRAE assinaram convênio técnico-financeiro voltado ao desenvolvimento do varejo no Brasil. Serão investidos cerca de R$ 3,5 milhões em criação de políticas públicas e na organização de eventos com dirigentes lojistas. A expectativa é que mais da metade das unidades federativas seja atendida. 

São ações assim, ajudando a aumentar a competitividade dos empresários, que devemos esperar dos prefeitos e vereadores. Eles devem utilizar os recursos públicos para dar autossuficiência às cidades e preparar o ambiente para que os negócios possam se desenvolver. Acreditamos que, a partir dessas oportunidades, as empresas se fortalecerão e ajudarão a incrementar a economia do nosso país.

Jornal O Povo – 14/09/2016
Honório Pinheiro
presidente@cndl.org.br

Discutindo sobre a crise econômica

Alunos do Curso de Marketing, marcaram presença hoje na Biblioteca, para pesquisar e discutir sobre a crise econômica, verificando tanto as oportunidades de crescimento, como a situação de declínio das empresas.

O trabalho é da disciplina de Economia e Mercados, ministrada pela Profª. Maria de Lourdes.

Todos muito concentrados!



Biblioteca

domingo, 11 de setembro de 2016

É hoje! Master Comics 2016, acontecendo

Vem se divertir com a gente!
  • Games e quadrinhos
  • Painéis e workshops
  • Feira e estandes de vendas
  • Exibição de Animações
Classificação Livre (menores de 12 anos, somente acompanhados com os pais)
Esperamos vocês!

sábado, 10 de setembro de 2016

É amanhã! Master Comics 2016, na Faculdade CDL


Serviço:
Master Comics
Dia: 11 de Setembro de 2016.
Local: Faculdade CDL
Centro – Fortaleza/CE
Horário: 09:00 às 18:00 horas.

*Classificação Livre (menores de 12 anos
Somente acompanhados com os pais)*

CONVIDADOS

Daniel Brandão: Desde 1996 trabalha como quadrinista, ilustrador, arte-educador e empresário. Já ganhou três prêmios HQ Mix pela publicação Manicomics e trabalhou com diversas editoras, revistas, personagens e empresas nacionais e internacionais, tais como DC Comics, Marvel, Dark Horse, Abril e Maurício de Sousa Produções.
Criador dos personagens Liz, Sebastião e Cariawara.

Joao Marreiro: Já desenhou para publicações de diversas editoras — Abril, Trama, Positivo e Ática entre outras — e também para o mercado internacional. Publicou ilustrações e charges nas revistas Dragão Brasil, Sci-Fi News, Wizard Brasil (Editora Panini) e nos jornais Diário do Nordeste e O Povo (CE), Jornal Metrópole (SP), Jornal do Centro (SP), Agora(RS); Também nos sites Universohq.com, Hyperfan; Bem como nos Graphic Álbuns MSP + 50 e Monica’s (Maurício de Sousa Produções), O Gralha-Tão Banal quanto original e Clássicos revisitados Vol.2 (Editora Quadrinhópole) e o livro 100 respostas sobre Super-Heróis (Ed. Abril). Três vezes vencedor do Troféu HQ Mix com o fanzine Manicomics publicou também nas revistas Capitão Rapadura, Capitão Tocha e Rivista. Ministra aulas e oficinas de desenho e quadrinhos desde 1991. É editor da revista Herói Z e do blog Laboratório Espacial.

Fernando Lima: Como quadrinista, publicou em jornais, livros e revistas. Participou de antologias diversas, entre elas, o projeto Moreira Campos em Quadrinhos. Editou as revista em quadrinhos Pium, Carbono 14, Fantasma Escarlate, Herói Z e 4x4. É o editor responsável pelo site de quadrinhos Armagem.com, que disponibiliza gratuitamente HQs de artistas cearenses para leitura on-line.
Criou os personagens Fantasma Escarlate, Suzy Saturno e Dragão do Mar. É responsável pelas tirinhas de humor Uxinho, Mabel, Sobreurbanos e "Relacionamento: Ninguém Te Obrigou!". 
Recentemente trabalhou na produção gráfica do álbum “As Histórias Perdidas do Capitão Gralha”, para a editora Quadinhópole.

Marcus Rosado: Ilustrador e quadrinista profissional desde 2011 e estudante de Design Gráfico pela faculdade Estácio FIC. Descobriu no desenho desde muito cedo, mais precisamente no ano de 1994 influenciado por um primo que também desenhava, ficou encantado com os traços e passou a arriscar a fazer o mesmo. Em 2008, resolveu dar os primeiros passos para se tornar um desenhista profissional, nesse ano eu começou um curso de desenho no estúdio Daniel Brandão, local onde teve importantes contatos profissionais. Em 2011 começou a trabalhar profissionalmente indicado pelo próprio Daniel Brandão para fazer uma série de tiras cartum chamada “Turma do Pinote” de Henri Schutze. Até a data presente já teve as mais variadas experiências profissionais que vão desde o cartum para tiras e empresas, criação de model sheets para o Ipark, capa de cd, quadrinhos para coletâneas com publicação em todo o Brasil e trabalhos estrangeiros através do EdBnes Studios.

ATIVIDADES

Concurso Cosplay
Desenho
Fanzine
Feira de Quadrinhos
Estandes de Vendas
Batalha de Sabres de Luz
Torneio de Games
Swordplay
Workshops de Desenho
Just Dance
Exibição de Animações

Paineis
- Star Wars
- DC
- MARVEL
- Senhor dos Anéis
- Game Of Thrones
- Cosmaker
- Cine Painel
- Convidados

INGRESSOS

R$15,00 (Meia Estudantil ou Ingresso Social*) ANTECIPADO
R$20,00 (Meia Estudantil ou Ingresso Social*) NO DIA

Obs: O Ingresso Social é destinado aqueles que não são estudantes e querem economizar. Com o Ingresso Social em mãos, basta levar 1Kg de alimento não perecível no dia do evento, assim, além de ajudar uma instituição, você estará economizando. Simples e fácil!

PONTOS DE VENDAS

*Online: Link para compra: https://goo.gl/4FlDX4

*UzGames Parangaba
Shopping Parangaba 2º Piso (Ao lado da Rabelo)

*Cecomil
Shopping Benfica
Iguatemi
Dom Luís
North Shopping Maracanaú

*Livraria Fanzine
R. Dom Pedro I, 583 - Centro, Fortaleza

quinta-feira, 8 de setembro de 2016

Sumário de revistas: Você S/A



Confira abaixo o sumário da última edição da Revista Você S/A (Agosto 2016, Ed. 217, N. 8, V. 19), que já se encontra disponível na Biblioteca para leitura. Escolha a matéria de sua predileção. Aguardamos sua visita!

Sumário

6 PARA VOCÊ
Em busca de equilíbrio

RECEPÇÃO
8 FEEDBACK
9 #VOCÊNOINSTA
10 DIGITAL

AGORA
12 BASTIDORES
O projeto Riso 9 000, que melhora o humor das empresas

14 NOTAS
Rede do bem

16 ANÁLISE
Uma radiografia dos programas de desenvolvimento de liderança

18 POR DENTRO
Como é trabalhar na DM9DDB

20 ENTREVISTA COM O PRESIDENTE
Vladmir Maganhoto, Royal Canin

CAPA

22 INTELIGÊNCIA EMOCIONAL
Como reagir bem ao novo cenário do trabalho, mudar rápido e conquistar resultados


CARREIRA

30 CONSELHOS SOB MEDIDA 
Monte um time de mentores e colegas de confiança para tomar decisões profissionais melhores

34 CRIAR PARA RESOLVER
O inglês John Newbigin, da agência Creative England, prega que a economia criativa é a chave para solucionar problemas complexos

37 CARREIRA JOVEM
Tudo o que você precisa saber para ingressar e crescer no mercado de trabalho


MERCADO

58 BRASIL BLINDADO: ONDE A CRISE TEM REMÉDIO
Com a forte demanda por genéricos, novidades na área de biotecnologia e fusões à vista, dois terços das empresas do setor farmacêutico têm planos de aumentar o quadro nos próximos anos

64 ELE VEM MUDAR TUDO
Conheça o trabalho do gestor de turnaround, profissional responsável por conduzir grandes projetos de transformação organizacional em empresas em transição ou que enfrentam dificuldades


DINHEIRO

68 SEGUROS E RENTÁVEIS
Os investimentos acreditados pelo Fundo Garantidor de Créditos combinam proteção semelhante à poupança e lucratividade comparável à do Tesouro

72 STARTUP CUSTO ZERO
As dicas de empreendedores e aceleradoras para viabilizar o seu projeto de negócio, mesmo com poucos recursos 


AGENDA

74 Cursos, workshops, palestras e eventos, no Brasil, no mundo e na internet


ARTIGOS

76 Inteligência Organizacional
Por Luiz Carlos Cabreza

77 Desejos em Comum
Por Sofia Esteves


REVIRAVOLTA

82 SENHORA ESTAGIÁRIA
A gaúcha que, após 20 anos como médica, virou estagiária de moda

No domingo, Master Comics 2016, na Faculdade CDL, não perca!

A literatura de ficção chega às pessoas de diversas maneiras. Para o professor Giovani Nogueira de Lima, da Faculdade CDL, ela chegou com os quadrinhos quando ele ainda era um garoto, fazendo com que a paixão pelo gênero o transformasse em um dos maiores colecionadores de histórias em quadrinhos do estado do Ceará.



Com cerca de 1.038 coleções e mais de 10.000 volumes, que ficam guardados em seu apartamento, distribuído entre os quartos e outros compartimentos da casa. “Tem toda uma estrutura para isso, que é um outro investimento bastante considerável”, relata. “Há épocas em que guardo eles em sacos acondicionados, nos quais ficam praticamente hermeticamente fechados, porque o que destrói, o que faz com que o papel fique amarelado, é o oxigênio”, e ainda ressalta que é bom deixar eles fora dos saquinhos de vez em quando, porque “o papel também precisa respirar.”
Sentimentos de colecionador e um mercado de personagens

Os primeiros volumes de Capitão América, Super Aventura Marvel, Homem-Aranha e Hulk lançados no Brasil são alguns dos itens mais valiosos da coleção do professor Giovani, que não faz distinção alguma entre DC Comics e Marvel, tendo como preferidos, respectivamente, os personagens Batman e Wolverine.
“Houve uma época, por volta dos meus vinte e sete anos, que eu achava que quadrinho era coisa de criança, e que eu tinha que parar com isso. Então parei de colecionar por uns três anos. Essa é uma das poucas coisas de que me arrependo na vida.” Por conta disso, Giovani deixou de adquirir alguns exemplares, deixando incompletas várias coleções. Hoje ele tenta recuperar os itens que faltam nessas coleções incompletas com colecionadores de outros estados e também adquire novos exemplares dos mais diversos tipos.

Para falar sobre a evolução do mercado dos quadrinhos, ele usa o exemplo do personagem Batman, que tem mais de 80 anos de história. “De um homem comum, ele se torna um cara que vence o Superman em termos de inteligência”, explica. “O personagem em si vai envelhecendo porque o cliente dele envelhece. O personagem deve envelhecer para manter cativo o cliente”, complementa, reforçando que ”eles não se tornam velhos decréptos” e que existem diversas maneiras de manter um personagem ou sua história ao longo dos anos. Outro ponto ressaltado foi que, quando um personagem morre, os leitores reclamam, e logo eles “renascem”, de alguma forma, trazendo à tona novas aventuras, o que atrai novamente aquele público específico.

Os quadrinhos influenciando na aquisição de conhecimento

Segundo ele, antigamente os quadrinhos eram considerados “coisa de criança”, mas foram virando coisa de adolescente, de jovem e de adulto. “Conheço pessoas de mais de setenta anos que colecionam quadrinhos, não com o mesmo afinco, mas que ainda gostam e conversam sobre os personagens.”
“Os quadrinhos, de maneira geral, poderiam ser utilizados como sendo as primeiras referências para as crianças começarem a gostar de leitura”, afirma, complementando que o “grande problema do Brasil, para educação, é a falta de leitura”, ressaltando que este é um ato importante, principalmente para quem está na vida acadêmica. “Uma pessoa que lê tem uma boa dicção, escreve mais, consegue se relacionar melhor e entende a posição de outras pessoas, mesmo sendo divergentes, sem se sentir ofendida. A leitura abre um leque de opções.”

Véspera de feriado movimentada

Na última terça-feira (06/09), véspera de feriado, alunos discutem e elaboram trabalhos em equipe, e o Prof. Bruno conduz mais uma turma para pesquisar utilizando os recursos da Biblioteca.





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Biblioteca

quarta-feira, 7 de setembro de 2016

A história por trás do sucesso de Pokémon Go



Pokémon Go: por trás do imenso sucesso, tem vinte anos de trabalho. E muitos aprendizados para você, empreendedor.

Como diria Vinícius de Moraes, aconteceu “de repente, não mais do que de repente”. Da noite para o dia, as grandes cidades globais foram, uma a uma, tomadas de assalto por batalhões e batalhões de Zubats, Pidgeys e Bulbasaurs. Às centenas de milhares, os Pokémons, famosos monstrenguinhos japoneses criados nos anos 90 por Satoshi Tajiri, voltaram. E com tudo.

O jogo para smartphones Pokémon Go espalhou as criaturas, primeiro, por cidades da Austrália, Nova Zelândia e Estados Unidos. Causaram um verdadeiro frenesi nas populações locais, que, de celulares em punho, imediatamente se puseram a caçá-los por todos os lados. Aos poucos, a investida foi se estendendo a outros países. Até que, no começo de agosto, as criaturinhas aportaram no Brasil, para delírio de muita gente por aqui também.

O sucesso foi instantâneo. Mas o trabalho, não
E bota gente nisso. De acordo com a consultoria Axiom Capital Management, via Bloomberg, o jogo teria alcançado, entre 15 e 17 de julho de 2016, um pico de 45 milhões de usuários em todo o mundo. Por mais que esse número já tenha diminuído, ele continua bastante eloquente ao revelar o tremendo sucesso que o jogo de realidade aumentada, desenvolvido em parceria pela Niantic, Inc, a Nintendo e a The Pokémon Company, vem fazendo.

É natural você presumir que todo esse impacto tenha sido mero acaso, afinal, tudo aconteceu muito rapidamente. Agora, é melhor que você não comunique essa impressão ao norte-americano John Hanke, o criador do jogo. Ele dedicou “só” 20 anos ao projeto. Seria o caso de soltar aquele famoso ditado: “você só vê as champagnes que bebo, e não os tombos que levo”.

Perseverança é a palavra-chave
A jornada de Hanke e sua equipe traz muitos aprendizados para você, empreendedor. O principal deles é, sem dúvida, a perseverança. De 1996, quando o empreendedor ajudou a criar o primeiro jogo multiplayer massivo chamado ‘Meridian 59′, a julho de 2016, quando lançou o Pokémon Go, foram muitos os passos.

Em meados dos anos 90, o então estudante John Hanke desenvolveu um sistema para ligar mapas em todo o mundo por meio de fotos aéreas, programa que o Google adquiriu para criar o futuro Google Earth. E ele não parou por aí. Ele criou também, em parceria com o Google, a startup Niantics Labs, para desenvolver jogos baseados em geolocalização. O primeiro título foi o ingress. John concebeu, em 2014, uma pegadinha de 1° de abril que espalhou pokémons pelo GoogleMaps, e que foi um tremendo sucesso.

Só depois de tudo isso foi que Hanke conseguiu levantar, no final de 2015, 25 milhões de dólares (com o Google, a Nintendo e a Pokémon Company). Ele reuniu uma equipe de mais de quarenta profissionais para desenvolver o fenômeno que inspirou esse artigo. Como você pode ver, não tem nada de casualidade aí.  Mas, apesar do longo tempo, o próprio Hanke jamais duvidou do projeto:

“Eu sempre pensei que fosse possível fazer um jogo sensacional usando todos os dados de geolocalização que temos. Eu acompanhava os smartphones se tornando mais e mais poderosos e pensei que chegaria o tempo em que poderíamos criar um jogo realmente extraordinário de realidade aumentada”.

Uma aula de experiência do usuário

Pokémon Go também é um ótimo exemplo de UX Design, o tão desejado User Experience Design, que nada mais é do que a busca pela satisfação do usuário por meio de três áreas essenciais: usabilidade, acessibilidade e interatividade. É o desenho, a projeção de tudo o que vai compor a experiência de um usuário com um produto. O jogo de Hanke fez bonito aqui também, pois usa features já existentes de aparelhos e aplicativos bem difundidos. Ou seja, foi desenvolvido para uma interface com a qual os usuários já têm muita familiaridade.

Além disso, a imersão, fator fundamental de qualquer jogo bem-sucedido, foi muito elogiada por especialistas em UX Design. Sem falar na facilidade com que as pessoas aprenderam a jogar. Em suma, tudo foi pensado para que os usuários, ao caçarem seus Pokémons, fruíssem da melhor experiência possível.

Outro acerto: inovação em mobile
Pokémon Go também dá um show no aproveitamento da plataforma para a qual foi desenvolvido. O sábio uso de recursos de locação, câmera e gráficos de alta resolução deu o que falar. Ainda que o jogo apresente algumas falhas, é sólido o bastante para ter atraído milhões e milhões de usuários.

MAS HÁ UM PONTO EM QUE POKÉMON GO SE DESTACA DE TODOS OS JOGOS MOBILE CRIADOS ATÉ AQUI: O DA REALIDADE AUMENTADA.

Pokémon Go é muito bem-sucedido nesse aspecto, principalmente graças à sociabilização que proporciona. Ao possibilitar verdadeiras ações e interações no mundo real, o jogo vem explorando possibilidades animadoras. Desconhecidos estão saindo dos sofás para conversar, congregar e elaborar estratégias de caça. É um exemplo significativo de como um jogo bem pensado pode induzir a comportamentos bastante específicos.

Publicidade misturada à experiência
Para terminar, uma última lição desse fenômeno chamado Pokémon Go: a criação de um novo fluxo de publicidade online. Enquanto o percurso tradicional é: anúncio – clique do usuário – aquisição online do produto, o jogo propõe outro trajeto. Os consumidores estão literalmente entrando nas lojas para capturar os monstrinhos. Por isso, os criadores do jogo têm uma infinidade de novas possibilidades a serem exploradas, tanto do ponto de vista da pura experiência do usuário, quanto do ponto de vista da monetização.

Já para aos anunciantes, a notícia é ainda melhor: a publicidade se encaixa perfeitamente nas vidas dos consumidores, em vez de interferir nelas. É marketing de experiência em sua melhor versão, pelo menos até aqui. Então, agora, você já sabe: entre caçar um Pokémon e outro, vale inspirar sua gestão com esses ensinamentos.


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